Mishná · Seder Tehorot · Tratado V (quinto)

Massechet Tehorot

מַסֶּכֶת טְהֳרוֹת

O quinto tratado de Seder Tehorot — os graus de impureza de alimentos e líquidos

OrdemTehorot (Purezas) — sexta e última das seis Ordens da Mishná
Estrutura10 perakim, completo — 92 mishnayot ao todo
TemaApesar do nome — que significa “purezas” — o tratado trata sobretudo dos graus de impureza de alimentos e líquidos, e não das leis mais graves, cobertas em outros tratados de Seder Tehorot
GuemaráComo a maior parte de Seder Tehorot (exceto Nidá), não possui Guemará no Talmud Bavli — tratado de mishnayot puras

Massechet Tehorot é o quinto tratado de Seder Tehorot, a sexta e última das seis Ordens da Mishná. Seu nome — que significa literalmente “purezas” — é enganoso: o tratado não trata das impurezas mais graves, como a do morto ou a do zav, já cobertas em outros tratados da Ordem, mas sim de um tema mais sutil e técnico — os graus de impureza que se transmitem entre alimentos e líquidos, e as regras de combinação, contato e separação que determinam como essa impureza se propaga ou se dilui. Por essa razão, alguns explicam que o nome do tratado é irônico ou eufemístico — assim como se chama de “abenççoado” quem está de luto — enquanto outros o entendem no sentido de que o tratado trata, precisamente, das situações-limite em que a pureza é preservada ou perdida por uma margem mínima.

O Perek Alef, completo com suas nove mishnayot, abre o tratado com a carcaça (nevelá) da ave — um caso intermediário entre a impureza grave dos animais terrestres e a impureza leve dos alimentos comuns. A primeira mishná lista as treze leis específicas da carcaça da ave pura, incluindo a disputa entre Rabi Meir, Rabi Yehudá e Rabi Yosei sobre se o abate e o degolamento por unha a purificam mesmo quando é tereifá (1:1); a segunda distingue as asas e a penugem, que não se combinam com a carne para a medida, do bico e das garras, que se combinam (1:2); a terceira inverte o quadro para a carcaça da ave impura, que ao contrário exige intenção e preparo, mas não contamina na garganta (1:3); a quarta passa ao animal terrestre, com o couro, o caldo, os ossos e os chifres que se combinam para a impureza de alimentos mas não para a de carcaça (1:4); e as cinco mishnayot finais desenvolvem, por meio de uma série de casos aritméticos, como se combinam alimentos contaminados em diferentes graus — meio ovo com meio ovo, um ovo com um ovo, dois ovos com dois ovos (1:5–6); pedaços de massa e pães grudados que compartilham o mesmo grau mesmo depois de separados (1:7); um pedaço já impuro ao qual se grudam outros, cujo destino após a separação difere do original (1:8); e, por fim, os pães sagrados com água consagrada em suas reentrâncias, que se contaminam em cadeia sem limite — ao contrário dos pães de teruma, cuja cadeia de contaminação para no terceiro grau (1:9).

O Perek Bet, também completo com suas oito mishnayot, abandona a carcaça da ave e passa ao tema central do tratado: os cinco graus de impureza (do primeiro ao quinto) e como se propagam de modo distinto no chulin, na teruma e no alimento sagrado. Abre com o caso da mulher que conserva verdura de teruma numa panela e toca numa folha, seca ou molhada, e com a dúvida da tevulat yom (2:1); segue com a disputa entre Rabi Eliezer e Rabi Yehoshua sobre o grau que assume quem come alimento impuro (2:2); estabelece os três graus no chulin e o “guisado de dema” (2:3), os quatro graus na teruma e o “guisado do sagrado” (2:4), e os cinco graus no próprio alimento sagrado (2:5); explica como o segundo e o terceiro grau contaminam os líquidos de chulin, teruma e sagrado, com efeitos distintos conforme a pureza em que os alimentos foram preparados (2:6); traz a posição minoritária de Rabi Eliezer, que equipara os três âmbitos (2:7); e encerra com a proibição de quem come alimento de segundo grau trabalhar na casa da prensa de azeite, e a disputa sobre o chulin preparado na pureza do sagrado (2:8).

O Perek Guimel, também completo com suas oito mishnayot, retoma inicialmente os líquidos que coalham e se dissolvem — o caldo, as papas de grão triturado, o leite, o azeite, o mel, o vinho e o bloco de azeitonas que cai no forno — todos julgados pela medida de um ovo e pela regra de que a primeira gota contamina o restante (3:1–2); segue com os casos de contaminação por prensagem de azeitonas e uvas e por ordenha, distinguindo a impureza por contato, que exige a medida de um ovo, da impureza por carregamento (massá), que dispensa medida (3:3); estabelece o princípio de que toda medida se afere pelo tamanho encontrado no momento — alimentos que diminuem ao sol e incham na chuva (3:4). As três mishnayot seguintes desenvolvem o princípio geral da dúvida em impureza: tudo se decide pelo estado — puro ou impuro, coberto ou descoberto — encontrado no momento em que a coisa é achada, como a agulha cheia de ferrugem ou quebrada (3:5); quem não tem entendimento para ser interrogado — o surdo-mudo, o louco e o menor — tem sua dúvida sempre decidida como pura, mesmo no domínio privado (3:6); e a criança achada junto ao cemitério com lírios na mão, presumida pura porque outro pode tê-los colhido para ela (3:7); e encerra com a criança achada junto à massa com um pedaço na mão, disputa entre Rabi Meir e os sábios, e as regras de distância entre líquidos impuros e pães quanto às galinhas, à vaca, ao cão e aos demais animais (3:8).

O Perek Dálet, completo com suas treze mishnayot, aprofunda o tema da dúvida em impureza já introduzido ao final do Perek Guimel. Abre com o princípio de que a impureza em trânsito — lançada de um lugar a outro, ou carregada na boca de um animal em movimento — não tem lugar de repouso, e por isso sua dúvida é sempre pura (4:1–3); segue com os casos em que a dúvida se decide pelo próprio objeto em que nasceu, como os dez baldes e o utensílio derramado (4:4); e lista os seis casos graves em que, apesar da dúvida, a teruma é queimada — o bet haperás, a terra dos povos, as vestes do am haaretz, os utensílios achados, as salivas achadas e a urina duvidosa — com a disputa entre Rabi Yosê e os sábios sobre o domínio privado, e o caso das duas salivas, uma pura e uma impura (4:5–6). A partir da sétima mishná, o perek lista e depois detalha, uma a uma, as onze dúvidas que os sábios declararam puras: a água extraída e a impureza flutuante sobre a água, com a disputa entre Rabi Shimon, Rabi Yehudá e Rabi Yosê (4:7–8); os líquidos, quanto a se contaminarem e quanto a contaminarem outros, com a posição própria de Rabi Yosê sobre alimentos e utensílios (4:9–10); as mãos, o domínio público e as palavras dos escribas (4:11); o chulin (a “pureza da separação” dos perushim), os répteis, as pragas, o voto de nazíreu e os primogênitos (4:12); e encerra com a dúvida dos sacrifícios, no caso da mulher com dúvida de cinco partos e cinco fluxos duvidosos, que traz um único sacrifício para todas as suas dúvidas (4:13).

O Perek Hei, completo com suas nove mishnayot, dá continuidade ao tema da dúvida em impureza. Abre com a lista dos sete casos de dúvida em domínio público entre um objeto impuro e um puro colocados lado a lado — o réptil e a rã, a azeitona e o osso de cadáver e de carniça, os torrões de bet haperás e da terra dos povos, os dois caminhos —, opondo Rabi Akiva, que exige purificação cautelar da própria pessoa, aos sábios, que resolvem a dúvida para a pureza; e a mishná seguinte trata da dúvida da própria pessoa quanto a ter tocado, com a distinção de Rabi Yosé entre o costume de andar e o de tocar (5:1–2). Seguem-se os casos em que uma única pessoa, ou dois homens diferentes, passam por dois caminhos ou tocam em dois objetos duvidosos, um após o outro, com ou sem purificação intermediária — e a controvérsia entre Rabi Yehudá e Rabi Yosé sobre se a pergunta simultânea ou separada altera o resultado, aplicada tanto ao caminho e ao contato quanto ao alimento impuro por decreto rabínico (5:3–6). O perek trata em seguida das dúvidas envolvendo o próprio corpo e as roupas — a saliva encontrada, o pisão em domínio público, o sono, e o contato noturno com alguém encontrado morto pela manhã (5:7); e o caso extremo da cidade com uma única louca, gentia ou cuteia, onde toda saliva encontrada é declarada impura, e o caso da mulher cujo contato com as roupas de um homem pode transmitir impureza (5:8). Encerra-se com as regras de testemunho contraditório sobre a impureza de alguém, aplicando novamente o princípio de que a dúvida se resolve conforme o domínio — impura em privado, pura em público (5:9).

O Perek Vav, completo com suas dez mishnayot, desenvolve sistematicamente o princípio da dúvida por domínio. Abre com o domínio que muda ao longo do tempo, e o moribundo levado do domínio privado ao público e de volta, com a controvérsia de Rabi Shimon sobre a interrupção retroativa do juízo (6:1); segue com as quatro dúvidas — quem está parado e quem passa, a impureza e a pureza divididas entre domínios, e as dúvidas de contato, sombra e deslocamento — que Rabi Yehoshua declara impuras e os sábios declaram puras (6:2); trata da árvore e do buraco, cujo topo e interior contam como domínio privado mesmo dentro do domínio público, e da loja impura aberta ao público, contrastada com o caso de duas lojas (6:3). Leva ao extremo o princípio da multiplicação de dúvidas sobre dúvidas, com a distinção de Rabi Elazar entre dúvida de entrada e dúvida de contato (6:4), aplicada ao caso do vale na época das chuvas (6:5); esclarece que apenas a palavra segura do próprio interessado afasta a presunção do domínio, e introduz a distinção entre o domínio quanto ao shabat e o domínio quanto à impureza, exemplificada pelos caminhos de Bet Guilgul (6:6). As quatro mishnayot finais percorrem uma série de espaços em que essa dualidade se repete — domínio privado para o shabat, domínio público para a impureza: o vale entre o verão e as chuvas (6:7); a basílica, com a exceção de Rabi Yehudá para portas visíveis entre si (6:8); o parán e seus lados, com a posição isolada de Rabi Meir (6:9); e a colunata e o pátio de passagem (6:10).

O Perek Zayin, completo com suas nove mishnayot, volta-se para os limites da impureza causada pela presença do am haaretz — pessoa não cuidadosa quanto às leis de pureza — dentro da casa de um chaver. Abre com o oleiro cujos potes externos se tornam impuros por exposição ao público, e com o princípio de que a mera entrega da chave não torna a casa impura (7:1); segue com o am haaretz deixado dormindo ou acordado, cuja impureza se limita, segundo os sábios, ao alcance de sua mão quando ele acorda inesperadamente (7:2), regra estendida aos artesãos que trabalham na casa (7:3) e à esposa do am haaretz que mói grãos, com a distinção entre o moinho em funcionamento e parado, e o caso agravado de duas mulheres (7:4). Trata em seguida do am haaretz deixado explicitamente para vigiar a casa, distinguindo entre a impureza leve dos alimentos e utensílios abertos, sempre presumida, e a impureza mais grave dos leitos e assentos, que só se presume quando ele não pode ver quem entra e sai (7:5); e dos cobradores de impostos e ladrões que invadem a casa, com regras de confiabilidade quando acompanhados por um gentio (7:6). A mishná seguinte cuida das roupas deixadas no vestiário do balneário, com a controvérsia entre Rabi Elazar ben Azariá e os sábios sobre as garantias necessárias, e dos utensílios de vindima confiados de um lagar a outro (7:7); depois, do cohen que desiste mentalmente de comer teruma, e do princípio de que as mãos, por serem sempre “atarefadas”, tornam-se impuras pela simples distração de mente (7:8). Encerra-se com os dois casos da mulher que se ausenta de junto de teruma e encontra outra pessoa nas proximidades, resolvidos a favor da pureza pelos sábios, contra a suspeita de Rabi Akivá fundada na gula alimentar (7:9).

O Perek Chet, completo com suas nove mishnayot, abre uma nova série de casos sobre a impureza gerada pela proximidade do am haaretz, agora fora da própria casa: o pátio compartilhado, onde utensílios esquecidos se contaminam mesmo hermeticamente fechados, por suspeita da esposa nidá, com a controvérsia entre Rabi Yehudá e Rabi Yosé sobre o forno (8:1); o depósito deliberado de utensílios junto ao am haaretz, distinguindo a impureza de morto, evitável quando o depositante é conhecido por comer teruma, da impureza de midrás, que persiste por causa da esposa (8:2). Segue com o princípio geral da noite como divisor entre achado puro e impuro, e a suspeita gerada por qualquer permanência momentânea no domínio de um am haaretz, como no balde caído em seu poço (8:3); a casa deixada trancada e encontrada aberta, resolvida a favor da pureza pelos sábios contra Rabi Meir (8:4); e a esposa do am haaretz que entra sem permissão apenas para retirar seu filho ou seu animal, deixando a casa inteira pura (8:5). Na segunda metade, o perek migra para princípios gerais da suscetibilidade à impureza: a regra de que o alimento designado para consumo humano permanece suscetível até tornar-se impróprio até para um cão, ilustrada pelo pombinho do lagar (8:6); a controvérsia entre Rabi Eliezer, Rabi Yehoshua e Shimon irmão de Azariá sobre o alcance da impureza da parte externa dos utensílios contaminados por líquidos (8:7); as regras técnicas de combinação de pedaços de massa para o volume mínimo de um ovo, na gamela inclinada (8:8); e encerra-se com a mecânica da purificação no mikvê por contato, distinguindo o fluxo contínuo, o declive e o líquido escorrente, que não conectam, do reservatório, que conecta plenamente para a impureza e para a pureza (8:9).

O Perek Tet, completo com suas nove mishnayot, deixa o tema da impureza por contato humano e volta-se inteiramente para o processo produtivo do azeite de oliva: o momento preciso em que as azeitonas colhidas se tornam suscetíveis à impureza. Abre com a controvérsia entre a Casa de Shamai, que fixa o suor do depósito (ma'atan) como o momento decisivo, Rabi Shimon, que fixa três dias como medida do suor, a Casa de Hilel, que exige a união de três azeitonas, e Rabán Gamliel, cuja opinião de que basta a conclusão do trabalho de recolhimento venceu por consenso dos sábios (9:1); segue com as circunstâncias que adiam essa conclusão — intenção de comprar ou tomar emprestadas mais azeitonas, luto ou banquete —, e com o mochal que delas escorre nesse estágio, sempre puro (9:2). Trata da azeitona já suscetível, contaminada inteiramente por qualquer líquido impuro que a toque, e da controvérsia entre Rabi Eliezer e os sábios sobre o mochal do poço da prensa, esclarecida por Rabi Shimon (9:3); regula a entrega da teruma da última cesta ao cohen pobre, com a controvérsia entre Rabi Meir, Rabi Yehudá e Rabi Shimon (9:4); a suscetibilidade das azeitonas no pilão, conforme sejam destinadas à prensa ou à salga, e a impureza transmitida por mãos sujas (9:5); a distinção entre secar ao sol no telhado, que não prepara, e deixar apodrecer, que prepara (9:6); e as regras de corte e cobertura do “om” de azeitonas no depósito (9:7). Encerra-se com dois casos do sheretz encontrado junto às azeitonas na casa da prensa — nas mós, sobre as folhas ou no “om” (9:8) — e nos blocos separados por uma estaca, culminando no princípio de que toda impureza se julga pelo momento de seu achado (9:9).

O Perek Yud, décimo e último capítulo do tratado, com suas oito mishnayot, retoma o cenário da casa da prensa e do lagar sob o ângulo dos trabalhadores amei haaretz. Abre com a casa da prensa trancada por causa dos prensadores (badadim), e a controvérsia entre Rabi Meir, Rabi Yehudá, Rabi Shimon e Rabi Yosé sobre utensílios impuros por midrás encontrados ali dentro (10:1); segue com os líquidos impuros no chão da casa da prensa e a credibilidade dos próprios prensadores, vindimadores e suas crianças ao afirmarem que não tocaram em impureza (10:2); e com a supervisão necessária da imersão ritual desses mesmos trabalhadores antes do serviço, controvérsia entre Rabi Meir, Rabi Yosé e Rabi Shimon (10:3). As duas mishnayot seguintes tratam da suscetibilidade das uvas à impureza conforme a finalidade original de sua colheita — a controvérsia entre a Casa de Shamai e a Casa de Hilel sobre uvas dos cestos ou do chão, em contraste com as vindas do avat ou das folhas (10:4) —, e o caso do bago solto com ou sem selo (chotam), fechando com o princípio do volume de um ovo que determina a impureza da primeira gota pisada em lugar desocupado do lagar (10:5). Segue a mais breve mishná do perek, sobre a saliva esguichada à beira da cisterna, cuja dúvida se julga pura (10:6); as regras detalhadas de retroatividade quando um sheretz é encontrado ao esvaziar a cisterna em vasilhas, distinguindo o enchimento direto do enchimento por concha (machatz) (10:7); e encerra-se o tratado com a classificação do domínio público e privado na vindima e sob a roda de prensar bagaços, e as regras de purificação dos utensílios de madeira e de junco da casa da prensa e do lagar (10:8).

Massechet Tehorot está completa. Os 10 perakim — do Perek Alef ao Perek Yud, com suas 92 mishnayot — estão traduzidos, com Rambam e Bartenura em cada mishná (exceto 2:5 e 5:4, cujo Bartenura não consta nas edições correntes). Como a maior parte de Seder Tehorot (exceto Massechet Nidá), o tratado não possui Guemará no Talmud Bavli. O estudo da Mishná prossegue agora para Massechet Mikvaot, o sexto tratado da Ordem.

Os 10 Perakim

Perek Alef — פֶּרֶק א׳ — A carcaça da ave e as combinações de graus de impureza (9 de 9)

Perek Bet — פֶּרֶק ב׳ — Os cinco graus de impureza no chulin, na teruma e no sagrado (8 de 8)

Perek Guimel — פֶּרֶק ג׳ — Líquidos que coalham, medidas que mudam de tamanho, e a dúvida em impureza (8 de 8)

Perek Dálet — פֶּרֶק ד׳ — A dúvida em impureza: casos e a lista das onze dúvidas puras (13 de 13)

Perek Hei — פֶּרֶק ה׳ — A dúvida em impureza: dois objetos, dois homens, testemunhos (9 de 9)

Perek Vav — פֶּרֶק ו׳ — O domínio privado e público: shabat e impureza (10 de 10)

Perek Zayin — פֶּרֶק ז׳ — O am haaretz na casa: potes, sono, artesãos, guarda e teruma (9 de 9)

Perek Chet — פֶּרֶק ח׳ — O am haaretz no pátio, achados e perdidos, e a suscetibilidade dos alimentos (9 de 9)

Perek Tet — פֶּרֶק ט׳ — O processo do azeite de oliva e o momento da suscetibilidade à impureza (9 de 9)

Perek Yud — פֶּרֶק י׳ — Os prensadores, a vindima, o domínio público e a purificação dos utensílios (8 de 8)