O réptil e a rã em domínio público; alguém tocou em um deles e preparou alimentos puros, que foram comidos; imergiu; tocou no segundo e preparou alimentos puros — estes são puros. Se os primeiros ainda existirem, tanto estes quanto aqueles ficam em suspenso. Se ele não imergiu nesse meio-tempo, os primeiros ficam em suspenso e os segundos devem ser queimados.
Esta mishná aplica exatamente a mesma estrutura da anterior, substituindo o caso dos dois caminhos (impureza por caminhar) pelo caso do réptil e da rã (impureza por contato). O paralelismo é deliberado: ensina que a regra vale igualmente para a impureza de caminho e para a impureza de contato, mesmo segundo Rabi Yosei, que na mishná 5:2 distinguiu entre os dois casos apenas quanto à dúvida inicial (se a pessoa tocou ou não) — mas não quanto à sequência de purificações e alimentos aqui descrita.
Isto está explicado, e esta norma é como a norma anterior; e o que a mishná nos ensina com esta norma é que, na impureza do caminho e na regra da impureza por contato, tudo é uma única regra — mesmo segundo Rabi Yosei, que diz que é costume do homem caminhar, mas não é seu costume tocar.