נָשֹׂא
A prata purificada do refugo e o vaso que sai do ourives, a Torá que cura os defeitos e as bênçãos que se unem no shabat; os patriarcas, os doze príncipes e os seis dias da obra, e a bênção dos sacerdotes dada de bom coração; o anseio de D'us pela criação, a casa do vinho e o grande amor do nazir; o refugo que cobre a luz interior e o corpo que se cala para que a alma prevaleça — seleção dos quatro anos mais recentes do Rebe de Ger (תרנ"ט a תרס"ב), hebraico e português lado a lado.
בָּלָק
O testemunho de Israel sobre o Criador, depurado de toda mistura, e o lábio de verdade que se firma para sempre; o povo bendito a quem o amaldiçoado não se apega; o mel e o calcanhar, a bênção deste mundo tomada das nações; os discípulos de Avraham e a recordação das primeiras tábuas, cujos fragmentos repousam na arca; a luz oculta da árvore da vida e a vida na vontade Dele, onde não há ira — nos quatro discursos mais recentes, de תרנ"ט a תרס"ג.
מַסְעֵי
O povoamento do deserto pelas jornadas de Israel e o caos das almas corrigido pela Torá; as chaves do shabat e de Rosh Chodesh, Moshe e Aharon e o temor; a angústia da qual não se foge, mas na qual se encontra o caminho, e a parashá fixada entre as angústias; a Terra de Israel como luz e a videira que só ali cria raízes; as jornadas como preparação das gerações; o maná, a Torá escrita e a Terra como Torá oral — nos quatro discursos mais recentes, de תרנ"ט a תרס"ד.