Sexta halachá do Perek Alef, Or LeArbaá Asar (na noite do catorze), de Massechet Pessachim. A Mishná traz o testemunho de Rabi Chananiá, o segan hakohanim: os kohanim nunca deixaram de queimar juntas a carne de impureza derivada e a carne de impureza primária, ainda que assim se acrescentasse impureza a uma delas. Na guemará, Bar Kapara e Rabi Yochanan divergem sobre se a impureza derivada é da Torá ou dos sábios, e cada opinião é medida contra a Mishná; traz-se a divergência de Beit Shammai e Beit Hillel sobre queimar carne pura com impura; e pergunta-se como, antes do decreto de Usha, se queimava por impureza dos sábios, o que leva aos decretos sobre a terra dos povos e os utensílios de vidro e à lista das seis dúvidas pelas quais se queima a teruma.
Mishná: Rabi Chananiá, o segan hakohanim (o segundo dos sacerdotes, vice do sumo sacerdote), diz: em seus dias, os kohanim (os sacerdotes) nunca se abstiveram de queimar a carne que se tornou impura por vlad hatumá (impureza derivada) junto com carne que se tornou impura por av hatumá (fonte primária de impureza), ainda que lhe acrescentem impureza sobre a sua impureza.
Bar Kapara disse: o av hatumá (a fonte primária de impureza) é palavra da Torá, e o vlad hatumá (a impureza derivada) é das palavras deles (dos sábios). Rabi Yochanan disse: tanto este quanto este são palavra da Torá.
Segundo a opinião de Bar Kapara, está bem. Segundo a opinião de Rabi Yochanan, o av hatumá faz um rishon (primeiro grau de impureza), e o vlad hatumá faz um sheni (segundo grau de impureza); um sheni que tocou num rishon, eis que fica no seu lugar, sheni. Que acréscimo de impureza há, então?
A resposta é que o shelishi (terceiro grau de impureza) que tocou num rishon se torna sheni.
Foi ensinado: Beit Shammai dizem: não se queima carne tahor (pura) com carne tamé (impura); e Beit Hillel permitem.
Segundo a opinião de Bar Kapara, está bem: queima-se o pessul (desqualificado) da Torá com o desqualificado por impureza da Torá; e foi preciso nos fazer ouvir que se queima também a impureza das palavras deles com a impureza da Torá.
Segundo a opinião de Rabi Yochanan: se o desqualificado da Torá com a impureza da Torá se queima, com mais razão a impureza da Torá com a impureza da Torá. Que nos ensina, então, Rabi Chananiá?
Rabi Chananiá, o segan hakohanim, ensinou-a em nome de Beit Shammai e de Beit Hillel.
Disse Rabi Mana diante de Rabi Yossi: segundo a opinião de Rabi Yochanan, está bem, pois Rabi Yochanan disse: por seis sfekot (casos de dúvida) suspendiam a teruma (a porção do kohen), e assim seguiam; e em Usha decretaram sobre elas a queima.
Rabi Chananiá, o segan hakohanim, não era de antes de Usha? E antes de Usha não havia queima pelas palavras deles (dos sábios).
Disse-lhe: explica-a (a Mishná): que a carne se tornou impura por utensílios de vidro.
Disse-lhe: ainda que digas que se tornou impura por utensílios de vidro, não disse assim Rabi Zeura, Rabi Avuna, em nome de Rabi Yirmeyá: Yossi ben Yoezer, homem de Tzeredá, e Yossi ben Yochanan, homem de Jerusalém, decretaram impureza sobre a terra dos povos (as terras fora da Terra de Israel) e sobre os utensílios de vidro?
Rabi Yudá disse: Yehudá ben Tabai e Shimon ben Shatach decretaram sobre os utensílios de metal; Hillel e Shammai decretaram sobre a pureza das mãos.
Rabi Yirmeyá entende dizer: a terra dos povos e os utensílios de vidro, a teruma fica suspensa. Rabi Yossi entende dizer: a terra dos povos, suspensa; e os utensílios de vidro, queima.
Estas são as seis dúvidas: pela dúvida do beit hapras (o campo onde se perdeu um sepulcro); pela dúvida da terra dos povos; pela dúvida das roupas do am haaretz (quem não observa as leis de pureza); pela dúvida de salivas; pela dúvida de urina de pessoa que está junto à urina de animal; pelo contato certo com eles, que é dúvida da sua impureza. Por estas se queima a teruma.
Esta é a sexta halachá do Perek Alef, Or LeArbaá Asar (na noite do catorze), de Massechet Pessachim. A halachá ocupa três segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, e cada um dos outros dois é uma seção desta página, 01 e 02, divididas em pares de hebraico e português. Nada foi deixado de fora. Conferiu-se no Sefaria que a Mishná desta halachá é a primeira parte da Mishná avulsa Pessachim 1:6; a segunda parte da avulsa, o acréscimo de Rabi Akiva sobre o óleo desqualificado por um tevul yom (quem imergiu e espera o pôr do sol), abre no Yerushalmi a Halachá 1:7. O Sefaria liga este segmento a “Mishnah Pesachim 1:6” e a “Mishnah Eduyot 2:1”; o Penei Moshe diz que esta Mishná é ensinada no segundo capítulo de Eduyot, e de fato a avulsa Eduyot 2:1 a traz entre os quatro testemunhos de Rabi Chanina, o segan hakohanim. O Yerushalmi diz רִבִּי חֲנַנְיָה, מִימֵיהֶן, שֶׁנִּיטְמָא, עִם בָּשָׂר e שֶׁמּוֹסִיפִין לוֹ טוּמְאָה, onde a avulsa diz רַבִּי חֲנִינָא, מִימֵיהֶם, שֶׁנִּטְמָא, עִם הַבָּשָׂר e שֶׁמּוֹסִיפִין טֻמְאָה, sem “lhe”; a diferença não muda o sentido, e a tradução segue o nome do Yerushalmi, Rabi Chananiá. O segan hakohanim ficou glosado como “o segundo dos sacerdotes”, como na avulsa deste site, e “vice do sumo sacerdote”.
Sobre a Mishná. O Penei Moshe e o Korban HaEdah explicam que ela é trazida aqui por causa do que vem depois, a palavra de Rabi Meir, “das palavras deles aprendemos que se queima teruma pura com a impura”, que é a avulsa Pessachim 1:7. Segundo o Korban HaEdah, a carne sagrada tocou num rishon e ficou sheni, e não se abstiveram de queimá-la com a que é mais grave do que ela, a que tocou num av hatumá; como esta mais leve também está destinada à queima, não se preocuparam se a tornavam mais impura do que era. O Penei Moshe diz que a guemará conclui que o vlad hatumá da Mishná não é o rishon, mas o derivado de um derivado, de modo que a carne é shelishi e, queimada com a carne que tocou no av hatumá, se torna sheni. Ele acrescenta que, pela Torá, um alimento não torna impuro outro alimento, segundo a derashá de Vayikra 11:38, “impuro é ele”, isto é, ele, e não faz outro como ele; mas os sábios decretaram que o alimento torne impuro o alimento, e por isso há aqui ao menos um acréscimo de impureza dos sábios. Guggenheimer observa que a discussão desta halachá já prepara a Mishná seguinte.
Sobre a seção 01. O Penei Moshe diz que esta divergência foi trazida antes, em Maasser Sheni, e volta no fim de Shekalim; o Sefaria a liga ao Yerushalmi Maasser Sheni 3:5 e ao Yerushalmi Shekalim 8:3, que este site ainda não publicou. Para Bar Kapara, explica o Penei Moshe, o poder do av hatumá de tornar impuros os outros é da Torá, como está escrito em Bamidbar 19:22, “e tudo o que o impuro tocar será impuro”, mas o poder do vlad hatumá de tornar impuros os outros é dos sábios, e para ele não há sheni pela Torá. Rabi Yochanan deriva de Vayikra 7:19, “e a carne que tocar em qualquer coisa impura não será comida”, que fala também da carne que tocou num rishon, e assim há sheni pela Torá. Para Bar Kapara “está bem” que a Mishná diga “acrescentam-lhe impureza”: a carne que tocou no vlad hatumá é impura só pelos sábios, e a que tocou no av hatumá é impura pela Torá, e queimá-las juntas é como queimar carne pura pela Torá com carne impura pela Torá. Para Rabi Yochanan, que tem as duas por impuras pela Torá, pensava-se de início que o vlad da Mishná fosse o rishon; então a carne seria sheni e, tocando a que é rishon, continuaria sheni, sem acréscimo; a resposta é que se trata do shelishi. O Korban HaEdah explica o vlad hatumá de Bar Kapara como, por exemplo, um utensílio que se tornou impuro por líquidos, o que é só dos sábios. A pergunta que fecha o segundo par, “que acréscimo de impureza há, então?”, está implícita no hebraico, e o Penei Moshe e o Korban HaEdah a formulam assim. No Bavli Pessachim 14a, Rav Yehudá diz que a Mishná trata do derivado do derivado, que é shelishi; e no Bavli Pessachim 15a é Reish Lakish, em nome de Bar Kapara, quem diz que a Mishná fala de av hatumá e de vlad hatumá da Torá; Guggenheimer observa que no Bavli as atribuições aparecem trocadas em relação ao Yerushalmi.
Sobre a seção 02, a baraita e as duas opiniões. O Penei Moshe identifica o “foi ensinado” na Tosefta do primeiro capítulo: é o fim da Tosefta Pessachim 1:5 na numeração comum do Sefaria, que é 1:6 na edição de Lieberman, citada por Guggenheimer. A carne pura, explicam o Penei Moshe e o Korban HaEdah, é carne sagrada destinada à queima por uma desqualificação da Torá, como o notar (a sobra do sacrifício passado o prazo), mas pura; Beit Hillel permitem queimá-la com a impura, já que está destinada à queima. Para Bar Kapara “está bem”: de Beit Hillel só se ouviu que se queima o desqualificado da Torá com o impuro da Torá, e Rabi Chananiá precisou ensinar que se queima também o impuro só pelos sábios, que pela Torá é inteiramente puro e sem desqualificação, com o impuro da Torá. Para Rabi Yochanan há uma dificuldade, pois a Mishná se deduziria a fortiori da baraita; a pergunta “que nos ensina, então, Rabi Chananiá?” está implícita no hebraico, e o Korban HaEdah a formula. A resposta é que Rabi Chananiá a ensinou segundo as duas casas: o Penei Moshe explica que também Beit Shammai concordam quando as duas carnes são impuras pela Torá; o Korban HaEdah dá isto e, como segunda explicação, que para Rabi Chananiá as duas casas não divergiram neste ponto, e prefere a primeira. No Bavli Pessachim 15b, a divergência das casas aparece sobre o pigul, o notar e o impuro, se se queimam juntos.
Sobre a seção 02, Usha e os utensílios de vidro. Segundo o Penei Moshe e o Korban HaEdah, a palavra de Rabi Mana diante de Rabi Yossi é que para Rabi Yochanan, que põe a Mishná em impureza da Torá, está bem, mas para Bar Kapara é difícil: antes de Usha, onde se reuniu o Sinédrio numa das suas dez migrações, segundo o Korban HaEdah, a impureza só dos sábios não levava à queima, só à suspensão, como as seis dúvidas; e Rabi Chananiá era muito anterior a Usha; Guggenheimer lembra que o segan hakohanim serviu no Templo. A frase sobre Rabi Chananiá ser de antes de Usha é uma pergunta retórica, como diz o Korban HaEdah, בתמיה. O Penei Moshe diz que quem responde “explica-a” é Rabi Yossi a Rabi Mana: a carne se tornou impura por utensílios de vidro, cuja impureza é dos sábios, e sobre eles já se tinha decretado a queima. O hebraico não diz quem fala em cada “disse-lhe”, e a tradução não pôs nomes. A objeção é que Rabi Zeura, Rabi Avuna, em nome de Rabi Yirmeyá, conta a terra dos povos junto com os utensílios de vidro, e a terra dos povos é uma das seis dúvidas, que só eram suspensas até Usha; a resposta é que só Rabi Yirmeyá pensa que os dois eram suspensos, e Rabi Yossi pensa que os utensílios de vidro, desde o começo, levavam à queima, e Yossi ben Yoezer e Yossi ben Yochanan precederam muito Rabi Chananiá. O Korban HaEdah explica a terra dos povos pela dúvida dos sepulcros, os utensílios de metal pelo caso dos que se tornaram impuros, foram fundidos e refeitos, e voltam à impureza antiga, e a pureza das mãos como o decreto de que as mãos sejam sheni para a impureza, porque elas se ocupam de tudo. O Mareh HaPanim e o Sheyarei Korban observam que o Bavli e o Rambam, Hilchot Kelim 1:5, entendem que sobre os utensílios de vidro só se decretou a suspensão; o Sheyarei Korban se admira de que Rabi Yossi não tenha explicado a Mishná pela impureza das mãos, cujo decreto, para os kodashim (as coisas consagradas), foi desde o começo para a queima. Paralelos: no Bavli Shabbat 14b, Yossi ben Yoezer e Yossi ben Yochanan decretaram sobre a terra dos povos e os utensílios de vidro, Shimon ben Shatach sobre os utensílios de metal, e Shammai e Hillel sobre as mãos; no Bavli Shabbat 15b, Ulla diz que as seis dúvidas foram instituídas em Usha, e Rabi Yochanan, em nome de Reish Lakish, diz que o vidro foi equiparado ao barro porque é feito de areia; no Bavli Shabbat 16b se explica que o decreto sobre os metais é o da impureza antiga. No Yerushalmi, o mesmo trecho está em Shabbat 1:4, onde se lê רִבִּי זְעִירָא בַּר אַבִּינָּא בְשֵׁם רַב יִרְמְיָה, e em Ketubot 8:11, que este site ainda não publicou.
Sobre a seção 02, as seis dúvidas. A lista é a da Mishná avulsa Tehorot 4:5, como dizem o Penei Moshe e Guggenheimer. O Korban HaEdah explica: o beit hapras é o campo em que se perdeu um sepulcro, ou, segundo outros, em que se lavrou um sepulcro, e a dúvida é se a teruma passou por cima dele; as roupas do am haaretz, porque talvez a sua mulher, menstruada, se tenha sentado sobre elas; as salivas, porque talvez sejam de um zav (quem sofre de fluxo); a urina de pessoa, ainda que haja dúvida se é de pessoa ou de animal; e o contato certo é o caso em que se sabe que a teruma tocou nelas, mas não se sabe se são impuras. A Mishná de Tehorot traz ainda a dúvida dos utensílios achados, que falta aqui; o Korban HaEdah a acrescenta na sua leitura, ועל ספק כלים הנמצאים, e Guggenheimer nota que a citação está incompleta. A tradução segue o hebraico do Sefaria, sem a acrescentar.
Leituras incertas. Na seção 01, נִיחָא ficou “está bem”, e o שֶׁ de שֶׁהַשְּׁלִישִׁי ficou “a resposta é que”, com o Penei Moshe, que o lê como a resposta. Na seção 02, וּצְרִיכִינָן מַשְׁמַע ficou “e foi preciso nos fazer ouvir”; שְׁנָיָיהּ, “ensinou-a”; הָיוּ תוֹלִין עֲלֵיהֶן וּבָאִין, “suspendiam a teruma, e assim seguiam”, entendendo וּבָאִין como continuidade, “e iam”; סָבַר מֵימַר, “entende dizer”, como em outras páginas deste site; רִבִּי זְעוּרָא רִבִּי אֲבוּנָה בְשֵׁם ficou como está, uma cadeia de transmissão, e o paralelo de Shabbat lê “Rabi Zeira bar Avina”; שֶׁהוּא כְּנֶגֶד, “que está junto à”; e וַדַּאי מַגָּעָן, “o contato certo com eles”. A palavra “teruma” em “suspendiam a teruma” e em “a teruma fica suspensa” completa o objeto que o hebraico omite, como mostra o fim do trecho, “por estas se queima a teruma”.
Os colchetes do corretor. Toda a frase [רִבִּי יוּדָא אָמַר … טַהֲרַת יָדַיִם.] está entre colchetes no Sefaria, acrescentada pelo corretor; segundo Guggenheimer, foi tomada de Ketubot. Foi traduzida normalmente, sem colchetes. Não há parênteses do corretor nesta halachá.
Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Guggenheimer escreve “Rebbi Ḥananiah, the executive officer of the Cohanim”, “Bar Qappara”, “Rebbi Joḥanan”, “Rebbi Yose”, “Rebbi Zeˋira”, “Rebbi Abuna”, “Rebbi Jeremiah”, “Yose ben Yoˋezer from Sereda”, “Jehudah ben Tabbai”, “Simeon ben Šetah” e “Rebbi Jehuda”; aqui ficou Rabi Chananiá, o segan hakohanim, Bar Kapara, Rabi Yochanan, Rabi Yossi, Rabi Zeura, Rabi Avuna, Rabi Yirmeyá, Yossi ben Yoezer, homem de Tzeredá, Yehudá ben Tabai, Shimon ben Shatach e Rabi Yudá, porque o hebraico diz יוּדָא. Guggenheimer identifica Rabi Yirmeyá como Rav Yirmeyá bar Abba, e Ketubot de fato lê רַב יִרְמְיָה; aqui se seguiu o hebraico desta halachá, רִבִּי יִרְמְיָה. Ele traduz הָיוּ תוֹלִין עֲלֵיהֶן וּבָאִין como “one was permanently suspending”.
Referências conferidas no Sefaria. Vayikra 7:19 e 11:38; Bamidbar 19:22. Mishná avulsa Pessachim 1:6 e 1:7, Eduyot 2:1 e Tehorot 4:5. Tosefta Pessachim 1:5, na numeração comum do Sefaria, que é 1:6 na edição de Lieberman. Bavli Pessachim 14a, 15a e 15b; Bavli Shabbat 14b, 15b e 16b. Yerushalmi Maasser Sheni 3:5, Shabbat 1:4, Shekalim 8:3 e Ketubot 8:11. Rambam, Hilchot Kelim 1:5. Penei Moshe, Korban HaEdah, Sheyarei Korban e Mareh HaPanim nesta halachá. Há links para as Mishnayot avulsas e as halachot do Yerushalmi que este site já tem; não há link para o Bavli Pessachim, nem para o Bavli Shabbat, nem para a Tosefta, que este site ainda não publicou.
Nomes nesta página: Rabi Chananiá, o segan hakohanim, רִבִּי חֲנַנְיָה סְגַן הַכֹּהֲנִים; Bar Kapara, בַּר קַפָּרָא; Rabi Yochanan, רִבִּי יוֹחָנָן; Beit Shammai, בֵּית שַׁמַּי; Beit Hillel, בֵּית הִלֵּל; Rabi Mana, רִבִּי מָנָא; Rabi Yossi, רִבִּי יוֹסֵה e רִבִּי יוֹסֵי; Rabi Zeura, רִבִּי זְעוּרָא; Rabi Avuna, רִבִּי אֲבוּנָה; Rabi Yirmeyá, רִבִּי יִרְמְיָה; Yossi ben Yoezer, יוֹסֵי בֶּן יוֹעֶזֶר; Yossi ben Yochanan, יוֹסֵי בֶּן יוֹחָנָן; Rabi Yudá, רִבִּי יוּדָא; Yehudá ben Tabai, יְהוּדָה בֶּן טַבַּאי; Shimon ben Shatach, שִׁמְעוֹן בֶּן שֶׁטַח; Hillel, הִלֵּל; e Shammai, שַׁמַּאי. Nos comentários e no Bavli: Rabi Chanina, Rabi Akiva, Rabi Meir, Rav Yehudá, Reish Lakish e Ulla.
Do hebraico foram retirados só os rótulos de Mishná e de halachá, no começo do primeiro e do segundo segmentos, e a marca da folha 6b da edição de Vilna, no segundo segmento, antes de שֶׁהַשְּׁלִישִׁי. Não há marca da edição de Veneza nesta halachá. Nada foi acrescentado ao hebraico. Foram mantidos os colchetes do corretor e as grafias do Sefaria, como וְולַד, שֵׁינִי, סְפֵיקוֹת ao lado de סְפֵקוֹת, אֵלּו e רוֹקִין.
A Mishná seguinte, que no Yerushalmi abre a Halachá 1:7, é o acréscimo de Rabi Akiva, a segunda parte da avulsa Pessachim 1:6.