Quarta halachá do Perek Alef, Or LeArbaá Asar (na noite do catorze), de Massechet Pessachim. A Mishná traz a disputa sobre as horas do dia catorze: Rabi Meir diz que se come o chametz (o fermentado) durante toda a quinta hora e se queima no começo da sexta; Rabi Yehudá diz que se come até o fim da quarta, se suspende na quinta e se queima no começo da sexta. Na guemará, discute-se se a proibição depois do meio-dia vem da Torá ou dos sábios, a partir do “porém, no primeiro dia”; por que os sábios proíbem uma hora a mais, se não há cerca para a cerca; por que se teme aqui que a quinta hora se confunda com a sétima; e, por fim, os kidushin feitos com chametz, o chametz deixado em depósito e a consagração e a teruma do chametz na quinta hora.
Mishná: Rabi Meir diz: come-se o chametz durante toda a hora cinco, e queima-se no começo da seis. Rabi Yehudá diz: come-se durante toda a quatro, suspende-se (não se come nem se queima) durante toda a cinco, e queima-se no começo da seis.
“Rabi Meir diz: come-se durante toda a cinco” etc. Rabi Meir diz: de seis horas em diante, a proibição do chametz é pelas palavras deles (dos sábios). Rabi Yudá diz: de seis horas em diante, é pelas palavras da Torá.
Qual é a razão de Rabi Meir? “Ach (porém), no primeiro dia” (Shemot 12:15): este é o quinze. Poderia ser desde que escurece; ensina o versículo: ach. Como é, então? Dá-lhe uma hora antes do pôr do sol.
Qual é a razão de Rabi Yudá? “Ach, no primeiro dia”: este é o catorze. Poderia ser o dia inteiro; ensina o versículo: ach. Como é, então? Divide o dia, metade para o chametz e metade para a matzá.
A linha de Rabi Meir se inverte: ali ele disse que ach vem para incluir, e aqui ele disse que ach vem para restringir. Disse Rabi Shmuel bar Evduma: restringiu-o, o dia catorze, que não está em proibição de chametz.
Rabi Meir diz: “não comerás com ele chametz” (Devarim 16:3), no tempo de comê-lo. Rabi Yudá diz: “não comerás com ele chametz”, no tempo de fazê-lo, isto é, de abater o korban Pessach.
Rabi Yudá tem asê (preceito positivo) e lo taassê (proibição) sobre o comer do chametz, e asê e lo taassê sobre a sua eliminação.
Asê sobre o seu comer: “sete dias comerás com ele matzot” (Devarim 16:3), e não chametz; e toda proibição que vem por força de um asê é asê.
Lo taassê sobre o seu comer: “não comerás com ele chametz” (Devarim 16:3).
Asê sobre a sua eliminação: “fareis cessar o fermento” (Shemot 12:15). Lo taassê sobre a sua eliminação: “sete dias, fermento não se achará nas vossas casas” (Shemot 12:19).
Eis que Rabi Meir diz: de seis horas em diante, a proibição é pelas palavras deles. A sétima hora é proibida por causa de uma gader (cerca); a sexta, por quê? Por causa de uma cerca. E há cerca para uma cerca? Mas é que a hora sexta se confunde com a sétima.
Eis que Rabi Yehudá diz: de cinco em diante, é pelas palavras deles; a sexta é proibida por causa de uma cerca. A quinta, por quê? Por causa de uma cerca. E há cerca para uma cerca? Mas é que a quinta se confunde com a sétima.
A linha de Rabi Yehudá se inverte: ali (na Mishná de Sanhedrin 5:3) ele disse que a quinta não se confunde com a sétima.
Disse Rabi Yossi: ali a coisa é entregue ao beit din (tribunal), e o tribunal é diligente; mas aqui a coisa é entregue às mulheres, e as mulheres são vagarosas.
Disse Rabi Yossi beRabi Bun: ali se trata do começo da quinta e do fim da sétima; mas aqui, do fim da quinta e do começo da sétima.
E assim foi ensinado: que no começo da cinco o sol está no oriente, e no fim da hora sete o sol está no ocidente. Nunca o sol se inclina para o ocidente senão no fim da sete.
Rav disse: mesmo segundo as palavras de Rabi Meir, quem faz kidushin (o ato do noivado) com chametz de seis horas em diante não fez nada.
Disse Rabi Huna: e com razão. Esses trigos kortevaniot (um trigo muito duro) do deserto, porventura valem alguma coisa na festa?
Um homem depositou um disikia (alforje duplo) de pão junto a Rabi Chiya Rabá. Disse Rabi Yossi beRabi Bun: o homem era Yochanan Chikokiá. Rabi Chiya veio e perguntou a Rabi; disse-lhe: seja vendido por ordem do tribunal na hora da eliminação.
Um homem depositou um jarro de kutach (um molho fermentado com migalhas de pão) junto a Rav Chiya bar Ashi. Ele veio e perguntou a Rav; disse-lhe: seja vendido por ordem do tribunal na hora da eliminação.
Qual é a hora da eliminação? Rabi Yirmeyá disse: de manhã. Rabi Ba disse: a quinta, segundo Rabi Yudá.
Disse Rabi Yossi: Rabi Yirmeyá disse bem. Acaso disseram que se pode tocar neles para vendê-los, senão por causa de devolver a perda aos donos? Na quinta, segundo Rabi Yudá, o chametz não vale nada.
Os colegas dizem: na quinta, segundo Rabi Yudá, se o consagrou, está consagrado; se o fez teruma (a porção do kohen), não é teruma.
Se o consagrou, está consagrado: é hekdesh damim (consagração do valor). Se o fez teruma, não é teruma, pois a teruma não foi dada senão para comer somente.
Disse-lhes Rabi Yossi: não parece razoável senão o inverso: se o consagrou, não está consagrado; se o fez teruma, eis que é teruma.
Se o consagrou, não está consagrado, pois não se resgatam as coisas consagradas para dá-las de comer aos cães. Se o fez teruma, eis que é teruma: ela é pura pela palavra da Torá; és tu quem decretou sobre ela a queima.
Esta é a quarta halachá do Perek Alef, Or LeArbaá Asar (na noite do catorze), de Massechet Pessachim. A halachá ocupa sete segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, e cada um dos outros seis é uma seção desta página, de 01 a 06, divididas em pares de hebraico e português. Nada foi deixado de fora. Conferiu-se no Sefaria que a Mishná desta halachá é a Mishná avulsa Pessachim 1:4, inteira, e que o Sefaria liga este segmento a “Mishnah Pesachim 1:4”. O Yerushalmi diz בִּתְחִילַּת e רִבִּי יְהוּדָה, onde a avulsa diz בִּתְחִלַּת e וְרַבִּי יְהוּדָה; a diferença não muda o sentido.
Sobre a Mishná. O Penei Moshe e o Korban HaEdah explicam que, pela Torá, toda a sexta hora é permitida, e os sábios a proibiram para que não se erre e se tome a sétima pela sexta; mas a quinta não se confunde com a sétima, e por isso, para Rabi Meir, come-se toda a quinta. Para Rabi Yehudá, a pessoa erra por duas horas, e num dia nublado poderia tomar a sétima pela quinta; por isso não se come na quinta, mas também não é preciso queimar, e pode-se dar de comer ao próprio animal; na sexta, até o proveito é proibido pelos sábios. O Penei Moshe conclui que a halachá é como Rabi Yehudá. As horas são contadas desde o nascer do sol, e a sexta termina ao meio-dia.
Sobre a seção 01. O Penei Moshe explica que, para Rabi Meir, a Torá proíbe o chametz só uma hora antes do pôr do sol do dia catorze, e o resto é decreto dos sábios; e que, para Rabi Yudá, a Torá o proíbe desde o meio-dia, e por isso os sábios afastaram mais, até a quinta. Para Rabi Meir, “o primeiro dia” é o quinze, primeiro dos sete dias; para Rabi Yudá, é o catorze, e o Korban HaEdah traz Shemot 12:18, “no primeiro, no dia catorze do mês”, e o Penei Moshe, Iyov 15:7, para mostrar que “primeiro” pode significar “anterior”. Os dois comentários trazem também a leitura de אַךְ como חץ, “meio”, pela troca de letras do alfabeto chamada אח״ס בט״ע, que dá “metade”. A “linha que se inverte” é, segundo o Penei Moshe, que aqui, no chametz, Rabi Meir lê ach para incluir uma hora antes do pôr do sol, e ali, no Yerushalmi Beitzah 1:10 (numeração do Sefaria), lê ach na lista de restrições de Shemot 12:16, “porém, o que for comido por qualquer pessoa, só isso será feito para vós”, para proibir o que prepara o alimento no dia de festa, como na Mishná avulsa Meguilá 1:5. O Korban HaEdah lê o texto ao contrário, “ali ele disse ach para restringir, e aqui ele disse ach para incluir”. A resposta de Rabi Shmuel bar Evduma, segundo o Penei Moshe, é que também aqui ach restringe: tira a maior parte do dia catorze da proibição do chametz; o Korban HaEdah a explica como restrição no sentido de que também no dia catorze não haverá chametz. O versículo de Devarim 16:3 fala do korban Pessach: para Rabi Meir, a Torá proíbe o chametz na hora em que se come o Pessach; para Rabi Yudá, na hora em que se abate, que é depois do meio-dia, e é a mesma derashá de Rabi Yehudá no Sifrei Devarim 130.
Sobre a seção 02. O Penei Moshe explica que a guemará responde a uma dificuldade: se Rabi Yudá aprende de ach que a Torá proíbe o chametz desde o meio-dia, para que serve “não comerás com ele chametz”? Serve para acrescentar, desde a hora do abate do Pessach, um lo taassê ao asê, tanto no comer quanto na eliminação. O asê do comer vem de “sete dias comerás com ele matzot”, que implica que não se come chametz, e a proibição que vem por força de um asê vale como asê; o lo taassê, de “não comerás com ele chametz”. O Korban HaEdah acrescenta que, para Rabi Yudá, “com ele” não se refere só ao abate, mas ensina que já desde a hora do abate se transgride o lo taassê, e com mais razão nos dias de Pessach. Toda esta seção, a seção 03 e a seção 04 estão, no hebraico do Sefaria, entre colchetes: segundo Guggenheimer, o copista do manuscrito de Leiden, depois das primeiras frases, remeteu ao Yerushalmi Sanhedrin, e o corretor que preparou o manuscrito para a edição de Veneza escreveu o trecho omitido. A tradução segue esse texto corrigido, sem marcar os colchetes no português.
Sobre a seção 03. O Penei Moshe e o Korban HaEdah explicam que, para Rabi Meir, a própria sétima hora é proibida só por decreto, e, então, proibir também a sexta seria uma cerca para a cerca; a resposta é que a pessoa erra e confunde a sexta com a sétima, e tudo é um único decreto. Assim também para Rabi Yehudá: a sexta já é decreto, e a quinta é proibida porque se confunde com a sétima. O hebraico diz, para Rabi Yehudá, מֵחָמֵשׁ וּלְמַעֲלָה מִדִּבְרֵיהֶן, “de cinco em diante, pelas palavras deles”, e a tradução o segue literalmente; o Penei Moshe o explica dizendo que, para Rabi Yehudá, a sexta mesma é só decreto dos sábios.
Sobre a seção 04. “Ali” é a Mishná de Sanhedrin, avulsa Sanhedrin 5:3, no testemunho: se uma testemunha diz “na quinta hora” e outra “na sétima”, o testemunho é anulado, porque na quinta o sol está no oriente e na sétima no ocidente; ali Rabi Yehudá admite erro de duas horas, mas não entre a quinta e a sétima. Rabi Yossi responde que ali o tribunal examina as testemunhas e é diligente; o Penei Moshe acrescenta que, por isso, as testemunhas se cuidam para não errar; aqui a coisa é entregue a todos, também às mulheres, que não se ocupam de verificar a hora. O Korban HaEdah lê מָסוּר לְעֵדִים וְעֵדִים זְרִיזִין, “entregue às testemunhas, e as testemunhas são diligentes”. Rabi Yossi beRabi Bun responde que ali uma testemunha fala do começo da quinta e a outra do fim da sétima, e aí não se erra pela sombra; aqui se teme o erro entre o fim da quinta e o começo da sétima, e, como foi preciso proibir parte da quinta, proibiu-se toda ela. O hebraico diz וְסוֹף שָׁעָה, “e no fim da hora”, sem o número; a tradução completa “sete” com o paralelo do Yerushalmi Sanhedrin 5:3, que lê וסוף שבע, e com a frase seguinte. No Yerushalmi Sanhedrin a resposta de Rabi Yossi aparece com “ali” e “aqui” trocados, porque fala do ponto de vista de Sanhedrin. Os dois comentários dizem que a pessoa vê a hora pela sombra: estendendo a mão para o oriente, na quinta a sombra cai para o ocidente, e na sétima, para o oriente.
Sobre a seção 05. O Penei Moshe e o Korban HaEdah explicam a palavra de Rav assim: mesmo para Rabi Meir, para quem o chametz depois da sexta hora é proibido só pelos sábios, os kidushin feitos com ele não valem. Rabi Huna o confirma com os trigos kortevaniot, que são muito duros e, molhados, são só chametz de menor grau, e, ainda assim, quem faz kidushin com eles em Pessach não fez nada. O Korban HaEdah explica que o tribunal pode tornar sem dono os bens, e que todo aquele que faz kidushin os faz conforme a opinião dos sábios; diz também que esses trigos crescem nos montes de Ararat. A frase de Rav está também no Yerushalmi Kidushin 1:1, com as palavras וחמץ משש שעות ולמעלן טב הוא כלום, “e o chametz de seis horas em diante vale alguma coisa?”. Nos casos do depósito, o Penei Moshe explica que Rabi Chiya Rabá perguntou a Rabi o que fazer, e Rabi mandou vender antes do tempo da proibição, para que o depositante não perdesse tudo; a mesma passagem está no Yerushalmi Bava Metzia 3:4 (numeração do Sefaria), sobre a Mishná avulsa Bava Metzia 3:6, em que Raban Shimon ben Gamliel diz que se vendem os frutos depositados diante do tribunal, “por causa de devolver a perda aos donos”. Ali se lê que “Rabi Yochanan Chakoká depositou junto a Rabi Chiya Rabá um disikia cheio de chametz”, o que confirma a identificação de Rabi Yossi beRabi Bun. O Korban HaEdah explica disikia como duas palavras unidas, “dois sacos”, alforjes de couro, e kutach como um molho com migalhas de pão. Para Rabi Yirmeyá, “de manhã” são as quatro horas em que, para Rabi Yudá, ainda se come; Rabi Ba diz que se pode esperar até a quinta, pois ainda não se tem de eliminar o chametz; e Rabi Yossi dá razão a Rabi Yirmeyá, porque a venda só se permite para devolver a perda, e na quinta, quando já não se pode comer, o chametz se vende por muito pouco.
Sobre a seção 06. O Penei Moshe explica a opinião dos colegas: na quinta hora, para Rabi Yudá, quem consagra o chametz ao bedek habayit (a manutenção do Templo) o consagra, porque essa consagração é só do valor, e o chametz ainda vale dinheiro, já que é permitido em proveito; mas a teruma só foi dada para comer, e o Korban HaEdah cita Devarim 18:4, “as primícias do teu cereal… darás a ele”, e lê “a ele”, e não ao seu fogo, ensinando que a teruma é para comer e não para acender. Rabi Yossi diz o contrário: o chametz então só serve de comida para animais, e não se resgatam coisas consagradas para dá-las aos cães, e por isso a consagração não se aplica; mas a teruma vale, porque pela Torá o chametz ainda é puro e permitido, e a queima na sexta hora é só decreto dos sábios. O Sheyarei Korban pergunta que, no bedek habayit, todos concordam que se resgata até para os cães, e remete ao Rambam, Leis de Avaliações, capítulo 2, e ao capítulo 7 de Temurá.
Leituras incertas. Na seção 01, מִיעֲטוֹ שֶׁאֵינוֹ בְחָמֵץ ficou “restringiu-o, o dia catorze, que não está em proibição de chametz”, com o Penei Moshe; o Korban HaEdah o lê ao contrário, como restrição que impõe a proibição. עַל אֲכִילָתוֹ e עַל עֲשִׂיָיתוֹ ficaram “no tempo de comê-lo” e “no tempo de fazê-lo”, com os dois comentários, que falam do comer e do abate do korban Pessach. Na seção 05, דִּבְרֵי רִבִּי מֵאִיר ficou “mesmo segundo as palavras de Rabi Meir”, com o Penei Moshe e o Korban HaEdah, que dizem “mesmo para Rabi Meir”; o hebraico diz só “palavras de Rabi Meir”. רִבִּי חוּנָה ficou Rabi Huna, que é como o site grafa este nome também quando escrito com ח; o Penei Moshe escreve רבי הונה. קוֹרְטֻבָּנִיוֹת ficou kortevaniot, com a glosa dos comentários; o Bavli Pessachim 7a diz קורדניתא. דִיסִיקִיָא ficou disikia, alforje duplo, com o Korban HaEdah. Quem veio perguntar a Rabi foi completado como Rabi Chiya, com o Penei Moshe; no segundo caso, o hebraico diz só “veio e perguntou”, e ficou “ele”. עֲצֵילוֹת ficou “vagarosas”. Na seção 06, לָא מִסְתַּבְּרָא דְלָא חִילּוּפִּין ficou “não parece razoável senão o inverso”, com o Korban HaEdah, que explica “a razão é o contrário”.
Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Na seção 05, Guggenheimer traduz o nome de quem responde sobre a quinta hora como “Rebbi Aḥa”, mas o hebraico do Sefaria diz רִבִּי בָּא, e aqui ficou Rabi Ba. Guggenheimer escreve “Rebbi Meïr”, “Rebbi Jehudah”, “Rebbi Yose”, “Rebbi Jeremiah” e “Rebbi Huna”; aqui ficou Rabi Meir, Rabi Yehudá ou Rabi Yudá conforme o hebraico, Rabi Yossi, Rabi Yirmeyá e Rabi Huna. Ele traduz מִחְלְפָה שִׁיטָּתֵיהּ como “parece invertida”, e o hebraico não diz “parece”. Na seção 04, ele completa “sétima” entre colchetes, como aqui se completou em itálico.
Referências conferidas no Sefaria. Shemot 12:15, 12:16, 12:18 e 12:19; Devarim 16:3 e 18:4; Iyov 15:7. Mishná avulsa Pessachim 1:4, Sanhedrin 5:3, Bava Metzia 3:6 e Meguilá 1:5. Bavli Pessachim 4b, onde Abaye aprende de “ach, no primeiro dia” que o catorze está incluído na eliminação; 5a, a baraita de Rabi Yossi, “ach: divide”; 7a, onde Rav Guidel, em nome de Rabi Chiya bar Yossef, em nome de Rav, diz que quem faz kidushin de seis horas em diante, mesmo com trigos קורדניתא, não se teme pelos kidushin; 11b e 12b, a Mishná de Sanhedrin e a de Pessachim com Rava, “na quinta o sol está no oriente, e na sétima o sol está no ocidente”; 13a, onde alguém depositou um disikia cheio de chametz junto a Yochanan Chakoká, e Rabi mandou esperar até a quinta hora e então vender no mercado, como diz aqui Rabi Ba; e 29a, a disputa sobre resgatar coisas consagradas para dá-las aos cães. Bavli Kidushin 56b a 58a, que trata de kidushin com coisas proibidas em proveito, foi conferido e não menciona o chametz. Sifrei Devarim 130. Yerushalmi Sanhedrin 5:3, Kidushin 1:1, Bava Metzia 3:4 e Beitzah 1:10, na numeração do Sefaria. Penei Moshe, Korban HaEdah e Sheyarei Korban nesta halachá. Há links para as Mishnayot avulsas que este site já tem; não há link para o Bavli Pessachim, Kidushin, Sanhedrin e Bava Metzia, nem para o Yerushalmi Sanhedrin, Kidushin, Bava Metzia e Beitzah, que este site ainda não publicou.
Nomes nesta página: Rabi Meir, רִבִּי מֵאִיר; Rabi Yehudá, רִבִּי יְהוּדָה, e Rabi Yudá, רִבִּי יוּדָה, conforme a grafia de cada lugar; Rabi Shmuel bar Evduma, רִבִּי שְׁמוּאֵל בַּר אֶבְודַּוּמָא; Rabi Yossi, רִבִּי יוֹסֵי e רִבִּי יוֹסֵה; Rabi Yossi beRabi Bun, רִבִּי יוֹסֵי בֵּרִבִּי בּוּן; Rav, רַב; Rabi Huna, רִבִּי חוּנָה; Rabi Chiya Rabá, רִבִּי חִיָיה רוּבָה; Yochanan Chikokiá, יוֹחָנָן חִיקוֹקִיָא; Rabi, רִבִּי; Rav Chiya bar Ashi, רַב חִיָיה בַּר אַשִׁי; Rabi Yirmeyá, רִבִּי יִרְמְיָה; Rabi Ba, רִבִּי בָּא; e os colegas, חֲבֵרַיָּיא. Nos comentários e no Bavli: Abaye, Rava, Rav Guidel, Rabi Chiya bar Yossef, Raban Shimon ben Gamliel e o Rambam.
Do hebraico foram retirados só os rótulos de Mishná e de halachá, no começo do primeiro e do segundo segmentos, a marca da folha 4b da edição de Vilna, no começo do quarto segmento, a marca da coluna 27d da edição de Veneza, no sexto segmento, antes de בִּשְׁעַת הַבִּיעוּר, e a marca da folha 5a de Vilna, também no sexto segmento, antes de חֲמִישִּׁית כְּרִבִּי יוּדָה לֹא טָבָה. Nada foi acrescentado ao hebraico. Foram mantidos a abreviatura כול׳, os colchetes do terceiro ao quinto segmento e as grafias do Sefaria, como לָמָעֵט, מִשֵׁשׁ e בַּמִּדִבָּר.
A Mishná seguinte, que no Yerushalmi abre a Halachá 1:5, corresponde à avulsa Pessachim 1:5.