Talmud Yerushalmi · Massechet Eruvin · Perek Yud · Halachá 8
עֵרוּבִין

A árvore que se curva sobre a terra, as suas raízes e a porta do pátio dos fundos

Perek Yud, HaMotzei Tefillin, Halachá 8, no Talmud Yerushalmi, Massechet Eruvin

Oitava halachá do Perek Yud, HaMotzei Tefillin (quem encontra tefilin), de Massechet Eruvin. A Mishná ensina que, debaixo de uma árvore que se curva em roda sobre a terra, cuja copa não está alta da terra três palmos, se transporta no Shabat; que não se senta sobre as suas raízes altas da terra três palmos; e que não se fecha com a porta do pátio dos fundos, com os espinheiros da brecha e com a esteira, a não ser que estejam altos da terra. A guemará põe as condições do espaço debaixo da árvore, beit sata’im e as divisórias; traz a palavra de Rabi Achá em nome de Rav sobre as raízes de videira, de árvore e de couve; e explica que a Mishná trata do que não tem dobradiças, com a baraita da porta, da esteira e do kankelon. O Bavli discute esta Mishná em Eruvin 99b a 101a.

A Mishná · מַתְנִיתִין

אִילָן שֶׁהוּא מֵיסֵב עַל הָאָרֶץ אִם אֵין נוֹפוֹ גָּבוֹהַּ מִן הָאָרֶץ שְׁלשָׁה טְפָחִים מְטַלְטְלִין תַּחְתָּיו שָׁרָשָׁיו גְּבוֹהִין מִן הָאָרֶץ שְׁלֹשָׁה טְפָחִים לֹא יֵשֵׁב עֲלֵיהֶן.

Mishná: Uma árvore que se curva em roda sobre a terra: se a sua copa não está alta da terra três palmos, transporta-se debaixo dela. As suas raízes estão altas da terra três palmos: não se sente a pessoa sobre elas.

הַדֶּלֶת שֶׁבַּמּוּקְצֶה וְהַחֲדָקִין שֶׁבַּפִּירְצָה וּמַחֲצֶלֶת אֵין נוֹעֲלִין בָּהֶן אֶלָּא אִם כֵּן הָיוּ גְּבוֹהִין מִן הָאָרֶץ:

A porta que está no muktzé (pátio dos fundos), e os chadakin (espinheiros) que estão na brecha, e a esteira: não se fecha com eles, a não ser que estejam altos da terra.

A Halachá · הֲלָכָה ח

01Debaixo da árvore: beit sata’im e as divisórias
Yerushalmi · Eruvin 10:8
וּבִלְבַד שֶׁלֹּא יְהוּ בוֹ יוֹתֵר מִבֵּית סְאָתַיִם. וְלֹא יְהוּ מְחִיצוֹת גְּבוֹהוֹת עֲשָׂרָה. וְלֹא יְהוּ פִּרְצוֹת יוֹתֵר מֵעֶשֶׂר. וְלֹא יְהֵא עוֹמֵד כְּנֶגֶד עוֹמֵד וּפָרוּץ כְּנֶגֶד פָּרוּץ.

Contanto que não haja nele mais do que beit sata’im (área de semeadura de duas seás); e que não haja mechitzot (divisórias) altas dez; e que não haja brechas de mais de dez; e que não esteja omed (a parte em pé) diante de omed e parutz (a parte arrombada) diante de parutz.

02As raízes de videira, de árvore e de couve
Yerushalmi · Eruvin 10:8
פיס׳. רִבִּי אָחָא בְשֵׁם רַב. אָסוּר לִתְלוֹשׁ שָׁרְשֵׁי זְמוֹרָה בַשַּׁבָּת.

Rabi Achá em nome de Rav: É proibido arrancar raízes de videira no Shabat.

הִיא שָׁרְשֵׁי אִילָן הִיא שָׁרְשֵׁי כְרוּב. בִּגְבוֹהִין שְׁלֹשָׁה. אֲבָל אֵין גְּבוֹהִין שְׁלֹשָׁה כְּאָרֶץ הֵם.

Assim as raízes de árvore, assim as raízes de couve. Nas que estão altas três; mas, não estando altas três, são como a terra.

03Sem dobradiças: a porta, a esteira e o kankelon
Yerushalmi · Eruvin 10:8
מַתְנִיתָא בְּשֶׁאֵין לַהֶן צִירִין. אֲבָל יֵשׁ לָהֵן צִירִין הָדָא הִיא דְתַנֵּי.

A Mishná trata de quando não têm tzirin (dobradiças). Mas, quando têm dobradiças, é isto o que se ensina:

דֶּלֶת גּוֹדֶרֶת מַחֲצֶלֶת גּוֹדֶרֶת קַנְקֶילוֹן גּוֹדֶר. פּוֹתֵחַ וְנוֹעֵל בַּשַּׁבָּת וְאֵין צָרִיךְ לוֹמַר בְּיוֹם טוֹב.

“Uma porta que cerca, uma esteira que cerca, um kankelon (uma espécie de grade) que cerca: abre e fecha no Shabat, e não é preciso dizer no Yom Tov.

מַחֲצֶלֶת הַקְּשׁוּרָה וּתְלוּיָה בַשַּׁבָּת פּוֹתֵחַ וְנוֹעֵל בַּשַּׁבָּת וְאֵין צוֹרֶךְ לוֹמַר בְּיוֹם טוֹב.

Uma esteira que está amarrada e pendurada, no Shabat: abre e fecha no Shabat, e não há necessidade de dizer no Yom Tov.”

Nota

Esta é a oitava halachá do Perek Yud, HaMotzei Tefillin (quem encontra tefilin), de Massechet Eruvin. A halachá ocupa quatro segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, aqui dividida em dois pares de hebraico e português, e os outros três são as seções 01, 02 e 03 desta página, uma por segmento. Conferiu-se no Sefaria que a Mishná desta halachá corresponde à mishná avulsa inteira Eruvin 10:8, e o Sefaria liga este segmento a “Mishnah Eruvin 10:8”. A avulsa escreve מֵסֵךְ, onde o Yerushalmi tem מֵיסֵב; שְׁלֹשָׁה, onde o Yerushalmi tem, na primeira vez, שְׁלשָׁה; שֶׁבַּמֻּקְצֶה וַחֲדָקִים שֶׁבַּפִּרְצָה, onde o Yerushalmi tem שֶׁבַּמּוּקְצֶה וְהַחֲדָקִין שֶׁבַּפִּירְצָה; וּמַחֲצָלוֹת, no plural, onde o Yerushalmi tem וּמַחֲצֶלֶת, no singular; e אֶלָּא אִם כֵּן גְּבוֹהִים, sem הָיוּ, onde o Yerushalmi tem אֶלָּא אִם כֵּן הָיוּ גְּבוֹהִין. No Bavli, a Mishná da árvore e das raízes está em Eruvin 99b, a sua guemará em 99b e 100a, e a frase da porta, dos espinheiros e das esteiras é lá uma mishná à parte, em Eruvin 101a. O Bavli deste site ainda vai só até Eruvin 61b, e por isso esta página não traz link para essas folhas.

Sobre a Mishná. O Penei Moshe diz que מיסב é, na versão do Bavli, מיסך, a árvore que cobre e cuja copa se inclina de todos os lados até a terra. Transporta-se debaixo dela no Shabat porque, se os ramos não estão altos da terra três palmos, aplica-se o lavud (o que está a menos de três palmos é visto como unido), e há ali uma divisória de dez, pois os ramos só são baixos nas pontas e vão subindo para o lado em que se unem à árvore; e é preciso encher o ar entre os ramos e a terra com palha, restolho e coisas semelhantes, e amarrá-los à terra, para que resistam ao vento comum e não balancem, porque a divisória que não resiste ao vento comum não é divisória; e só até beit sata’im é permitido transportar ali, porque não foi cercado para morada, e numa divisória cujo uso é para o ar, para guardar o ar dos campos e dos vinhedos, e não para morada, só se transporta em beit sata’im, e, se é mais que isso, só em quatro amot. Sobre as raízes, ele diz que é proibido usar a árvore, por um decreto, para que não arranque um ramo; e, se não estão altas três, são como o chão, e é permitido sentar-se sobre elas. Sobre a porta, ele explica que o espaço largo atrás das casas se chama makom muktzé (lugar posto à parte), porque ali não há uso frequente; a sua porta está em pé diante da abertura, e, quando abre, a pessoa toma a porta e a põe no chão, porque não tem dobradiça como as outras portas; e assim os chadakin, que são espinhos com que se fecha a brecha, e a esteira de caniços com que se fecha; por isso não se fecha com eles, porque parece construção, a não ser que estejam altos da terra; e, se estão amarrados e pendurados na parede, mesmo que não estejam altos da terra, mas se arrastem no chão, fecha-se com eles. O Korban HaEdah lê também מיסך, a copa que se inclina para baixo de todos os lados; explica o lavud e a divisória de dez, pois os ramos, no lugar em que se unem à árvore, estão acima de dez; e diz, sobre as raízes, que alguns explicam que as raízes saem da terra e aparecem, como nas árvores velhas. Ele explica que a porta do muktzé não está presa por dobradiça, que os chadakin são espinhos preparados para fechar a brecha que às vezes se abre, e que, se estão altos da terra, não parece construção. O Rambam traz a árvore nas Leis do Shabat 16:24, as raízes em 21:8 e a porta em 26:8; o Shulchan Aruch, Orach Chayim 362:1, 336:2 e 313:3.

Sobre a seção 01. O Penei Moshe liga esta frase à cisterna da Mishná anterior: contanto que não haja na cisterna mais do que beit sata’im, porque então é proibido tirar água dela se não está cercada de divisórias, segundo Rabi Yehudá, no começo do Perek Osin Passin, que só permitiu até beit sata’im, como se diz no fim da halachá 1, no Yerushalmi Eruvin 2:1. Ele lê as outras frases como alternativas: mesmo cercada, se as divisórias não estão altas dez, não são divisórias; se há brechas, não sejam de mais de dez; e não esteja omed diante de omed e parutz diante de parutz; e remete à caravana acampada no vale, no Yerushalmi Eruvin 1:8, e ao porto de Raban Gamliel, no Yerushalmi Eruvin 4:2. O Korban HaEdah liga a frase ao espaço debaixo da árvore: contanto que não haja no oco debaixo da árvore mais do que beit sata’im; se no seu contorno há mais, só se transporta em quatro amot, mesmo que a tenha plantado desde o começo para isso, porque é morada para guardar o ar dos campos e dos vinhedos, e não para morar de fato; e lê ויהו מחיצות גבוהות י׳ ופרוץ כנגד פרוץ, “e sejam as divisórias altas de dez”, e que não haja parte arrombada dos dois lados, uma diante da outra. Assim também o Rambam, nas Leis do Shabat 16:24, e o Shulchan Aruch, Orach Chayim 362:1, que põem o limite de beit sata’im debaixo da árvore. No Bavli Eruvin 99b, Rav Huna, filho de Rav Yehoshua, diz que não se transporta ali mais do que beit sata’im, e em 100a dá a razão: é morada cujo uso é para o ar. As quatro frases estão, quase com as mesmas palavras, no Yerushalmi Eruvin 4:2, sobre o porto, e aqui se manteve a tradução de lá, sem completar “palmos” e “amot”.

Sobre a seção 02. O Penei Moshe diz que, no Perek Mashilin, na halachá 2, que é o Yerushalmi Beitzá 5:2, se lê em nome de Rav אסור לדוש בשרשי זמורה בשבת, “é proibido pisar sobre raízes de videira no Shabat”, e que esta é a leitura certa; que as raízes de árvore e os talos de couve têm todos uma só lei; e que, nas altas três, é usar a árvore, mas, se não estão altas três, são como a terra, e pisa-se sobre elas. No Sefaria, o Yerushalmi Beitzá 5:2 diz אָסוּר לָדוּשׁ עַל גַּבֵּי זְמוֹרָה בַשַּׁבָּת e קוּלְסֵי אַכְרוּב, “talos de couve”, e tem o nome אָחָא entre sinais de conjectura. O Korban HaEdah explica que as raízes de árvore e as de couve têm uma só lei, e que, em ambas, é permitido sentar-se, sem o receio de quebrar os raminhos; e que, nas altas três, não se senta sobre elas, como na Mishná. O Sheyarei Korban pergunta o que se ensina aqui, se é evidente que arrancar é proibido, e responde que talvez se trate da raiz seca, ou da que se rompeu e ainda está presa em parte, e diz que a coisa ainda é difícil. O Shaarei Torat Eretz Yisrael manda ler אסור לדוש על גבי שרשין בשבת, e explica que não só sentar é proibido, mas também ficar em pé e pisar; ele remete à versão de Beitzá, “perek 2, halachá 2”, mas a passagem paralela que o Sefaria liga é a do Yerushalmi Beitzá 5:2. A proibição de subir em árvore no Yom Tov e no Shabat, como shevut (proibição rabínica do Shabat), está na Mishná Beitzá 5:2. No Bavli Eruvin 100a, Rabá e Rav Sheshet divergem sobre as raízes que vêm de cima de três para dentro de três, e uma baraita ensina que, sobre as raízes altas da terra três palmos, ou com um oco de três palmos debaixo delas, mesmo que um dos lados esteja rente à terra, não se senta, porque não se sobe numa árvore, não se pendura numa árvore e não se apoia numa árvore.

Sobre a seção 03. O Penei Moshe explica que a Mishná, que ensina que não se fecha com a porta do muktzé, trata da porta que não tem dobradiças de modo nenhum, mas, se tem dobradiças e está pendurada na sua dobradiça, fecha-se com ela, embora se arraste no chão. Ele diz que a baraita está na Tosefta, perek 8, e foi trazida no Yerushalmi Shabat 5:1, com גוררת, “que se arrasta”; que o קנקולין é um utensílio furado, feito para defumar as roupas postas sobre ele, com fogo e enxofre embaixo, e que às vezes o penduram na abertura e ele se arrasta no chão; e que a esteira amarrada e pendurada, mesmo que não esteja alta da terra, abre e fecha. O Korban HaEdah também lê דלת גוררת מחצלת גוררת קנקילין גורר, que estão pendurados e se arrastam no chão quando são abertos; e explica a esteira amarrada e pendurada como a que está alta da terra, embora não tenha dobradiça. O Sheyarei Korban diz que o kankelon é uma espécie de cortina, e que assim é na Tosefta, e que o Bavli lê קנקן, que Rashi explica como um utensílio que se segura por trás do arado quando se lavra, e que alguns põem no lugar da porta, diante da abertura. No Bavli Eruvin 101a, a baraita da porta, da esteira e do kankan que se arrastam é oposta à Mishná; Abaye responde: quando têm dobradiça; Rava: quando tinham dobradiça. Na Tosefta Eruvin, a baraita está em 8:12 na edição de Lieberman, que diz דלת הגוררת, ומחצלת הגוררת, וקנקלין הגרור, e em 8:6 na edição comum do Sefaria, que diz דלת הנגררת ומחצלת הנגררת e traz também as esteiras amarradas e penduradas. No Yerushalmi Shabat 5:1, a segunda frase vem como outra baraita, com וְתַנֵּי כֵן, e diz קְשׁוּרָה וּתְלוּיָה בֶעָמוּד, “pendurada no pilar”, onde aqui está וּתְלוּיָה בַשַּׁבָּת. Aqui as duas frases ficaram dentro da mesma citação, como seguem no hebraico, depois de הָדָא הִיא דְתַנֵּי.

Leituras incertas. מֵיסֵב ficou “que se curva em roda”, da raiz de rodear, e não “que cobre”, que é a leitura מֵסֵךְ da avulsa e do Bavli. שָׁרָשָׁיו גְּבוֹהִין ficou sem “se”, como no hebraico, e “a pessoa” completa o sujeito de לֹא יֵשֵׁב. Na seção 01, “nele” fica sem decidir se é a cisterna, com o Penei Moshe, ou o espaço debaixo da árvore, com o Korban HaEdah; e וְלֹא יְהוּ מְחִיצוֹת גְּבוֹהוֹת עֲשָׂרָה ficou “e que não haja divisórias altas dez”, como no Yerushalmi Eruvin 4:2, sem a correção do Korban HaEdah. Na seção 02, לִתְלוֹשׁ ficou “arrancar”, como está no texto, sem a correção para לָדוּשׁ, “pisar”, do Penei Moshe e do Shaarei Torat Eretz Yisrael; זְמוֹרָה ficou “videira”; הִיא ... הִיא ficou “assim ... assim”; e בִּגְבוֹהִין שְׁלֹשָׁה ficou “nas que estão altas três”, sem a palavra palmos, que o hebraico não diz. Na seção 03, גּוֹדֶרֶת e גּוֹדֶר ficaram “que cerca”, como está no texto, e não “que se arrasta”, que é a leitura גוררת do Korban HaEdah, do Penei Moshe, do Yerushalmi Shabat 5:1 e da Tosefta; o kankelon ficou só com a glosa “uma espécie de grade”, porque os comentaristas o explicam como cortina, utensílio de defumar ou utensílio do arado; e וּתְלוּיָה בַשַּׁבָּת ficou “e pendurada, no Shabat”, como está no texto, e não “no pilar”, como no Yerushalmi Shabat 5:1. פּוֹתֵחַ וְנוֹעֵל ficou “abre e fecha”, no singular, como no hebraico; e צוֹרֶךְ, na segunda frase, ficou “necessidade”, para distinguir de צָרִיךְ, “é preciso”, na primeira.

Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Guggenheimer traduz מֵיסֵב como uma árvore que dá sombra redonda, e aqui ficou o verbo de rodear. Na seção 02 ele traduz a leitura לדוש de Beitzá ao lado de לִתְלוֹשׁ, e acrescenta que a árvore é estéril; aqui ficou só o que está no hebraico. Na seção 03 ele lê גורר em lugar de גּוֹדֶר, traduz como portas com dobradiças e o kankelon como grades de treliça, e traduz a esteira pendurada num pilar; aqui se seguiu o texto, e as correções ficaram nesta nota. Ele traduz פיס׳ como “Paragraph”, e aqui a marca não foi traduzida. Na nota 115 ele remete à “Mishnah 7”, segundo a sua contagem, onde o Sefaria tem Eruvin 10:8. Na nota 119 ele cita o Or Zarua, Shabat, parágrafo 55, página 67b, e o Sefaria liga essa página ao Bavli Shabat 67b; trata-se da página do Or Zarua, e não de uma folha do Bavli, e por isso aqui não se citou Shabat 67b. Ele acrescenta “hand-breadths” entre colchetes aos três e aos dez, e aqui não se completou a medida. As palavras acrescentadas na tradução ficaram em itálico.

Referências conferidas no Sefaria. Mishná avulsa Eruvin 10:8 e 10:9, e Beitzá 5:2; Yerushalmi Eruvin 1:8, 2:1, 4:2 e 10:9, Shabat 5:1 e Beitzá 5:2; Bavli Eruvin 99b, 100a e 101a; Tosefta Eruvin 8:6 na edição comum e 8:12 na de Lieberman; Rambam, Leis do Shabat 16:24, 21:8 e 26:8; Shulchan Aruch, Orach Chayim 313:3, 336:2 e 362:1; Penei Moshe, Korban HaEdah e Sheyarei Korban nesta halachá; Shaarei Torat Eretz Yisrael na seção 02. Há links para as mishnayot avulsas Eruvin 10:8 e Beitzá 5:2 e para o Yerushalmi Eruvin 1:8, 2:1 e 4:2 e Shabat 5:1, que este site já tem; não há link para o Yerushalmi Beitzá 5:2, que este site ainda não tem, nem para o Bavli Eruvin 99b, 100a e 101a, porque o Bavli deste site vai em Eruvin até 61b, nem para o Rambam e o Shulchan Aruch.

Nomes nesta página: Rabi Achá, רִבִּי אָחָא; Rav, רַב; e, nos comentaristas e no Bavli, Rabi Yehudá, Raban Gamliel, Rav Huna, filho de Rav Yehoshua, Rabá, Rav Sheshet, Abaye, Rava e Rashi.

Do hebraico foram retirados só os rótulos de Mishná e de halachá, no começo do primeiro e do segundo segmentos, e o marcador de página da edição de Vilna, 62b, que está no quarto segmento, logo depois de מַתְנִיתָא. Não há marcador de coluna da edição de Veneza nesta halachá, nem parênteses ou colchetes, e nada foi acrescentado. Foi mantida a marca פיס׳, no começo da seção 02, que não se traduz, como nas outras páginas deste site. Foram mantidas as grafias do Sefaria, como מֵיסֵב, שְׁלשָׁה, וְהַחֲדָקִין, שֶׁבַּפִּירְצָה, לַהֶן e לָהֵן, גּוֹדֶרֶת e קַנְקֶילוֹן.

A Mishná seguinte, que no Yerushalmi abre a Halachá 10:9, é a avulsa Eruvin 10:9: “לֹא יַעֲמֹד אָדָם בִּרְשׁוּת הַיָּחִיד וְיִפְתַּח בִּרְשׁוּת הָרַבִּים…”, não fique a pessoa no domínio privado e abra no domínio público.