Talmud Yerushalmi · Massechet Eruvin · Perek Yud · Halachá 2
עֵרוּבִין

De mão em mão até o pátio exterior: os tefilin, o filho e o barril, o bebê em perigo e o que se despeja de jarro para jarro

Perek Yud, HaMotzei Tefillin, Halachá 2, no Talmud Yerushalmi, Massechet Eruvin

Segunda halachá do Perek Yud, HaMotzei Tefillin (quem encontra tefilin), de Massechet Eruvin. A Mishná continua a anterior: Rabi Shimon diz que os tefilin achados no campo se dão ao companheiro, e o companheiro ao companheiro, até chegar ao pátio exterior; assim também o filho, mesmo que sejam cem; e Rabi Yehudá diz que uma pessoa dá um barril ao companheiro, e o companheiro ao companheiro, mesmo para fora do techum, e responderam-lhe que ele não anda mais do que os pés dos seus donos. A guemará é curta: Rabi Eliezer e Rabi Avdimi, em nome de Rabi Mana, dizem que o filho é um bebê em perigo, e se pergunta por que não trazê-lo na mão; e Reish Lakish, em nome de Levi Sochaya, diz que o barril de Rabi Yehudá é o de quem despeja de jarro para jarro, segundo a sua opinião sobre o líquido. O Bavli discute esta Mishná em Eruvin 97b.

A Mishná · מַתְנִיתִין

רִבִּי שִׁמְעוֹן אוֹמֵר נוֹתְנִין לַחֲבֵירוֹ וַחֲבֵירוֹ לַחֲבֵירוֹ עַד שֶׁהוּא מַגִּיעַ לֶחָצֵר הַחִיצוֹנָה. וְכֵן בְּנוֹ נוֹתְנוֹ לַחֲבֵירוֹ וַחֲבֵירוֹ לַחֲבֵירוֹ אֲפִילוּ הֵן מֵאָה. רִבִּי יְהוּדָה אוֹמֵר נוֹתֵן אָדָם חָבִית לַחֲבֵירוֹ וַחֲבֵירוֹ לַחֲבֵירוֹ אֲפִילוּ חוּץ לַתְּחוּם. אָמְרוּ לוֹ לֹא תְהַלֵּךְ זוֹ יוֹתֵר מֵרַגְלֵי בְעָלֶיהָ:

Mishná: Rabi Shimon diz: Dão os tefilin ao seu companheiro, e o seu companheiro ao seu companheiro, até que chegue ao pátio exterior. E também o seu filho: dá-o ao seu companheiro, e o seu companheiro ao seu companheiro, mesmo que sejam cem. Rabi Yehudá diz: Uma pessoa dá um barril ao seu companheiro, e o seu companheiro ao seu companheiro, mesmo para fora do techum (limite do Shabat). Disseram-lhe: Este não andará mais do que os pés dos seus donos.

A Halachá · הֲלָכָה ב

01O filho: um bebê em perigo, e a via permitida
Yerushalmi · Eruvin 10:2
פיס׳. רִבִּי אֱלִיעֶזֶר וְרִבִּי אֶבְדַּיְמִי תְּרַוַּיְהוּ בְשֵׁם רִבִּי מָנָא. חַד אָמַר. בְּתִינּוֹק שֶׁלְסַכָּנָה. מוֹתִיב לֵיהּ חֲבֵרַיָיא. אִם בְּתִינּוֹק שֶׁלְסַכָּנָה יְבִיאוֹ בַיַּד. אָמַר לֵיהּ. בְּיָכוֹל לַהֲבִיאוֹ דֶּרֶךְ הֵיתֵר.

Rabi Eliezer e Rabi Avdimi, os dois em nome de Rabi Mana. Um disse: É com um bebê em perigo. Objetaram-lhe os colegas: Se é com um bebê em perigo, que o traga na mão! Disse-lhes: Quando pode trazê-lo por via permitida.

02O barril de Rabi Yehudá: de jarro para jarro, e o líquido que umedece
Yerushalmi · Eruvin 10:2
רֵישׁ לָקִישׁ בְּשֵׁם לֵוִי סוֹכַיָּא. בִּמְעָרֶה מִכַּד לְכַד הִיא מַתְנִיתָא. דִּלֹא כֵן רִבִּי יְהוּדָה כְדַעְתֵּיהּ. דְּרִבִּי יְהוּדָה אוֹמֵר. מַשְׁקֶה טוֹפֵחַ.

Reish Lakish, em nome de Levi Sochaya: A Mishná é com quem despeja de jarro para jarro. Pois, se não fosse assim, Rabi Yehudá estaria conforme a sua opinião? Pois Rabi Yehudá diz: mashké tofeach (líquido que umedece).

Nota

Esta é a segunda halachá do Perek Yud, HaMotzei Tefillin, de Massechet Eruvin. A halachá ocupa três segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, e cada um dos outros dois é uma das seções 01 e 02 desta página. A sua Mishná é a Mishná avulsa Eruvin 10:2; conferiu-se no Sefaria que, neste perek, a numeração avulsa coincide com a do Yerushalmi até aqui. Há diferenças de grafia e de palavras entre as duas: a avulsa tem נוֹתְנָן, onde o Yerushalmi tem נוֹתְנִין; tem שֶׁמַּגִּיעַ, onde o Yerushalmi tem שֶׁהוּא מַגִּיעַ; escreve לַחֲבֵרוֹ, sem yod, e אֲפִלּוּ; e diz אֲפִלּוּ מֵאָה, sem הֵן. A Mishná não diz o que se dá ao companheiro; pelo contexto da Mishná anterior, na Halachá 10:1, são os tefilin, e por isso “os tefilin” ficou em itálico. No Bavli, esta Mishná está em Eruvin 97b, e a sua guemará a explica ali mesmo; o Bavli deste site ainda vai só até Eruvin 61b, e por isso esta página não traz link para Eruvin 97b.

Sobre a Mishná. O Penei Moshe explica que Rabi Shimon se refere ao fim da Mishná anterior, ao perigo de ladrões, em que se levam os tefilin menos de quatro amot de cada vez; Rabi Shimon pensa que, se há companheiros com ele, esta permissão é melhor, a de dá-los ao companheiro, porque, levando menos de quatro amot, às vezes não presta atenção e chega a levá-los quatro amot no domínio público; e admite que, se não há companheiros com ele, leva-os menos de quatro amot de cada vez, e assim é a halachá. O filho, segundo ele, é o que a mãe deu à luz no campo, no Shabat, e o dão ao companheiro dentro de quatro amot, mesmo que sejam cem. Sobre o barril, ele diz que a conclusão da guemará do Bavli é que se trata de um barril sem dono e de água sem dono, porque Rabi Yehudá pensa que os objetos sem dono não adquirem shevitá (lugar de repouso do Shabat), e são como os pés de quem os toma; mas, se têm dono, Rabi Yehudá admite, como se aprendeu no fim de Beitzá: הַבְּהֵמָה וְהַכֵּלִים כְּרַגְלֵי הַבְּעָלִים, “o animal e os utensílios são como os pés dos donos”, que no Sefaria é a Mishná Beitzá 5:3. Os que lhe disseram, segundo ele, são Rabi Yochanan ben Nuri, que pensa que os objetos sem dono adquirem shevitá, como no Perek Dalet, sobre quem dormiu no caminho, na Mishná avulsa Eruvin 4:5; e “esta não andará mais do que os pés dos seus donos” quer dizer que estes não andarão mais do que os utensílios que têm donos; e a halachá segue Rabi Yehudá. O Korban HaEdah explica que cada um não os leva quatro amot; que o pátio exterior é o da cidade, o primeiro lugar guardado; que o filho é o que a mãe deu à luz ali, no campo, no Shabat; e que os que lhe disseram querem dizer: se ele tivesse donos e não fizessem eruv, não andaria senão dois mil côvados, e também agora não andará senão dois mil côvados a partir do lugar da sua shevitá. O Sheyarei Korban acrescenta que se pode explicar que o dá ao companheiro mesmo mais de quatro amot, contanto que cada um o tome da mão do outro enquanto anda, de modo que não faz senão a akirá (o levantar do lugar); e que não bastam dois por causa do comprimento do caminho, para que não pare para descansar, porque quem para para descansar fora de quatro amot é culpado, como no Bavli Shabbat 5b; e remete aos Tosafot do Bavli Eruvin 97b, no comentário que começa רבי שמעון אומר נותנן לחבירו. Os Tosafot dizem ali que, se não há companheiros, Rabi Shimon permite levá-los menos de quatro amot. O Mareh HaPanim diz o mesmo, e que assim se entendem as palavras do Rambam, nas Leis do Shabat 19:24, que escreve מוֹלִיכָן פָּחוֹת פָּחוֹת מֵאַרְבַּע אַמּוֹת אוֹ נוֹתְנָן לַחֲבֵרוֹ בְּתוֹךְ אַרְבַּע אַמּוֹת, “leva-os menos de quatro amot de cada vez, ou os dá ao seu companheiro dentro de quatro amot”, isto é, se há companheiros ali. No Bavli Eruvin 97b, a guemará pergunta em que divergem: um pensa que menos de quatro amot é melhor, porque passar de mão em mão faz barulho a respeito do Shabat, e o outro pensa que dar ao companheiro é melhor, para que não chegue a levá-los quatro amot no domínio público; sobre o filho, a escola de Menashé ensinou: בְּשֶׁיְּלָדַתּוּ אִמּוֹ בַּשָּׂדֶה, “quando a mãe o deu à luz no campo”; e “mesmo que sejam cem” quer dizer que, embora a mão de muitos seja penosa para a criança, mesmo assim isso é melhor.

Sobre a seção 01. A marca פיס׳, no começo, é do Sefaria, e não foi traduzida. Do que os dois disseram, o texto só traz a palavra de um, sem dizer qual; a do outro não está aqui. O Penei Moshe explica: o que a Mishná ensina, “e também o seu filho”, é de um bebê que está em perigo se não o levarem para casa; os colegas objetam: se é um bebê em perigo, que o traga na mão, porque não há coisa que se mantenha diante do pikuach nefesh (salvar uma vida); e a resposta é que, sempre que é possível buscar uma via permitida, busca-se, e a Mishná ensina que esta via permitida é melhor do que levá-lo menos de quatro amot de cada vez. O Korban HaEdah explica que a Mishná fala de um bebê que está em perigo se ficar no campo, e por isso permitiram dá-lo ao companheiro; e que, quando é possível fazê-lo de modo permitido e sem demora, mesmo no pikuach nefesh não se afasta o Shabat. O Bavli não diz que o bebê está em perigo; diz só, com a escola de Menashé, que nasceu no campo. A forma אָמַר לֵיהּ ficou “disse-lhes”, porque responde aos colegas.

Sobre a seção 02. O Korban HaEdah diz de לֵוִי סוֹכַיָּא: כך שמו, “assim é o seu nome”. No Bavli Eruvin 97b, a mesma palavra está em nome de outro: אָמַר רֵישׁ לָקִישׁ מִשּׁוּם לֵוִי סָבָא: הָכָא בְּמַאי עָסְקִינַן בִּמְעָרָן מֵחָבִית לְחָבִית. וְרַבִּי יְהוּדָה לְטַעְמֵיהּ, דְּאָמַר: מַיִם אֵין בָּהֶם מַמָּשׁ, “disse Reish Lakish em nome de Levi, o Ancião: aqui, de que tratamos? De quem os despeja de barril para barril, e Rabi Yehudá segue a sua razão, pois disse: a água não tem substância”, e a guemará traz a Mishná רַבִּי יְהוּדָה פּוֹטֵר בְּמַיִם מִפְּנֵי שֶׁאֵין בָּהֶן מַמָּשׁ, “Rabi Yehudá isenta na água, porque não tem substância”, que no Sefaria é a Mishná Beitzá 5:4. O Bavli rejeita depois essa explicação, porque Rabi Yehudá só o disse da água absorvida na massa, e chega, com Rav Ashi, ao barril e à água sem dono, sendo Rabi Yochanan ben Nuri os que lhe disseram. O Penei Moshe explica que, aqui, Rabi Yehudá fala de quem despeja de um jarro, isto é, do barril, para dentro do seu próprio barril, e assim de companheiro a companheiro; porque, se fosse no primeiro barril, eis que se aprendeu “o animal e os utensílios são como os pés dos donos”. Ele diz que “se não fosse assim” é linguagem abreviada: se não fosse de quem despeja de jarro para jarro, não se poderia explicar, pela dificuldade dita; mas, com quem despeja, a palavra de Rabi Yehudá se explica bem segundo a sua opinião, porque ele pensa que o líquido é só algo que umedece, sem substância, como se diz no quinto capítulo de Beitzá, que a água não tem substância para que seja proibido levá-la para fora do seu techum; e “esta não andará” quer dizer: o que está nesta não andará mais do que os pés dos donos. O Korban HaEdah explica que, por se pensar que Rabi Yehudá permite na Mishná mesmo com o barril porque a água não tem substância e não adquire shevitá, era difícil por que permite levar o barril; por isso a explicam com quem despeja de jarro para jarro, e o barril não sai para fora do techum, só a água que está nele; e ele lê רבי יהודה כדעתיה דרבי יהודה פוטר במים מפני שאין בהן ממש, e diz que assim se entende também do Bavli. O Mareh HaPanim lembra a palavra de Levi, o Ancião, no Bavli, e a sua rejeição ali, e diz que este Talmud segue a sua própria linha, de que Rabi Yehudá diz que a água não tem substância em tudo, mesmo quando está à parte, como se diz antes, no capítulo Keitzad Mishtatfin, na Halachá 8:6, onde está רִבִּי יוּדָן פּוֹטֵר בַּמַּיִם. שֶׁאֵין בָּהֶן מַמָּשׁ. O Sheyarei Korban lê a frase como pergunta: se Rabi Yehudá pensa que a água não tem substância, contradiz-se, porque ele pensa que o líquido que umedece é junção, como se aprendeu na Mishná Mikvaot 7:6, רַבִּי יְהוּדָה אוֹמֵר, אִם הָיוּ רַגְלָיו שֶׁל רִאשׁוֹן נוֹגְעוֹת בַּמַּיִם, אַף הַשֵּׁנִי טָהוֹר, “Rabi Yehudá diz: se os pés do primeiro tocavam na água, também o segundo é puro”; e conclui que Rabi Yehudá só isenta a água porque não se reconhece na massa, e que a Mishná fala do barril sem dono; e pergunta, a partir daqui, sobre os Tosafot do Bavli Gittin 16a, no comentário que começa הנצוק. A tradução seguiu a forma de pergunta, que é também a do pivô inglês.

A Mishná de Beitzá está também no Yerushalmi Beitzá 5:4, onde a guemará pergunta o que há de diferença entre quem diz que a água não tem substância e quem diz que ela é absorvida na massa, e responde: a água quente; este site ainda não tem o Yerushalmi Beitzá nem a Mishná avulsa de Beitzá, e por isso não há link.

Leituras incertas. נוֹתְנִין ficou “dão”, no plural, como no Yerushalmi, com “os tefilin” em itálico; a avulsa tem נוֹתְנָן, “dá-os”. בְּתִינּוֹק שֶׁלְסַכָּנָה ficou “é com um bebê em perigo”. מוֹתִיב לֵיהּ חֲבֵרַיָיא ficou “objetaram-lhe os colegas”. בְּיָכוֹל לַהֲבִיאוֹ דֶּרֶךְ הֵיתֵר ficou “quando pode trazê-lo por via permitida”. דִּלֹא כֵן רִבִּי יְהוּדָה כְדַעְתֵּיהּ ficou pergunta, com “estaria” em itálico, embora o Penei Moshe a leia como afirmação abreviada. מַשְׁקֶה טוֹפֵחַ ficou transliterado, com a glosa “líquido que umedece”. כַּד ficou “jarro”, e חָבִית, “barril”.

Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Guggenheimer escreve “Rebbi Eliezer”, com a nota de que se deve ler “R. Eleazar”, e o hebraico tem רִבִּי אֱלִיעֶזֶר; aqui ficou Rabi Eliezer. Para רִבִּי אֶבְדַּיְמִי ele escreve “Rebbi Eudaimon”, e aqui ficou Rabi Avdimi, como nas outras páginas do Yerushalmi deste site; para רֵישׁ לָקִישׁ, “Rebbi Simeion ben Laqish”, e aqui ficou Reish Lakish; para לֵוִי סוֹכַיָּא, “Levi from Sokho”, e aqui ficou Levi Sochaya; e “Rebbi Simeon” e “Rebbi Jehudah” ficaram Rabi Shimon e Rabi Yehudá. Ele traduz מוֹתִיב לֵיהּ חֲבֵרַיָיא com “His colleague”, no singular, e aqui ficou “os colegas”; e traduz a marca פיס׳ com “Paragraph”. A sua nota com a remissão ao Bavli Eruvin 97b, sobre Levi, o Ancião, está posta no fim do primeiro segmento da guemará, mas pertence ao segundo; e a nota sobre o bebê levado por uma só pessoa está repetida, com o mesmo número, no segundo segmento. As palavras acrescentadas na tradução ficaram em itálico.

Referências conferidas no Sefaria. Mishná avulsa Eruvin 10:2, 10:3 e 4:5; Mishná Beitzá 5:3 e 5:4; Mishná Mikvaot 7:6; Yerushalmi Eruvin 8:6, 10:1 e 10:3; Yerushalmi Beitzá 5:4; Bavli Eruvin 97a e 97b; Bavli Shabbat 5b; Tosafot do Bavli Eruvin 97b e do Bavli Gittin 16a; Rambam, Leis do Shabat 19:24; Penei Moshe, Korban HaEdah, Sheyarei Korban e Mareh HaPanim nesta halachá. As remissões de Guggenheimer, ao Yerushalmi Eruvin 8:6, que ele chama de nota 79 do capítulo 8, e à Mishná Beitzá 5:4, foram confirmadas; a sua remissão ao Bavli Eruvin 97b foi confirmada, e a sua posição foi corrigida, como se disse acima. Há links para a Mishná avulsa Eruvin 10:2, 10:3 e 4:5 e Mikvaot 7:6, para o Yerushalmi Eruvin 8:6 e 10:1 e para o Bavli Shabbat 5b, que este site já tem; não há link para o Bavli Eruvin 97b, porque o Bavli deste site vai em Eruvin até 61b, nem para o Yerushalmi Beitzá e a Mishná avulsa de Beitzá, que este site ainda não tem.

Nomes nesta página: Rabi Shimon, רִבִּי שִׁמְעוֹן, e Rabi Yehudá, רִבִּי יְהוּדָה, na Mishná; Rabi Eliezer, רִבִּי אֱלִיעֶזֶר, Rabi Avdimi, רִבִּי אֶבְדַּיְמִי, e Rabi Mana, רִבִּי מָנָא, na seção 01; Reish Lakish, רֵישׁ לָקִישׁ, Levi Sochaya, לֵוִי סוֹכַיָּא, e Rabi Yehudá, na seção 02. Este é o primeiro lugar do site em que aparece Levi Sochaya. Na nota: Rabi Yochanan ben Nuri, da Mishná e do Bavli; Levi, o Ancião, Rav Ashi e a escola de Menashé, do Bavli Eruvin.

Do hebraico foram retirados só os rótulos de Mishná e de halachá, no começo do primeiro e do segundo segmentos, e o marcador da página da edição de Vilna 60a, na Mishná, antes de וְכֵן בְּנוֹ; nesta halachá não há marcador da edição de Veneza. Não há marcador numérico, parênteses ou colchetes, e nada foi acrescentado. Foi mantida a marca פיס׳, no começo da seção 01; não há aqui as marcas כול׳ nem כו׳. Foram mantidas as grafias do Sefaria, como נוֹתְנִין e לַחֲבֵירוֹ, na Mishná; תִּינּוֹק שֶׁלְסַכָּנָה, חֲבֵרַיָיא e בַיַּד, na seção 01; e דִּלֹא כֵן, na seção 02; os dois pontos no fim da Mishná são do Sefaria.

A Mishná seguinte, Eruvin 10:3, abre a Halachá 10:3 do Yerushalmi: “הַקּוֹרֵא בַסֵּפֶר עַל הָאַסְקוּפָּה…”, quem lia no livro sobre a soleira, e o livro rolou da sua mão, enrola-o para junto de si. Assim está a avulsa Eruvin 10:3, que começa הָיָה קוֹרֵא בַסֵּפֶר.