Talmud Yerushalmi · Massechet Eruvin · Perek Chet · Halachá 6
עֵרוּבִין

A cisterna entre dois pátios e a divisória de dez palmos

Perek Chet, Keitzad Mishtattfin, Halachá 6, no Talmud Yerushalmi, Massechet Eruvin

Sexta halachá do Perek Chet, Keitzad Mishtattfin (como se faz o shituf), de Massechet Eruvin. A Mishná ensina que, de uma cisterna entre dois pátios, não se tira água no Shabat, a não ser que se tenha feito para ela uma divisória alta de dez palmos, embaixo ou dentro da sua borda; Raban Shimon ben Gamliel diz que Beit Shammai a põem embaixo e Beit Hillel, em cima; e Rabi Yehudá diz que a divisória não é maior do que o muro que está entre os pátios. Na guemará, Rabi Yaakov diz, em nome de Rabi Yehoshua ben Levi, que a divisória deve estar mergulhada na água, e responde-se que o balde não se move mais de quatro palmos; Rabi Tevelai diz, em nome de Rav, que não há regra de ruína para a água, e o teto e a viga são vistos como se descessem e fechassem; aponta-se a linha trocada de Rabi Yehudá, que em Beitzá diz que a água não tem substância; e Rav Huna exige que a divisória sobressaia para dentro do vão da cisterna. O Bavli discute esta Mishná em Eruvin 86a e 86b.

A Mishná · מַתְנִיתִין

בּוֹר שֶׁבֵּין שְׁתֵּי חֲצֵירוֹת אֵין מְמַלִּין מִמֶּנּוּ בַשַּׁבָּת אֶלָּא אִם כֵּן עָשׂוּ לוֹ מְחִיצָה גְבוֹהַּ עֲשָׂרָה טְפָחִים בֵּין מִלְּמַטָּן בֵּין מִתּוֹךְ אוֹגְנוֹ. אָמַר רַבָּן שִׁמְעוֹן בֶּן גַּמְלִיאֵל בֵּית שַׁמַּאי אוֹמְרִים מִלְמַטָּן וּבֵית הִלֵּל אוֹמְרִים מִלְמַעְלָן. אָמַר רִבִּי יְהוּדָה לֹא תְהֵא מְחִיצָה גְּדוֹלָה מִן הַכּוֹתֶל שֶׁבֵּינֵיהֶן:

Mishná: Um bor (cisterna) que está entre dois chatzerot (pátios): não se tira água dele no Shabat, a não ser que se tenha feito para ele uma mechitzá (divisória) alta de dez tefachim (palmos), seja embaixo, seja dentro da sua borda. Disse Raban Shimon ben Gamliel: Beit Shammai dizem: A divisória fica embaixo; e Beit Hillel dizem: Ela fica em cima. Disse Rabi Yehudá: Não será a divisória maior do que o kotel (muro) que está entre eles, os dois pátios.

A Halachá · הֲלָכָה ו

01As palavras dos rabinos divergem: a divisória mergulhada na água, o teto e a viga
Yerushalmi · Eruvin 8:6
פיס׳. מִילֵּיהוֹן דְּרַבָּנִן פְּלִיגִין. דָּמַר רִבִּי יַעֲקֹב בְּשֵׁם רִבִּי יְהוֹשֻׁעַ בֶּן לֵוִי. וְהוּא שֶׁתְּהֵא מְחִיצָה מְשׁוּקַעַת בַּמַּיִם לְשַׁלְשֵׁל דְּלִי. וְלֹא נִמְצְאוּ שְׁתֵּי רְשׁוּיוֹת מִשְׁתַּמְּשׁוֹת בִּרְשׁוּת אֶחָד. שִׁיעֲרוּ לוֹמַר. אֵין הַדְּלִי מְהַלֵּךְ יוֹתֵר מֵאַרְבָּעָה טְפָחִים. רִבִּי טֶבֶלַאי בְשֵׁם רַב. אֵין חוּרְבָה לַמַּיִם. הָיָה שָׁם תִּקְרָה. רוֹאֶה אַתָּה כִּילּוּ יוֹרֶדֶת וְסוֹתֶמֶת. הָיָה שָׁם אֲמֶלַתְרָה. אַתּ רוֹאֶה אוֹתָהּ כִּילּוּ יוֹרֶדֶת וְסוֹתֶמֶת.

As palavras dos rabinos divergem, pois Rabi Yaakov disse em nome de Rabi Yehoshua ben Levi: Isto é desde que a divisória esteja mergulhada na água para se descer um dli (balde). E não se acham dois reshuyot (domínios) servindo-se de um só domínio? Os sábios estimaram, para dizer: O balde não se move mais do que quatro palmos. Rabi Tevelai disse em nome de Rav: Não há regra de churvá (ruína) para a água. Se havia ali uma tikrá (teto), tu vês o teto como se descesse e fechasse. Se havia ali uma amelatrá (viga), tu a vês como se descesse e fechasse.

02A linha trocada de Rabi Yehudá: a água que não tem substância
Yerushalmi · Eruvin 8:6
מִיחְלַף שִׁיטַּת רִבִּי יְהוּדָה. תַּמָּן אָמַר. רִבִּי יוּדָן פּוֹטֵר בַּמַּיִם. שֶׁאֵין בָּהֶן מַמָּשׁ. וָכָא אָמַר הָכֵין.

Trocou-se a linha de pensamento de Rabi Yehudá. Lá, em outra Mishná, ele disse: “Rabi Yudan isenta no caso da água, pois não há nela substância”; e aqui ele disse assim, que a divisória não será maior do que o muro?

03Rav Huna: a divisória que sobressai para dentro do vão do bor
Yerushalmi · Eruvin 8:6
אָמַר רִבִּי הוּנָא. וְהוּא שֶׁתְּהֵא מְחִיצָה בוֹלֶטֶת לְתוֹךְ חָלָל שֶׁלְבּוֹר.

Rav Huna disse: Isto é desde que a divisória sobressaia para dentro do chalal (o vão) do bor.

Nota

Esta é a sexta halachá do Perek Chet, Keitzad Mishtattfin, de Massechet Eruvin. A halachá ocupa quatro segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, e os outros três são as seções 01, 02 e 03 desta página, uma seção para cada segmento. A sua Mishná corresponde, pelo conteúdo, à Mishná avulsa Eruvin 8:6, inteira. A diferença de texto é que a avulsa tem três lugares, בֵּין מִלְמַעְלָה, בֵּין מִלְּמַטָּה, בֵּין מִתּוֹךְ אֹגְנוֹ, e o Yerushalmi tem só dois, בֵּין מִלְּמַטָּן בֵּין מִתּוֹךְ אוֹגְנוֹ; e que o Yerushalmi tem אָמַר רַבָּן שִׁמְעוֹן בֶּן גַּמְלִיאֵל, onde a avulsa tem רַבָּן שִׁמְעוֹן בֶּן גַּמְלִיאֵל אוֹמֵר. As outras diferenças são de grafia: o Yerushalmi tem חֲצֵירוֹת, מְמַלִּין, בַשַּׁבָּת, מְחִיצָה, גְבוֹהַּ, אוֹגְנוֹ, מִלְמַטָּן, מִלְמַעְלָן, רִבִּי, הַכּוֹתֶל e שֶׁבֵּינֵיהֶן, onde a avulsa tem חֲצֵרוֹת, מְמַלְּאִין, בְשַׁבָּת, מְחִצָּה, גָבוֹהַּ, אֹגְנוֹ, מִלְּמַטָּה, מִלְמָעְלָה, רַבִּי, הַכֹּתֶל e שֶׁבֵּינֵיהֶם; a avulsa tem vírgulas onde o Yerushalmi, no Sefaria, não tem. No Bavli, a Mishná está em Eruvin 86a, e, como o Yerushalmi, também ali há só dois lugares, בֵּין מִלְּמַטָּה, בֵּין מִתּוֹךְ אוֹגְנוֹ, com רַבָּן שִׁמְעוֹן בֶּן גַּמְלִיאֵל אוֹמֵר. O Bavli deste site ainda vai só até Eruvin 61b; por isso esta página não traz o link para Eruvin 86a nem para 86b.

Sobre a Mishná. O Penei Moshe explica que a cisterna está sob a espessura do muro que separa os pátios, metade num e metade no outro; que não se tira água dela porque cada um tira do domínio do companheiro, e eles não fizeram eruv um com o outro; que “dentro da sua borda” é em cima, com nove palmos da divisória acima da água e um palmo descendo dentro da água, e “embaixo” é a divisória dentro da água, com um palmo saindo acima dela, para que se reconheça que um domínio está separado do outro; e que Rabi Yehudá fala do muro que separa os pátios por sobre a cisterna, ainda que não entre na sua borda, e que a halachá não é como Rabi Yehudá. O Korban HaEdah explica “em cima” e “embaixo” do mesmo modo e diz que, “dentro da sua borda”, ainda que a divisória não toque a água, é leveza que os sábios concederam na água, pois se diz גוד אחית, “puxa e desce” a divisória, contanto que esteja dentro da borda da cisterna, para que pareça separação. No Bavli, Eruvin 86a, Rav Huna diz que “embaixo” é realmente embaixo, e “em cima”, realmente em cima, e um e outro dentro da cisterna; e Rav Yehudá diz que “embaixo” é abaixo da água, e “em cima”, acima da água. Em Eruvin 86b, Rabá bar bar Chaná diz, em nome de Rabi Yochanan, que Rabi Yehudá falou segundo a linha de Rabi Yossi, que diz que a divisória suspensa permite mesmo em terra seca.

Sobre a seção 01. O Penei Moshe explica que “as palavras dos rabinos divergem” quer dizer que eles divergem na explicação da divisória da Mishná e na sua permissão, e que são Rabi Yehoshua ben Levi e Rav: para Rabi Yehoshua ben Levi, a divisória precisa estar mergulhada na água, e desce-se o balde para tirar água no lugar da divisória; e que a pergunta é que o balde não pode deixar de ir por baixo da divisória para o lado do outro pátio, e a resposta, que os sábios estimaram que o balde não se move mais de quatro palmos do lugar em que se tira a água. O Korban HaEdah diz que divergem Rabi Yaakov, em nome de Rabi Yehoshua ben Levi, e Rabi Tevelai, em nome de Rav, e traz também outra leitura: que se trata da profundidade, e a divisória precisa estar mergulhada quatro palmos. Sobre אֵין חוּרְבָה לַמַּיִם, o Penei Moshe explica que Rav diverge de Rabi Yehoshua ben Levi e pensa que a divisória não precisa estar mergulhada, mas, mesmo suspensa, sem tocar a água, permite, porque é leveza que os sábios concederam na água; ou que não há a regra da ruína para a água, pois na ruína não permitiram transportar por meio de divisória suspensa, e na água permitiram, e a proibição na água é só de ordem rabínica. O Korban HaEdah explica do mesmo modo, que na água até divisória suspensa permite. Sobre a אֲמֶלַתְרָה, o Penei Moshe a explica como tábua decorada, mesmo que não seja larga como o teto; o Korban HaEdah, como varas compridas de cedro fincadas no muro, que, por serem longas, contam como divisória. Guggenheimer traduz por “cross-beam” e remete ao Yerushalmi Eruvin 1:1, na sua nota 41; aqui ficou a glosa “viga”. No Bavli, Eruvin 86a e 86b, Rav Nachman diz, em nome de Rabá bar Avuh, que a קוֹרָה de quatro palmos permite na água; pergunta-se que o balde vai para o outro lado, e responde-se קִים לְהוּ לְרַבָּנַן דְּאֵין דְּלִי מְהַלֵּךְ יוֹתֵר מֵאַרְבָּעָה טְפָחִים, “os rabinos estabeleceram que o balde não se move mais de quatro palmos”; e Rabi Tavla pergunta a Rav se a divisória suspensa permite na ruína, e ele responde que a divisória suspensa só permite na água, קַל הוּא שֶׁהֵקֵילּוּ חֲכָמִים בְּמַיִם, “é leveza que os sábios concederam na água”. O Rabenu Chananel, em Eruvin 87a, cita este Yerushalmi assim: בשם רב אמרו והוא שתהא מחיצה משוקעת במים כמלא הדלי, “em nome de Rav disseram: desde que a divisória esteja mergulhada na água quanto a medida do balde”.

Sobre a seção 02. O “lá” é a Mishná Beitzá 5:4, como dizem o Penei Moshe, “no quinto perek de Beitzá”, e o Korban HaEdah, “no último perek de Beitzá”: a mulher que pediu emprestados à companheira temperos, água e sal para a sua massa, eis que estes são como os pés de ambas, isto é, ficam no limite de Shabat das duas; e רַבִּי יְהוּדָה פוֹטֵר בְּמַיִם, מִפְּנֵי שֶׁאֵין בָּהֶן מַמָּשׁ, “Rabi Yehudá isenta na água, pois não há nela substância”. No Yerushalmi Beitzá 5:4, no Sefaria, a Mishná tem רִבִּי יְהוּדָה פּוֹטֵר בַּמַּיִם מִפְּנֵי שֶׁאֵין בּוֹ מַמָּשׁ, e a guemará, רִבִּי יוּדָה פּוֹטֵר בַּמַּיִם מִפְּנֵי שֶׁאֵין בָּהֶן מַמָּשׁ. O Penei Moshe explica que se supõe agora que a razão de Rabi Yehudá lá é que a água, em todo lugar, não tem substância, porque se move e vai, e não adquire lugar de repouso; e, se é assim, também aqui a divisória não deveria adiantar, pois a água se mistura por baixo dela, e é como quem tira do domínio do companheiro; e a dificuldade é contra o que Rabi Yehudá diz na Mishná, que até o muro entre eles basta como separação. O Korban HaEdah explica que “aqui disse assim” é a palavra da Mishná, que a divisória não será maior do que o muro entre eles, da qual se entende que ao menos é preciso muro ou divisória, por causa do sinal, porque a água adquiriu lugar de repouso no domínio do companheiro. A guemará não traz resposta. Guggenheimer anota que, na citação do Rabenu Chananel, em Eruvin 87a, este parágrafo falta, e a palavra de Rav Huna vem logo depois da de Rav; no Rabenu Chananel do Sefaria, de fato, segue-se א"ר הונא והוא שתהא מחיצה בולטת לתוך חללו של בור e בשם רב אמרו והוא שתהא מחיצה משוקעת במים כמלא הדלי, sem este parágrafo. A mesma fórmula, “trocou-se a linha de Rabi Yudá”, aparece em Yerushalmi Eruvin 2:6, neste site.

Sobre a seção 03. O Penei Moshe, que escreve אמר רב הונא, explica que também Rabi Yehudá fala do caso em que o muro entre os pátios sobressai para dentro do vão da cisterna até embaixo, e, como dentro do vão da cisterna há separação na água, isso basta. O Korban HaEdah explica que, quando Beit Hillel dizem que basta a divisória em cima, de qualquer modo é preciso que ela entre no vão da cisterna. Guggenheimer explica como o Korban HaEdah, que até Beit Hillel exigem que a divisória suspensa entre no vão da cisterna. Aqui a tradução não decide entre as duas leituras.

A Tosefta Eruvin, conferida no Sefaria na edição comum e na de Lieberman, não traz paralelo direto desta Mishná. Traz, em outro assunto, בור שבין שתי חצרות, משלשל וממלא הימנו בשבת, ובלבד שלא יהא בינו לכותל ארבעה טפחים, “a cisterna entre dois pátios: desce-se o balde e tira-se água dela no Shabat, contanto que não haja entre ela e o muro quatro palmos”, na Tosefta Eruvin 6:24 na edição de Lieberman, e 6:16 na edição comum, onde a frase inteira está entre colchetes.

Leituras incertas. לְשַׁלְשֵׁל דְּלִי ficou “para se descer um balde”, sem decidir se é a finalidade, como lê o Penei Moshe, ou a medida, como no Rabenu Chananel, כמלא הדלי. שִׁיעֲרוּ לוֹמַר ficou “os sábios estimaram, para dizer”, com o sujeito em itálico, pelo Penei Moshe, שיערו חכמים. אֵין חוּרְבָה לַמַּיִם ficou “não há regra de ruína para a água”, com o complemento em itálico, pela segunda explicação do Penei Moshe e pelo Korban HaEdah. אֲמֶלַתְרָה ficou amelatrá, com a glosa geral “viga”, porque o Penei Moshe e o Korban HaEdah a explicam de modos diferentes. Na seção 02, a citação de Beitzá diz רִבִּי יוּדָן, Rabi Yudan, onde a Mishná de Beitzá tem Rabi Yehudá e a guemará do Yerushalmi Beitzá tem Rabi Yudá; a tradução seguiu o hebraico desta página. פּוֹטֵר בַּמַּיִם ficou “isenta no caso da água”. וָכָא אָמַר הָכֵין ficou como pergunta, com o complemento em itálico, pelo Korban HaEdah. Na seção 03, בוֹלֶטֶת לְתוֹךְ חָלָל שֶׁלְבּוֹר ficou “sobressaia para dentro do vão do bor”. Guggenheimer, na sua nota a מִילֵּיהוֹן דְּרַבָּנִן פְּלִיגִין, registra a conjectura de Lieberman de que a primeira frase deste parágrafo ainda pertence à Mishná anterior, junto à palavra de Mar Ukvan em nome de Rav; aqui a frase ficou no seu lugar, como no hebraico do Sefaria.

Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Na Mishná, Guggenheimer traduz אָמַר רִבִּי יְהוּדָה como “Rebbi Jehudah says”, e aqui ficou “disse”. Na seção 02, Guggenheimer traduz Rabi Jehudah onde o hebraico diz רִבִּי יוּדָן, e não traduz וָכָא אָמַר הָכֵין; aqui ficaram Rabi Yudan e a frase inteira. Guggenheimer traduz a marca פיס׳ como “Paragraph”, e aqui a marca não foi traduzida e ficou só no hebraico. As formas inglesas dos nomes ficaram nas formas hebraicas. As palavras acrescentadas na tradução ficaram em itálico.

Referências conferidas no Sefaria. Mishná avulsa Eruvin 8:6; Bavli Eruvin 86a, a Mishná e as palavras de Rav Huna e de Rav Yehudá; Bavli Eruvin 86b, o balde de quatro palmos, a pergunta de Rabi Tavla a Rav e a palavra de Rabá bar bar Chaná sobre Rabi Yehudá e Rabi Yossi; Rabenu Chananel em Eruvin 87a; Mishná Beitzá 5:4 e Yerushalmi Beitzá 5:4; Tosefta Eruvin 6:24 na edição de Lieberman e 6:16 na edição comum; Penei Moshe e Korban HaEdah nos quatro segmentos desta halachá; e as notas de Guggenheimer. Referências corrigidas: a discussão desta Mishná no Bavli vai de Eruvin 86a a 86b; Eruvin 87a já trata da varanda sobre o mar, segundo Rabi Chananiá ben Akavyá, e da Mishná seguinte, do canal de água, e só entra aqui pela citação do Rabenu Chananel. A palavra de Rabi Yehudá na Mishná, de que a divisória não é maior do que o muro, está em Eruvin 86a, e a sua explicação, em 86b. O “lá” da seção 02 é a Mishná Beitzá 5:4. O Rabi Tevelai do Yerushalmi aparece no Bavli, Eruvin 86b, como רַבִּי טַבְלָא, que pergunta a Rav, e, na tradução do Sefaria, como Rav Tavla. Não há link para o Bavli nem para Beitzá, porque o Bavli deste site vai até Eruvin 61b, e o Yerushalmi Beitzá ainda não está publicado neste site.

Nomes nesta página: Raban Shimon ben Gamliel, רַבָּן שִׁמְעוֹן בֶּן גַּמְלִיאֵל, Beit Shammai, Beit Hillel e Rabi Yehudá, רִבִּי יְהוּדָה, na Mishná; Rabi Yaakov, רִבִּי יַעֲקֹב, Rabi Yehoshua ben Levi, רִבִּי יְהוֹשֻׁעַ בֶּן לֵוִי, Rabi Tevelai, רִבִּי טֶבֶלַאי, e Rav, רַב, na seção 01; Rabi Yehudá, רִבִּי יְהוּדָה, e Rabi Yudan, רִבִּי יוּדָן, na seção 02; e Rav Huna na seção 03, onde o hebraico do Sefaria tem רִבִּי הוּנָא; seguiu-se a forma Rav Huna, como em todo o tratado para הונא, e como escrevem o Penei Moshe, אמר רב הונא, e o Bavli, Eruvin 86a.

Do hebraico foram retirados só os rótulos de Mishná e de halachá, no começo do primeiro e do segundo segmentos, e o marcador da folha 53b da edição de Vilna, no começo do quarto segmento. Não há marcador numérico nesta halachá, e nada foi acrescentado. Foram mantidos a marca פיס׳ e as grafias do Sefaria, como שֶׁלְבּוֹר, junto, e אַתּ רוֹאֶה; os dois pontos no fim da Mishná são do Sefaria.

A Mishná seguinte, Eruvin 8:7, no Yerushalmi, trata do canal de água que passa pelo pátio: “אַמַּת הַמַּיִם שֶׁהִיא עוֹבֶרֶת בֶּחָצֵר…”.