Décima primeira halachá do Perek Yud, HaMotzei Tefillin (quem encontra tefilin), de Massechet Eruvin. A Mishná ensina que se repõe o tzir (gonzo) de baixo no Templo, mas não na província, e que o de cima é proibido aqui e ali; e que se repõe a retiyá (emplastro) no Templo, mas não na província, e que pô-la de início é proibido aqui e ali. A guemará traz a palavra de Rabi Yossi beRabi Bun, de que nem toda shevut (proibição rabínica do Shabat) foi permitida no Templo; a baraita sobre limpar a ferida, mas não o emplastro, porque quem espalha no Shabat é obrigado a uma chatat; a retiyá que inchou e a que escorregou; a ferida que se curou e as folhas de videira; a raiz de garança de Rabi Huna; e a proibição de ler um versículo com o Nome sobre a ferida, com o cântico que se dizia em Jerusalém. O Bavli discute estas Mishnayot em Eruvin 102b.
Mishná: Repõe-se o tzir (gonzo) de baixo no Templo, mas não na província. O de cima, aqui e ali, é proibido.
Repõe-se a retiyá (emplastro) no Templo, mas não na província. Se é de início, aqui e ali é proibido.
Disse Rabi Yossi beRabi Bun: Nem toda shevut (proibição rabínica do Shabat) permitiram no Templo.
Ensina-se: Não limpe uma pessoa o ispelanit (emplastro), para que não chegue a espalhar; e quem espalha no Shabat é obrigado a uma chatat (oferta pelo pecado).
E eis que se ensina: Se escorregou por baixo, repõe-no por cima; se escorregou por cima, repõe-no por baixo.
Descobre um pouco do ispelanit daqui e limpa a ferida daqui; e descobre um pouco do ispelanit daqui e limpa a ferida daqui.
Mas não limpe o ispelanit, para que não chegue a espalhar; e quem espalha no Shabat é obrigado a uma chatat.
Ensina-se: A retiyá que inchou, repõem-na no Shabat. Rabi Yaakov bar Achá, em nome de Rabi Yassa: E isto, quando inchou defronte da ferida.
E eis que se ensina: Se escorregou por baixo, repõe-na por cima; se escorregou por cima, repõe-na por baixo; contanto que não saia do domínio de toda aquela ferida.
Rabi Yossi beRabi Bun, em nome de Rabi Yassa: Uma ferida que se curou, põe-se sobre ela uma retiyá, pois não é senão como proteção.
Rabi Bun, em nome dos rabanan (sábios) de lá: Põe-se uma retiyá sobre a ferida no Shabat, pois não é senão como proteção. Disse Rabi Tanchuma: Exceto folhas de videira, que são para cura.
Disse Rabi Huna: Esta puá (garança) é uma raiz muito boa, quando há nela cinco, ou sete, ou nove nós, contanto que não dê água.
Não se lê um versículo sobre uma ferida com o Nome. E aquele que lê sobre a yavruchá (mandrágora), é proibido.
Vem e lê este versículo sobre o seu filho, que está assustado; põe sobre ele um livro ou tefilin, para que durma: é proibido.
E não se ensina: Diziam o shir shel pegaim (cântico dos danos) em Jerusalém? Disse Rabi Yudan: Aqui, antes que fosse atingido; e aqui, depois que foi atingido.
Qual é o shir pegaim? “Quão numerosos são os meus adversários” (Tehilim 3:2), e todo o salmo; “O que habita no abrigo do Altíssimo” (Tehilim 91:1), até “Pois Tu, Eterno, és o meu refúgio” (Tehilim 91:9).
Esta é a décima primeira halachá do Perek Yud, HaMotzei Tefillin (quem encontra tefilin), de Massechet Eruvin. A halachá ocupa seis segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, aqui dividida em dois pares de hebraico e português; o segundo é a seção 01; o terceiro é a seção 02, dividida em quatro pares; o quarto é a seção 03, dividida em quatro pares; o quinto é a seção 04; e o sexto é a seção 05, dividida em quatro pares. Nenhum segmento foi dividido entre seções, e nada foi deixado de fora. Conferiu-se no Sefaria que a Mishná desta halachá corresponde a partes de duas mishnayot avulsas, e o Sefaria liga este segmento a “Mishnah Eruvin 10:12-13”: Eruvin 10:12, do gonzo, sem a frase final, em que Rabi Yehudá diz que o de cima se repõe no Templo, e o de baixo, na província; e o começo de Eruvin 10:13, da retiyá. O resto da avulsa 10:13, do fio que se amarra e da verruga que se corta, abre a Halachá 10:12 do Yerushalmi. A avulsa escreve וְהָעֶלְיוֹן, onde o Yerushalmi tem הָעֶלְיוֹן; רְטִיָּה, onde o Yerushalmi tem רְטִיָיה; e בַּתְּחִלָּה, onde o Yerushalmi tem בַּתְּחִילָּה. No Bavli, as duas Mishnayot e as suas guemarot estão em Eruvin 102b, e a Mishná do Bavli traz a frase de Rabi Yehudá. O Bavli deste site ainda vai só até Eruvin 61b, e por isso esta página não traz link para essa folha.
Sobre a Mishná. O Korban HaEdah explica que o gonzo é o da porta de uma shidá (arca), de uma caixa ou de um armário, que se abrem pelo lado; enquanto o de cima não saiu, o de baixo é fácil de repor e não há ali construção; na província é proibido, por decreto, para que não o crave com martelo ou formão, o que é trabalho; e o de cima, que, quando sai, a porta toda cai, é como construir, e, ainda que não seja construção de fato, é uma shevut grave, que nem no Templo permitiram. O Penei Moshe diz que na província não se repõe o gonzo de baixo, mas se empurra para o seu lugar; que o de cima é proibido mesmo no Templo, por receio de que o crave, e então seria obrigado a uma chatat; e que a versão do Bavli traz aqui as palavras de Rabi Yehudá, mas a halachá não é assim. O Korban HaEdah, ao contrário, lê no texto as palavras de Rabi Yehudá, e explica que ele entende que não há construção em utensílios, e que ali há só shevut, que não se decretou no Templo. Sobre a retiyá, os dois explicam que se trata de um sacerdote ferido na mão, que pôs nela uma retiyá antes do Shabat e a tirou para fazer o serviço, para que não houvesse chatzitzá (separação) entre a mão e o serviço; ele a repõe depois, porque, se não lho permitissem, ele se absteria do serviço. Na província é proibido, por decreto, para que não espalhe o emplastro e fique obrigado por causa de memachek (o que raspa); o Penei Moshe acrescenta que isto é só quando caiu no chão, mas, se está na mão dele, ou caiu sobre um utensílio, repõe-se em todo lugar. De início, dizem os dois, é quando não estava amarrada desde antes do Shabat, ou quando o sacerdote não a tirou para o serviço, e então é proibido também no Templo, porque é para a sua própria necessidade, e não para a do santuário. No Bavli, Eruvin 102b, a baraita diz que o gonzo da porta da arca, da caixa e do armário se repõe no Templo e se empurra na província, e que o de cima não se repõe aqui nem ali, por decreto, para que não o crave, e, se o cravou, é obrigado a uma chatat. O Rambam, nas Leis do Shabat 22:25, e o Shulchan Aruch, Orach Chayim 313:5, trazem o gonzo; o Rambam, nas Leis do Shabat 21:27, e o Shulchan Aruch, Orach Chayim 328:24 a 328:27, trazem a retiyá, a ferida e a ferida que se curou.
Sobre a seção 01. O Penei Moshe diz que nos livros impressos esta frase está escrita junto ao פיס׳, como se fosse da Mishná da retiyá, e que isto é erro, porque repor a retiyá certamente foi permitido no Templo; a frase se refere ao gonzo, e explica por que não se permitiu repor o de cima no Templo, ainda que seja só shevut. O Korban HaEdah diz o mesmo, e compara com o arranjo dos tubos dos pães da proposição e com a sua retirada, que não se sobrepõem ao Shabat. A mesma frase, dita por Rabi Yonatan, abre o Yerushalmi Pessachim 5:8, conferido no Sefaria; esse tratado ainda não está neste site. A marca פיס׳ não se traduz, como nas outras páginas deste site.
Sobre a seção 02. A baraita está na Tosefta Shabat 5:6, na edição de Lieberman, que na edição comum do Sefaria é 6:3; lá, as palavras sobre a que escorregou e sobre descobrir um pouco do emplastro são ditas por Rabi Yehudá, e aqui vêm sem nome. O Bavli, Eruvin 102b, traz a mesma baraita, também em nome de Rabi Yehudá, com “empurra-a para cima” e “empurra-a para baixo”, e diz: limpa a boca da ferida, mas o próprio emplastro não limpa, porque é espalhar. O Penei Moshe e o Korban HaEdah dizem que וְהָתַנֵּי, aqui e na seção 03, é dito em tom de apoio, e não de objeção, e por isso ficou “e eis que se ensina”. O Penei Moshe explica que o que não se limpa é a pomada que está sobre a ferida; o Korban HaEdah diz que quem espalha é quem alisa as cavidades da retiyá, e que espalhar é derivado de raspar. Espalhar o ispelanit, como derivado de raspar, está também no Yerushalmi Shabat 7:2, sobre a Mishná Shabat 7:2. O Korban HaEdah diz que o ispelanit é a retiyá, e que repô-la por cima é empurrá-la para que volte para cima. Em hebraico, ispelanit é feminino, e em português ficou masculino, como nas outras páginas deste site; por isso, “repõe-no”. A frase de descobrir o emplastro e limpar a ferida está duas vezes, igual, no hebraico, com a grafia אִיסְפְּלָנִית na primeira e אִסְפְּלָנִית na segunda, e assim ficou; a Tosefta diz “daqui” e, na segunda vez, “e volta e descobre”, o que mostra que se descobre um lado e depois o outro.
Sobre a seção 03. O Penei Moshe diz que a retiyá que inchou é a que, por isso, se afastou da ferida; o Korban HaEdah diz que inchou no meio e se afastou de sobre a ferida, e que “defronte da ferida” quer dizer que ainda está defronte da ferida e não saiu do seu lugar, só inchou. Sobre “contanto que não saia do domínio de toda aquela ferida”, o Penei Moshe diz que é para que não a levante quando já saiu de toda a ferida. Do “Rabi Yossi beRabi Bun” até o fim, a seção está também no Yerushalmi Shabat 6:2, seção 13 desta tradução, como dizem o Penei Moshe e o Sefaria. As diferenças são estas: lá se diz בְּשֵׁם רִבִּי יוֹסֵי, e aqui בָּשֵׁם רִבִּי יָסָא; lá שֶׁנִּתְרַפְּאָת, e aqui שֶׁנִּתְרַפָּאת; lá שֶׁאֵינָהּ אֶלָּא כְּמַשְׁמֵרָה, e aqui שֶׁאֵינוֹ אֶלָּא כִּמְשָׁמֵרָה; lá רִבִּי אָבוּן בְּשֵׁם רַבָּנִין, e aqui רִבִּי בּוּן בְּשֵׁם רַבָּנִן; e lá falta a palavra retiyá na frase dos rabanan de lá. O Korban HaEdah explica que a retiyá sobre a ferida curada é só para que ela não se estrague, e que os sábios não decretaram sobre ela, porque a pessoa não está tão aflita que chegue a moer ervas e a espalhar; e que, como as folhas de videira, também as outras folhas que curam são proibidas. Os rabanan de lá são os da Babilônia, como na tradução de Shabat 6:2. O Shulchan Aruch, Orach Chayim 328:24 e 328:27, traz as folhas de videira e a ferida que se curou.
Sobre a seção 04. A frase está também no Yerushalmi Shabat 6:2, seção 14 desta tradução, com רִבִּי חוּנָה, que lá ficou Rabi Chuna, e aqui com רִבִּי הוּנָא, Rabi Huna. Lá o texto é mais longo: עִקָּר טַב סַגִּין טַב הוּא, com cada número seguido de קִטְרִין, com טָבָא סַגִּין depois do nove, e com וּבִלְחוּד דְּלָא יִתֵּן מַיי, onde aqui se diz וּבִלְבַד דְּלָא יִתֵּן מוֹיי. O Korban HaEdah diz que esta puá é uma raiz e um remédio bom quando tem cinco, sete ou nove nós, que é uma espécie de semente, e que “não dê água” quer dizer que não saia dela água. O Penei Moshe não comenta esta seção.
Sobre a seção 05. Também esta seção está no Yerushalmi Shabat 6:2, seção 15 desta tradução, com estas diferenças: lá se diz עַל גַּבֵּי מַכָּה בַשַּׁבָּת, “no Shabat”, e aqui בַשֵּׁם, “com o Nome”; lá וְהָדֵין דְּקָרֵי עַל יַבְרוּחָה, e aqui וְהָהֵן דְּקָרָא עַל יַבְרוּחָא; lá וּקְרִי אֶת הַפָּסוּק הַזֶּה עַל בְּנִי, “sobre o meu filho”, e aqui וּקְרָא פָּסוּק זֶה עַל בְּנוֹ, “sobre o seu filho”; lá תֵּן עָלָיו סֵפֶר תֵּן עָלָיו תְּפִילִּין, e aqui תֵּן עָלָיו סֵפֶר אוֹ תְפִילִּין; lá וְהָא תַנֵּי, e aqui וְהָתַנֵּי; lá שִׁיר פְּגוּעִין, e aqui שִׁיר שֶׁלְפְּגָעִים e שִׁיר פְּגָעִים; lá Rabi Yudan diz primeiro “depois que foi atingido” e depois “antes que fosse atingido”, e aqui na ordem inversa; e lá o primeiro versículo começa com o Nome, e o último segue até o fim de Tehilim 91:9, “o Altíssimo puseste como a tua morada”. O Korban HaEdah explica que “com o Nome” é um versículo em que há um dos nomes sagrados que não se apagam; que yavruchá é uma espécie de doença, e que outros dizem que são as dudaim (mandrágoras) mencionadas na história de Reuven, que é perigoso arrancar, e por isso é proibido ler versículos sobre elas para arrancá-las; que o filho está assustado sem que se veja coisa alguma que o assuste; que antes de ser atingido a leitura é só para proteger, e é permitida, e depois de atingido lê para curar-se com os versículos, e é proibido; que Tehilim 3 se diz porque nele está escrito “E Tu, Eterno, és escudo em volta de mim” (Tehilim 3:4); e que Tehilim 91 se diz até “Pois Tu, Eterno, és o meu refúgio”, porque nele estão “a peste das desgraças” (Tehilim 91:3), “o terror da noite” e “a flecha que voa de dia” (Tehilim 91:5), que é o espírito danoso que voa como flecha, e “Caiam do teu lado mil” (Tehilim 91:7). O Sheyarei Korban, aqui, só remete a dois comentários dos Tosafot, que não foram conferidos. No Bavli, Shevuot 15b, se diz que em Jerusalém se dizia o שִׁיר שֶׁל פְּגָעִים, e que alguns dizem שִׁיר שֶׁל נְגָעִים, por causa de “e praga não se aproximará da tua tenda” (Tehilim 91:10) e de “Caiam do teu lado mil” (Tehilim 91:7); e ali se lembra a Mishná de que quem sussurra sobre a ferida não tem parte no mundo vindouro, que é a de Sanhedrin 10:1, onde Rabi Akiva fala de quem sussurra sobre a ferida e diz o versículo de Shemot 15:26; o Bavli explica, em nome de Rabi Yochanan, que isto é quando cospe, porque não se menciona o Nome sobre o cuspe. O Rambam, nas Leis de Avodat Kochavim 11:12, e o Shulchan Aruch, Yoreh Deá 179:8 a 179:10, proíbem ler versículos sobre a ferida, sobre a criança que se assusta e pôr sobre ela um livro da Torá ou tefilin para que durma, e permitem ao sadio ler versículos para que o protejam dos danos.
Leituras incertas. וְהָהֵן דְּקָרָא עַל יַבְרוּחָא אָסוּר ficou “e aquele que lê sobre a yavruchá, é proibido”; דְּקָרָא pode ler-se também como “o que se lê”. Yavruchá ficou “mandrágora”, como na tradução de Shabat 6:2, mas o Korban HaEdah traz também a explicação de que é uma doença. עַל בְּנוֹ, “sobre o seu filho”, está assim no hebraico, onde em Shabat se lê “sobre o meu filho”; a tradução seguiu o texto. הֶחֱלִיקָה מִמַּטָּן מַחֲזִירָהּ מִלְּמַעֲלָן ficou “se escorregou por baixo, repõe-no por cima”, ao pé da letra; o Bavli e o Korban HaEdah entendem que, se escorregou para baixo, empurra-se para cima. עִיקָּר טַב הִיא סַגִּין ficou “é uma raiz muito boa”. כָּאן וְכָאן ficou “aqui e ali”, como na Halachá 10:10 deste site.
Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Guggenheimer traduz פיס׳ como “Paragraph”, e aqui a marca não foi traduzida. Ele escreve “Rebbi Yose ben Rebbi Abun”, onde o hebraico tem רִבִּי יוֹסֵי בֵּירִבִּי בּוּן, e aqui ficou Rabi Yossi beRabi Bun. Na seção 03, ele traduz a segunda frase de Rabi Yossi beRabi Bun como “in the name of Rebbi Yose”, como em Shabat, onde o hebraico daqui tem בָּשֵׁם רִבִּי יָסָא, Rabi Yassa; e escreve “Rebbi Abun”, onde o hebraico tem רִבִּי בּוּן, Rabi Bun. Ele traduz וְהָתַנֵּי da seção 03 como “as it was stated”, ligando-o à frase de Rabi Yassa; aqui ficou “e eis que se ensina”. Na seção 04, ele traduz סַגִּין como “the more the better”, e aqui ficou “muito”. Na seção 05, ele traduz עַל בְּנוֹ como “for my son”, como em Shabat, e aqui ficou “sobre o seu filho”. Na nota 133, ele remete a “Mishnah 10” para o gonzo, onde o Sefaria liga a nota ao Yerushalmi Eruvin 10:13; o gonzo está na Mishná desta halachá, e não na de 10:13. As formas dos nomes seguem o hebraico e as outras páginas deste site: Rabi Yossi beRabi Bun, Rabi Yaakov bar Achá, Rabi Yassa, Rabi Bun, Rabi Tanchuma, Rabi Huna e Rabi Yudan. As palavras acrescentadas na tradução ficaram em itálico.
Referências conferidas no Sefaria. Mishná avulsa Eruvin 10:12 e 10:13; Yerushalmi Eruvin 10:12, para o resto da avulsa 10:13; Bavli Eruvin 102b; Yerushalmi Pessachim 5:8; Tosefta Shabat 5:6 na edição de Lieberman e 6:3 na edição comum; Yerushalmi Shabat 6:2 e 7:2; Mishná Shabat 7:2; Bavli Shevuot 15b; Mishná Sanhedrin 10:1; Tehilim 3:2 a 3:4 e 91:1 a 91:10; Shemot 15:26; Rambam, Leis do Shabat 21:27 e 22:25, e Leis de Avodat Kochavim 11:12; Shulchan Aruch, Orach Chayim 313:5 e 328:24 a 328:27, e Yoreh Deá 179:8 a 179:10; Penei Moshe e Korban HaEdah nesta halachá; Sheyarei Korban na seção 05. Há links para as mishnayot avulsas Eruvin 10:12 e 10:13 e Sanhedrin 10:1, e para o Yerushalmi Shabat 6:2 e 7:2, que este site já tem; não há link para o Bavli Eruvin 102b, porque o Bavli deste site vai em Eruvin até 61b, nem para o Bavli Shevuot, o Yerushalmi Pessachim, a Mishná Shabat 7:2, a Tosefta, o Rambam e o Shulchan Aruch.
Nomes nesta página: Rabi Yossi beRabi Bun, רִבִּי יוֹסֵי בֵּירִבִּי בּוּן; Rabi Yaakov bar Achá, רִבִּי יַעֲקֹב בַּר אָחָא; Rabi Yassa, רִבִּי יָסָא; Rabi Bun, רִבִּי בּוּן; Rabi Tanchuma, רִבִּי תַנְחוּמָא; Rabi Huna, רִבִּי הוּנָא; Rabi Yudan, רִבִּי יוּדָן; e, na Mishná avulsa, na Tosefta, no Bavli e nos paralelos, Rabi Yehudá, Rabi Yonatan, Rabi Yossi, Rabi Avun, Rabi Chuna, Rabi Akiva e Rabi Yochanan.
Do hebraico foram retirados só os rótulos de Mishná e de halachá, no começo do primeiro e do segundo segmentos. Nesta halachá o Sefaria não marca nenhuma folha da edição de Vilna nem coluna da edição de Veneza, e nada foi acrescentado ao hebraico. Foram mantidas a marca פיס׳ e as grafias do Sefaria, como רְטִיָיה, בַּתְּחִילָּה, אִיסְפְּלָנִית e אִסְפְּלָנִית, מִלְּמַעֲלָה, מַחֲזִירין, בָּשֵׁם, שֶׁנִּתְרַפָּאת, חוץ, sem vogais, מוֹיי, שֶׁלְפְּגָעִים, בִּירוּשָׁלִַם e צָרָיי, e o Nome escrito יְי, que a tradução diz “Eterno”, como nas outras páginas deste site.
A Mishná seguinte, que no Yerushalmi abre a Halachá 10:12, corresponde ao resto da avulsa Eruvin 10:13: קוֹשְׁרִין נִימִין בַמִּקְדָּשׁ…, amarram-se os fios no Templo, mas não na província.