Décima halachá do Perek Yud, HaMotzei Tefillin (quem encontra tefilin), de Massechet Eruvin. A Mishná ensina que o neguer (tranca) que tem na ponta uma klostra (maçaneta grossa), Rabi Lazar proíbe e Rabi Yossi permite, e cada um conta à sua maneira o caso da sinagoga em Tiberíades, de Raban Gamliel e dos anciãos; e que com o neguer hanigrar (a tranca que se arrasta) se tranca no Templo, mas não na província, e o que está pousado é proibido aqui e ali, enquanto Rabi Yehudá permite o pousado no Templo e o que se arrasta na província. A guemará traz a palavra de Rabi Yossi beRabi Bun sobre o que é acessório a quê, segundo quem permite e segundo quem proíbe; a definição de Rabi Yochanan do neguer, amarrado, ainda que não pendurado, e a tranca da casa de Rabi que Chilfai lhe mostrou; a pergunta de Rabi Yossi a Rabi Yirmeyá sobre como se age na prática; a condição de Rabi Yanai, sogro de Rabi Imi; a tranca que Rabi Elazar amarrou com junco, e a pergunta sobre a que se soltou e a que se enfiou; e a palavra de Rav de que a halachá é como Rabi Yossi. O Bavli discute estas Mishnayot em Eruvin 101b e 102a.
Mishná: O neguer (tranca) que tem na sua ponta uma klostra (maçaneta grossa): Rabi Lazar proíbe, e Rabi Yossi permite.
Disse Rabi Lazar: Houve um caso da sinagoga em Tiberíades, em que nele seguiam o costume da permissão, até que vieram Raban Gamliel e os anciãos e lho proibiram. Rabi Yossi diz: O costume da proibição seguiam nele; veio Raban Gamliel, e os anciãos, e lho permitiram.
O neguer hanigrar (a tranca que se arrasta): tranca-se com ele no Templo, mas não na província. E o que está pousado, aqui e ali, é proibido. Rabi Yehudá diz: O pousado, no Templo, e o que se arrasta, na província são permitidos.
Disse Rabi Yossi beRabi Bun: Segundo as palavras de quem permite, faz o neguer tafel (acessório) à klostra. Segundo as palavras de quem proíbe, faz a klostra tafel ao neguer.
Qual é o neguer? Disse Rabi Yochanan: O que está amarrado, ainda que não esteja pendurado.
Disse Rabi Yochanan: Puxou-me Chilfai e mostrou-me o da casa de Rabi, amarrado, ainda que não pendurado.
Disse Rabi Yochanan: Vem a opinião do individual daqui como a anônima de lá, e a do individual de lá como a anônima daqui.
Rabi Yossi perguntou diante de Rabi Yirmeyá: Como se age na prática? Disse-lhe: Pelo que disse Rabi Yochanan, “puxou-me Chilfai e mostrou-me o da casa de Rabi, amarrado, ainda que não pendurado”, isto diz que se age como Rabi Yehudá, contanto que esteja amarrado à porta.
Rabi Yanai, sogro de Rabi Imi: Contanto que esteja amarrado à porta com uma coisa que possa sustentá-lo.
Esta tranca, Rabi Elazar a amarrou com guemi (junco). Se se soltou, é proibido. Se se enfiou, que lei se aplica? Rabi Yaakov bar Achá, em nome dos rabanan (sábios): Ele o conduz com as pontas dos seus dedos.
Rabi Ba bar Kahana, Rabi Chiya bar Ashi, em nome de Rav: A halachá é como Rabi Yossi.
Esta é a décima halachá do Perek Yud, HaMotzei Tefillin (quem encontra tefilin), de Massechet Eruvin. A halachá ocupa quatro segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, aqui dividida em três pares de hebraico e português; o segundo é a seção 01; o terceiro é a seção 02, dividida em seis pares; e o quarto é a seção 03. Nenhum segmento foi dividido entre seções, e nada foi deixado de fora. Conferiu-se no Sefaria que a Mishná desta halachá corresponde a duas mishnayot avulsas inteiras: Eruvin 10:10, do neguer com klostra até “e lho permitiram”, e Eruvin 10:11, do neguer hanigrar até o fim; o Sefaria liga este segmento a “Mishnah Eruvin 10:10-11”. A avulsa 10:10 escreve שֶׁיֵּשׁ בְּרֹאשׁוֹ גְלֻסְטְרָא, onde o Yerushalmi tem שֶׁיֵשׁ בְּרֹאשׁוֹ קְלוֹסְטְרָא; רַבִּי אֱלִיעֶזֶר, onde o Yerushalmi tem רִבִּי לָעְזָר; רַבִּי יוֹסֵי, onde o Yerushalmi tem רִבִּי יוֹסֵה; מַעֲשֶׂה בַכְּנֶסֶת שֶׁבִּטְבֶרְיָא, onde o Yerushalmi tem מַעֲשֶׂה שֶׁל בֵּית הַכְּנֶסֶת בִּטִיבֵּרְיָה; הֶתֵּר, onde o Yerushalmi tem הֶיתֵּר; אִסּוּר נָהֲגוּ בָהּ, onde o Yerushalmi tem אִיסּוּר הָיוּ נוֹהֲגִין בּוֹ; e וְהִתִּירוּ לָהֶן, onde o Yerushalmi tem וְהִתִּירוּהוּ לָהֶן. A avulsa 10:11 escreve נֶגֶר הַנִּגְרָר, נוֹעֲלִים, onde o Yerushalmi tem נֶגֶּר הַנִּגְרָר נוֹעֲלִין; וְהַמֻּנָּח, כָּאן וָכָאן, onde o Yerushalmi tem וְהַמּוּנָּח כָּאן וְכָאן; e, nas palavras de Rabi Yehudá, הַמֻּנָּח מֻתָּר בַּמִּקְדָּשׁ, com a palavra “permitido”, que falta no Yerushalmi, הַמּוּנָּח בַּמִּקְדָּשׁ; por isso, “são permitidos” ficou em itálico. No Bavli, a Mishná do neguer com גְּלוֹסְטְרָא está no fim de Eruvin 101b, e a sua guemará começa ali e segue em 102a, onde estão também a Mishná do neguer hanigrar e a sua guemará. O Bavli deste site ainda vai só até Eruvin 61b, e por isso esta página não traz link para essas folhas.
Sobre a Mishná. O Penei Moshe explica que o neguer é uma estaca que se enfia no buraco da soleira para fechar a porta, e que a klostra é como um pilão, grossa e boa para moer pimenta. Rabi Lazar, diz ele, proíbe trancar com ele, ainda que tenha a condição de utensílio, porque entende que a klostra é acessória ao neguer e não o torna utensílio; e, como não é tirado com a sua amarra, não fica claro que está pronto para trancar; mas, se é tirado com a amarra, também Rabi Lazar permite. Rabi Yossi entende que a klostra é o principal, e o neguer, acessório a ela, e a klostra mostra que é utensílio pronto para trancar; e a halachá é como Rabi Yossi. O neguer hanigrar, diz o Penei Moshe, é o que não tem klostra, amarrado à porta e arrastado no chão; no Templo se tranca com ele, porque ali há só uma proibição dos sábios, e no Templo não se decretou; o pousado, que não está amarrado à porta, mas fica num canto, é como construção de fato, e é proibido também no Templo; e Rabi Yehudá entende que o pousado é só proibição dos sábios, e o que se arrasta é permitido também na província; e a halachá é como Rabi Yehudá. O Korban HaEdah explica do mesmo modo: o neguer é como uma barra que se enfia nas paredes ou na soleira; a klostra é a ponta grossa, boa para pilão; Rabi Lazar proíbe, a não ser que esteja amarrado e pendurado na porta, e Rabi Yossi permite, porque tem a condição de utensílio por causa da klostra e não parece construção. O neguer hanigrar, diz ele, é o amarrado à porta, mas não pendurado, porque a corda é comprida, e, por se arrastar, não parece amarrado. No Bavli, Eruvin 101b e 102a, a guemará diz que, quando é tirado com a sua amarra, todos concordam, e a divergência é quando não é tirado com ela; e traz a baraita que define o neguer hanigrar como o que está amarrado e pendurado e tem uma ponta que chega ao chão, e Rabi Yehudá, que o permite também na província. O Rambam, nas Leis do Shabat 26:9 e 26:10, e o Shulchan Aruch, Orach Chayim 313:1 e 313:2, permitem trancar com o neguer que tem klostra, como Rabi Yossi, e com o que não tem klostra, se está amarrado à porta, e proíbem o que se solta e se põe num canto; o Rambam fala do que está amarrado e pendurado, e o Shulchan Aruch permite mesmo o que está todo pousado no chão.
Sobre a seção 01. O hebraico do Sefaria diz רִבִּי יוֹסֵי בֵּרִבִּי, com um espaço vazio entre colchetes depois de beRabi, sinal de que falta o nome. O Penei Moshe lê ר' יוסי בר בון, e por isso a tradução diz “Rabi Yossi beRabi Bun”, com “Bun” em itálico. A marca פיס׳, no começo, não se traduz, como nas outras páginas deste site. O Penei Moshe remete à sua explicação da Mishná; o Korban HaEdah diz que quem permite é Rabi Yossi. Quem permite faz o neguer acessório à klostra, e então o objeto é um utensílio, a klostra; quem proíbe faz a klostra acessória ao neguer, e então o objeto é uma tranca, e trancar com ela parece construção.
Sobre a seção 02. Quase toda a seção está também no Yerushalmi Shabat 17:7, e o Sefaria liga o segmento a esse lugar e à Mishná Shabat 17:7, da tampa da janela. As diferenças são estas: lá se pergunta אֵי זֶהוּ נֶגֶר הַנִּגְרָר, com “que se arrasta”; lá se diz, nas duas vezes, וְהַרְאֵנִי נֶגֶר מִשֶּׁלְבֵּית רִבִּי, com a palavra “neguer”; lá se escreve יְחִידָיָיא; lá a resposta diz “como Rabi Yudan”, e logo depois vem Rabi Huna em nome de Rabi Shmuel, “a halachá é como Rabi Yehudá, contanto que esteja amarrado à porta”, frase que aqui não está; lá se diz רִבִּי יַנַּאי רִבִּי אִמִּי אָמַר, dois nomes seguidos e um só verbo, onde aqui se diz רִבִּי יַנַּיי חָמוֹי דְרִבִּי אִמִּי, “Rabi Yanai, sogro de Rabi Imi”; lá se diz נִיגָרַיָיא דְרִבִּי לָעְזָר הֲוָה קְטִיר בְּגָמִי, “a tranca de Rabi Lazar estava amarrada com junco”; e lá se diz מְדָרֵיהוּ, onde aqui se diz מְדָדֵיהוּ. O Korban HaEdah traz aqui a mesma frase de Rabi Huna em nome de Rabi Shmuel, como leitura do texto, e explica que “amarrado à porta” é à própria porta, o que mostra que é feito para tranca, e não aos batentes. Sobre “daqui” e “de lá”, o Penei Moshe e o Korban HaEdah dizem que o individual daqui é Rabi Yehudá, que permite o que se arrasta também na província, e é como a anônima de lá, a dos sábios da Mishná da tampa da janela, que dizem que de um modo ou de outro se tampa com ela; e o individual de lá é Rabi Eliezer, que exige que esteja amarrada e pendurada, e é como a anônima daqui, a do primeiro tana da nossa Mishná; por isso Rabi Yossi pergunta como se age, já que há duas anônimas que se contradizem. Sobre Rabi Yanai, o Penei Moshe diz que a coisa que pode sustentá-lo é uma amarra forte, para que não caia no chão. Sobre a tranca de Rabi Elazar, o Penei Moshe lê נגרא הדא דרבי אלעזר, “esta tranca de Rabi Elazar”, e diz que é Rabi Elazar, o amoraíta, cuja tranca estava amarrada só com junco; o Korban HaEdah lê נגרייא דר"א הוה קטיר בגמי, e explica que o junco não é coisa forte. Sobre נִשְׁמַט e נִקְמַז. O Penei Moshe diz que se soltou é a tranca cuja corda se rompeu, e que, quando se abre e se fecha com ela, fica pousada num canto, e é proibido; e que se enfiou é a que diminuiu um pouco e não enche o buraco da soleira, e “ele o conduz com as pontas dos seus dedos” quer dizer que o enfia e o aperta ali. O Korban HaEdah traz duas explicações: a amarra se soltou, de modo que não se vê que está amarrado, e então ele o conduz com a corda, para que se veja que está amarrado; ou a tranca entrou no buraco da soleira, furou-a e cravou-se no chão, e então ele o conduz com as pontas dos dedos, para que não pareça construção. O Sheyarei Korban explica que a corda é tão comprida que fica dobrada e não se vê que está amarrado, e que, ao conduzi-lo com as pontas dos dedos, vê-se que está; e diz que as duas explicações do Korban HaEdah vêm dos Tosafot e de Rashi. O Shaarei Torat Eretz Yisrael remete ao que escreveu no fim do Perek 17 de Shabat. No Bavli, Eruvin 102a, Rav Yehudá diz em nome de Shmuel que a halachá é como Rabi Yehudá no que se arrasta; Rava acrescenta que é quando está amarrado à porta; Rav Avya, em Nehardea, viu alguém amarrando com junco e disse que com este não se tranca; Rabi Zeira pergunta sobre o que se enfiou, e Rav Yossef cita a baraita: o que se soltou é proibido, o que se enfiou é permitido, e Rabi Yehudá diz que o que se enfiou, ainda que não se tenha soltado, é proibido; e Rav Yehudá, em nome de Shmuel, fixa a halachá como Rabi Yehudá também nisso. Essa baraita e a definição do neguer hanigrar estão na Tosefta Eruvin 8:14 e 8:15, na edição de Lieberman, que na edição comum do Sefaria são 8:8 e 8:9.
Sobre a seção 03. O Penei Moshe e o Sheyarei Korban dizem que esta frase não pertence aqui, mas ao Yerushalmi Shabat 17:7, onde se refere a Rabi Yossi da Mishná das tampas dos utensílios, e que foi trazida aqui junto com o resto. Lá, o hebraico diz אַבָּא בַּר כַּהֲנָא רַב חִיָיה בַּר אַשִּׁי בְשֵׁם רַב, e aqui diz רִבִּי בָּא בַּר כַּהֲנָא רִבִּי חִיָיה בַּר אַשִּׁי בְשֵׁם רַב. Aqui, o Rabi Yossi mais próximo é o da Mishná do neguer com klostra, e o próprio Penei Moshe, na Mishná, diz que a halachá é como Rabi Yossi; a tradução não decide a qual Rabi Yossi a frase se refere.
Leituras incertas. שֶׁהָיוּ נוֹהֲגִין בּוֹ הֶיתֵּר ficou “em que nele seguiam o costume da permissão”, com “nele” referido ao neguer, mas pode referir-se à sinagoga, que em hebraico é masculina. כָּאן וְכָאן ficou “aqui e ali”, como no Yerushalmi Shabat 17:7 deste site; ao pé da letra, “aqui e aqui”. עַד שֶׁיְּהֵא ficou “contanto que”, como no Yerushalmi Shabat 17:7; ao pé da letra, “até que esteja”. Na resposta de Rabi Yirmeyá, não se sabe se a condição de estar amarrado à porta é parte da resposta ou de uma palavra que faltou, como a de Rabi Huna em Shabat. A frase de Rabi Yanai não tem verbo no hebraico, e assim ficou. נֶגְרָא הָדָא רִבִּי אֶלְעָזָר קְטַר בְּגָמִי ficou “esta tranca, Rabi Elazar a amarrou”, como está no texto; os comentaristas leem “a tranca de Rabi Elazar”. נִקְמַז ficou “se se enfiou”, segundo o Bavli e a Tosefta, que o opõem ao que se soltou; os comentaristas o explicam de vários modos. מְדָדֵיהוּ ficou “ele o conduz”, como no Yerushalmi Shabat 17:7 deste site, onde se lê מְדָרֵיהוּ.
Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Guggenheimer traduz פיס׳ como “Paragraph”, e aqui a marca não foi traduzida. Ele traduz רִבִּי לָעְזָר como “Rebbi Eleazar”, e aqui ficou Rabi Lazar; na nota 23 diz que o Bavli tem Rabi Eliezer, o que está certo, mas o julga improvável. Ele reconstrói o nome da seção 01 como ben Rabi Abun; aqui se seguiu o Penei Moshe, Rabi Yossi beRabi Bun. Ele traduz נֶגְרָא הָדָא רִבִּי אֶלְעָזָר קְטַר בְּגָמִי como “Rebbi Eleazar’s bolt was tied with bast”, segundo o paralelo de Shabat; aqui se seguiu o hebraico desta página. Ele traduz נִקְמַז como “loose”, e aqui se seguiram o Bavli e a Tosefta. Ele escreve “Rebbi Abba bar Cahana”, onde o hebraico tem רִבִּי בָּא בַּר כַּהֲנָא, e aqui ficou Rabi Ba bar Kahana. Na nota 129 ele chama a Mishná desta halachá de “Mishnah 9”, segundo a sua contagem, onde o Sefaria tem Eruvin 10:10. Na nota 131 ele remete a “Šabbat Chapter 17, Notes 70–83”, e o Sefaria liga essa nota ao Yerushalmi Shabat 17:6:2 a 17:7:3; o paralelo está de fato em 17:7, segmentos 2 e 3, como o próprio Sefaria liga o segmento a Shabat 17:7:2. As formas dos nomes seguem o hebraico e as outras páginas deste site: Rabi Yochanan, Chilfai, Rabi Yossi, Rabi Yirmeyá, Rabi Yehudá, Rabi Yanai, Rabi Imi, Rabi Elazar, Rabi Yaakov bar Achá, Rabi Ba bar Kahana e Rabi Chiya bar Ashi. As palavras acrescentadas na tradução ficaram em itálico.
Referências conferidas no Sefaria. Mishná avulsa Eruvin 10:10 e 10:11; Yerushalmi Shabat 17:7; Mishná Shabat 17:7; Bavli Eruvin 101b e 102a; Tosefta Eruvin 8:14 e 8:15 na edição de Lieberman e 8:8 e 8:9 na edição comum; Rambam, Leis do Shabat 26:9 e 26:10; Shulchan Aruch, Orach Chayim 313:1 e 313:2; Penei Moshe e Korban HaEdah nesta halachá; Sheyarei Korban nas seções 02 e 03; Shaarei Torat Eretz Yisrael na seção 02. Há links para as mishnayot avulsas Eruvin 10:10 e 10:11 e para o Yerushalmi Shabat 17:7, que este site já tem; não há link para o Bavli Eruvin 101b e 102a, porque o Bavli deste site vai em Eruvin até 61b, nem para a Tosefta, o Rambam e o Shulchan Aruch.
Nomes nesta página: Rabi Lazar, רִבִּי לָעְזָר; Rabi Yossi, רִבִּי יוֹסֵה e רִבִּי יוֹסֵי; Raban Gamliel, רַבָּן גַּמְלִיאֵל; Rabi Yehudá, רִבִּי יְהוּדָה; Rabi Yossi beRabi Bun, רִבִּי יוֹסֵי בֵּרִבִּי; Rabi Yochanan, רִבִּי יוֹחָנָן; Chilfai, חִילְפַיי; Rabi Yirmeyá, רִבִּי יִרְמְיָה; Rabi Yanai, רִבִּי יַנַּיי; Rabi Imi, רִבִּי אִמִּי; Rabi Elazar, רִבִּי אֶלְעָזָר; Rabi Yaakov bar Achá, רִבִּי יַעֲקֹב בַּר אָחָא; Rabi Ba bar Kahana, רִבִּי בָּא בַּר כַּהֲנָא; Rabi Chiya bar Ashi, רִבִּי חִיָיה בַּר אַשִּׁי; Rav, רַב; e, nos comentaristas e no Bavli, Rabi Eliezer, Rabi Huna, Rabi Shmuel, Rabi Yudan, Rav Yehudá, Shmuel, Rava, Rav Avya, Rabi Zeira e Rav Yossef.
Do hebraico foram retirados só os rótulos de Mishná e de halachá, no começo do primeiro e do segundo segmentos, e dois marcadores: o de coluna da edição de Veneza, que o Sefaria marca como 26a, no primeiro segmento, entre עַד e שֶׁבָּא; e o de página da edição de Vilna, 63b, no terceiro segmento, logo antes de מְדָדֵיהוּ. Foi mantido o espaço vazio entre colchetes do segundo segmento, que marca o nome que falta, e nada foi acrescentado ao hebraico. Foram mantidas as marcas פיס׳ e as grafias do Sefaria, como שֶׁיֵשׁ, בִּטִיבֵּרְיָה, רַבִּי יוֹסֵה, נֶגֶּר, שֶׁלְּבֵית, שֶׁלְבֵּית, חִילְפַיי, יַנַּיי e אֶצְבְּעוֹתָיו.
A Mishná seguinte, que no Yerushalmi abre a Halachá 10:11, corresponde às avulsas Eruvin 10:12 e 10:13: מַחֲזִירִין צִיר הַתַּחְתּוֹן בַּמִּקְדָּשׁ…, repõe-se o gonzo de baixo no Templo, mas não na província.