Décima terceira halachá do Perek Yud, HaMotzei Tefillin (quem encontra tefilin), de Massechet Eruvin, a penúltima da massechet. A Mishná ensina que o kohen (sacerdote) que se feriu no dedo enrola sobre ele gemi (junco) no Templo, mas não na província; que se espalha sal sobre a rampa do altar, para que não escorregue; e que se enche água com a roda da cisterna do exílio no Shabat, e da cisterna grande e do poço frio em Yom Tov. A guemará traz a palavra de Yehudá biRabi, de que só o junco é permitido, mas não o binguion (faixa), por causa do excesso de vestes, e a explicação de Rabi Chanina, de que o que importa é que não separe entre o corpo e a veste; depois as baraitot do sifão e do vaso que goteja para o doente, da palha espalhada no pátio molhado pela chuva e da adashá (lentilha); e, por fim, a permissão dos profetas para o poço frio, junto ao qual acamparam os que subiram do exílio. O Bavli discute esta Mishná em Eruvin 103b a 104b.
Mishná: Um kohen (sacerdote) que se feriu no seu dedo enrola sobre ele gemi (junco) no Templo, mas não na província. Se não fez sair sangue, aqui e ali é proibido.
Espalha-se sal sobre o kevesh (rampa), para que não escorregue; e enche-se água da bor hagolá (cisterna do exílio) com a galgal (roda) no Shabat, da bor hagadol (cisterna grande) e do be’er hakar (poço frio) em Yom Tov (dia festivo).
Yehudá biRabi disse: Não ensinaram senão o gemi; mas o binguion (faixa) é proibido, por causa do yitur begadim (excesso de vestes). Pensavam dizer: o excesso de vestes é como a falta de vestes.
Rabi Yaakov bar Achá, em nome de Rabi Yassa: É de Rabi Chanina. Pois disse Rabi Chanina: Contanto que não separe entre ele e a veste, nem entre veste e veste.
Segundo a opinião de Rabi Chanina, qual é o excesso de vestes? Duas kutonot (túnicas), duas mitznafot (turbantes), dois michnasayim (calções), dois avnetim (cintos).
Um kohen que se feriu no seu dedo e enrolou sobre ele um avnet: tudo o que tem nome de avnet desqualifica, ou não desqualifica senão a vestimenta?
Ensina-se: Faz-se subir com o diyovit (sifão) e goteja-se com o edek (vaso que goteja) para o doente, no Shabat.
Faz-se subir com o diyovit: mishtemihá (o seu nome em língua estrangeira). Goteja-se com o edek: há quem queira dizer irerá (a que desperta); há quem queira dizer kukanetá (nome de outro utensílio).
Um pátio em que caíram chuvas, e havia nele uma casa de enlutado ou uma casa de banquete: eis que este toma a palha e a espalha, contanto que não faça no Shabat do modo como faz no dia comum.
Ensina-se: Não se enche com a adashá (lentilha, nome de um utensílio) no Shabat. Se é como quem poupa a corda ou o cordel, permite-se.
Enche-se da bor hagolá com a galgal no Shabat; da bor hagadol e da bor hakar (cisterna fria), em Yom Tov.
Por que razão se enche da bor hakar com a galgal em Yom Tov? Senão que, na hora em que Israel subiu do exílio, acamparam junto àquele poço, e profetas estipularam com eles que enchessem da bor hakar com a galgal em Yom Tov.
Não permitiram todos os poços frios, senão aquele poço junto ao qual acamparam, somente.
Assim como dizes lá: o que foi permitido foi permitido; e aqui, o que foi permitido foi permitido.
Esta é a décima terceira halachá do Perek Yud, HaMotzei Tefillin (quem encontra tefilin), de Massechet Eruvin, a penúltima da massechet. A halachá ocupa quatro segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, aqui dividida em dois pares de hebraico e português; o segundo é a seção 01, o terceiro é a seção 02 e o quarto é a seção 03, cada um dividido em quatro pares. Nenhum segmento foi dividido entre seções, e nada foi deixado de fora. Conferiu-se no Sefaria que a Mishná desta halachá é a Mishná avulsa Eruvin 10:14, inteira, e que o Sefaria liga este segmento a “Mishnah Eruvin 10:14”. A Mishná não avança na avulsa Eruvin 10:15, do sheretz (réptil) achado no Templo, que abre a Halachá 10:14 do Yerushalmi. A avulsa escreve אִם לְהוֹצִיא דָם, “se é para fazer sair sangue”, onde o Yerushalmi tem אִם לֹא הוֹצִיא דָם; עַל גַּבֵּי כֶבֶשׁ, onde o Yerushalmi tem עַל גַּבֵּי הַכֶּבֶשׁ; שֶׁלֹּא יַחֲלִיקוּ, no plural, onde o Yerushalmi tem שֶׁלֹּא יַחֲלִיק; e וּמְמַלְּאִים מִבּוֹר הַגּוֹלָה וּמִבּוֹר הַגָּדוֹל בַּגַּלְגַּל בְּשַׁבָּת, וּמִבְּאֵר הַקַּר בְּיוֹם טוֹב, em que a cisterna grande vai com o Shabat, onde o Yerushalmi tem וּמְמַלִּין מִבּוֹר הַגּוֹלָה בַּגַּלְגַּל בַּשַּׁבָּת מִבּוֹר הַגָּדוֹל וּמִבְּאֵר הַקַּר בְּיוֹם טוֹב, em que ela vem depois do Shabat. No Bavli, a Mishná do dedo ferido e a sua guemará estão em Eruvin 103b e 104a, e a do sal e das cisternas, em Eruvin 104a e 104b. O Bavli deste site ainda vai só até Eruvin 61b, e por isso esta página não traz link para essas folhas.
Sobre a Mishná. O Penei Moshe explica que não é próprio que a ferida do sacerdote se veja na hora do serviço; que ele enrola o junco de modo que não haja chatzitzá (separação); e que, ainda que o junco cure a ferida, é permitido por causa da necessidade do serviço; na província é proibido, porque curar no Shabat é shevut (proibição dos sábios); e, se é para fazer sair sangue, é proibido mesmo no Templo, porque não é para a necessidade do serviço. O Korban HaEdah diz o mesmo, e explica que quem aperta o junco para fazer sair o sangue é como quem fere, e um trabalho principal não foi permitido no Templo. Sobre o sal, os dois dizem que a rampa por onde se sobe ao altar era lisa, e o Korban HaEdah acrescenta que, quando a chuva cai sobre ela, escorrega, e que na província é proibido, porque é consertar. Sobre a cisterna do exílio, o Penei Moshe diz que estava no pátio do Templo, e que encher com a roda no Shabat é proibido em outro lugar, por decreto, para que não encha para a sua horta ou para a sua ruína; onde não cabe esse decreto, é permitido, e não se teme o som, porque só se proibiu o som de canto. O Korban HaEdah diz que a cisterna do exílio e a cisterna grande se chamavam assim e estavam ambas numa câmara do pátio, e que a roda é a que faz subir o balde por cordas. Sobre o poço frio, os dois dizem que é poço de água viva, e que o nome vem de מָקוֹר, fonte; o Penei Moshe diz que a cisterna grande e o poço frio em Yom Tov foram permitidos pelos profetas, ali na província, quando subiam para a festa, como diz a guemará, e não os outros poços da província; o Korban HaEdah diz que em Yom Tov é permitido mesmo na província. No Bavli, Eruvin 104b, Rav Nachman bar Yitzchak explica o poço frio como poço de água viva, como está escrito em Yirmeyahu 6:7, כהקיר ביר מימיה. O Rambam traz o junco nas Leis dos Utensílios do Santuário 10:9, e, nas Leis do Shabat 21:25, que fora do Templo não se enrola junco no dedo para curá-lo; nas Leis do Shabat 21:5, o decreto da roda; e nas Leis das Ofertas Contínuas e Adicionais 6:3, o sal sobre a rampa, mesmo no Shabat.
Sobre a seção 01. O Penei Moshe explica que o binguion é uma pequena faixa, a que o Bavli chama צלצול קטן, e que é proibido por causa do excesso de vestes, porque se pensava que o excesso de vestes desqualifica o serviço como a falta de vestes, que se conta entre os desqualificados na Mishná Zevachim 2:1; Rabi Yaakov bar Achá, em nome de Rabi Yassa, diz que a razão não é o excesso de vestes, mas a separação, como Rabi Chanina; e, segundo Rabi Chanina, o excesso de vestes é só das próprias vestes do sacerdócio. Sobre o avnet, ele explica a pergunta: se tudo o que tem nome de avnet desqualifica por excesso de vestes, mesmo que não o vista como se veste, ou só quando o veste, como quem vestiu dois avnetim; e diz que a pergunta não foi resolvida. O Korban HaEdah diz que o binguion é um cinto pequeno e bonito; remete à baraita do segundo capítulo de Zevachim, que no Bavli está em Zevachim 18a, em que quem vestiu dois calções ou dois cintos, faltou uma veste ou sobrou uma, ou tinha um curativo sobre a carne debaixo das vestes, e serviu, o seu serviço é desqualificado; e explica a pergunta do avnet: ou se diz que há ali dois avnetim e é proibido, ou que, não estando no seu lugar, não tem lei de avnet, mas de vestimenta, e é permitido. No Bavli, Eruvin 103b, Rav Yehudá, filho de Rabi Chiya, diz que só se ensinou o junco, mas a faixa pequena é excesso de vestes, e Rabi Yochanan diz que só há excesso de vestes no lugar das vestes; o mesmo está em Zevachim 19a, onde se diz Rabi Yehudá, filho de Rabi Chiya. Aqui, a palavra de Rabi Chanina é parecida com a de Rabi Yochanan no Bavli. O Rambam, nas Leis dos Utensílios do Santuário 10:8, diz que o pano enrolado fora do lugar das vestes separa se tem três dedos por três, e que a faixa pequena desqualifica mesmo menor, porque é veste por si. A marca פיס׳ não se traduz, como nas outras páginas deste site.
Sobre a seção 02. A primeira baraita está na Tosefta Shabat 2:7, na edição de Lieberman, que na edição comum do Sefaria é 2:6: מעלין בדיופי ומטיפין מן הארק לחולה בשבת; e no Bavli, Eruvin 104a, Abaye a traz contra Rabá, que diz que só se proibiu o som de canto. O Penei Moshe explica que o diyovit é o que o Bavli chama דיופי, um utensílio de duas bocas, feito de duas canas ocas encaixadas em diagonal: põe-se uma das canas no barril, chupa-se um pouco de vinho pela outra, e depois o vinho sai todo por si; o Korban HaEdah diz o mesmo, de um barril para outro. Sobre o edek, o Penei Moshe explica que עִירְרָה é o que se faz para despertar o doente, sem o acordar com as mãos para não o assustar: um utensílio de metal de boca estreita, com furos finos no fundo, cheio de água e tapado em cima; quando se destapa, a água sai gota a gota sobre um utensílio de metal posto embaixo, faz som, e o doente acorda; e קוּקָנֵיתָה é um utensílio com fios de metal, como os fios da harpa, posto debaixo do edek, sobre o qual as gotas fazem um som agradável, e o doente adormece. O Korban HaEdah lê ומוסיפין בערק, explica o utensílio do mesmo modo, e diz que no Bavli se lê ומטיפין מיארק; para ele, uma opinião diz que esse som não tem doçura, porque com ele se acorda alguém do sono, e a outra, que é um som agradável, feito para trazer o sono, como um canto feito com canas, chamado קוקניתא. A baraita do pátio está na Tosefta Shabat 14:4, na edição de Lieberman, que na edição comum do Sefaria é 15:6, onde se diz חצר גדולה, e que se traz palha num cesto e se espalha, mas não com a mão e o cesto, como se faz no dia comum; no Bavli, Eruvin 104a, Rav Ika de Pashronia pergunta a Rava como o sal na rampa é permitido só no Templo, se no pátio estragado pela água da chuva se traz palha e se espalha, e a resposta é que a palha não se anula no chão. O Penei Moshe e o Korban HaEdah leem נוטל את האבן, “toma a pedra”, onde o Sefaria tem אֶת הַתֶּבֶן, a palha: para o Penei Moshe, põe-se a pedra onde a água da chuva se junta, como um cano, para que a água saia e não se espalhe pelo chão do pátio; para o Korban HaEdah, é a pedra posta no furo da parede por onde desce a água da chuva. A baraita da adashá está na Tosefta Eruvin 8:21, na edição de Lieberman, que na edição comum do Sefaria é parte de 8:14; o Penei Moshe remete ao capítulo 8 da Tosefta. Ele explica que a adashá é um utensílio grande, como o lagar, e remete ao capítulo 5 de Avodá Zará, que no Yerushalmi Avodá Zará 5:14, conferido no Sefaria, traz הלולבין והדפין והעדשה do lagar; encher com um utensílio tão grande é coisa de dia comum; mas, se ele teme que a corda se rompa ao encher muitas vezes com o balde, e por isso quer encher muita água de uma vez com a adashá, é permitido. O Korban HaEdah diz que a adashá é uma balança grande de madeira, para pesar lã, cera e cobre, segundo o Aruch.
Sobre a seção 03. A mesma passagem está no Yerushalmi Eruvin 2:1, seção 02 desta tradução, onde Rabi Ezra a traz diante de Rabi Mana sobre os passin dos poços; lá se diz מְמַלְּין, abrevia-se a Mishná com כול׳, e se diz מִבְּאֵר הַקַּר, onde aqui se diz מִבּוֹר הַקַּר; שֶׁעָלָה יִשְׂרָאֵל e וְחָנוּ, onde aqui se diz שֶׁעָלוּ יִשְׂרָאֵל e חָנוּ; הַנְּבִיאִים שֶׁבֵּינֵיהֶן, onde aqui se diz só נְבִיאִים; e כְּמַה דְאַתְּ אָמַר תַּמָּן. מַה שֶׁהוּתָּר הוּתָּר וָכֹה שֶׁהוּתָּר הוּתָּר, onde aqui se diz הֵיךְ מַה דְאַתְּ אָמַר תַּמָּן. מַה שֶׁהוּתָּר הוּתָּר. וָכָא מַה שֶׁהוּתָּר הוּתָּר. A Mishná daqui escreve מִבְּאֵר הַקַּר, e a citação na guemará, מִבּוֹר הַקַּר. O Penei Moshe diz que a última frase pertence lá, onde se diz que os passin dos poços só foram permitidos para os peregrinos, e foi trazida aqui de passagem, como é o costume deste Talmud: assim como o que foi permitido no poço frio foi permitido, e não os outros poços frios, também o que foi permitido aos peregrinos nos passin foi permitido, e não no tempo presente. O Korban HaEdah diz que essa frase não se lê aqui, e que foi impressa aqui pelo fluxo do Perek Osin Passin; e diz que os profetas que havia entre eles eram Chagai, Zecharyá e Malachi. A Tosefta Eruvin 8:22, na edição de Lieberman, que na edição comum do Sefaria é parte de 8:14, diz que não se enche do poço frio com a roda em Yom Tov, e que, quando os do exílio subiram e acamparam junto a ele, os profetas lhes permitiram; e o Bavli, Eruvin 104b, traz o mesmo.
Leituras incertas. אִם לֹא הוֹצִיא דָם ficou “se não fez sair sangue”, ao pé da letra; a avulsa, o Bavli, o Penei Moshe e o Korban HaEdah leem אִם לְהוֹצִיא דָם, “se é para fazer sair sangue”, e a tradução não corrigiu o texto. A frase da cisterna grande ficou na ordem do hebraico, com a cisterna grande junto do poço frio e de Yom Tov, como o Penei Moshe a lê; na avulsa e no Bavli ela vai com o Shabat. יְהוּדָה בִּרְבִּי ficou Yehudá biRabi, sem título, como está no hebraico; o Bavli o chama Rav Yehudá, filho de Rabi Chiya. בינגיון, sem vogais no Sefaria, ficou binguion, com a glosa “faixa”, segundo o Penei Moshe e o Korban HaEdah. כָּל שֵׁם אַבְנֵט פֹּסֵול אוֹ אֵינוֹ פֹסֵול אֶלָּא מַלְבּוּשׁ ficou “tudo o que tem nome de avnet desqualifica, ou não desqualifica senão a vestimenta?”, isto é, só o que se veste como veste. משתמיהה, sem vogais, ficou mishtemihá, com a glosa do Penei Moshe, que diz que é o nome do utensílio em língua estrangeira. עִירְרָה ficou irerá, “a que desperta”, e קוּקָנֵיתָה, kukanetá, com a glosa neutra “nome de outro utensílio”, porque o sentido é discutido. מוֹטִיפִין, na baraita, e מַטִּיפִין, na explicação, ficaram ambos “goteja-se”. אֶת הַתֶּבֶן ficou “a palha”, como no hebraico do Sefaria, na Tosefta e no Bavli, embora os comentários leiam “a pedra”. עֲדָשָׁה ficou adashá, “lentilha”, que é o sentido da palavra, com a nota de que é nome de um utensílio. מַתִּיר ficou “permite-se”, sem sujeito, porque o hebraico não diz quem permite; a Tosefta tem הרי זה מותר. וְהִתְנוּ עִמָּהֶן נְבִיאִים ficou “e profetas estipularam com eles”, sem artigo, como no hebraico daqui.
Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Guggenheimer traduz פיס׳ como “Paragraph”, e aqui a marca não foi traduzida; a sua nota 149 diz que a discussão é da Mishná 12, na numeração dele, que no Sefaria é a avulsa Eruvin 10:14. Ele traduz אִם לֹא הוֹצִיא דָם como “if there is no blood”, e aqui ficou “se não fez sair sangue”; יְהוּדָה בִּרְבִּי, como “Jehudah the important”, e aqui ficou Yehudá biRabi; e escreve “Rebbi Jacob bar Aḥa”, “Rebbi Yasa” e “Rebbi Ḥanina”, e aqui ficou Rabi Yaakov bar Achá, Rabi Yassa e Rabi Chanina. Na nota 154, ele remete à Tosefta Shabat 2:8 na edição de Lieberman; conferiu-se no Sefaria que a baraita do diyovit está em 2:7 dessa edição, e 2:8 é a de quem revolve brasas; na edição comum, é 2:6. Ele traduz וּמְרַדֵּד como “beats it down”, e aqui ficou “a espalha”; e עֲדָשָׁה como “lentil”, como aqui, mas com a explicação de vaso ovalado, que aqui foi para a nota com as dos comentários. Na nota 164, ele diz que o último parágrafo vem do capítulo 2; no Sefaria é o Yerushalmi Eruvin 2:1, terceiro segmento, que é a seção 02 da página deste site. As formas dos nomes seguem o hebraico e as outras páginas deste site. As palavras acrescentadas na tradução ficaram em itálico.
Referências conferidas no Sefaria. Mishná avulsa Eruvin 10:14 e 10:15; Yerushalmi Eruvin 10:14, para a Mishná seguinte; Bavli Eruvin 103b, 104a e 104b; Yirmeyahu 6:7; Mishná Zevachim 2:1 e Bavli Zevachim 18a e 19a; Tosefta Shabat 2:7 e 14:4 na edição de Lieberman, e 2:6 e 15:6 na edição comum; Tosefta Eruvin 8:21 e 8:22 na edição de Lieberman, e 8:14 na edição comum; Yerushalmi Eruvin 2:1; Yerushalmi Avodá Zará 5:14; Rambam, Leis do Shabat 21:5 e 21:25, Leis dos Utensílios do Santuário 10:8 e 10:9, e Leis das Ofertas Contínuas e Adicionais 6:3; Penei Moshe e Korban HaEdah nesta halachá. O Sheyarei Korban não tem comentário nesta halachá no Sefaria. Há links para as mishnayot avulsas Eruvin 10:14 e 10:15 e Zevachim 2:1, e para o Yerushalmi Eruvin 2:1, que este site já tem; não há link para o Bavli Eruvin, porque o Bavli deste site vai em Eruvin até 61b, nem para o Bavli Zevachim, a Tosefta, o Yerushalmi Avodá Zará e o Rambam.
Nomes nesta página: Yehudá biRabi, יְהוּדָה בִּרְבִּי; Rabi Yaakov bar Achá, רִבִּי יַעֲקֹב בַּר אָחָא; Rabi Yassa, רִבִּי יָסָא; Rabi Chanina, רִבִּי חֲנִינָא e חֲנִינָה; e, nos paralelos e nos comentários, Rav Yehudá e Rabi Yehudá, filho de Rabi Chiya, Rabi Yochanan, Abaye, Rabá, Rava, Rav Ika de Pashronia, Rav Nachman bar Yitzchak, Rabi Ezra, Rabi Mana, Chagai, Zecharyá e Malachi.
Do hebraico foram retirados só os rótulos de Mishná e de halachá, no começo do primeiro e do segundo segmentos; a marca da coluna 26d da edição de Veneza, que o Sefaria põe no segundo segmento, depois de פיס׳; e a marca da folha 64b da edição de Vilna, que o Sefaria põe no terceiro segmento, depois de תַּנֵּי. Nada foi acrescentado ao hebraico. Foram mantidas a marca פיס׳ e as grafias do Sefaria, como וּמְמַלִּין e מְמַלִּין, בינגיון e משתמיהה, sem vogais, בְּדיוביט, מֵמַר, דְּאַמַר, יִתּוּר e יִיתּוּר, פֹּסֵול, מַעֲלִים e מַעֲלִין, מוֹטִיפִין e מַטִּיפִין, e הַבְּאֵרוֹת הַקַּר.
A Mishná seguinte, que no Yerushalmi abre a Halachá 10:14, a última da massechet, corresponde à avulsa Eruvin 10:15: שֶׁרֶץ שֶׁנִּמְצָא בַמִּקְדָשׁ…, o réptil achado no Templo, que o sacerdote tira com o seu cinto.