Terceira halachá do Perek Chet, Keitzad Mishtattfin (como se faz o shituf), de Massechet Eruvin. A Mishná ensina que, quando os moradores do pátio e os moradores da varanda esqueceram e não fizeram eruv uns com os outros, o que tem dez palmos de altura no pátio pertence à varanda, e o que é menos, ao pátio; e assim a borda em volta do poço e a rocha; mas só quando estão próximas da varanda, a menos de quatro palmos. Na guemará, Rabi Yudan aprende da Mishná que a ruína de Reuven no pátio de Shimon, de que Shimon se serve, é como se fosse dele; discute-se o caso em que para um o uso é por lançamento e para o outro por descida, em que Shmuel e Rav discordam, e como a Mishná se concilia com Rav; Rabi Yochanan e Rabi Achá em nome de Rabi Yonatan dão a ruína ao seu dono, pela porta ou pela janela; Rav Hoshayá ensina o caso das três ruínas; Rabi Yochanan, Rabi Zeira e Rabi Yossi falam do maciço e do vão que se juntam para quatro palmos; Rabi Yirmeyá em nome de Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak fixa a Mishná entre três e quatro palmos; e a halachá termina com o teto e o furo. O Bavli discute esta Mishná em Eruvin 83b a 85b.
Mishná: Os moradores do chatzer (pátio) e os moradores da mirpéset (varanda/balcão) que esqueceram e não fizeram eruv (a junção que permite transportar no Shabat) uns com os outros: tudo o que tem dez tefachim (palmos) de altura pertence à varanda; menos que isso, ao pátio. A chulyat habor (a borda em volta do poço) e a rocha, que têm dez palmos de altura, pertencem à varanda; menos que isso, ao pátio. Em que caso foram ditas estas palavras? Quando está próxima; mas, quando está afastada, ainda que tenha dez palmos de altura, pertence ao pátio. Qual é a próxima? Toda a que não está distante quatro palmos.
E não é ela, a rocha que está no pátio, dos de baixo, os moradores do pátio? Rabi Yudan disse: Isto quer dizer: a churvá (ruína) de Reuven, que está dentro do pátio de Shimon, e Shimon se serve dela, é considerada como se fosse dele.
É simples esta palavra: se para este o acesso é por uma porta, e para este por uma porta, os dois são proibidos de se servir da casa em que há dois pátios.
Se para este o acesso é por zeriká (lançamento), e para este por shilshul (descida, baixando o objeto): Shmuel disse: A descida é permitida, porque é o seu modo costumeiro; e o lançamento é proibido, porque não é o seu modo. Rav disse: Não fez nada.
A nossa Mishná discorda de Rav: “Tudo o que tem dez palmos de altura pertence à varanda; menos que isso, ao pátio.” Responde-se: A Mishná não é o caso de lançamento para este, nem de descida para este; ela trata do que está dentro de três palmos da de cima, e que está acima de dez palmos da de baixo. Em que caso discordam Rav e Shmuel? Quando o seu uso é igual.
Se havia ali uma ruína, entre os dois pátios: Rabi Yochanan disse: Dá-se a ruína ao seu dono. Até aqui, o caso é quando ele se serve da ruína pela sua porta. Se ele se servia da ruína só por uma janela, o que dizer? Rabi Achá disse em nome de Rabi Yonatan: Mesmo assim, dá-se a ruína ao seu dono.
Rabi Elazar beRabi Shimon disse em nome de Rav Hoshayá: Se eram três ruínas: este se serve da ruína que está ao seu lado pela sua porta, e este se serve da ruína que está ao seu lado pela sua porta, e a do meio é proibida.
Quando se diz isso? Quando a do meio é dos dois. Mas, se a do meio era de um homem do mercado, este se serve de uma, e este se serve de uma ruína e da segunda.
Rabi Yochanan disse: O omed (o maciço) e o chalal (o vão) se juntam para completar quatro palmos, desde que o maciço seja maior que o vão. Rabi Zeira perguntou: É preciso que o maciço que está aqui e o maciço que está ali sejam maiores?
Rabi Yossi disse: É simples para Rabi Zeira que o maciço de um lado só não se junta; é simples para ele que o maciço de um lado seja maior. A pergunta não é necessária senão para o caso em que nem mesmo há o segundo maciço.
Rabi Yirmeyá disse em nome de Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak: De três até quatro palmos, disso trata a Mishná. Menos de três palmos, ainda que mais de dez, é permitido; quatro, ainda que menos de dez, é proibido. Mas nós estamos tratando do caso de três até quatro.
Isto é quando não há ali tikrá (teto); mas, se há ali teto, ainda que seja alto quanto for, é dos de baixo. Rabi disse: Isto é quando não há ali nekev (furo); mas, se há ali furo, serve-se pelo furo.
Esta é a terceira halachá do Perek Chet, Keitzad Mishtattfin, de Massechet Eruvin. A halachá ocupa oito segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, e cada um dos outros sete é uma seção desta página, de 01 a 07. A sua Mishná corresponde, pelo conteúdo, à Mishná avulsa Eruvin 8:3, inteira; a Mishná avulsa Eruvin 8:4, הַנּוֹתֵן אֶת עֵרוּבוֹ בְּבֵית שַׁעַר, é a Mishná da Halachá 8:4 do Yerushalmi. Há diferenças de palavras: o Yerushalmi tem אֲפִילוּ הִיא גְבוֹהָה, “ainda que ela tenha a altura”, onde a avulsa tem אֲפִלּוּ גָבוֹהַּ, sem הִיא; e tem אֵי זוֹ הִיא סְמוּכָה, onde a avulsa tem וְאֵיזוֹ הִיא סְמוּכָה, com o vav. As outras diferenças são de grafia e de vocalização: o Yerushalmi tem עֵירְבוּ, כָּל, פָּחוּת, מִכָּן e מִיכָּן, לֶחֲצֵר, na primeira vez, חוּלְיַת e בְּמוּפְלֶגֶת, onde a avulsa tem עֵרְבוּ, כֹּל, פָּחוֹת, מִכָּאן, לֶחָצֵר, חֻלְיַת e בְּמֻפְלֶגֶת; e a avulsa tem vírgulas e pontos onde o Yerushalmi, no Sefaria, tem menos. No Bavli, a Mishná está em Eruvin 83b, com לְמִרְפֶּסֶת na primeira vez, אֲפִילּוּ גָּבוֹהַּ e וְאֵיזוֹ, como a avulsa. O Bavli deste site ainda vai só até Eruvin 61b; por isso esta página não traz links para Eruvin 83b a 85b.
Sobre a Mishná. O Penei Moshe explica que a mirpéset é a construção que se faz em volta das casas, no pátio, alta e comprida, para a qual se abrem os andares de cima, e de que se desce por uma escada ao pátio e do pátio ao domínio público; e que se chamam moradores da varanda os que moram nos andares de cima, porque entram e saem pela varanda. Os dois comentaristas explicam que “esqueceram e não fizeram eruv” é uns com os outros, mas que os do pátio fizeram eruv para si e os da varanda para si. O Penei Moshe explica que um lugar no pátio com dez palmos de altura, como um monte ou uma coluna, é dado à varanda, porque a varanda é alta e o seu uso lhes é cômodo, e que eles podem levar para lá os seus objetos das casas, mas não os do pátio; e que “menos que isso, ao pátio” quer dizer também ao pátio, porque o uso dos dois é igual e os dois dominam ali, e, como não fizeram eruv uns com os outros, os dois estão proibidos de levar para lá os objetos das casas. O Korban HaEdah diz o mesmo: אף לחצר קאמר ששתי הרשויות שולטין בו, “diz também ao pátio, pois os dois domínios dominam nele”. Sobre a borda do poço, o Korban HaEdah explica que é a terra tirada na escavação do poço, com que se cercou a boca do poço; e o Penei Moshe acrescenta que o próprio poço, se estiver cheio de algo que não se move no Shabat, como frutos de tevel, é como a sua borda, mas, se estiver cheio de água, pode baixar de dez palmos quando se tira dela, e então pertence à varanda e ao pátio, e os dois estão proibidos até que façam eruv. Sobre “afastada”, o Penei Moshe explica que, a quatro palmos deles, o uso dos moradores da varanda só seria por lançamento, e assim também os do pátio podem servir-se dela, e por isso os dois estão proibidos. No Bavli, Eruvin 84a, a guemará explica do mesmo modo מַאי ״לֶחָצֵר״? אַף לֶחָצֵר. וּשְׁנֵיהֶן אֲסוּרִין, “o que é ‘ao pátio’? Também ao pátio, e os dois são proibidos”; Rav Huna diz que a varanda da Mishná é לְאוֹתָן הַדָּרִים בַּמִּרְפֶּסֶת, “para os que moram na varanda”; e Abaye explica o poço da Mishná como בְּבוֹר מְלֵיאָה פֵּירוֹת, “um poço cheio de frutos”, de tevel. A Tosefta Eruvin 7:7, na edição de Lieberman, que é 7:6 na edição comum do Sefaria, traz בני חצר ובני מרפסת שעירבו אילו לעצמן ואילו לעצמן, כל שגבוה עשרה טפחים למרפסת, פחות מיכן, לחצר, “os do pátio e os da varanda que fizeram eruv, estes para si e aqueles para si: tudo o que tem dez palmos de altura, à varanda; menos que isso, ao pátio”, e acrescenta que, se eram de muitos e esqueceram e não fizeram eruv, הגג והמרפסת והחצר ואכסדרה כולן רשות אחת הן, “o telhado, a varanda, o pátio e o pórtico são todos um só domínio”.
Sobre as seções 01 e 02. A pergunta “e não é dos de baixo?” é sobre a Mishná: o monte ou a rocha estão no pátio, que é dos moradores de baixo, e a Mishná os dá à varanda; e Rabi Yudan aprende disso que, nas leis do Shabat, conta o uso, e não a posse, e por isso a ruína de Reuven, de que Shimon se serve, é como se fosse de Shimon. No Bavli, Eruvin 84a, uma baraita diz אַנְשֵׁי חָצֵר מִשְׁתַּמְּשִׁין בָּעֲשָׂרָה הַתַּחְתּוֹנִים, וְאַנְשֵׁי עֲלִיָּיה מִשְׁתַּמְּשִׁין בָּעֲשָׂרָה הָעֶלְיוֹנִים, “os do pátio se servem dos dez de baixo, e os do andar de cima, dos dez de cima”. A seção 02 tem paralelo no Bavli, Eruvin 83b: פְּשִׁיטָא, לָזֶה בְּפֶתַח וְלָזֶה בְּפֶתַח — הַיְינוּ חַלּוֹן שֶׁבֵּין שְׁתֵּי חֲצֵירוֹת, “é simples: para este por uma porta e para este por uma porta, é a janela entre dois pátios”; e, no caso de descida para um e lançamento para o outro, אָמַר רַב: שְׁנֵיהֶן אֲסוּרִין. וּשְׁמוּאֵל אָמַר: נוֹתְנִין אוֹתוֹ לָזֶה שֶׁבְּשִׁלְשׁוּל, “Rav disse: os dois são proibidos; e Shmuel disse: dá-se ao que é por descida”, porque o uso deste é cômodo e o daquele, difícil. Assim se entende o “não fez nada” de Rav no Yerushalmi: a diferença entre descida e lançamento não muda nada, e os dois ficam proibidos. Em 83b e 84a, o Bavli também objeta a Rav com esta Mishná, e responde com Rav Huna, que a Mishná fala dos que moram na própria varanda. No Yerushalmi, a resposta é que a Mishná fala do monte que está a menos de três palmos da varanda, como se a tocasse, e acima de dez palmos do pátio; e a discussão de Rav e Shmuel fica para o caso em que o uso é igual. A casa em que há dois pátios, na primeira frase, é lida por Guggenheimer como a casa entre dois pátios.
Sobre as seções 03 e 04. A ruína dada ao seu dono segue a regra de Rabi Yudan na seção 01: quem se serve dela pela sua porta, ou mesmo por uma janela, segundo Rabi Achá em nome de Rabi Yonatan, a recebe. O caso das três ruínas tem paralelo no Bavli, Eruvin 85a e 85b, em nome de Rav: שְׁנֵי בָתִּים וְשָׁלֹשׁ חוֹרָבוֹת בֵּינֵיהֶם. זֶה מִשְׁתַּמֵּשׁ בַּסָּמוּךְ שֶׁלּוֹ עַל יְדֵי זְרִיקָה, וָזֶה מִשְׁתַּמֵּשׁ בַּסָּמוּךְ שֶׁלּוֹ עַל יְדֵי זְרִיקָה, וְהָאֶמְצָעִי — אָסוּר, “duas casas e três ruínas entre elas: este se serve da que está ao seu lado por lançamento, e este se serve da que está ao seu lado por lançamento, e a do meio é proibida”; no Bavli o uso é por lançamento, e no Yerushalmi, pela porta. A ruína do meio que é de um homem do mercado é a de um estranho que não mora ali; e então, na leitura de Guggenheimer, ela é dada a quem de fato se serve dela.
Sobre as seções 05, 06 e 07. A seção 05 está também no Yerushalmi Shabat 11:2, onde se lê הָעוֹמֵד וְהֶחָלָל מִצְטָרְפִין (לָעֲשָׂרָה) בָּאַרָבָּעָה, רִבִּי זְעוּרָא e שֶׁאֵין עוֹמֵד מִצַּד אֶחָד רָבָה, onde aqui está שֶׁיְּהֵא הָעוֹמֵד מִצַּד אֶחָד רָבָה; ver Yerushalmi Shabat 11:2, seção 02, neste site. Aqui ela vem depois da distância de quatro palmos da Mishná, e a seção seguinte volta a essa distância. A seção 06 está também no Yerushalmi Eruvin 1:6, em nome de Rabi Ula, אָמַר רִבִּי עוּלָּא. מִשְּׁלֹשָׁה וְעַד אַרְבָּעָה הִיא מַתְנִיתָה; ver Yerushalmi Eruvin 1:6, seção 05, neste site. O sentido, como explica Guggenheimer, é que a menos de três palmos o monte é como unido à varanda, a quatro palmos ou mais está afastado, e as condições da Mishná valem entre três e quatro. Na seção 07, Guggenheimer entende que se fala do poço construído acima do chão: se está coberto, é dos de baixo; mas, se há na cobertura um furo pelo qual se baixa o balde, os da varanda se servem dele pelo furo. O Bavli de Eruvin 83b a 85b não traz o maciço e o vão nem o teto e o furo.
Leituras incertas. וְלֹא שֶׁל תַּחְתּוֹנִים הִיא, na seção 01, ficou “e não é ela dos de baixo?”, com o sujeito, a rocha que está no pátio, completado em itálico. מִן הַבַּיִת שֶׁבּוֹ שְׁתֵּי חֲצֵירוֹת, na seção 02, ficou “da casa em que há dois pátios”, como está no hebraico, e Guggenheimer corrige שֶׁבּוֹ para בֵּין, “entre”. לֹא עָשָׂה כְלוּם ficou “não fez nada”, e o sentido, que os dois são proibidos, ficou na nota. בְּשָׁוֶוה ficou “quando o seu uso é igual”. מִן הַשּׁוּק ficou “do mercado”, isto é, alguém de fora; e וּבַשֵּׁינִית, “e da segunda”, que é a do meio. לֹא צְרִיכָה דְלֹא אֲפִילוּ עוֹמֵד הַשֵּׁנִי ficou “a pergunta não é necessária senão para o caso em que nem mesmo há o segundo maciço”; Guggenheimer traduz que a dúvida é só sobre o segundo maciço. Em אֲפִילוּ יוֹתֵר מֵעֶשֶׂר e אֲפִילוּ פָחוּת מֵעֶשֶׂר, na seção 06, não se acrescentou a unidade; Guggenheimer acrescenta côvados no texto e fala de palmos na nota. אָמַר רִבִּי, na seção 07, ficou “Rabi disse”, como está no hebraico; Guggenheimer julga que falta o nome de um amorá.
Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Guggenheimer traduz a marca פיס׳ como “Paragraph”, e aqui a marca não foi traduzida e ficou só no hebraico. Na seção 03, ele traduz רִבִּי אָחָא בְשֵׁם רִבִּי יוֹנָתָן como “Rebbi Aḥa in the name of Rebbi Joḥanan”, e aqui ficou Rabi Yonatan. Na seção 04, ele põe entre parênteses, para apagar, “ben Rebbi Simeon”, e traduz רַב הוֹשַׁעְיָה como “Rebbi Hoshaia”; aqui ficaram Rabi Elazar beRabi Shimon e Rav Hoshayá, como no hebraico. Ele escreve “Rebbi Joḥanan”, “Rebbi Ze`ira”, “Rebbi Yose”, “Rebbi Jeremiah”, “Ruben” e “Simeon”, e aqui ficaram Rabi Yochanan, Rabi Zeira, Rabi Yossi, Rabi Yirmeyá, Reuven e Shimon; e as formas inglesas de Shmuel e de Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak ficaram nas formas hebraicas. Na seção 07, ele traduz אָמַר רִבִּי como “Rebbi [] said”. Ele acrescenta entre colchetes palavras que aqui ficaram em itálico. As palavras acrescentadas na tradução ficaram em itálico.
Referências conferidas no Sefaria. Mishná avulsa Eruvin 8:3 e 8:4; Bavli Eruvin 83b, a Mishná e a guemará de Rav e Shmuel; Bavli Eruvin 84a, Rav Huna, “também ao pátio”, Abaye e a baraita dos dez de baixo e dos dez de cima; Bavli Eruvin 85a e 85b, as três ruínas em nome de Rav; Tosefta Eruvin 7:7, na edição de Lieberman, e 7:6, na edição comum; Yerushalmi Shabat 11:2; Yerushalmi Eruvin 1:6; Penei Moshe e Korban HaEdah na Mishná desta halachá. Referências corrigidas: a Mishná desta halachá é, pelo conteúdo, a avulsa Eruvin 8:3, e não a 8:4, que é a Mishná da halachá seguinte; a nota de Guggenheimer que diz “Mishnah 4” não corresponde a esta Mishná; no Bavli, a Mishná e a sua guemará estão em 83b e 84a, e o caso das três ruínas, em 85a e 85b, em nome de Rav, e não em 84b; o Bavli de 83b a 85b não traz o maciço e o vão, nem o teto; a seção 06 está no Yerushalmi Eruvin 1:6 em nome de Rabi Ula, e não de Rabi Yirmeyá; e a Tosefta, no capítulo 7, não traz a ruína de Reuven nem as três ruínas. Não há link para o Bavli, porque o Bavli deste site vai até Eruvin 61b.
Nomes nesta página: Rabi Yudan, רִבִּי יוּדָן, e Reuven e Shimon, רְאוּבֶן e שִׁמְעוֹן, na seção 01; Shmuel, שְׁמוּאֵל, e Rav, רַב, na seção 02; Rabi Yochanan, רִבִּי יוֹחָנָן, Rabi Achá, רִבִּי אָחָא, e Rabi Yonatan, רִבִּי יוֹנָתָן, na seção 03; Rabi Elazar beRabi Shimon, רִבִּי אֶלְעָזָר בֵּירִבִּי שִׁמְעוֹן, e Rav Hoshayá, רַב הוֹשַׁעְיָה, na seção 04; Rabi Zeira, רִבִּי זְעִירָא, e Rabi Yossi, רִבִּי יוֹסֵה, na seção 05; Rabi Yirmeyá, רִבִּי יִרְמְיָה, e Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak, רִבִּי שְׁמוּאֵל בַּר רַב יִצְחָק, na seção 06; e Rabi, רִבִּי, na seção 07. Na nota: Rav Huna e Abaye, do Bavli, e Rabi Ula, do Yerushalmi Eruvin 1:6.
Do hebraico foram retirados só os rótulos de Mishná e de halachá, no começo do primeiro e do segundo segmentos, e os marcadores das páginas da edição de Vilna 52a, no terceiro segmento, antes de רַב אָמַר, e 52b, no sétimo segmento, antes de הִיא מַתְנִיתָא. Não há marcador numérico nesta halachá, nem parênteses ou colchetes, e nada foi acrescentado. Foram mantidas a marca פיס׳ e as grafias do Sefaria, como לֶחֲצֵר ao lado de לֶחָצֵר, וּזְרִיקְה, שֶׁאֵינְהּ, מַתְנְִיתִין, com dois sinais sob o nun, e נֶקֵב ao lado de נֶקֶב; os dois pontos no fim da Mishná são do Sefaria.
A Mishná seguinte, Eruvin 8:4, no Yerushalmi, trata de quem põe o seu eruv na casa do portão, no pórtico ou na varanda: “הַנוֹתֵן אֶת עֵירוּבוֹ בְּבֵית שַׁעַר בְּאֶכְסֶדְרָה וּמַרְפֶּסֶת אֵינוֹ עֵירוּב…”, e ensina que esse não é eruv.