Talmud Yerushalmi · Massechet Eruvin · Perek Chet · Halachá 4
עֵרוּבִין

O eruv na portaria, no pórtico e na varanda, no palheiro e no estábulo, e o direito de uso do dono da casa

Perek Chet, Keitzad Mishtattfin, Halachá 4, no Talmud Yerushalmi, Massechet Eruvin

Quarta halachá do Perek Chet, Keitzad Mishtattfin (como se faz o shituf), de Massechet Eruvin. A Mishná ensina que quem põe o seu eruv na portaria, no pórtico e na varanda não fez eruv, e quem mora ali não impõe proibição; mas, no palheiro, no estábulo, no depósito de lenha e no depósito, é eruv, e quem mora ali impõe proibição; e Rabi Yehudá diz que, se o dono da casa tem ali direito de uso, quem mora ali não impõe proibição. Na guemará, Rabi Yehudá, em nome de Rav, limita a Mishná à portaria de um indivíduo; os da casa de Rabi Yanai dizem que basta uma estaca para pendurar o sapato, Rabi Ba bar Chinená acrescenta tampas e uma tábua, e Rav exige uma coisa que se move no Shabat; Rav julga o caso do galinheiro na casa do companheiro; e os discípulos de Rabi Yochanan, em Achbari, ouvem dos da casa de Rabi Yanai que a halachá é como Rabi Yudá. O Bavli discute esta Mishná em Eruvin 85b e 86a.

A Mishná · מַתְנִיתִין

הַנוֹתֵן אֶת עֵירוּבוֹ בְּבֵית שַׁעַר בְּאֶכְסֶדְרָה וּמַרְפֶּסֶת אֵינוֹ עֵירוּב וְהַדָּר שָׁם אֵינוֹ אוֹסֵר עָלָיו. בְּבֵית הַתֶּבֶן בְּבֵית הַבָּקָר בְּבֵית הָעֵצִים בְּבֵית הָאוֹצָרוֹת הֲרֵי זֶה עֵירוּב וְהַדָּר שָׁם אוֹסֵר עָלָיו. רִבִּי יְהוּדָה אוֹמֵר אִם יֵשׁ שָׁם תְּפוּסַת יָד שֶׁל בַעַל הַבַּיִת אֵינוֹ אוֹסֵר עָלָיו:

Mishná: Quem põe o seu eruv (a junção que permite transportar no Shabat) no beit sha’ar (portaria), na achsadrá (pórtico) e na mirpéset (varanda/balcão), não é eruv; e quem mora ali não impõe proibição sobre ele. No beit hateven (palheiro), no beit habakar (estábulo), no beit haetzim (depósito de lenha) e no beit haotzarot (depósito), eis que é eruv; e quem mora ali impõe proibição sobre ele. Rabi Yehudá diz: Se há ali tefusat yad (direito de uso) do dono da casa, quem mora ali não impõe proibição sobre ele.

A Halachá · הֲלָכָה ד

01A portaria de um indivíduo e a portaria de muitos
Yerushalmi · Eruvin 8:4
פיס׳. רִבִּי יְהוּדָה בְשֵׁם רַב. הָדָא דְאַתָּ מַר בְּבֵית שַׁעַר שֶׁלְיָחִיד. אֲבָל בְּבֵית שַׁעַר שֶׁלְרַבִּים הֲרֵי זֶה עֵירובּ וְהַדָּר שָׁם אוֹסֵר עָלֶיךָ.

Rabi Yehudá disse em nome de Rav: Isto que tu dizes é no beit sha’ar de um yachid (indivíduo); mas, no beit sha’ar de muitos, eis que o eruv posto ali é eruv, e quem mora ali impõe proibição sobre ti.

02A estaca para pendurar o sapato, o galinheiro e a halachá como Rabi Yudá
Yerushalmi · Eruvin 8:4
דְּבֵי רִבִּי יַנַּאי אָמְרֵי. אֲפִילוּ יָתֵד לִתְלוֹת בָּהּ מִנְעָלוֹ. רִבִּי בָּא בַּר חִינְנָא אָמַר. אֲפִילוּ נְשָׁתוֹת אֲפִילוּ טַבֻּלָא. רַב אָמַר. וּבִלְבַד דָּבָר הַנִּיטֵּל בַּשַּׁבָּת.

Os da casa de Rabi Yanai dizem: Mesmo uma yated (estaca) para pendurar nela o seu sapato, para que seja tefusat yad. Rabi Ba bar Chinená disse: Mesmo neshatot (tampas de vasos), mesmo uma tabulá (tábua). Rav disse: Desde que seja uma coisa que se move no Shabat.

אָמַר רִבִּי בָּא. מַעֲשֶׂה בְּאֶחָד שֶׁהָיָה לוֹ לוּל שֶׁלְתַּרְנְגוֹלִין לִפְנִים מִבֵּיתוֹ שֶׁלְחֲבֵירוֹ. נִכְנָס שֶׁלֹּא בִרְשׁוּתוֹ. אֲתַא עוֹבְדָא קוֹמֵי רַב. אָמַר. כֵּיוָן שֶׁזְּקוּק לִיתֵּן לִפְנֵיהֶן מַיִם כְּמִי שֶׁהוּא דָּבָר הַנִּיטֵּל בַּשַּׁבָּת.

Rabi Ba disse: Houve um caso com um homem que tinha um lul (abrigo) de galinhas dentro da casa do seu companheiro, e entrava ali sem a permissão dele. O caso veio diante de Rav. Ele disse: Já que ele precisa pôr água diante delas, é como se fosse uma coisa que se move no Shabat.

רִבִּי יַעֲקֹב בְּשֵׁם שְׁמוּאֵל. תַּלְמִידוֹי דְרִבִּי יוֹחָנָן סָלְקוֹן לְעַכְבָּרִי וְסָמְכוֹן עַל הָדָא דְרִבִּי יַנַּאי.

Rabi Yaakov disse em nome de Shmuel: Os discípulos de Rabi Yochanan subiram a Achbari e se apoiaram nesta palavra de Rabi Yanai.

חִזְקִיָּה לֹא אָמַר כֵּן אֶלָּא רִבִּי חִיָיה רִבִּי אַסִּי וְרִבִּי אַמִּי סָלְקוֹן לְעַכְבָּרִי וְשָׁמְעוּן מִן דְּבֵית רִבִּי יַנַּאי. הֲלָכָה כְרִבִּי יוּדָה.

Chizkiyá não disse assim, mas disse: Rabi Chiya, Rabi Assi e Rabi Ami subiram a Achbari e ouviram dos da casa de Rabi Yanai esta palavra: A halachá é como Rabi Yudá da Mishná.

Nota

Esta é a quarta halachá do Perek Chet, Keitzad Mishtattfin, de Massechet Eruvin. A halachá ocupa três segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, e cada um dos outros dois é uma seção desta página, 01 e 02. A sua Mishná corresponde, pelo conteúdo, à Mishná avulsa Eruvin 8:4, inteira. Há diferenças de palavras: o Yerushalmi tem בְּאֶכְסֶדְרָה, “no pórtico”, com a preposição, onde a avulsa tem אַכְסַדְרָה; o Yerushalmi tem בְּבֵית הַבָּקָר בְּבֵית הָעֵצִים בְּבֵית הָאוֹצָרוֹת, sem o vav, onde a avulsa tem וּבְבֵית em cada um; e o Yerushalmi tem תְּפוּסַת יָד, onde a avulsa tem תְּפִיסַת יָד. As outras diferenças são de grafia e de vocalização: o Yerushalmi tem הַנוֹתֵן, עֵירוּבוֹ e עֵירוּב, וּמַרְפֶּסֶת, רִבִּי, יֵשׁ e בַעַל, onde a avulsa tem הַנּוֹתֵן, עֵרוּבוֹ e עֵרוּב, וּמִרְפֶּסֶת, רַבִּי, יֶשׁ e בַּעַל; e a avulsa tem vírgulas e pontos onde o Yerushalmi, no Sefaria, não tem. No Bavli, a Mishná está em Eruvin 85b, com בֵּית הַתֶּבֶן וּבֵית הַבָּקָר, sem a preposição, com תְּפִיסַת יָד, e com אוֹסֵר e אֵינוֹ אוֹסֵר, sem עָלָיו, na segunda parte. O Bavli deste site ainda vai só até Eruvin 61b; por isso esta página não traz links para Eruvin 85b e 86a.

Sobre a Mishná. O Penei Moshe explica que a portaria é o lugar junto ao portão do pátio, diante das casas, onde se senta o guarda para impedir que os muitos entrem no pátio, e que a portaria, o pórtico e a varanda não são lugar de moradia; por isso não é eruv, porque o eruv precisa de lugar de moradia. Ele acrescenta que, na portaria de muitos, em que muitos pisam, quem mora ali não impõe proibição, mas que, na portaria de um indivíduo, como a casa de fora quando há duas casas, uma dentro da outra, quem mora ali impõe proibição até que dê o seu eruv; e que, mesmo na portaria de um indivíduo, o eruv não se põe. O Korban HaEdah explica que a portaria é o lugar junto ao portão do pátio, em que se costuma pôr um guarda para que os do domínio público não entrem, e que quem mora ali não impõe proibição e não precisa dar o pão, porque não é moradia. Sobre o palheiro, o Korban HaEdah explica que, se o dono da casa emprestou o seu palheiro a outro para morar ali, este impõe proibição no pátio, porque o palheiro se abre para o pátio. Sobre o direito de uso, o Korban HaEdah explica que o dono da casa tem um lugar na moradia daquele em que guarda os seus objetos, e que então todo o domínio do pátio é dele, como se morasse com ele na casa; e o Penei Moshe, que então os que moram ali são como hóspedes do dono da casa, mas só se o dono da casa deixou ali uma coisa que não se pode mover no Shabat, como tevel ou עששיות, porque, se é coisa que se move no Shabat, ele poderia tirá-la naquele dia e não ficaria ali direito de uso, e acrescenta וכן הלכה, “e assim é a halachá”. A Tosefta Eruvin, conferida no Sefaria na edição comum e na de Lieberman, não traz paralelo direto desta Mishná.

Sobre a seção 01. O Korban HaEdah explica que “isto que tu dizes” é a palavra da Mishná de que a portaria não serve para o eruv; que a portaria de um indivíduo é a do pátio de um só, que não é fixa nem muito necessária, porque ele pode trancar o seu pátio; e que a portaria de muitos é a do pátio que precisa ficar sempre aberto para os que entram e saem, e precisa de muita guarda, e por isso é como casa fixa, põe-se nela o eruv, e quem mora ali impõe proibição. A mesma palavra está no Yerushalmi Eruvin 6:6, דָּמַר רִבִּי בָּא בַּר יְהוּדָה בְשֵׁם רַב. הָדָא דְתֵימַר בְּבֵית שַׁעַר שֶׁלְיָחִיד, em nome de Rav, por Rabi Ba bar Yehudá, e com הֲרֵי זֶה אוֹסֵר עָלָיו, “eis que impõe proibição sobre ele”; ver Yerushalmi Eruvin 6:6, seção 02, neste site. O Penei Moshe remete ao Perek HaDar, halachá 5, que no Sefaria é a halachá 6:6. No Bavli, Eruvin 85b, Rav Yehudá, filho de Rav Shmuel bar Shilat, também separa a portaria de um indivíduo: כׇּל מָקוֹם שֶׁאָמְרוּ הַדָּר שָׁם אֵינוֹ אוֹסֵר — הַנּוֹתֵן אֶת עֵירוּבוֹ אֵינוֹ עֵירוּב, חוּץ מִבֵּית שַׁעַר דְּיָחִיד, “todo lugar em que disseram que quem mora ali não impõe proibição, quem põe ali o seu eruv não fez eruv, exceto a portaria de um indivíduo”.

Sobre a seção 02. O Penei Moshe explica que, mesmo se o dono da casa deixou ali só uma estaca para pendurar nela o seu sapato, isso já se chama direito de uso; e que נְשָׁתוֹת são as tampas dos vasos. Ele propõe ainda outra leitura: a seção falaria do palheiro e do depósito de lenha, que, se o dono do pátio emprestou a alguém para pôr ali palha ou lenha, são como lugar de moradia, e quem o tomou emprestado impõe proibição, mesmo se só lhe emprestou lugar para fixar uma estaca, ou para tampas, ou para uma tábua; e assim se entende bem a palavra de Rav, que é preciso que seja coisa que se move no Shabat, de que ele pode servir-se naquele dia, e é como se morasse ali. O Korban HaEdah explica que נְשָׁתוֹת parece ser a tampa de um vaso, e que há quem leia נששית, como עששית, uma grande peça de ferro; e que טַבֻּלָא é uma tábua de madeira, ou talvez טבלו, frutos não dizimados. Para ele, Rav ensina que só a coisa que se move no Shabat é direito de uso, e discorda de Rabi Ba bar Chinená, para quem a coisa que se move no Shabat não é direito de uso, porque, se quiser, a pega e a joga para fora. Sobre o galinheiro, o Korban HaEdah explica que a dúvida era se quem morava na casa impõe proibição, porque as galinhas são como coisa que não se move no Shabat, e que Rav respondeu que, já que ele precisa pôr água diante delas, é como coisa que se move no Shabat; o Penei Moshe explica que, por isso, é como se ele tivesse permissão de entrar ali no Shabat, e impõe proibição ao dono da casa até que façam eruv. Os dois explicam que Achbari é nome de lugar; e o Penei Moshe explica que Chizkiyá não diz que os discípulos só se apoiaram em Rabi Yanai para uma decisão do momento, mas que ouviram dos da casa de Rabi Yanai que fixaram a halachá como Rabi Yehudá da Mishná. No Bavli, Eruvin 85b, pergunta-se הֵיכִי דָּמֵי תְּפִיסַת יָד? כְּגוֹן חֲצֵירוֹ שֶׁל בּוֹנְיָיס, “como é o direito de uso? Como o pátio de Bonyas”, e o relato de Bonyas continua em 86a; ali, Rabá bar bar Chana diz כְּגוֹן יָתֵד שֶׁל מַחֲרֵישָׁה, “como a estaca de um arado”; Rav Nachman traz, da casa de Shmuel, דָּבָר הַנִּיטָּל בְּשַׁבָּת — אוֹסֵר. דָּבָר שֶׁאֵינוֹ נִיטָּל בְּשַׁבָּת — אֵינוֹ אוֹסֵר, “coisa que se move no Shabat impõe proibição; coisa que não se move no Shabat não impõe proibição”; e uma baraita diz יֵשׁ לוֹ טֶבֶל, יֵשׁ לוֹ עֲשָׁשִׁית, וְכׇל דָּבָר שֶׁאֵינוֹ נִיטָּל בְּשַׁבָּת — אֵינוֹ אוֹסֵר, “se ele tem ali tevel, se tem ali uma barra de metal, ou qualquer coisa que não se move no Shabat, não impõe proibição”. O Bavli segue, assim, a regra que o Penei Moshe dá na Mishná, e a palavra de Rav no Yerushalmi, na leitura do Korban HaEdah, vai no sentido contrário. Guggenheimer, com o Rabenu Chananel, lê עֲשָׁשִׁית em vez de נְשָׁתוֹת.

Leituras incertas. תְּפוּסַת יָד ficou transliterado, com a glosa “direito de uso”, seguindo os comentaristas. עָלֶיךָ, na seção 01, ficou “sobre ti”, como está no hebraico, onde a Mishná tem עָלָיו. נְשָׁתוֹת ficou transliterado, com a glosa “tampas de vasos”, do Penei Moshe e do Korban HaEdah, e não “barra de metal”, que seria a leitura de Guggenheimer; טַבֻּלָא ficou “tábua”. וּבִלְבַד דָּבָר הַנִּיטֵּל בַּשַּׁבָּת ficou “desde que seja uma coisa que se move no Shabat”, sem decidir no texto entre as duas leituras da nota. לוּל שֶׁלְתַּרְנְגוֹלִין ficou “um lul de galinhas”, com a glosa “abrigo”. נִכְנָס שֶׁלֹּא בִרְשׁוּתוֹ ficou “e entrava ali sem a permissão dele”, como explica o Korban HaEdah, que ele podia entrar sem a permissão dos donos que moravam na casa. לְעַכְבָּרִי ficou “a Achbari”, nome de lugar. לֹא אָמַר כֵּן אֶלָּא ficou “não disse assim, mas disse”, com o verbo completado em itálico.

Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Guggenheimer traduz a marca פיס׳ como “New paragraph”, e aqui a marca não foi traduzida e ficou só no hebraico. Na seção 01, ele anota que se deve ler Rav em vez de רִבִּי antes de יְהוּדָה, e aqui ficou Rabi Yehudá, como no hebraico. Na seção 02, ele escreve “Rebbi Abba bar Ḥinena” e “Rebbi Abba”, e aqui ficaram Rabi Ba bar Chinená e Rabi Ba; traduz נְשָׁתוֹת como “metal plate”, pela leitura עֲשָׁשִׁית, e aqui ficou neshatot; escreve “Akhbara”, e aqui ficou Achbari, como לְעַכְבָּרִי; e as formas inglesas de Rabi Yaakov, Shmuel, Rabi Yochanan, Chizkiyá, Rabi Ami e Rabi Yudá ficaram nas formas hebraicas. As palavras acrescentadas na tradução ficaram em itálico.

Referências conferidas no Sefaria. Mishná avulsa Eruvin 8:4; Bavli Eruvin 85b, a Mishná, Rav Yehudá filho de Rav Shmuel bar Shilat e o pátio de Bonyas; Bavli Eruvin 86a, Rabá bar bar Chana, a casa de Shmuel e a baraita do tevel; Yerushalmi Eruvin 6:6; Tosefta Eruvin, nas duas edições, sem paralelo direto; Penei Moshe e Korban HaEdah na Mishná e na guemará desta halachá. Referências corrigidas: a Mishná desta halachá é, pelo conteúdo, a avulsa Eruvin 8:4, como indica a nota de Guggenheimer; o Bavli de Eruvin 85b e 86a não traz a expressão בֵּית דִּירָה, nem a estaca para pendurar o sapato, mas a estaca de um arado, em nome de Rabá bar bar Chana, em 86a; a palavra paralela à da seção 01 está no Yerushalmi Eruvin 6:6, em nome de Rabi Ba bar Yehudá, e o Penei Moshe a cita como halachá 5 do Perek HaDar; e a Tosefta Eruvin não tem paralelo desta Mishná. Não há link para o Bavli, porque o Bavli deste site vai até Eruvin 61b.

Nomes nesta página: Rabi Yehudá, רִבִּי יְהוּדָה, na Mishná e na seção 01; Rav, רַב, nas seções 01 e 02; os da casa de Rabi Yanai, דְּבֵי רִבִּי יַנַּאי, Rabi Ba bar Chinená, רִבִּי בָּא בַּר חִינְנָא, Rabi Ba, רִבִּי בָּא, Rabi Yaakov, רִבִּי יַעֲקֹב, Shmuel, שְׁמוּאֵל, Rabi Yochanan, רִבִּי יוֹחָנָן, Chizkiyá, חִזְקִיָּה, Rabi Chiya, רִבִּי חִיָיה, Rabi Assi, רִבִּי אַסִּי, Rabi Ami, רִבִּי אַמִּי, e Rabi Yudá, רִבִּי יוּדָה, na seção 02. Na nota: Rav Yehudá filho de Rav Shmuel bar Shilat, Rabá bar bar Chana e Rav Nachman, do Bavli, e Rabi Ba bar Yehudá, do Yerushalmi Eruvin 6:6.

Do hebraico foram retirados só os rótulos de Mishná e de halachá, no começo do primeiro e do segundo segmentos, e o marcador da página 53a da edição de Vilna, no terceiro segmento, antes de לֹא אָמַר כֵּן. Não há marcador numérico nesta halachá, nem parênteses ou colchetes, e nada foi acrescentado. Foram mantidas a marca פיס׳ e as grafias do Sefaria, como הַנוֹתֵן, sem o daguesh, עֵירובּ, com o daguesh no bet, na seção 01, e אֲתַא; os dois pontos no fim da Mishná são do Sefaria.

A Mishná seguinte, Eruvin 8:5, no Yerushalmi, trata de quem deixa a sua casa e vai passar o Shabat em outra cidade: “הַמַּנִּיחַ אֶת בֵּיתוֹ וְהָלַךְ לִשְׁבּוֹת בְּעִיר אַחֶרֶת…”.