Sexta halachá do Perek Zayin, Challon (janela), de Massechet Eruvin. Depois do monte de palha entre dois pátios, a Mishná ensina como se faz o shituf (a sociedade do beco): um dos moradores põe o barril e diz que ele é para todos os moradores do beco, e faz que eles o adquiram por meio do seu filho e da sua filha maiores, do seu servo e da sua serva hebreus e da sua mulher; mas não por meio do seu filho e da sua filha menores, nem do seu servo e da sua serva cananeus, porque a mão deles é como a sua mão. Na guemará, ensina-se que não se faz adquirir com o barril que está na adega, e Rav Hoshayá dá a razão. Depois vem a pergunta sobre a serva hebreia, que, se é maior, já saiu livre, e, se é menor, faz surgir a questão de se o menor adquire: Rabi Yudan bar Shalom e Rabi Yossi, a noz e a pedrinha de Rav Nachman bar Yaakov, Rav Huna, o presente do menor, o roubo feito ao menor e o método dos paiotot, até a distinção dos rabanan de Cesareia. Por fim, a Mishná da vaca emprestada, enviada pela mão do servo, com Rabi Lazar e Rabi Yochanan, a objeção de Rabi Zeira, e a solução segundo Rabi Meir, que faz a mão do servo como a mão do seu senhor, mas, segundo um taná, não a mão da mulher como a mão do seu marido. O Bavli discute esta mesma Mishná em Eruvin 79b e 80a.
Mishná: Como se associam os moradores no mavoi (beco)? Põe a chavit (barril) e diz: Eis que esta é para todos os moradores do mavoi; e mezake (faz adquirir) o barril a eles por meio do seu filho e da sua filha maiores, e por meio do seu servo e da sua serva hebreus, e por meio da sua mulher. Mas não lhes faz adquirir nem por meio do seu filho e da sua filha menores, nem por meio do seu servo e da sua serva cananeus, porque a mão deles é como a sua mão.
Ensinou-se: Não lhes faz adquirir o shituf com a chavit que está no martef (adega). Disse Rav Hoshayá: É para que não esqueça e a beba.
De que tratamos, quanto à serva hebreia? Se com uma guedolá (maior de idade), ela já adquiriu a si mesma pelos simanin (sinais de idade). Se com uma ketaná (menor), o menor adquire? Disse Rabi Yudan bar Shalom diante de Rabi Yossi: Explica-se segundo quem disse: O menor separa terumá (a porção do sacerdote). Disse-lhe: E mesmo segundo quem disse: O menor não separa terumá, o menor adquire. Segundo a opinião dos rabanan (os sábios) de lá, está bem; pois lá dizem em nome de Rav Nachman bar Yaakov: Todo aquele a quem dão uma noz e ele a joga fora, uma pedrinha e ele a toma, quem acha algo na sua mão é como quem acha algo jogado ao monte de lixo. Se lhe dão uma noz e ele a toma, uma pedrinha e ele a joga fora, roubá-lo é roubo, por causa dos darchei shalom (caminhos da paz). Uma noz e uma pedrinha, e ele a toma, a guarda e a traz depois de um tempo, roubá-lo é roubo completo.
Este adquire para si mesmo, mas não para outros. Rav Huna disse: Assim como adquire para si mesmo, assim também adquire para outros. Todos concordam que o presente dele não é presente, pois está escrito: “Quando um homem der” (Shemot 22:6); o presente de um homem é presente, o presente de um menor não é presente. São palavras dos chachamim (os sábios). Rabi Yudá ben Pazi em nome de Rabi Yochanan, e Rabi Yaakov em nome de Rabi Yochanan: Nunca o roubo feito a ele é claro, até que traga dois pelos da puberdade. Rabi Abahu em nome de Rabi Yochanan: Isto que dizes é para tirar dele o que roubou em julgamento; mas, para o korban (sacrifício) e para o juramento, todo o mundo concorda: não há obrigação até que traga dois pelos.
Porém, segundo os rabanan daqui, Rabi Yossi perguntou: Sendo assim, o menor nem para si mesmo adquira, pois está escrito: “ao seu próximo” (Shemot 22:6), até que seja como o seu próximo. Rabi Yossi beRabi Bun disse em nome de Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak: Trataram a questão pelo método dos paiotot (as crianças pequenas), como ensinamos na Mishná: Os paiotot, a sua compra é compra e a sua venda é venda, nos metaltelin (bens móveis). Mas não ensinamos aqui: “Mas não faz adquirir nem por meio do seu filho e da sua filha menores, nem por meio do seu servo e da sua serva cananeus, porque a mão deles é como a sua mão”? Os rabanan de Cesareia dizem: Aqui se trata de quando a criança tem daat (discernimento); aqui se trata de quando a criança não tem discernimento.
Lá ensinamos: “Quem toma emprestada uma vaca, e o dono a enviou a ele pela mão do seu filho, ou pela mão do seu servo, ou pela mão do seu shaliach (enviado)… e ela morreu, quem a tomou emprestada está isento.” Isto não diz que o servo faz adquirir a vaca do seu senhor a outro? Disse Rabi Lazar: Explica-se a Mishná com um eved ivri (servo hebreu). Disse Rabi Yochanan: E mesmo que digas que é com um eved kenaani (servo cananeu), explica-se quando quem toma emprestado lhe diz: Abre-lhe a porta, e ela vem por si mesma. E assim se ensinou: Se a conduziu, se a puxou, se a chamou e ela veio, ficou obrigado a pagar por ela como quem toma emprestado. Rabi Zeira entendeu a questão a partir de: “Mas não faz adquirir nem por meio do seu filho e da sua filha menores, nem por meio do seu servo e da sua serva cananeus, porque a mão deles é como a sua mão.” Isto não diz que o servo não adquire do seu senhor para outro?
Explica-se a Mishná segundo Rabi Meir, que disse: A mão do servo é como a mão do seu senhor. Mas não se ensinou na Mishná: “a sua mulher”? Tens como dizer isso, se Rabi Meir fez a mão da mulher como a mão do seu marido? Rabi Chananiá disse em nome de Rabi Pinchas: Explica-se segundo este taná (mestre da Mishná), como se ensinou: A sua mulher não resgata para ele o maaser sheni (o segundo dízimo). E Rabi Shimon ben Elazar diz, em nome de Rabi Meir: A sua mulher resgata para ele o maaser sheni. Pois, segundo este taná, Rabi Meir fez a mão do servo como a mão do seu senhor, e não fez a mão da mulher como a mão do seu marido.
Esta é a sexta halachá do Perek Zayin, Challon, de Massechet Eruvin. A halachá ocupa quatro segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, e os outros três são as três seções desta página; os segmentos longos foram divididos em pares de hebraico e português, sem que nenhum segmento fosse dividido em duas seções. A sua Mishná corresponde à Mishná avulsa Eruvin 7:6, inteira e sem diferença de sentido; as diferenças são só de grafia: o Yerushalmi tem מַנִּיחַ, בְּנֵי הַמָּבוֹי, עַבְדוֹ, na segunda vez, e שֶׁיָדָן, onde a avulsa tem מֵנִיחַ, בְּנֵי מָבוֹי, עַבְדּוֹ e שֶׁיָּדָן; a avulsa tem as vírgulas, e o Yerushalmi, no Sefaria, só os pontos. No Bavli, a Mishná está em Eruvin 79b, com לכל בני מבוי, como a avulsa. Ali a guemará traz a palavra de Rav Yehudá, de que o barril do shituf dos becos precisa ser levantado do chão um palmo; e em Eruvin 80a, a baraita כיצד משתתפין במבוי, “como se associam no mavoi”: trazem um barril de vinho, de azeite, de tâmaras, de figos secos ou de outras frutas; se é do seu, precisa fazer adquirir, e, se é deles, precisa avisar; e a disputa de Rav e Shmuel sobre se o shituf precisa de que se faça adquirir. Em Eruvin 80a também se diz אשתו של אדם מערבת שלא מדעתו, “a mulher de um homem faz o eruv sem que ele saiba”. O Bavli deste site ainda vai só até Eruvin 61b; por isso esta página não traz o link para a discussão do Bavli sobre esta Mishná, em Eruvin 79b e 80a.
Sobre a Mishná. O Penei Moshe explica que ele põe o barril do que é seu, se quiser, e não precisa recolher de cada um; mas, quando é do seu, precisa fazer-lhes adquirir por meio de outro; que não se faz adquirir por meio do filho e da filha menores, porque a mão deles é como a sua, e não é aquisição por meio de outro; e que quem adquire precisa levantar o barril um palmo do chão. Sobre a serva hebreia, diz que ela só se acha quando é menor, pois a maior já saiu livre pelos sinais de idade, e que o menor que não é seu filho pode adquirir para outros numa coisa que é das palavras dos escribas. O Korban HaEdah diz que, se o barril é deles, não precisa fazer adquirir, e que ele diz aos que adquirem: “recebei este barril e adquiri-o em nome de todos os moradores do mavoi”. A Tosefta Eruvin 6:1, na edição comum do Sefaria e na de Lieberman, ensina o mesmo: שיתוף מבוי כיצד, “o shituf do mavoi, como é?”: põe um barril de vinho, de azeite, de cereal, de figos secos ou de azeitonas, do seu ou do companheiro, e diz הרי זו, “eis que esta é”; se era deles, não precisa fazer adquirir; se era do seu, levanta-o do chão e diz זכיתי לכם, “fiz-vos adquirir”.
Sobre a primeira seção. O Korban HaEdah explica que se receia que ele esqueça que lhes fez adquirir o barril e o beba para a sua necessidade, e então não seria shituf, pois basta o seu pensamento para tirá-lo do primeiro propósito. O Penei Moshe diz שמא ישכח וישתנה, “para que não esqueça e se altere”, e parece ler outra palavra. Guggenheimer remete ao Bavli, Eruvin 68a, onde se ensina אין משתתפין באוצר, “não se faz o shituf com um depósito”, e outra baraita diz que se faz; ali Rav Oshaya responde que uma é de Beit Shammai e a outra de Beit Hillel; o Bavli não fala ali da adega. A Tosefta Eruvin 6:3, na edição comum, que é 6:5 em Lieberman, diz אין משתתפין לא באוצר ולא במבוי אלא אם כן ייחד לו מקום, em Lieberman, “não se faz o shituf nem num depósito nem no mavoi, a não ser que se lhe tenha designado um lugar”.
Sobre a segunda seção. Esta seção está também no Yerushalmi Maaser Sheni 4:3, com outra grafia e pequenas diferenças, e, a partir da palavra sobre os rabanan de lá, no Yerushalmi Gittin 5:9. O Penei Moshe e o Korban HaEdah explicam que a pergunta é sobre a serva hebreia da Mishná: se é maior, já adquiriu a si mesma pelos sinais de idade, como ensina a Mishná Kidushin 1:2, יתרה עליו אמה העבריה, שקונה את עצמה בסימנין, “a serva hebreia tem a mais que ele que adquire a si mesma pelos sinais”; se é menor, como o menor adquire para outros? Rabi Yudan bar Shalom responde segundo quem diz que o menor separa terumá, e, para o Penei Moshe, isto é a partir da idade dos votos; a Mishná Terumot 1:1 conta o menor entre os cinco que não separam terumá, e o Yerushalmi Terumot 1:1 diz que essa Mishná não é segundo Rabi Yudá, que ensina קטן שהניחו אביו במקשה והיה תורם ואביו מוכר על ידיו תרומתו תרומה, “o menor que o pai deixou no campo de pepinos e separava terumá, e o pai vendia por meio dele: a sua terumá é terumá”. O Penei Moshe diz que se deve ler “e mesmo segundo quem disse: o menor separa terumá”, como no Yerushalmi Maaser Sheni 4:3, que tem הַקָּטָן תּוֹרֵם; aqui o hebraico tem אֵין הַקָּטָן תּוֹרֵם, e a tradução seguiu o hebraico. Os rabanan de lá são os da Babilônia, segundo o Penei Moshe e o Korban HaEdah, e as palavras de Rav Nachman bar Yaakov são três medidas do menor: o que joga fora a noz e guarda a pedrinha não tem discernimento nenhum; o que guarda a noz e joga fora a pedrinha tem um pouco, e roubá-lo é roubo por causa dos caminhos da paz; e o que guarda os dois e os traz quando lhe pedem distingue, e roubá-lo é roubo completo. O versículo “quando um homem der ao seu próximo” é Shemot 22:6, כִּי יִתֵּן אִישׁ אֶל רֵעֵהוּ, conferido. O Korban HaEdah explica que, para o juramento, quem jurou falso ao menor e depois confessou não traz o sacrifício do juramento; e que os rabanan daqui são da Terra de Israel. A Mishná dos paiotot é a Mishná avulsa Gittin 5:7, הַפָּעוֹטוֹת, מִקָּחָן מִקָּח וּמִמְכָּרָן מִמְכָּר, בְּמִטַּלְטְלִין, que no Yerushalmi é a halachá 5:9; o Korban HaEdah diz que os paiotot são as crianças espertas de seis a dez anos, e o Penei Moshe, que são como de sete ou oito anos, que entendem de compra e venda. Para o Korban HaEdah, a primeira parte da Mishná, com a serva hebreia menor, fala da criança que tem discernimento, e o fim da Mishná, com o filho e a filha menores, da que não tem.
Sobre a terceira seção. A Mishná citada é a Mishná avulsa Bava Metzia 8:3, הַשּׁוֹאֵל אֶת הַפָּרָה, וְשִׁלְּחָהּ לוֹ בְּיַד בְּנוֹ, בְּיַד עַבְדּוֹ, בְּיַד שְׁלוּחוֹ; o Yerushalmi tem הַשּׁוֹאֵל פָּרָה, e o sinal de reticências está no hebraico do Sefaria. A Mishná continua: se quem toma emprestado disse ao dono “envia-a pela mão do teu servo”, e ela morreu, é obrigado. Esta seção está também no Yerushalmi Maaser Sheni 4:3 e no Yerushalmi Kidushin 1:3. O Penei Moshe explica a pergunta: se quem toma emprestado é obrigado quando a vaca está na mão do servo do dono, é porque o servo faz adquirir do seu senhor a outro, pois, de outro modo, a mão do servo seria como a mão do seu senhor e a vaca teria morrido no domínio do dono. Rabi Lazar responde com o servo hebreu; Rabi Yochanan, com o servo cananeu, quando quem toma emprestado diz “abre-lhe a porta”, e ela vem por si e está no seu domínio assim que sai do domínio do dono. Na palavra de Rabi Zeira, o hebraico tem מִפְּנֵי שֶׁיָדָן כְּיָדוֹ, como na Mishná, e o Yerushalmi Maaser Sheni 4:3 tem מִפְּנֵי שֶׁאֵין יָדָן כְּיָדוֹ; a tradução seguiu o hebraico desta página. O Penei Moshe explica que daqui Rabi Zeira aprende que o servo não faz adquirir nada do seu senhor a outro, e que a resposta é que a Mishná segue Rabi Meir, para quem a mão do servo é sempre como a mão do seu senhor; e a objeção é que a Mishná permite fazer adquirir por meio da mulher, e Rabi Meir faz também a mão da mulher como a mão do seu marido. A baraita da mulher que resgata o segundo dízimo está na Tosefta Maaser Sheni 4:7, na edição comum e na de Lieberman, mas com outra forma: em Lieberman, אשתו פודה לו את המעשר כדברי ר' שמעון בן לעזר. אשתו אין פודה לו את המעשר, “a sua mulher resgata para ele o dízimo, segundo as palavras de Rabi Shimon ben Lazar; a sua mulher não resgata para ele o dízimo”, sem “em nome de Rabi Meir”; o Penei Moshe remete à Tosefta Maaser Sheni no perek 3, mas no Sefaria ela está no perek 4. Para o Penei Moshe, a mulher que não resgata é porque a mão da mulher é como a mão do marido, e ele teria de acrescentar o quinto.
Leituras incertas. וְיִשְׁתֶּנָּהּ ficou “e a beba”, com o Korban HaEdah e Guggenheimer; o Penei Moshe parece ler “e se altere”. זָכָה בְסִימָנִין ficou “ela já adquiriu a si mesma pelos simanin”, com o verbo no masculino no hebraico e o complemento em itálico, segundo a Mishná Kidushin 1:2. הַמּוֹצֵא בְיָדוֹ כְמוֹצֵא לְאַשְׁפָּה דָמֵי ficou “quem acha algo na sua mão é como quem acha algo jogado ao monte de lixo”; o paralelo de Maaser Sheni tem הַמּוֹצֵיא, que se pode ler “quem tira”. וְנוֹטְלוֹ וּמַצְנִיעוֹ וּמֵבִיאוֹ, no singular, ficou “ele a toma, a guarda e a traz”. יָרְדוּ לָהּ ficou “trataram a questão”. אִית לָךְ מֵימַר דְּרִבִּי מֵאִיר עֲבַד יַד אִשָּׁה כְיַד בַּעֲלָהּ ficou “tens como dizer isso, se Rabi Meir fez a mão da mulher como a mão do seu marido?”, com o Penei Moshe, que lê “podes dizer que a Mishná é de Rabi Meir? Rabi Meir faz também a mão da mulher como a mão do marido”. כָּהֵן תַּנָּיָיא e דְּהֵן תַּנָּיָיא ficaram “segundo este taná” e “segundo este taná”, lendo הֵן como “este”, com o Penei Moshe.
Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Guggenheimer traduz פיס׳ como “Paragraph”; aqui a marca não foi traduzida. Ele traduz a segunda pergunta como “may an underage person transfer rights?”, e aqui ficou “o menor adquire?”, como no hebraico. Ele acrescenta entre colchetes “bar Aḥa” a Rabi Yaakov, a partir dos paralelos; aqui ficou só Rabi Yaakov, como no hebraico desta página. Ele acrescenta “falso” ao juramento, e aqui ficou “para o korban e para o juramento”, como no hebraico. Ele traduz os dois כָּאן por “here” e “there”, e aqui ficou “aqui” as duas vezes. Ele traduz a palavra de Rabi Zeira com “is not like his hand”, como no paralelo de Maaser Sheni; aqui ficou “é como a sua mão”, como no hebraico. Ele chama Rabi Lazar de “Rebbi Eleazar”; aqui ficou Rabi Lazar, como no hebraico, רִבִּי לָעְזָר. As palavras acrescentadas na tradução ficaram em itálico.
Referências conferidas no Sefaria. Mishná avulsa Eruvin 7:6, Kidushin 1:2, Terumot 1:1, Gittin 5:7 e Bava Metzia 8:3; Bavli Eruvin 68a, a baraita do depósito e a resposta de Rav Oshaya, 79b, a Mishná e a palavra de Rav Yehudá, e 80a, a baraita de como se associam no mavoi, a disputa de Rav e Shmuel e a mulher que faz o eruv; Tosefta Eruvin 6:1, nas duas edições, e 6:3, na edição comum, que é 6:5 em Lieberman; Tosefta Maaser Sheni 4:7, nas duas edições; Yerushalmi Terumot 1:1, Maaser Sheni 4:3, Gittin 5:9 e Kidushin 1:3; Shemot 22:6; Penei Moshe e Korban HaEdah nesta halachá. Referências corrigidas ou não citadas: a nota 75 de Guggenheimer remete a Maaser Sheni 4:4, que no Yerushalmi do Sefaria é a halachá 4:3, e o link vai para a página deste site; a nota 85 remete à Mishná Bava Metzia 8:4, e a Mishná da vaca emprestada, na Mishná avulsa do Sefaria, é 8:3; a nota 82 remete à Mishná Gittin 5:9, que é a halachá do Yerushalmi, e na Mishná avulsa é 5:7; a nota 76 remete a Terumot 1:1, conferido, e o link vai para a página deste site; a nota 74 remete ao Bavli 68a, conferido, onde não se fala da adega; a nota 84 remete a Kidushin 1:3, conferido; a nota 86 remete à Tosefta Maaser Sheni 4:7, conferida, com a diferença de forma dita acima. Não há link para o Bavli, porque o Bavli deste site vai até Eruvin 61b; o Yerushalmi Gittin e Kidushin ainda não foi publicado neste site.
Nomes de sábios nesta halachá: Rav Hoshayá, Rabi Yudan bar Shalom, Rabi Yossi, Rav Nachman bar Yaakov, Rav Huna, Rabi Yudá ben Pazi, Rabi Yochanan, Rabi Yaakov, Rabi Abahu, Rabi Yossi beRabi Bun, Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak, os rabanan de Cesareia, Rabi Lazar, Rabi Zeira, Rabi Meir, Rabi Chananiá, Rabi Pinchas e Rabi Shimon ben Elazar. Na nota: Rav Yehudá, Rav, Shmuel e Rav Oshaya, do Bavli.
Do hebraico foram retirados só os rótulos de Mishná e de halachá, os marcadores de folha da edição de Vilna, 48b, no começo da Mishná, e 49a, no meio da segunda seção, antes de בְּרַם כְּרַבָּנִן דְּהָכָא, e o marcador da nota 72a de Guggenheimer, depois de דְּתַנְיָא, na terceira seção. Não há marcador da edição de Veneza nem marcador numérico nesta halachá, e nada foi acrescentado. Foram mantidos a marca פיס׳, as reticências do Sefaria e as grafias do Sefaria, como נִיחָה, לְָקָרְבָּן, וּבִתִּוֹ, עְִבְרִי e וּבָאת.
A Mishná seguinte, Eruvin 7:7, no Yerushalmi, trata do alimento do shituf que diminuiu e dos moradores que se acrescentaram ao beco.