Quarta halachá do Perek Vav, HaDar (quem mora), de Massechet Eruvin. A Mishná pergunta desde quando se dá o domínio: Beit Shammai dizem que enquanto ainda é dia, e Beit Hillel, que desde que escurece; e quem deu o seu domínio e depois levou para fora proíbe, segundo Rabi Meir, seja por inadvertência, seja por intenção, e, segundo Rabi Yehudá, só por intenção. A guemará lê a Mishná como renúncia ao domínio, e lê Beit Hillel como “mesmo desde que escurece”, para que ela não seja uma das leniências de Beit Shammai; corrige o fim, “não proíbe”; traz a baraita dos sócios de um pátio dos quais um morreu e deixou a casa a um de fora, e a do de fora que deixou a casa a um dos moradores, que Rabi Achá, em nome de Rabi Chinena, atribui a Beit Shammai; pergunta se se renuncia ao domínio depois que escurece, com o caso de Chamat Gader, em que Rabi Chama bar Yossef permitiu, Rabi Yochanan disse “fizestes bem” e Rabi Shimon ben Lakish disse “não fizestes bem”; traz a pergunta de Rabi Ba sobre as divisórias e a baraita do Shabat que entrou em permissão; e discute o aluguel do domínio do hospedeiro, com Rabi Natan, o do Darom, e a objeção de Rabi Yochanan a Rabi Shimon ben Lakish, “as nossas casas não são nossas?”.
Mishná: Desde quando se dá o reshut (domínio)? Beit Shammai dizem: Enquanto ainda é dia; e Beit Hillel dizem: Desde que escurece. Quem deu o seu domínio aos moradores do chatzer (pátio) e depois levou para fora da sua casa para o pátio, seja por shogeg (inadvertência), seja por mezid (intenção), eis que este proíbe o pátio a ele, palavras de Rabi Meir. Rabi Yehudá diz: Por intenção, proíbe; por inadvertência, não proíbe.
“Desde quando se dá o domínio? Beit Shammai dizem” etc. “Desde quando se dá o domínio?”: assim é a matnita (a Mishná), isto é, deve-se ler: “Desde quando se faz bitul reshut (renúncia ao domínio)? Beit Shammai dizem: Enquanto ainda é dia; e Beit Hillel dizem: Desde que escurece.”
Assim se lê a matnita: “Beit Hillel dizem: Mesmo desde que escurece.” Pois, se não fosse assim, a matnita seria uma das leniências de Beit Shammai e das severidades de Beit Hillel, e não está entre elas.
“Quem deu o seu domínio e levou para fora”: assim se lê a matnita: “Quem renunciou ao seu domínio e depois levou para fora.” “Seja por inadvertência, seja por intenção, eis que este proíbe”: assim se lê a matnita: “Ele não proíbe.”
Ensina-se numa baraita: “Dois que eram shutafin (sócios) num pátio, e um deles morreu, e a casa dele caiu em herança a um de fora: se foi antes que escurecesse, eis que este proíbe; se foi depois que escureceu, não proíbe.”
Rabi Achá disse, em nome de Rabi Chinena: Esta baraita é de Beit Shammai; pois Beit Shammai dizem: Não se renuncia ao domínio depois que escurece; e Beit Hillel dizem: Renuncia-se ao domínio mesmo depois que escurece. Disse Rabi Yossi beRabi Bun: Uma vez que ele morreu, não há renúncia ao domínio maior do que esta morte.
“Eis que um de fora tinha uma casa com eles no pátio, e ele morreu, e a casa caiu em herança a um deles, dos moradores: se foi antes que escurecesse, eis que este proíbe; se foi depois que escureceu, não proíbe.” Também esta baraita é de Beit Shammai; pois Beit Shammai dizem: Não se renuncia ao domínio depois que escurece; e Beit Hillel dizem: Renuncia-se ao domínio mesmo depois que escurece.
Qual é a regra quanto a renunciar ao domínio depois que escurece? Rabi Chiya, Rabi Yassa e Rabi Imi subiram a Chamat Gader (as fontes quentes de Gadara). Perguntaram a Rabi Chama bar Yossef, e ele permitiu. Rabi Yochanan os ouviu e disse: Fizestes bem. Rabi Shimon ben Lakish ouviu o caso e disse: Não fizestes bem.
Em que divergem? Rabi Zeira disse: Não divergem. Quem disse “Fizestes bem” referia-se a terdes alugado o domínio; e quem disse “Não fizestes bem” referia-se a terdes transportado.
Rabi Ba disse: Divergem. Quem disse “Fizestes bem” referia-se a terdes alugado o domínio e a terdes transportado; quem disse “Não fizestes bem” dizia que não: nem em terdes alugado, nem em terdes transportado.
Rabi Ba perguntou: Também quanto às mechitzot (divisórias) é assim? Como é o caso? Eram dois e fizeram um só eruv (a junção que permite transportar no Shabat), e veio o goy (gentio), no Shabat, e acrescentou: o Shabat já entrou em proibição. Eram três e fizeram dois eruvin, e veio o goy, no Shabat, e diminuiu: o Shabat já entrou em permissão.
A força de Rabi Ba vem desta baraita: “Todo Shabat que entrou em permissão fica permitido; em proibição, proibido, exceto quem renuncia ao domínio.” E houve quem dissesse: “Exceto quem renuncia e quem aluga.”
Qual é a regra quanto a alugar o domínio do pundaki (o hospedeiro)? Rabi Chinena e Rabi Yonatan subiram a Chamat Gader. Disseram: Esperemos até que os anciãos do Darom (o Sul) venham para cá. Veio Rabi Natan, o do Darom, e perguntaram-lhe a questão, e ele permitiu.
Rabi Shimon ben Lakish ouviu e disse: Uma vez que o goy vem e me faz sair de lá, não fizemos nada com o aluguel. Shimon bar Ba disse: Rabi Yochanan perguntou: Sendo assim, as nossas casas não são nossas? Rabi Yusti beRabi Simon disse, em nome de Rabi Beitos: As nossas casas não são nossas quanto a morarem eles conosco; mas, para sair, não nos fazem sair delas; e na pundak (hospedaria) nos fazem sair.
Esta é a quarta halachá do Perek Vav de Massechet Eruvin, HaDar, e a sua Mishná corresponde à Mishná avulsa Eruvin 6:4, inteira. As diferenças de conteúdo são estas: o Yerushalmi tem הֲרֵי זֶה אוֹסֵר עָלָיו, “eis que este proíbe a ele”, e a avulsa, הֲרֵי זֶה אוֹסֵר, sem עָלָיו; o Yerushalmi tem בֵּין שׁוֹגֵג בֵּין מֵזִיד e מֵזִיד אוֹסֵר שׁוֹגֵג אֵינוֹ אוֹסֵר, e a avulsa, בֵּין בְּשׁוֹגֵג בֵּין בְּמֵזִיד e בְּמֵזִיד אוֹסֵר, בְּשׁוֹגֵג אֵינוֹ אוֹסֵר, com a preposição. São só de grafia מִשֶּׁתֶּחֱשָׁךְ por מִשֶּׁחֲשֵׁכָה e רִבִּי por רַבִּי, além das vírgulas da avulsa. No Bavli, a Mishná está em Eruvin 69b, e lê מִשֶּׁחָשֵׁיכָה, בֵּין בְּשׁוֹגֵג בֵּין בְּמֵזִיד e הֲרֵי זֶה אוֹסֵר, sem עָלָיו. O Bavli deste site ainda vai só até Eruvin 61b; por isso esta página não traz o link para a discussão do Bavli sobre esta Mishná, em Eruvin 69b a 70b. A halachá ocupa cinco segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, e cada um dos outros quatro é uma seção desta página.
Sobre a Mishná. O Penei Moshe e o Korban HaEdah explicam que, para Beit Shammai, a renúncia ao domínio é transferência de domínio, מיקנא רשותא, e transferir domínio no Shabat é proibido; e, para Beit Hillel, é só um afastar-se do domínio, איסתלוקי רשותא, o que no Shabat é permitido. Quem deu o seu domínio e levou para fora, explica o Korban HaEdah, voltou a servir-se do domínio a que renunciara, e com isso voltou atrás na renúncia; e Rabi Meir proíbe também por inadvertência, porque se decretou sobre a inadvertência por causa da intenção. O Penei Moshe acrescenta que a halachá é como Rabi Yehudá, e que isto vale só quando aqueles a quem ele renunciou ainda não tinham tomado posse; mas, se eles levaram para fora antes, ele não proíbe, seja por inadvertência, seja por intenção. O עָלָיו da Mishná do Yerushalmi ficou “a ele”, sem dizer a quem se refere.
Sobre a seção 01. O Penei Moshe explica que a guemará lê “dar o domínio” como renúncia ao domínio, para que a disputa seja sobre se a renúncia é permitida no Shabat, e não sobre o momento em que o dar tem efeito; e que, por isso, Beit Hillel dizem משתחשך, “mesmo desde que escurece”. Se fosse de outro modo, Beit Hillel seriam aqui os mais severos, e a Mishná teria de estar na lista das leniências de Beit Shammai e das severidades de Beit Hillel, a Mishná Eduyot 4:1, אֵלּוּ דְבָרִים מִקֻּלֵּי בֵית שַׁמַּאי וּמֵחֻמְרֵי בֵית הִלֵּל, “estas são das leniências de Beit Shammai e das severidades de Beit Hillel”, onde não está. O Korban HaEdah entende que na Mishná que eles tinham os nomes estavam trocados, e que por isso a guemará corrige. No hebraico do Sefaria, בֵּית (שַׁמַּי) [הִלֵּל] traz entre parênteses a leitura do copista e entre colchetes a do corretor; a tradução segue a do corretor, Beit Hillel, que Guggenheimer também segue. O “mesmo” é complemento, segundo o Penei Moshe.
Sobre a seção 02. O Penei Moshe explica que “deu o seu domínio” deve ser lido como “renunciou ao seu domínio”, porque quem desse o domínio de verdade não poderia voltar atrás; e que o “não proíbe” corrige a Mishná segundo Rabi Meir. A mesma correção, בֵּין שׁוֹגֵג בֵּין מֵזִיד הֲרֵי זֶה אוֹסֵר. כֵּינִי מַָתְנִיתָא. אֵינוֹ אוֹסֵר, está no Yerushalmi Eruvin 6:2, a propósito do saduceu, onde Rabi Meir diz que ele tem renúncia ao domínio; e o Korban HaEdah remete a essa passagem. A Tosefta Eruvin 5:16, na edição de Lieberman, que no Sefaria comum está dentro de Tosefta Eruvin 5:12, lê מי שביטל רשותו חזר והוציא בין בשוגג בין במזיד הרי זה אוסר, “quem renunciou ao seu domínio, voltou e levou para fora, seja por inadvertência, seja por intenção, eis que este proíbe”, sem a correção.
Sobre a seção 03. As duas baraitot estão na Tosefta Eruvin 5:13 e 5:14, na edição de Lieberman, que no Sefaria comum estão dentro de Tosefta Eruvin 5:12; e no Bavli, Eruvin 70b. Ali o texto é outro: a Tosefta diz שלשה שהיו שרויין בחצר, “três que moravam num pátio”, onde o Yerushalmi tem “dois que eram sócios”, e, no primeiro caso, עד שלא חשיכה אינו אוסר, משחשיכה, הרי זה אוסר, “antes que escurecesse, não proíbe; depois que escureceu, eis que este proíbe”, ao contrário do Yerushalmi; no segundo caso, a Tosefta concorda com o Yerushalmi. No Bavli, Eruvin 70b, é o inverso: o primeiro caso concorda com o Yerushalmi, מִבְּעוֹד יוֹם — אוֹסֵר, מִשֶּׁחָשֵׁיכָה — אֵינוֹ אוֹסֵר, e o segundo diz מִבְּעוֹד יוֹם — אֵינוֹ אוֹסֵר, מִשֶּׁחָשֵׁיכָה — אוֹסֵר. O Penei Moshe diz que a baraita foi copiada aqui às avessas e lê o primeiro caso como na Tosefta; o Korban HaEdah lê o segundo caso como no Bavli. A tradução segue o hebraico do Sefaria. O Penei Moshe explica que, para Beit Shammai, o herdeiro que recebe a casa depois que escureceu proíbe, porque não pode renunciar no Shabat; e que Rabi Yossi beRabi Bun objeta que a própria morte afasta o domínio do morto, e que, se o morto fez eruv, este já valeu no crepúsculo, e o pátio, permitido em parte do Shabat, fica permitido. No Bavli, Eruvin 70a e 70b, Rava pergunta a Rav Nachman se o herdeiro pode renunciar ao domínio, e Rav Nachman responde אֲנִי אוֹמֵר מְבַטֵּל, “eu digo que renuncia”. Sobre a pergunta מָהוּ לְבַטֵּל רְשׁוּת מִשֶּׁתֶּחֱשָׁךְ, o Korban HaEdah lê מהו לשכור רשות משתחשך, “alugar o domínio depois que escurece”; a tradução segue o hebraico. O Penei Moshe explica que, segundo Rabi Zeira, um gentio morava com eles no pátio, mas não estava em casa na véspera do Shabat, e veio no Shabat, e eles lhe alugaram o domínio; e que a Rabi Shimon ben Lakish não contaram que tinham alugado, e ele pensou que tinham transportado sem alugar. No Bavli, Eruvin 65b e 66a, conta-se que Rabi Chanina bar Yossef, Rabi Chiya bar Abba e Rabi Assi chegaram a uma hospedaria cujo dono gentio veio no Shabat, e perguntaram se podiam alugar dele; foram perguntar a Rabi Yochanan, que lhes disse יָפֶה עֲשִׂיתֶם שֶׁשְּׂכַרְתֶּם, “fizestes bem em alugar”. A expressão לְאֶחָד מִן הַשּׁוּק, literalmente “a um do mercado”, ficou “a um de fora”, isto é, alguém que não mora no pátio.
Sobre a seção 04. O caso dos dois e dos três está também no Yerushalmi Eruvin 1:10, sobre a caravana, que no Sefaria é o terceiro segmento dessa halachá, e ali se lê וּבָא הַגּוֹי וּפָתַח, “e veio o goy e abriu”, onde aqui se lê וּפָחַת, “e diminuiu”; a tradução segue o hebraico desta halachá. O Penei Moshe explica, pela caravana, que dois só recebem um beit seatayim cercado, e que o gentio veio no Shabat e alargou a divisória, mas o Shabat entrou em proibição; e que três recebem mais, e o gentio veio e reduziu o espaço, mas o Shabat entrou em permissão. O Korban HaEdah explica de outro modo, com duas casas dos dois lados do domínio público, que o gentio cercou com divisórias no Shabat. A baraita כָּל שַׁבָּת שֶׁנִּכְנְסָה בְּהֵיתֵר corresponde à do Bavli, Eruvin 70b, כׇּל שֶׁמּוּתָּר לְמִקְצָת שַׁבָּת — הוּתַּר לְכׇל הַשַּׁבָּת, “tudo o que foi permitido em parte do Shabat ficou permitido em todo o Shabat”, חוּץ מִמְּבַטֵּל רְשׁוּת, “exceto quem renuncia ao domínio”; e ali um dos exemplos é o de duas casas dos dois lados do domínio público que gentios cercaram com uma divisória no Shabat. O Korban HaEdah lê וָמַר como ואית דאמרי, “e há quem diga”, e daí veio o “houve quem dissesse”. Sobre a hospedaria, o Penei Moshe explica que o dono da hospedaria costuma alugá-la a outro gentio que cuida dela, e que se pergunta se se pode alugar o domínio do dono, embora o domínio agora seja do inquilino; Rabi Shimon ben Lakish diz que o inquilino pode vir e fazê-los sair, e que por isso o aluguel não adiantou; e Rabi Yochanan objeta que, sendo assim, nem as nossas casas seriam nossas. O Korban HaEdah explica a resposta de Rabi Yusti: os gentios podem morar conosco nas nossas casas, mas não podem nos tirar delas, e por isso não proíbem, porque são como hóspedes; mas na hospedaria o inquilino pode nos tirar de todo. No Bavli, Eruvin 65b, conta-se também que Reish Lakish e os discípulos de Rabi Chanina chegaram a uma hospedaria, וְלָא הֲוָה שׂוֹכֵר, וַהֲוָה מַשְׂכִּיר, “e não estava o inquilino, e estava o que aluga”.
Leituras incertas. Na Mishná, עָלָיו ficou “a ele”, e “o pátio” é complemento. Na seção 01, כֵן הִיא מַתְנִיתָא ficou afirmação, “assim é a matnita”, segundo o Penei Moshe e o Korban HaEdah, e não pergunta, como em Guggenheimer; e כֵּינִי מַתְנִיתָא ficou “assim se lê a matnita”. Na seção 03, מַה פְלִיגִין ficou “em que divergem?”; שֶׁשְּׂכַרְתֶּם e שֶׁטִּילְטַלְתֵּם ficaram “terdes alugado” e “terdes transportado”, e “o domínio” é complemento; e “dizia que não” é complemento da frase de Rabi Ba. Na seção 04, וְהוֹסִיף e וּפָחַת ficaram “acrescentou” e “diminuiu”, sem dizer o quê, porque os comentaristas divergem; “no Shabat” é complemento, segundo o Penei Moshe; חֵיילֵיהּ ficou “a força”, isto é, a prova; הַפּוּנְדִּיק ficou “o hospedeiro”, segundo o Penei Moshe, que entende o dono da hospedaria; דְּרוֹמָה ficou “o do Darom”; e לְדוּר עִמָּנוּ ficou “quanto a morarem eles conosco”, segundo o Korban HaEdah.
Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Na seção 01, Guggenheimer traduz פיס׳ como “Paragraph”, e aqui a marca não foi traduzida; e põe כֵן הִיא מַתְנִיתָא como pergunta. Na seção 03, ele traduz לְאֶחָד מֵהֶן como “a dweller in the courtyard”, e aqui ficou “a um deles”; escreve “Rebbi Abba” para רִבִּי בָּא, e aqui ficou Rabi Ba; e traduz a última frase de Rabi Ba como “that you leased and that you moved”, onde o hebraico tem לֹא שֶׁשְּׂכַרְתֶּם וְלֹא שֶׁטִּילְטַלְתֵּם, “nem em terdes alugado, nem em terdes transportado”. Na seção 04, ele escreve de novo “Rebbi Abba” para רִבִּי בָּא; traduz וּפָחַת como “opened”, segundo a leitura da halachá 1:10; traduz וָמַר como “and he would say”; e escreve “Simeon bar Abba” para שִׁמְעוֹן בַּר בָּא, e aqui ficou Shimon bar Ba; “Rebbi Justus ben Rebbi Simon” para רִבִּי יוּסְטִי בֵּירִבִּי סִימוֹן, e aqui ficou Rabi Yusti beRabi Simon; e “Rebbi Boethos” para רִבִּי בֵּייתוֹס, e aqui ficou Rabi Beitos.
Referências conferidas no Sefaria. Mishná avulsa Eruvin 6:4; Mishná Eduyot 4:1; Bavli Eruvin 65b e 66a, a hospedaria do gentio e “fizestes bem em alugar”; 69b, a Mishná; 70a e 70b, o herdeiro, as duas baraitot e “tudo o que foi permitido em parte do Shabat”; Tosefta Eruvin 5:13, 5:14 e 5:16, na edição de Lieberman, que no Sefaria comum estão em Tosefta Eruvin 5:12; Yerushalmi Eruvin 1:10 e 6:2; Penei Moshe e Korban HaEdah nesta halachá. Referências corrigidas ou não citadas: a nota 77 de Guggenheimer cita a “Tosephta 5:13” para as duas metades da primeira baraita, mas ali o primeiro caso está em 5:13 com o texto invertido, e o segundo, em 5:14, que ele cita na nota 79; a nota 81 cita o Bavli 65b, mas o “fizestes bem em alugar” de Rabi Yochanan está em 66a; a nota 85 remete à “Chapter 1, Note 294”, que é o Yerushalmi Eruvin 1:10; a nota 89 remete às responsa do Rashba e às atribuídas a Nachmanides, que não foram conferidas, e não foram citadas. A Mishná está no Bavli em Eruvin 69b, que ainda não está publicada neste site, que vai até 61b; por isso não há link para o Bavli.
Nomes nesta página: Beit Shammai, בֵּית שַׁמַּאי; Beit Hillel, בֵּית הִלֵּל; Rabi Meir, רִבִּי מֵאִיר; Rabi Yehudá, רִבִּי יְהוּדָה; Rabi Achá, רִבִּי אָחָא; Rabi Chinena, רִבִּי חִינְנָא e רִבִּי חִינְנָה; Rabi Yossi beRabi Bun, רִבִּי יוֹסֵה בֵירִבִּי בּוּן; Rabi Chiya, רִבִּי חִיָיה; Rabi Yassa, רִבִּי יָסָא; Rabi Imi, רִבִּי אִימִּא; Rabi Chama bar Yossef, רִבִּי חָמָא בַּר יוֹסֶף; Rabi Yochanan, רִבִּי יוֹחָנָן; Rabi Shimon ben Lakish, רִבִּי שִׁמְעוֹן בֶּן לָקִישׁ; Rabi Zeira, רִבִּי זְעִירָא; Rabi Ba, רִבִּי בָּא; Rabi Yonatan, רִבִּי יוֹנָתָן; Rabi Natan, רִבִּי נָתָן; Shimon bar Ba, שִׁמְעוֹן בַּר בָּא; Rabi Yusti beRabi Simon, רִבִּי יוּסְטִי בֵּירִבִּי סִימוֹן; Rabi Beitos, רִבִּי בֵּייתוֹס. Na nota: Rava, Rav Nachman, Rabi Chanina bar Yossef, Rabi Chiya bar Abba, Rabi Assi, Reish Lakish e Rabi Chanina.
Do hebraico foram retirados os rótulos de Mishná e de halachá e os marcadores de folha da edição de Vilna 40a, na Mishná, antes de מִי שֶׁנָּתַן, e 40b, na seção 03, antes de רִבִּי בָּא אָמַר; não há marcador numérico, e nada foi acrescentado. Foram mantidos os parênteses e colchetes do Sefaria, (שַׁמַּי) [הִלֵּל], na seção 01, e (פַּרס) [נָתָן], na seção 04, onde a tradução segue a leitura entre colchetes; as marcas פיס׳ e כול׳; e as grafias do Sefaria, como דִּלֹ, na seção 01; פְלִִיגֵי, com dois sinais de vogal, na seção 03; e הַגוֹי, לשְׂכּוֹר רשׁוּת e וֹבְפוּנְדָּק, na seção 04.