Terceira halachá do Perek Vav, HaDar (quem mora), de Massechet Eruvin. A Mishná trata dos moradores de um pátio dos quais um esqueceu e não fez o eruv: a casa dele fica proibida para ele e para eles, e as casas deles ficam permitidas para ele e para eles; se lhe deram o seu domínio, ele fica permitido e eles, proibidos; e, se eram dois, proíbem um ao outro, porque um só dá domínio e recebe domínio, e dois dão domínio e não recebem. A guemará pergunta se a renúncia ao domínio pode voltar em roda, de um morador para o outro, com os discípulos de Rav, que dizem que sim, e Shmuel, que diz que não; traz a baraita sobre quem dá e quem recebe o domínio, entre os que fizeram e os que não fizeram eruv; a palavra de Rav Chisdai sobre dez israelitas numa só casa e a de Rabi Yassa sobre dez gentios; o caso da mulher de um persa que alugou o pátio sem o conhecimento do marido, diante de Rabi Shmuel; a regra de que o israelita renuncia e o gentio aluga; o valor mínimo do aluguel, a prutá, a noz e a tâmara; e o costume de Rabi Yaakov bar Achá quando se hospedava numa hospedaria.
Mishná: Os moradores de um chatzer (pátio), dos quais um esqueceu e não fez eruv (a junção que permite transportar no Shabat): a casa dele é proibida quanto a trazer para dentro e levar para fora, para ele e para eles; e as casas deles são permitidas para ele e para eles. Se lhe deram o seu reshut (domínio), ele fica permitido, e eles, proibidos. Se eram dois os que esqueceram, proíbem um ao outro; pois um só dá domínio e recebe domínio, e dois dão domínio e não recebem domínio.
“Os moradores de um chatzer, dos quais um esqueceu e não fez eruv” etc. “As deles são permitidas para ele e para eles”: porque ele renunciou ao seu domínio. Qual é a regra: que a renúncia volte em roda, de um morador para o outro? Os discípulos de Rav, em nome de Rav: Ela volta em roda. Shmuel disse: Ela não volta em roda.
A matnita (a Mishná) diverge de Shmuel: “As deles são permitidas para ele e para eles.” Responde-se: porque ele renunciou ao seu domínio. Mas não ensinamos: “Se lhe deram o seu domínio, ele fica permitido, e eles, proibidos”? Ele a resolve: a matnita é dita por lados distintos.
Ensina-se numa baraita: “Um só que não fez eruv dá o seu domínio a dois que fizeram eruv entre si. E dois que fizeram eruv não dão o seu domínio a um que não fez eruv. Nem dois que fizeram eruv dão o seu domínio a dois que não fizeram eruv. Nem dois que não fizeram eruv dão o seu domínio a dois que fizeram eruv. E dois que não fizeram eruv não dão o seu domínio a dois que não fizeram eruv. Todos dão domínio e recebem domínio, exceto dois que não fizeram eruv, que dão domínio e não recebem domínio.”
Rav Chisdai disse: Dez israelitas que moravam numa só casa: cada um deles precisa renunciar ao seu domínio aos demais. Disse Rabi Yassa: Dez goyim (gentios) que moravam numa só casa: cada um deles precisa alugar o seu domínio ao israelita.
Disse Rabi Ba: Houve um caso com a mulher de um persa, que alugou o chatzer dela sem o conhecimento do marido. Veio o caso diante de Rabi Shmuel, e ele permitiu. Pensavam dizer: Mesmo o seu shamash (servente) e o seu lekit (o diarista da colheita) podem alugar.
Halachá (a norma prática): o israelita renuncia, e o goy aluga. E que renuncie o próprio goy! Responde-se: ele volta atrás. Sendo assim, mesmo quando aluga, ele volta atrás! Daqui em diante, é em roubo que ele se serve do domínio.
Até onde vai o mínimo do aluguel? Que isto venha como o que disse Rabi Yassa, em nome de Rabi Mana bar Tanchum, Rabi Abahu, em nome de Rabi Yochanan: Terra não se adquire com menos que o valor de uma prutá (a menor moeda). Mas a palavra de Rabi Yaakov bar Achá diz: Mesmo com uma noz se aluga, mesmo com uma tâmara.
Rabi Yaakov bar Achá, quando saía para uma achsanyá (hospedaria), se encontrava meio de fazer uma takaná (um arranjo), fazia; e se não encontrava, espalhava os seus pertences: punha o bastão aqui, a sandália aqui, o alforje aqui.
Disse Rabi Matanyá: Isto que dizes vale quando o pundaki (o hospedeiro) era goy; mas se o pundaki era israelita, ele não é suspeito de transportar no Shabat.
Esta é a terceira halachá do Perek Vav de Massechet Eruvin, HaDar, e a sua Mishná corresponde à Mishná avulsa Eruvin 6:3, inteira. As diferenças de conteúdo são estas: o Yerushalmi tem וּלְהוֹצִיא, “e levar para fora”, e a avulsa, וּמִלְּהוֹצִיא, “e de levar para fora”; o Yerushalmi tem, na segunda vez, לוֹ וְלָהֶן, e a avulsa, לוֹ וְלָהֶם; o Yerushalmi tem וּשְׁנַיִם, “e dois”, e a avulsa, שְׁנַיִם, sem “e”; e o Yerushalmi tem וְאֵינָן נוֹטְלִין, e a avulsa, וְאֵין נוֹטְלִין. São só de grafia ou de vocalização אֶחָד por אַחַד, עֵירֵב por עֵרֵב, מוּתָּרִין e מוּתָּר por מֻתָּרִין e מֻתָּר, e נוֹתְנִין por נוֹתְנִים, além das vírgulas da avulsa. No Bavli, a Mishná está em Eruvin 69b, e lê וּמִלְּהוֹצִיא, לוֹ וְלָהֶם nas duas vezes, שְׁנַיִם נוֹתְנִין רְשׁוּת, sem “e”, e וְאֵין נוֹטְלִין רְשׁוּת. O Bavli deste site ainda vai só até Eruvin 61b; por isso esta página não traz o link para a discussão do Bavli sobre esta Mishná. A halachá ocupa seis segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, e cada um dos outros cinco é uma seção desta página.
Sobre a Mishná. O Penei Moshe e o Korban HaEdah explicam a Mishná pela guemará do Bavli, Eruvin 69b: o que esqueceu renunciou ao seu domínio no pátio, mas não ao da sua casa, porque הַמְבַטֵּל רְשׁוּת חֲצֵירוֹ — רְשׁוּת בֵּיתוֹ לֹא בִּיטֵּל, “quem renuncia ao domínio do seu pátio não renunciou ao domínio da sua casa”, já que se mora numa casa sem pátio; por isso a casa dele é um domínio, e o pátio, outro, e não se leva de um para o outro. As casas deles são permitidas também para ele, porque ele é como um hóspede diante deles; mas, quando eles lhe deram o seu domínio, eles não ficam como hóspedes diante dele, porque, como diz o Bavli ali, חַד לְגַבֵּי חֲמִשָּׁה — הָוֵי אוֹרֵחַ, חֲמִשָּׁה לְגַבֵּי חַד — לָא הָוֵי אוֹרֵחַ, “um diante de cinco é hóspede; cinco diante de um não são hóspedes”. Quando são dois que não fizeram eruv e os demais lhes renunciaram ao domínio, o pátio é dos dois e cada casa é de um só, e por isso proíbem um ao outro; e, mesmo que um deles renuncie depois ao outro, não adianta, porque, quando os demais lhes renunciaram, eles mesmos não tinham permissão no pátio. O Penei Moshe acrescenta que quem renuncia a vários deve renunciar expressamente a cada um.
Sobre a seção 01. O Korban HaEdah explica מָהוּ שֶׁתַּחֲזוֹר חָלִילָה assim: dois moram num pátio e não fizeram eruv; pode um renunciar ao seu domínio ao outro até que este faça as suas necessidades, e depois o que as fez renunciar de volta ao primeiro? A objeção da Mishná a Shmuel supunha que as casas deles só são permitidas a ele porque eles lhe renunciaram de volta; a resposta é que são permitidas porque ele renunciou e é como um hóspede. A segunda objeção é que, na continuação da Mishná, ele renunciou a eles e eles renunciaram de volta a ele, o que é difícil para Shmuel; e a resposta, לִצְדָדִין הִיא מַתְנִיתָא, segundo Guggenheimer, é que a Mishná trata de casos distintos, em Shabatot distintos. No Bavli, Eruvin 68b, Rav diz מְבַטְּלִין וְחוֹזְרִין וּמְבַטְּלִין, “renuncia-se e volta-se a renunciar”, e Shmuel diz que não; e em Eruvin 69b a guemará tira da Mishná a mesma conclusão, שְׁמַע מִינַּהּ, מְבַטְּלִין וְחוֹזְרִין וּמְבַטְּלִין, e responde הָכִי קָאָמַר: נָתְנוּ לוֹ רְשׁוּתָן מֵעִיקָּרָא, “assim diz: deram-lhe o seu domínio desde o início”, o que corresponde aos lados distintos do Yerushalmi.
Sobre a seção 02. A baraita é a Tosefta Eruvin 5:17, na edição de Lieberman, que no Sefaria comum é a Tosefta Eruvin 5:13, e está também no Bavli, Eruvin 70a. Ali o texto é outro em quatro pontos: a Tosefta e o Bavli dizem, na primeira cláusula, que um que não fez eruv dá o seu domínio a um que fez, onde o Yerushalmi tem “a dois que fizeram”; dizem que dois que fizeram eruv dão o seu domínio a um que não fez, e que dois que não fizeram dão o seu domínio a dois que fizeram, ou a um que não fez, onde o Yerushalmi tem וְאֵין e וְלֹא, a negação; trazem ainda אבל אין אחד שעירב נותן רשותו לאחד שלא עירב, “mas um que fez eruv não dá o seu domínio a um que não fez”, que falta aqui; e a Tosefta termina com “pois, todo o tempo em que moram no pátio e um deles esqueceu e não fez eruv, eis que este proíbe”, e não com a frase final do Yerushalmi, “todos dão domínio e recebem domínio”. Guggenheimer anota que as fontes babilônicas têm “dão” e que esse texto parece necessário; a tradução segue o hebraico do Sefaria. No Bavli, Eruvin 70a, Rabá e Abaye discutem a baraita, e Abaye a lê como ensinando que não é preciso renunciar ao domínio a cada um.
Sobre a seção 03. Guggenheimer explica que os moradores de que fala Rav Chisdai são os residentes permanentes, e que, do mesmo modo, para fazer eruv numa casa de várias famílias é preciso alugar o domínio de todos os gentios que moram nela. Sobre a mulher do persa, ele explica que o marido tem o usufruto dos bens da mulher, e que um tribunal não aceitaria um aluguel de imóvel feito sem o conhecimento dele; mas, como o aluguel do domínio para o Shabat é pura formalidade, aceita-se da mulher, do servente ou do diarista. No Bavli, Eruvin 80a, conta-se de um gentio vizinho de Rabi Zeira, e de outro vizinho de Rav Yehudá bar Oshayá, que não quiseram alugar o seu domínio, e se pergunta se se pode alugar da mulher dele; e se responde, por Reish Lakish em nome de Rabi Chanina e por Rav Yehudá em nome de Shmuel, אִשְׁתּוֹ שֶׁל אָדָם מְעָרֶבֶת שֶׁלֹּא מִדַּעְתּוֹ, “a mulher de um homem faz eruv sem o conhecimento dele”. Sobre o servente e o diarista, o Bavli, Eruvin 64a, traz Rav Yehudá em nome de Shmuel, אֲפִילּוּ שְׂכִירוֹ וַאֲפִילּוּ לְקִיטוֹ — נוֹתֵן עֵירוּבוֹ וְדַיּוֹ, “mesmo o seu assalariado e mesmo o seu diarista: dá o seu eruv e basta”; e o Bavli, Eruvin 66a, traz Rabi Yochanan, para quem quem aluga é como quem faz eruv: אַף שׂוֹכֵר אֲפִילּוּ שְׂכִירוֹ וּלְקִיטוֹ, “também quem aluga, mesmo do seu assalariado e do seu diarista”. Sobre a última frase, Guggenheimer explica que, a partir do momento em que o gentio recebeu o dinheiro, o que ele faz já não importa, e, se usar o domínio, usa-o como quem rouba.
Sobre a seção 04. A palavra de Rabi Yochanan está também no Yerushalmi Kidushin 1:3, onde a cadeia de nomes é רִבִּי יָסָא בְּשֵׁם רִבִּי מָנָא רִבִּי תַנְחוּם רִבִּי אַבָּהוּ בְשֵׁם רִבִּי יוֹחָנָן, com Rabi Mana e Rabi Tanchum separados, e onde se dá a razão pelo versículo שָׂדוֹת בַּכֶּסֶף יִקְנוּ, “campos se comprarão com dinheiro”, Yirmeyahu 32:44; aqui a tradução segue o hebraico, Rabi Mana bar Tanchum. No Bavli, Eruvin 66a, a guemará diz, em nome de Rabi Yochanan, מָה מְעָרֵב וַאֲפִילּוּ בְּפָחוֹת מִשָּׁוֶה פְּרוּטָה, אַף שׂוֹכֵר בְּפָחוֹת מִשָּׁוֶה פְּרוּטָה, “como quem faz eruv, mesmo com menos que o valor de uma prutá, também quem aluga, com menos que o valor de uma prutá”. Guggenheimer explica que, como o aluguel é formalidade, e não realidade, não se aplicam a ele as regras da aquisição de terra, e por isso basta uma noz ou uma tâmara.
Sobre a seção 05. Guggenheimer deriva אַכְסַנְיָיא do grego xenía, a hospedaria; דִּייסְיקִיָּא, do grego disákkion, o alforje; e פוּנְדָּקִי, do grego pándokos, o da hospedaria. Ele explica que, se havia outros judeus, Rabi Yaakov bar Achá procurava fazer com eles o eruv; e, se não, espalhava as suas coisas por todos os cômodos, para poder transportar no Shabat no prédio inteiro; e que, segundo Rabi Matanyá, o hospedeiro israelita não é suspeito de transportar nos cômodos que preparou para os hóspedes, e, se não há outros hóspedes, não é preciso espalhar as coisas. A palavra אַכְסַנְיָיא foi traduzida aqui como hospedaria, e não como a tropa alojada da halachá anterior, porque o sentido do lugar é outro. No Bavli, Eruvin 65b, conta-se de Rabi Chanina bar Yossef, Rabi Chiya bar Abba e Rabi Assi, que chegaram a uma hospedaria cujo dono gentio veio no Shabat, e perguntaram se podiam alugar dele.
Leituras incertas. Na seção 01, מָהוּ שֶׁתַּחֲזוֹר חָלִילָה ficou “que a renúncia volte em roda”, segundo o Korban HaEdah; e לִצְדָדִין ficou “por lados distintos”, segundo Guggenheimer; פָּתַר לָהּ ficou “ele a resolve”, sem dizer quem. Na seção 02, a tradução segue as negações do hebraico, embora a Tosefta e o Bavli leiam de outro modo; e “entre si”, depois do primeiro “dois que fizeram eruv”, é complemento. Na seção 03, לְקִיטוֹ ficou “o seu diarista da colheita”, e שַׁמָּשׁוֹ, “o seu servente”, entendidos como os do gentio; o sujeito de חָזַר הוּא בוֹ ficou “ele”, o gentio; e בְּגֶזֶל הוּא מִשְׁתַּמֵּשׁ ficou “é em roubo que ele se serve do domínio”. Na seção 04, עַד אֵיכָן ficou “até onde vai o mínimo do aluguel?”, e יָיבֹא כַיי דָמַר, “que isto venha como o que disse”, como proposta, e não como pergunta. Na seção 05, מָנוֹי ficou “os seus pertences”; תַקָּנָה ficou “um arranjo”, que Guggenheimer entende como o eruv com outros judeus; e “transportar no Shabat” completa לְטַלְטֵל.
Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Na seção 01, Guggenheimer traduz פיס׳ como “Paragraph”, e aqui a marca não foi traduzida. Na seção 02, a tradução dele omite a cláusula וְלֹא שְׁנַיִם שֶׁלֹּא עֵירְבוּ נוֹתְנִין רְשׁוּת לִשְׁנַים שֶׁעֵירְבוּ, que aqui foi traduzida. Na seção 03, ele escreve “Rav Ḥasdai” para רַב חַסְדַּאי, e aqui ficou Rav Chisdai; “Rebbi Abba” para רִבִּי בָּא, e aqui ficou Rabi Ba; “Rebbi Samuel” para רִבִּי שְׁמוּאֵל, e aqui ficou Rabi Shmuel; e traduz הֲלָכָה como “Practice”, e aqui ficou halachá; ele põe como pergunta “Then why should the Gentile not cede?”, e aqui ficou exclamação. Na seção 04, ele traduz עַד אֵיכָן como “How little?” e põe a frase seguinte como pergunta. Na seção 05, ele traduz מָנוֹי como “his clothing”, e aqui ficou “os seus pertences”; e escreve “Rabbi Mattaniah” para רִבִּי מַתַּנְיָה, e aqui ficou Rabi Matanyá.
Referências conferidas no Sefaria. Mishná avulsa Eruvin 6:3; Bavli Eruvin 64a, Rav Yehudá em nome de Shmuel sobre o assalariado e o diarista; 65b, a hospedaria do gentio; 66a, Rabi Yochanan, quem aluga é como quem faz eruv; 68b, Rav e Shmuel; 69b, a Mishná e a guemará sobre ela; 70a, a baraita; 80a, a mulher que faz eruv sem o conhecimento do marido; Tosefta Eruvin 5:17, na edição de Lieberman, que no Sefaria comum é 5:13; Yerushalmi Kidushin 1:3; Yirmeyahu 32:44; Penei Moshe e Korban HaEdah nesta halachá, que no Sefaria só comentam a Mishná e o começo da guemará. Referências corrigidas ou não citadas: a nota 60 de Guggenheimer cita a “Tosephta 5:17”, na numeração de Lieberman, que no Sefaria comum é 5:13; a nota 68 remete também ao Yerushalmi Maasser Sheni 4:3, onde a palavra sobre a prutá não foi encontrada, e não foi citada; as notas 63 e 66 remetem a Rabenu Chananel no Bavli 71a, ao Raaviá, ao Shibolei HaLeket, aos Tossafot do Bavli 66a, ao Ritba e ao Semag, que não foram conferidos, e não foram citados. A Mishná está no Bavli em Eruvin 69b, que ainda não está publicada neste site, que vai até 61b; por isso não há link no alto da página.
Nomes nesta página: Rav, רַב; Shmuel, שְׁמוּאֵל; Rav Chisdai, רַב חַסְדַּאי; Rabi Yassa, רִבִּי יָסָא; Rabi Ba, רִבִּי בָּא; Rabi Shmuel, רִבִּי שְׁמוּאֵל; Rabi Mana bar Tanchum, רִבִּי מָנָא בַּר תַּנְחוּם; Rabi Abahu, רִבִּי אַבָּהוּ; Rabi Yochanan, רִבִּי יוֹחָנָן; Rabi Yaakov bar Achá, רִבִּי יַעֲקֹב בַּר אָחָא; Rabi Matanyá, רִבִּי מַתַּנְיָה. Na nota: Rabá, Abaye, Rabi Zeira, Rav Yehudá bar Oshayá, Reish Lakish, Rabi Chanina, Rav Yehudá, Rabi Chanina bar Yossef, Rabi Chiya bar Abba, Rabi Assi e Rabi Mana e Rabi Tanchum, no Yerushalmi Kidushin.
Do hebraico foram retirados os rótulos de Mishná e de halachá e os marcadores de folha da edição de Vilna 39b, na seção 01, antes do último מַתְנִיתָא, e de coluna da edição de Veneza 23c, na seção 02, antes de נוֹתֵן רְשׁוּת; não há marcador numérico, nem parênteses ou colchetes, e nada foi acrescentado. As marcas פיס׳ e כול׳ foram mantidas, assim como as grafias do Sefaria, como שֵׁעֵירְבוּ, לִאֶחָד, לִשְׁנַים e עֵירֵיבוּ, na seção 02; יָיבֹא e אֲפִילו, sem vogal, na seção 04; e הַכַַא, com dois sinais de vogal, na seção 05.