Talmud Yerushalmi · Massechet Eruvin · Perek Heh · Halachá 5
עֵרוּבִין

A cidade de um indivíduo que se tornou de muitos; o resto deixado de fora, como a cidade de Chadashá

Perek Heh, Keitzad Meabrin, Halachá 5, no Talmud Yerushalmi, Massechet Eruvin

Quinta halachá do Perek Heh, Keitzad Meabrin (como se faz o ibur), de Massechet Eruvin. A Mishná ensina que a cidade de um indivíduo que se tornou de muitos recebe um só eruv para toda ela; e que a cidade de muitos que se tornou de um indivíduo não o recebe para toda ela, a não ser que se deixe uma parte de fora, como a cidade de Chadashá, em Yehudá, que tem cinquenta moradores, segundo Rabi Yehudá; Rabi Shimon diz que bastam três pátios de duas casas cada. A guemará traz, em nome de Rabi Yudá, que não se faz eruv para a cidade em metades, pergunta como isso se concilia com a opinião dele sobre o domínio público, e responde que a frase foi dita sobre a cidade grande de uma só porta; Rabi Yossi aplica a regra à korá posta pelos moradores dos mevoot, e Rabi Pinchas pergunta, diante de uma viga no mercado dos cortadores, se dividiram o eruv. Por fim, a guemará cita Tzenan, Chadashá e Migdal Gad, diz que os moradores contam mesmo se forem mulheres e crianças, que Assi exige que sejam de Israel, e traz a palavra de Rav sobre as casas que se abrem para dentro da cidade e a objeção de Rabi Mana. O Bavli discute esta mesma Mishná em Eruvin 59a.

A Mishná · מַתְנִיתִין

עִיר שֶׁל יָחִיד שֶׁנַּעֲשֵׂית שֶׁל רַבִּים מְעָרְבִים אֶת כּוּלָּה וְשֶׁל רַבִּים שֶׁנַּעֲשֵׂית שֶׁל יָחִיד אֵין מְעָרְבִין אֶת כּוּלָּהּ אֶלָּא אִם כֵּן עָשָׂה לָהּ כְּעִיר חֲדָשָׁה שֶׁבִּיהוּדָה שֶׁיֶשׁ בָּהּ חֲמִשִּׁים דִּיוּרִין דִּבְרֵי רִבִּי יְהוּדָה. רִבִּי שִׁמְעוֹן אוֹמֵר שָׁלֹשׁ חֲצֵירוֹת שֶׁל שְׁנֵי שְׁנֵי בָתִּים:

Mishná: Uma ir shel yachid (cidade de um indivíduo) que se tornou ir shel rabim (cidade de muitos): faz-se eruv (a junção que permite transportar no Shabat) para toda ela. E uma cidade de muitos que se tornou de um indivíduo: não se faz eruv para toda ela, a não ser que se tenha feito para ela uma parte deixada de fora, como a cidade de Chadashá, que está em Yehudá, na qual há cinquenta moradores; estas são as palavras de Rabi Yehudá. Rabi Shimon diz: bastam três pátios, de duas casas cada um.

A Halachá · הֲלָכָה ה

01Não se faz eruv em metades; a cidade de uma só porta; a korá dos mevoot; o mercado dos cortadores
Yerushalmi · Eruvin 5:5
פיס׳. עִיר שֶׁלְיָחִיד שֶׁנַּעֲשֵׂית שֶׁל רַבִּים כול׳. תַּנֵּי בְשֵׂם רִבִּי יוּדָה. אֵין מְעָרְבִין אוֹתָהּ חֶצְיָין. מִחְלְפָה שִׁיטָּתֵיהּ דְּרִבִּי יוּדָה. דְּתַנֵּי רִבִּי חִיָיה. כֵּיצַד מַתִּירִין רְשׁוּת הָרַבִּים. רִבִּי יוּדָה אוֹמֵר. לֶחִי מִיכָּן וְְלֶחִי מִיכָּן. קוֹרָה מִיכָּן וְקוֹרָה מִיכָּן. וַחֲכָמִים אוֹמְרִים. לֶחִי וְקוֹרָה מִיכָּן וְעוֹשֶׁה צוּרַת פֶּתַח מִיכָּן. וְהָכָא אָמַר הָכֵין.

“Uma cidade de um indivíduo que se tornou de muitos” etc. Foi ensinado em nome de Rabi Yudá: não se faz eruv para ela em metades. Mas a linha de Rabi Yudá está trocada, pois ensinou Rabi Chiya: Como se torna permitido o reshut harabim (domínio público)? Rabi Yudá diz: põe-se lechi (poste lateral) daqui e lechi dali, korá (viga transversal) daqui e korá dali. E os sábios dizem: põe-se lechi e korá daqui, e faz-se tzurat petach (forma de porta: dois postes e uma viga sobre eles) dali. E aqui ele diz assim, que não se faz eruv em metades?

לֹא עַל הָדָא אִיתְאֲמָרַת אֶלָּא עַל הָדָא. אֲפִילוּ עִיר גְּדוֹלָה כְּאַנְטוֹכִיָּא וְאֵין בָּהּ אֶלָּא דֶּלֶת אַחַת בִּלְבַד מְעָרְבִין עָלֶיהָ. תַּנֵּי בְשֵׂם רִבִּי יוּדָה. אֵין מְעָרְבִין אוֹתָהּ חֶצְיָין.

Não sobre este caso foi dita a frase, mas sobre este: mesmo uma cidade grande como Antochia, e não há nela senão uma só porta de saída, faz-se eruv sobre ela inteira. E sobre isso foi ensinado em nome de Rabi Yudá: não se faz eruv para ela em metades.

אָמַר רִבִּי יוֹסֵה. הָדָא אָמְרָה. בְּנֵי הַמָּבוֹי שֶׁנָּתְנוּ קוֹרָתָן עַל (גַּבֵּי) [פֶּתַח] הַמָּבוֹי אֵילּוּ מוּתָּרִין וְאֵילּוּ אֲסוּרִין. נָתְנוּ אֵילּוּ וְאֵילּוּ. אֵילּוּ וְאֵילּוּ אֲסוּרִין. כֵּיצַד הוּא עוֹשֶׂה. נוּתֵן אֶת הַקּוֹרָה עַל פֶּתַח הַמָּבוֹי וּמַתִּיר אֶת הַמָּבוּי

Disse Rabi Yossi: isto diz: os moradores do mavoi (beco) que puseram a sua korá sobre a entrada do mavoi, estes que a puseram estão permitidos, e aqueles que não a puseram estão proibidos. Se puseram a sua estes e aqueles, estes e aqueles estão proibidos. Como ele faz para permitir? Põe a korá sobre a entrada do mavoi e torna permitido o mavoi.

חֲמִשָּׁה מְבוּאוֹת פְּתוּחוּת לְמָבוֹי. נָּתְנוּ קוֹרָתָן בְּאֶמְצַע הַמָּבוֹי. אֵילּוּ מוּתָּרִין וְאֵילּוּ אֲסוּרִין. נָתְנְוּ אֵילּוּ וְאֵילּוּ אֵילּוּ וְאֵילּוּ אֲסוּרִין. כֵּיצַד הוּא עוֹשֶׂה. נוּתֵן אֶת הַקּוֹרָה עַל פֶּתַח הַמָּבוֹי וּמַתִּיר אֶת הַמָּבוּי.

Se cinco mevoot (becos) estão abertos para um mavoi e puseram a sua korá no meio do mavoi, estes estão permitidos e aqueles estão proibidos. Se puseram estes e aqueles, estes e aqueles estão proibidos. Como ele faz para permitir? Põe a korá sobre a entrada do mavoi e torna permitido o mavoi.

חַד רִבִּי פִינְחָס סְלַק לְהָכָא. חֲזָא בְּפֶתַח דְּשֻׁקְתָא דִּגְזוֹרַאי אָמַר לָהֶן. חִלַּקְתֶּם עֵירוּבְכֶם. אָמַר לֵיהּ רִבִּי יוּדָה בַּר שָׁלוֹם. לְחִיזּוּק בָּתִּים נַעֲשֵׂית.

Um certo Rabi Pinchas subiu para cá. Viu uma korá na entrada do mercado dos cortadores e disse-lhes: Dividistes o vosso eruv? Disse-lhe Rabi Yudá bar Shalom: ela foi feita para o reforço das casas.

02Tzenan, Chadashá e Migdal Gad; os moradores; as casas que se abrem para dentro da cidade
Yerushalmi · Eruvin 5:5
אֶלָּא אִם כֵּן עָשָׂה חוּצָה לָהּ כְּעִיר חֲדָשָׁה שֶׁבִּיהוּדָה. כְּגוֹן צְנָן וַחֲדָשָׁה וּמִגְדַּל גָּד. שֶׁיֶשׁ בָּהּ חֲמִשָּׁה דִּיוּרִין. אֲפִילוּ אֲנָשִׁים נָשִׁים וָטָף. אַסִּי אָמַר. וּבִלְבַד יִשְׂרָאֵל. רִבִּי בָּא בַּר מָמָל שִׂמְעוֹן בַּר חִיָיה בְשֵׁם רַב. בִּפְתוּחִין לְתוֹכָהּ. אָמַר רִבִּי מָנָא. מִכֵּיוָן שֶׁהֵן פְּתוּחִין לְתוֹכָהּ נַעֲשׂוּ כוּלָּן רְשׁות אַחַת.

“A não ser que tenha feito do lado de fora dela como a cidade de Chadashá, que está em Yehudá.” Como as cidades de “Tzenan, e Chadashá, e Migdal Gad”. “Na qual há cinco moradores”: mesmo se forem homens, mulheres e crianças. Assi disse: e contanto que sejam de Israel. Rabi Ba bar Mamal, Shimon bar Chiya, em nome de Rav: trata-se das casas que se abrem para dentro dela. Disse Rabi Mana: mas desde que elas se abrem para dentro dela, tornaram-se todas um só reshut (domínio).

Nota

Esta é a quinta halachá do Perek Heh de Massechet Eruvin, Keitzad Meabrin, e a sua Mishná corresponde à Mishná avulsa Eruvin 5:6, do “cidade de um indivíduo” até o “três pátios”. A diferença de conteúdo está no meio: o Yerushalmi tem אֶלָּא אִם כֵּן עָשָׂה לָהּ, “a não ser que tenha feito para ela”, e a avulsa tem אֶלָּא אִם כֵּן עָשָׂה חוּצָה לָהּ, “a não ser que tenha feito do lado de fora dela”; a guemará, na seção 02, cita a Mishná com חוּצָה לָהּ, e o Penei Moshe observa que é assim na Mishná do Bavli. No fim, o Yerushalmi tem שֶׁל שְׁנֵי שְׁנֵי בָתִּים, “de duas casas cada um”, e a avulsa, שֶׁל שְׁנֵי בָתִּים, “de duas casas”. O Yerushalmi tem שֶׁנַּעֲשֵׂית, “que se tornou”, duas vezes, onde a avulsa tem וְנַעֲשֵׂית, “e se tornou”. São só de grafia מְעָרְבִים por מְעָרְבִין, כּוּלָּה por כֻּלָּהּ, שֶׁיֶשׁ por שֶׁיֵּשׁ, דִּיוּרִין por דִּיּוּרִים, רִבִּי por רַבִּי e חֲצֵירוֹת por חֲצֵרוֹת. A halachá ocupa três segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, e cada um dos outros dois é uma seção desta página; a seção 01, longa, foi dividida em cinco pares de hebraico e português, sem mudar a ordem do texto.

Sobre a Mishná. O Penei Moshe explica a cidade de um indivíduo como a que um homem construiu para alugar as casas, e que depois vendeu a muitos; o Korban HaEdah, como a cidade em que não entram sempre seiscentos mil homens, e que por isso não é domínio público da Torá. Quando era de muitos e se tornou de um indivíduo, não se faz eruv para toda ela sem deixar um shiur (resto que fica fora do eruv), e os dois comentaristas dão a razão: שלא תשתכח תורת רה"ר, “para que não se esqueça a lei do domínio público”. Sobre Chadashá, o Penei Moshe e o Korban HaEdah dizem que era a menor cidade de toda a terra de Yehudá e servia de shiur para a cidade grande vizinha. No Bavli, a Mishná está em Eruvin 59a, e em Eruvin 60a há a baraita אָמַר רַבִּי יְהוּדָה: עִיר אַחַת הָיְתָה בִּיהוּדָה וַחֲדָשָׁה שְׁמָהּ, וְהָיוּ בָּהּ חֲמִשִּׁים דָּיוֹרִים אֲנָשִׁים וְנָשִׁים וָטַף, “disse Rabi Yehudá: uma cidade havia em Yehudá, e Chadashá era o seu nome, e havia nela cinquenta moradores, homens, mulheres e crianças”, que acrescenta que por ela os sábios mediam, e ela era o shiur. Ali também Rav Chama bar Guria diz em nome de Rav que a halachá é conforme Rabi Shimon, e Rabi Yitzchak diz que basta uma casa num pátio; o Penei Moshe conclui assim a halachá, e acrescenta que a cidade de uma só porta, mesmo de muitos, não precisa de shiur.

Sobre a seção 01. A frase de Rabi Yudá está na Tosefta Eruvin 5:4, com a mesma numeração no Sefaria e na edição de Lieberman: עיר של יחיד שנעשית של רבים ודרך הרבים עוברת בתוכה, “cidade de um indivíduo que se tornou de muitos, e o caminho dos muitos passa no meio dela”, põe-se lechi daqui e lechi dali, ou korá daqui e korá dali, e ואין מערבין אותה לחצאין, אלא או כולה, או מבוי בפני עצמו, “e não se faz eruv para ela em metades, mas ou toda ela, ou cada mavoi por si”; e עיר של רבים, והרי היא של רבים, ואין לה אלא פתח אחד, מערבין את כולה, “cidade de muitos, que continua de muitos, e não tem senão uma entrada, faz-se eruv para toda ela”. A mesma baraita está no Bavli, Eruvin 59a e 59b, onde Rav Papa diz que só não se faz eruv em metades no comprimento. A baraita de Rabi Chiya, com Rabi Yudá e os sábios, está no Yerushalmi Eruvin 1:1, no segmento 23 do Sefaria, na seção 22 da página da Halachá 1:1, onde o nome está na grafia רִבִּי יְהוּדָה. O Penei Moshe explica a objeção: ali Rabi Yudá permite cada mavoi por si, e um não proíbe o outro. Para ele e para o Korban HaEdah, a resposta é que a frase “não se faz eruv em metades” foi dita sobre a cidade de uma só porta, em que ninguém pode afastar-se dos outros por outra saída. Antochia é a Antioquia da Síria, citada como exemplo de cidade grande. Na frase de Rabi Yossi, o texto do escriba é (גַּבֵּי) e o do corretor, [פֶּתַח]; a tradução segue o do corretor, como o Penei Moshe, que entende que um mavoi fez a sua correção e os outros não, que, se cada mavoi fez a sua, proíbem uns aos outros, e que a korá que se põe depois é um sinal, como uma soleira, de que se separaram. O Korban HaEdah lê בני מבוי שנתנו קורתן באמצע המבוי, “no meio do mavoi”, e Guggenheimer também prefere essa leitura. Sobre Rabi Pinchas, o Korban HaEdah lê חד זמן, “uma vez”, e o Penei Moshe entende חד como “um sábio”. Os גזוראי são, segundo o Penei Moshe, serradores de tábuas; segundo o Korban HaEdah, os que fazem a circuncisão; Guggenheimer traduz “shearers”, tosquiadores. Para o Korban HaEdah, a pergunta é de espanto, e a resposta diz que a viga foi feita para o reforço das casas, ולא לשם קור', “e não com intenção de korá”; o Penei Moshe tira daí que o sinal de separação precisa ser feito com essa intenção.

Sobre a seção 02. O versículo citado é Yehoshua 15:37, צְנָן וַחֲדָשָׁה וּמִגְדַּל־גָּד, na lista das cidades de Yehudá; o Korban HaEdah diz que são três cidades de Yehudá, vizinhas umas das outras. Tzenan, Chadashá, que quer dizer “nova”, e Migdal Gad, “torre de Gad”, ficaram transliteradas. O hebraico desta seção tem חֲמִשָּׁה דִּיוּרִין, “cinco moradores”, e a Mishná, “cinquenta”; o Penei Moshe escreve חמשים דיורין כצ"ל, “cinquenta moradores, assim se deve ler”, o Korban HaEdah, ה"ג שיש בה חמשים דיורין, e Guggenheimer anota a mesma correção; a tradução mantém “cinco”, que é o que está no texto. O Penei Moshe explica o “mesmo homens, mulheres e crianças” como: mesmo se não forem todos homens, as mulheres e as crianças completam o número; e o “contanto que sejam de Israel” como דדירת נכרים לאו שמה דירה, “pois a habitação de gentios não se chama habitação”. Sobre a palavra de Rav, o Penei Moshe diz que o shiur de fora precisa ter as casas abertas para dentro da cidade, e que Rabi Mana objeta: se são abertas para dentro dela, tornaram-se todas um só domínio, e então o shiur vale mesmo quando as casas não se abrem para dentro, mas só têm as costas voltadas para a cidade. O Korban HaEdah lê a palavra de Rav sobre os três pátios de Rabi Shimon, cujas casas precisam abrir-se para dentro dos pátios. No Bavli, Eruvin 60a, Abaye vê casas דִּפְתִיחִי לְנַהֲרָא, “que se abrem para o rio”, e quer fazê-las shiur da cidade; depois pensa em abrir-lhes janelas, para que possam juntar-se ao eruv, porque a Mishná diz “não se faz eruv para toda ela”, o que supõe que se poderia fazê-lo.

Leituras incertas. מִחְלְפָה שִׁיטָּתֵיהּ foi traduzido “a linha está trocada”, como em outras páginas deste tratado. חֶצְיָין foi traduzido “em metades”. Na frase לֹא עַל הָדָא אִיתְאֲמָרַת אֶלָּא עַל הָדָא, “caso” e “a frase” foram completados segundo o Penei Moshe e o Korban HaEdah. Não fica claro onde termina a palavra de Rabi Yossi: a tradução a estende até o primeiro “torna permitido o mavoi”, e o caso dos cinco mevoot pode ser dele ou da guemará. Na seção 01, וּמַתִּיר אֶת הַמָּבוּי חֲמִשָּׁה מְבוּאוֹת foi lido, com Guggenheimer, como fim de uma frase e início de outra. O אֵילּוּ e אֵילּוּ, “estes e aqueles”, foram completados como os que puseram e os que não puseram a korá, segundo o Penei Moshe. דִּגְזוֹרַאי foi traduzido “dos cortadores”, à letra. חִלַּקְתֶּם עֵירוּבְכֶם foi traduzido como pergunta. Na seção 02, רִבִּי בָּא בַּר מָמָל שִׂמְעוֹן בַּר חִיָיה בְשֵׁם רַב foi traduzido como está, sem verbo, sem dizer se um cita o outro. O “mas” da objeção de Rabi Mana segue o Penei Moshe.

Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Na Mishná, Guggenheimer traduz “unless one leaves outside”, como na avulsa; o hebraico desta Mishná não tem חוּצָה, e a tradução diz “feito para ela”. Na seção 01, ele escreve Rebbi Jehudah onde o hebraico tem רִבִּי יוּדָה, e traduz “a lath on each side or a beam on each side”, com “ou”, que não está no hebraico. Ele traduz סְלַק לְהָכָא como “immigrated here”, e a tradução diz “subiu para cá”. Na seção 02, ele escreve Rebbi Abba bar Mamal, e o hebraico diz רִבִּי בָּא בַּר מָמָל. Nos termos técnicos, onde ele usa alley, beam, lath e door frame, a tradução mantém mavoi, korá, lechi e tzurat petach. Referências conferidas: a nota 131 de Guggenheimer remete ao Yerushalmi Eruvin 1:1, segmento 23, onde está a baraita de Rabi Chiya; a nota 132, ao Bavli, Eruvin 59a e 59b, onde está a baraita do “não se faz eruv em metades”; a nota 138, a Yehoshua 15:37; e a nota 141, ao Bavli, Eruvin 60a, onde está o caso das casas abertas para o rio. As citações medievais da nota 134, do Rashba, do Ritba, do Meiri e do Rosh, não foram conferidas e não se citaram. Não se achou no Bavli, Eruvin 59a a 60a, paralelo à palavra de Assi, e não se citou.

Nomes nesta página: Rabi Yehudá, רִבִּי יְהוּדָה, e Rabi Shimon, רִבִּי שִׁמְעוֹן, na Mishná; Rabi Yudá, רִבִּי יוּדָה; Rabi Chiya, רִבִּי חִיָיה; Rabi Yossi, רִבִּי יוֹסֵה; Rabi Pinchas, רִבִּי פִינְחָס; Rabi Yudá bar Shalom, רִבִּי יוּדָה בַּר שָׁלוֹם; Assi, אַסִּי; Rabi Ba bar Mamal, רִבִּי בָּא בַּר מָמָל; Shimon bar Chiya, שִׂמְעוֹן בַּר חִיָיה; Rav, רַב; e Rabi Mana, רִבִּי מָנָא, na guemará. Na nota: Rav Papa, Rav Chama bar Guria, Rabi Yitzchak e Abaye, no Bavli.

Do hebraico foram retirados os rótulos de Mishná e de halachá e o marcador de folha de Vilna 36a, que estava na seção 01, antes de חַד רִבִּי פִינְחָס; não há marcador de Veneza nem marcador numérico, e nada foi acrescentado. Os parênteses e colchetes do Sefaria, em (גַּבֵּי) [פֶּתַח], foram mantidos no hebraico. As marcas פיס׳ e כול׳ foram mantidas, assim como as grafias do Sefaria, como שֶׁלְיָחִיד, וְְלֶחִי, וְעוֹשֶׁה, נָּתְנוּ, נָתְנְוּ e רְשׁות.