Primeira halachá do Perek Kaf de Massechet Shabbat, que abre o vigésimo capítulo, Tolin (penduram-se), assim chamado pela primeira palavra da sua Mishná. O capítulo trata do coar e do filtrar, e do preparar comida e bebida no Shabat e em Yom Tov. A Mishná ensina que, segundo Rabi Eliezer, se pendura a meshameret (coador) em Yom Tov (dia festivo) e se põe vinho na que já está pendurada no Shabat; e que, segundo os sábios, não se pendura em Yom Tov nem se põe na pendurada no Shabat, mas se põe na pendurada em Yom Tov. A guemará traz a baraita sobre armar tendas e acrescentar a elas, com a explicação de Rabi Avin bar Kahana sobre a meshameret nova; a posição de Rabi Eliezer, que parece invertida, e a palavra de Rabi Chinena, de que ele segue Rabi Yehudá nos preparativos da comida; o toldo estendido na casa de estudo nos dias de Rabi Yudá ben Pazi; a palavra de Rabi Yochanan sobre quem arma tendas no Shabat, e a cortina sobre a arca; e a discussão sobre quem filtra, se é culpado por escolher ou por peneirar, que já apareceu no Perek Zayin. O Bavli discute esta mesma Mishná em Shabbat 137b.
Mishná: Rabi Eliezer diz: pendura-se a meshameret (coador) em Yom Tov (dia festivo), e põe-se vinho na que já está pendurada no Shabat. E os sábios dizem: não se pendura a meshameret em Yom Tov, e não se põe vinho na pendurada no Shabat; mas põe-se vinho na pendurada em Yom Tov.
“Rabi Eliezer diz: pendura-se a meshameret” etc. Ensinou-se numa baraita: não divergiram Rabi Eliezer e os sábios sobre que se armam ohalim (tendas) desde o início em Yom Tov. E sobre o que divergiram? Sobre os que acrescentam a uma tenda. Pois Rabi Eliezer diz: acrescenta-se em Yom Tov, e não se acrescenta no Shabat; e os sábios dizem: não se acrescenta em Yom Tov, e não é preciso dizer que não se acrescenta no Shabat. E aqui, não é de acréscimo que estamos tratando? Disse Rabi Avin bar Kahana: explica-se a Mishná com uma meshameret nova, que ele apronta como utensílio ao pendurá-la. Tanto mais!
A posição de Rabi Eliezer está invertida. Se lá, onde ele a apronta como utensílio, tu dizes: é permitido, aqui, onde ele não a apronta como utensílio, não será permitido tanto mais? Disse Rabi Chinena: a palavra de Rabi Eliezer vem conforme Rabi Yehudá, pois se ensinou em nome de Rabi Yehudá: também nos machshirei ochel nefesh (os preparativos da comida) permitiram trabalhar em Yom Tov. Rabi Achá disse em nome de Rabi Ba: a lei é conforme as palavras de quem permite, contanto que se acrescente por cima.
Como esta: nos dias de Rabi Yudá ben Pazi houve um rivá (banquete) na casa de estudo, e estendiam o seu toldo na véspera por quatro côvados, e no dia seguinte estendiam-no todo. Pensaram dizer que isso era pelas palavras de Rabi Yudá ben Pazi. Examinaram e acharam que não era do parecer de Rabi Yehudá ben Pazi, senão até que se estenda na véspera a maior parte dele.
Rabi Chiya disse em nome de Rabi Yochanan: quem arma tendas no Shabat é obrigado a uma chatat por causa de boneh (construir). Disse Rabi Zeira: isso não é senão como quem as estende e as dobra no Shabat. Rabi Ba bar Kohen perguntou diante de Rabi Yossi: esta kilá (cortinado) que está sobre a arca, o que é a lei? Disse-lhe: uma vez que ela está estendida desde a véspera, torna-se como quem abre e fecha uma porta no Shabat.
Rabi Zeira disse em nome de Rav Chiya bar Ashi, em nome de Shmuel: quem filtra no Shabat é obrigado por causa de borer (o que escolhe). Disse Rabi Zeira: não é razoável senão que seja por causa de merakked (o que peneira). Rabi Yossi e Rabi Yona, ambos dizem: no início dizíamos: bem disse Rabi Zeira; assim como o que peneira, a farinha fica embaixo e a sêmola em cima, também o que filtra, o vinho fica embaixo e a borra em cima. E não dizíamos nada.
Por quê? Porque, em Yom Tov, foi permitido algo da categoria do escolher, e foi permitido algo da categoria do filtrar. Foi permitido da categoria do escolher: “escolhe do seu modo habitual, no seu colo e na tamchui (a travessa de servir)”. Foi permitido da categoria do filtrar: “põe-se vinho na pendurada em Yom Tov”. E não foi permitido nada da categoria do peneirar, pois disse Rabi Chanina Broké em nome de Rav Yehudá: não se peneira de novo a farinha, mas se peneira pelo lado de trás da nafá (peneira fina). Se dizes que o filtrar é por causa de merakked, que seja proibido em Yom Tov! Disse Rabi Yossi beRabi Bun: e isto é não conforme Rabi Yudá, pois se ensinou em nome de Rabi Yudá: também os machshirei ochel nefesh permitiram. Pergunta-se esta coisa: o que é a lei quanto a peneirar de novo farinha pelo lado de trás da nafá, conforme os rabanan (os sábios)?
Esta é a primeira halachá do Perek Kaf de Massechet Shabbat, Tolin, e a sua Mishná corresponde inteira à Mishná Shabbat 20:1 da Mishná avulsa, na numeração do Sefaria, como antecipou a nota final da halachá 19:6. As diferenças são de grafia e de pontuação: o Yerushalmi escreve רִבִּי, onde a avulsa escreve רַבִּי; diz duas vezes בַּשַּׁבָּת, onde a avulsa diz בְשַׁבָּת; e, no fim, בְּיוֹם טוֹב, onde a avulsa diz בְיוֹם טוֹב; a avulsa tem cinco vírgulas e um ponto a menos. Nenhuma dessas diferenças muda o sentido. No Bavli, esta Mishná abre o capítulo Tolin em Shabbat 137b, logo depois do fim do capítulo Rabi Eliezer DeMilah, e a sua guemará segue até 139b, onde começa a Mishná seguinte. No hebraico do Sefaria, o primeiro segmento é a Mishná, e os outros três são a guemará; cada um deles forma uma seção, 01, 02 e 03, e nada foi deixado de fora. As seções 02 e 03 foram divididas em pares de hebraico e português, três e dois, sem mudar o texto e sem dividir nenhum segmento entre seções. O Sefaria abre a Mishná com o rótulo “mishná” e a guemará com o rótulo “halachá”, que tiramos; não há marcador numérico depois deles, e não inventamos nenhum. Tiramos também dois marcadores embutidos que não fazem parte do texto: o da coluna 17c da edição de Veneza, no início da seção 01, e o da folha 91a da edição de Vilna, na seção 03, entre וּשְׁמָרִים לְמַעֲלָן e אַף הַמְשַׁמֵּר, que, na nossa divisão, ficam no mesmo par. Não há colchetes nem parênteses no hebraico desta halachá. Mantivemos como estão no Sefaria as grafias חֲדָשָׂה, com sin, na seção 01, e מְרַקֵּיד ao lado de הַמְרַקֵּד, na seção 03. רִבִּי זְעִירָה, no início da seção 03, e רִבִּי זְעִירָא, nas outras menções, são ambos “Rabi Zeira”, como nas halachot anteriores deste tratado; רִבִּי יוּדָה בֶּן פָּזִי e רִבִּי יְהוּדָה בֶּן פָּזִי, na mesma história, são o mesmo sábio, e escrevemos “Rabi Yudá ben Pazi” e “Rabi Yehudá ben Pazi”, conforme o hebraico; do mesmo modo, רִבִּי יְהוּדָה, na seção 02, e רִבִּי יוּדָה, na seção 03, são “Rabi Yehudá” e “Rabi Yudá”; e רִבִּי אָחָא é “Rabi Achá”.
Referências conferidas. A baraita da seção 01 está na Tosefta Shabbat 12:14 (ed. Lieberman), em outra forma: os sábios concordam com Rabi Eliezer que אין עושין אהלים כתחילה ביום טוב, “não se fazem tendas desde o início em Yom Tov”, e não é preciso dizer no Shabat; divergiram sobre acrescentar, pois Rabi Eliezer diz que não se acrescenta em Yom Tov, e não é preciso dizer no Shabat, e os sábios dizem que se acrescenta no Shabat, e não é preciso dizer em Yom Tov; parte dessa frase está entre colchetes na edição de Lieberman. No Bavli, a mesma regra é dita por Rabá bar bar Chana em nome de Rabi Yochanan, com as posições da Tosefta, em Shabbat 125b, sobre a Mishná da tampa da janela, e de novo em 137b, sobre a nossa Mishná. Em 137b, a guemará pergunta como Rabi Eliezer, que nem acrescentar a uma tenda provisória permite, permitiria fazê-la desde o início, e responde que ele segue Rabi Yehudá, pois se ensinou numa baraita: אֵין בֵּין יוֹם טוֹב לַשַּׁבָּת אֶלָּא אוֹכֶל נֶפֶשׁ בִּלְבָד. רַבִּי יְהוּדָה מַתִּיר אַף מַכְשִׁירֵי אוֹכֶל נֶפֶשׁ, “não há diferença entre Yom Tov e o Shabat senão a comida somente; Rabi Yehudá permite também os preparativos da comida”; é a mesma resposta de Rabi Chinena na nossa seção 02, e a mesma baraita está no Bavli, Beitzá 28b. A Mishná da tampa da janela, em que Rabi Eliezer só permite tapar com ela quando está amarrada e pendurada, é a Mishná Shabbat 17:7, na numeração do Sefaria. Ainda em 137b, Rav Yosef diz que, segundo os sábios, quem pendurou a meshameret no Shabat é obrigado a um sacrifício de chatat; em 138a, Abaye diz que a proibição é dos sábios e enumera הַגּוֹד וְהַמְשַׁמֶּרֶת, כִּילָּה וְכִסֵּא גַלִּין, “o odre e a meshameret, a kilá e a cadeira dobrável”: não se fazem, e, se se fizeram, é isento, mas é proibido; e as tendas permanentes, se se fizeram, obrigam a chatat. Ali mesmo Rav Kahana pergunta a Rav sobre a kilá. Também em 138a, à pergunta sobre quem filtrou no Shabat, Rav Kahana responde que é obrigado a chatat, e a guemará pergunta por que motivo: רַבָּה אָמַר: מִשּׁוּם בּוֹרֵר. רַבִּי זֵירָא אָמַר: מִשּׁוּם מְרַקֵּד, “Rabá disse: por causa de borer; Rabi Zeira disse: por causa de merakked”; e Rabi Zeira explica, como na nossa seção 03, que no peneirar o refugo fica em cima e a comida embaixo. Em 139b, Rabá bar Rav Huna ensina que se pode usar de um artifício com a meshameret em Yom Tov: pendurá-la como que para pendurar nela romãs, e pendurar nela a borra; e Rav Ashi diz: contanto que tenha pendurado nela romãs. Borer e merakked estão entre os trabalhos principais enumerados na Mishná Shabbat 7:2. A citação “escolhe do seu modo habitual, no seu colo e na tamchui” é da Mishná Beitzá 1:8, na numeração do Sefaria, sobre quem escolhe legumes em Yom Tov, segundo Beit Hilel; a avulsa diz בְּחֵיקוֹ, בְּקָנוֹן וּבְתַמְחוּי, com mais um utensílio. A proibição de peneirar de novo a farinha em Yom Tov está no Bavli, Beitzá 29b, como baraita, אֵין שׁוֹנִין קֶמַח בְּיוֹם טוֹב, e ali a mulher de Rav Yosef peneira a farinha pelas costas da peneira. A seção 03 já apareceu, quase igual, na halachá 7:2 deste tratado, trigésimo sétimo segmento na numeração do Sefaria e seção 36 deste site, onde se lê רִבִּי זְעִירָא, דְלֹא מִשּׁוּם מְרַקֵּד, Rabi Yona antes de Rabi Yossi, רִבִּי חֲנִינָא בֶּן יָקֶא e אֲבָל בְּמַכְשִׁירֵי אוֹכֶל נֶפֶשׁ; e está também no Yerushalmi Beitzá 1:10, quinto segmento na numeração do Sefaria, onde a frase de Rav Chiya bar Ashi é dita בְשֵׁם רַב, “em nome de Rav”, e não em nome de Shmuel, o sábio é רִבִּי חֲנִינָה בַּר יָקֶה, e a citação de Rabi Yudá diz, como aqui, אַף מַכְשִׁירֵי אוֹכֶל נֶפֶשׁ הִתִּירוּ.
Observações de leitura. Na Mishná, a meshameret é o pano de coar a borra do vinho, esticado em volta da boca de um recipiente; pendurá-la é como armar uma pequena tenda, e pôr vinho nela é filtrar. Na seção 01, a baraita do Yerushalmi diz, ao pé da letra, que Rabi Eliezer e os sábios “não divergiram que se armam tendas desde o início”, e dá a Rabi Eliezer a permissão de acrescentar em Yom Tov e aos sábios a proibição; a Tosefta e o Bavli dizem o contrário em ambos os pontos: todos concordam que não se armam tendas desde o início, Rabi Eliezer proíbe acrescentar mesmo em Yom Tov, e os sábios permitem mesmo no Shabat. Traduzimos o hebraico como está; Guggenheimer entende que o texto do Yerushalmi está corrompido. A pergunta “e aqui, não é de acréscimo que estamos tratando?” dirige-se, na nossa leitura, aos sábios, que proíbem pendurar a meshameret, embora pendurá-la seja só um acréscimo; se é assim, por que eles a proíbem? A resposta de Rabi Avin bar Kahana é que a Mishná fala de uma meshameret nova, que, ao ser pendurada pela primeira vez, se torna utensílio; aí a proibição não viria da tenda, mas de completar um utensílio. O “tanto mais!” que fecha o segmento é curto e difícil: pode querer dizer que, nesse caso, Rabi Eliezer deveria proibir com mais razão, e é isso que a seção 02 pergunta; a leitura é incerta. Na seção 02, “lá” e “aqui” não estão explicados no texto: entendemos que “lá” é a meshameret nova da nossa Mishná, que Rabi Eliezer permite embora a torne utensílio, e “aqui” é o acréscimo à tenda, que não faz utensílio; a pergunta só tem força se, para Rabi Eliezer, acrescentar for proibido, como na Tosefta e no Bavli; Guggenheimer propõe que “aqui” seja a tampa da janela da Mishná 17:7; a leitura é incerta. A palavra de Rabi Chinena resolve: Rabi Eliezer permite em Yom Tov os preparativos da comida, como Rabi Yehudá. “Conforme as palavras de quem permite” traduz כְּדִבְרֵי הַמַּכְשִׁיר, e וּבִלְבַד מִלְּמַעֲלָן, “contanto que por cima”, entendemos como acrescentar à tenda já armada pela parte de cima, sem armar paredes novas; o “se acrescente”, em itálico, é a nossa leitura. A história de Rabi Yudá ben Pazi mostra a regra: o toldo estendido por quatro côvados na véspera não bastava para estendê-lo todo no dia seguinte; só se permite acrescentar quando a maior parte já foi estendida na véspera. רִיבְעָה traduzimos por “banquete”, com Guggenheimer; a palavra é de leitura incerta. A palavra de Rabi Zeira, “não é senão como quem as estende e as dobra”, entendemos como uma ressalva: a tenda que se estende e se dobra, como um pano, não é construção. Na pergunta de Rabi Ba bar Kohen, אָרוֹנָה pode ser uma arca ou um baú; e a resposta, “como quem abre e fecha”, entendemos como permissão: a kilá já estendida na véspera é como a porta que se abre e se fecha; o “uma porta”, em itálico, é a nossa leitura. Na seção 03, o argumento de Rabi Yossi e Rabi Yona é que filtrar não pode ser peneirar, porque o filtrar foi permitido em Yom Tov, na nossa Mishná, e o peneirar não; e a resposta de Rabi Yossi beRabi Bun é que a regra de Rav Yehudá, que proíbe peneirar de novo, não segue Rabi Yehudá, que permite os preparativos da comida. רִבִּי חֲנִינָה בְּרוֹקֶה escrevemos “Rabi Chanina Broké”, conforme a vocalização; os paralelos de 7:2 e de Beitzá dizem “ben Yaké” e “bar Yaké”, e o nome é de leitura incerta. As palavras em itálico são a nossa leitura para completar a frase.
Comparação com a tradução inglesa. Seguiu-se o hebraico frase a frase. Guggenheimer traduz מְשַׁמֶּרֶת por “yeast-sieve”; mantivemos “meshameret”, com a glosa “coador”. Na seção 01, ele traduz a baraita como se dissesse “no Shabat”, onde o hebraico diz בְּיוֹם טוֹב; seguimos o hebraico, “em Yom Tov”. Ele traduz כָּל שֶׁכֵּן por “a fortiori” e lê em seguida um fragmento da Guenizá que diz לֹא כָל שֶׁכֵּן; seguimos o texto do Sefaria. Ele escreve “Rebbi Abbin bar Cahana”, “Rebbi Ḥinena”, “Rebbi Jehudah”, “Rebbi Aḥa”, “Rebbi Abba”, “Rebbi Jehudah ben Pazi”, “Rebbi Ḥiyya”, “Rebbi Joḥanan”, “Rebbi Zeˋira”, “Rebbi Abba bar Cohen”, “Rebbi Yose”, “Rav Ḥiyya bar Ashi”, “Samuel”, “Rebbi Jonah”, “Rebbi Ḥanina Beroqa”, “Rav Jehudah” e “Rebbi Yose ben Rebbi Abun”; mantivemos “Rabi Avin bar Kahana”, “Rabi Chinena”, “Rabi Yehudá”, “Rabi Achá”, “Rabi Ba”, “Rabi Yudá ben Pazi”, “Rabi Chiya”, “Rabi Yochanan”, “Rabi Zeira”, “Rabi Ba bar Kohen”, “Rabi Yossi”, “Rav Chiya bar Ashi”, “Shmuel”, “Rabi Yona”, “Rabi Chanina Broké”, “Rav Yehudá” e “Rabi Yossi beRabi Bun”, como nas halachot anteriores deste tratado e conforme o hebraico. Das suas remissões, foram conferidas e estão corretas as da Tosefta Shabbat 12:14 (ed. Lieberman), do Bavli Shabbat 137b e 138a e do Yerushalmi Shabbat 7:2; a que ele dá como Sucá 1:8 do Yerushalmi não foi encontrada no capítulo 1 de Sucá do Sefaria, e por isso não a citamos.
A Mishná seguinte, Shabbat 20:2, na numeração do Sefaria, começa נוֹתְנִין מַיִם עַל גַּבֵּי הַשְּׁמָרִים, “põe-se água sobre a borra”; no Bavli, ela está em Shabbat 139b.
Com esta halachá, abre-se o Perek Kaf de Massechet Shabbat, Tolin (תּוֹלִין).