Primeira halachá do Perek Yud-Zayin de Massechet Shabbat, que abre o décimo sétimo capítulo, Kol HaKelim (todos os utensílios). A Mishná ensina que todos os utensílios são movidos no Shabat, e as suas portas com eles, ainda que se tenham desmontado no Shabat, e que não são semelhantes às portas da casa, que não estão entre o que foi preparado para o Shabat. A guemará explica o que há de novo nas portas da casa e nas dos utensílios, e traz a palavra de Rabi Abahu em nome de Rabi Elazar: no princípio todos os utensílios eram movidos no Shabat, mas, quando o povo se tornou suspeito de profaná-lo, como no versículo de Nechemia, proibiram-lhes tudo, e depois foram permitindo até permitir tudo, exceto a serra grande e a relha do arado. Daí a regra de que várias mishnayot e baraitot foram ensinadas antes da permissão dos utensílios: o almofariz, a klostra (a tranca da porta), com Rabi Yehoshua e Rabi Tarfon, a trombeta deixada no telhado, segundo Rabi Yudan, e as hastes e as varas, segundo Rabi Zeira. Trata ainda das tábuas do navio, do que se carrega por dois, do banco de Rabi Yudá bar Pazi, da carroça da casa de Rabi, dos cestos grandes e dos utensílios do tear, com a pergunta de Rabi Yochanan a Rabi Yehudá ben Levi. O Bavli discute esta mesma Mishná em Shabbat 122b.
Mishná: Todos os kelim (utensílios) são movidos no Shabat, e as suas portas com eles, ainda que elas se tenham desmontado no Shabat; e as portas dos utensílios não são semelhantes às portas da casa, porque estas não são do muchan (o que foi preparado de antemão para o Shabat).
“Todos os utensílios são movidos no Shabat” etc. Nas portas da casa há um acréscimo de ensino, e nas portas dos utensílios há um acréscimo. Nas portas da casa há um acréscimo: que, ainda que se tenham desmontado desde a véspera do Shabat, é proibido movê-las no Shabat. Nas portas dos utensílios há um acréscimo: que, ainda que se tenham desmontado no Shabat, elas são movidas no Shabat.
“Porque não são do muchan”: e as portas da casa não têm uso senão sobre o solo, presas à construção.
Rabi Abahu em nome de Rabi Elazar: no princípio, todos os utensílios eram movidos no Shabat. Quando os israelitas se tornaram suspeitos de profanar os dias festivos e os Shabatot, o que é isto que está escrito: “naqueles dias vi em Yehudá homens pisando lagares no Shabat e carregando fardos sobre os jumentos” etc. (Nechemia 13:15), então os sábios lhes proibiram tudo, todos os utensílios.
Quando se cercaram de cuidado no Shabat, os sábios foram-lhes permitindo pouco a pouco, até que lhes permitiram tudo, exceto a serra grande e a relha do arado. Rabi Yossi diz: também os tzipperin (buris). Rabban Shimon ben Gamliel diz: também as hoguin (âncoras).
Um almofariz: se há nele alho, move-se no Shabat; e, se não há, não se move. Rabban Shimon ben Gamliel diz: se era um almofariz pequeno, daqueles que se põem sobre a mesa, eis que ele é como uma tigela, e move-se no Shabat. Rabi Yossi, Rabi Ila em nome de Rabi Elazar; Rabi Yaakov bar Achá em nome de Rabi Elazar: antes da hatarat kelim (a permissão dos utensílios) ensinaram a baraita do almofariz.
Lá ensinamos na Mishná: a klostra (a tranca da porta), Rabi Yehoshua diz: retira-a de uma entrada e pendura-a na outra entrada no Shabat. Rabi Tarfon diz: eis que ela é como todos os utensílios e move-se no pátio.
Os sábios da casa de Rabi Yanai dizem: a matnita (a Mishná) é sobre um pátio em que não se fez eruv (a junção dos domínios). Se é num pátio em que não se fez eruv, então é isto o que ensinamos: “eis que é como todos os utensílios e move-se no pátio”?
Rabi Yossi em nome de Rabi Yirmeyá, e Rabi Chananya a faz remontar a Rabi Elazar: antes da permissão dos utensílios ensinaram essa Mishná. Se antes da permissão dos utensílios ensinaram essa Mishná, é isto o que ensinamos: “eis que é como todos os utensílios e move-se no pátio”? Quer dizer, ela é como os três utensílios que se movem no pátio, e estes são: a faca pequena da mesa, o cortador de develá (bolo de figos secos) e a zomelistra (a concha de sopa).
A chatzotzrá (trombeta): aquele que anuncia o Shabat toca a terceira vez no alto do telhado e deixa-a no seu lugar. E não é ela um utensílio? Disse Rabi Yudan: antes da permissão dos utensílios ensinaram isto.
Rabi Zeira em nome de Rabi Elazar: as hastes dos pães da proposição e as varas do Pessach, antes da permissão dos utensílios ensinaram as mishnayot que as proíbem.
As tábuas do navio, quanto a elas, não se movem no Shabat. Se estavam cobrindo utensílios ou alimentos, eis que elas são como a tampa de todos os utensílios, e por isso movem-se no Shabat. Disse Rabi La: ainda que digas “como a tampa dos utensílios”, isso vale só desde que tenham sobre si a forma de um utensílio.
Tudo o que se carrega por dois homens é movido no Shabat: por dois, sim; por quatro e por cinco é proibido. Disse Rabi Zeira: uma vez que dizes que por dois é permitido, mesmo por quatro e por cinco também é permitido.
É conforme o que disse Rabi Mana: nos dias de Rabi Yossi, os jovens carregavam juntos o banco de Rabi Yudá bar Pazi, e os velhos os ajudavam a carregá-lo.
Rabi Lazar em nome de Rabi Chanina: aconteceu um caso, e moveram de lugar a carroça da casa de Rabi no Shabat. Pois não é ela um utensílio como os outros? Contou-se o caso para que não digas: as carroças, visto que o seu uso não é senão sobre o seu lugar, não se movem no Shabat.
Rav Yehudá em nome de Shmuel: os cestos grandes e as sugin (recipientes) grandes movem-se no Shabat, e foi preciso dizê-lo para que não digas: visto que o seu uso, o desses recipientes, é no seu lugar, não se movem no Shabat. Rabi Abba em nome de Shmuel: a machbesh (prensa) das camas move-se no Shabat.
Rabi Ba em nome de Rav: o koved (o cilindro do tear) superior e o inferior movem-se, exceto os omdin (os montantes). Disse Rabi Ba: isto que dizes, é nos montantes que alguém fixou; mas, nos montantes que só repousam, é permitido.
Rabi Zeira em nome de Rav Yehudá em nome de Rav: as hastes e as cordas do kuryis (o tear) movem-se no Shabat. Isto é conforme o que disse Rabi Yossi: Rabi Yochanan perguntou a Rabi Yehudá ben Levi: pode-se mover os utensílios do kuryis no Shabat? Disse-lhe ele: movem-se. Rabi Yudá ben Pazi não disse assim, mas contou: Rabi Yochanan perguntou a Rabi Yehudá ben Levi: pode-se mover os utensílios do kuryis no Shabat? Disse-lhe ele: não se movem. Disse-lhe o outro: por que não? Disse-lhe ele: porque não se movem.
Esta é a primeira halachá do Perek Yud-Zayin de Massechet Shabbat, Kol HaKelim, e a sua Mishná corresponde inteira à Mishná Shabbat 17:1 da Mishná avulsa, na numeração do Sefaria, de “todos os utensílios são movidos no Shabat” até “porque não são do muchan”, como antecipou a nota final da halachá 16:9. No Bavli, a mesma Mishná está em Shabbat 122b, e a sua guemará segue em 123a. As diferenças de redação são pequenas: o Yerushalmi diz וְאֵינָן דּוֹמִין, “e não são semelhantes”, onde a avulsa e o Bavli dizem שֶׁאֵינָן דּוֹמִין, “pois não são semelhantes”; e escreve נִיטָּלִין בַּשַּׁבָּת e שֶׁנִּתְפָּרְקוּ בַּשַּׁבָּת, onde a avulsa escreve נִטָּלִין בְּשַׁבָּת e שֶׁנִּתְפָּרְקוּ בְשַׁבָּת, só na grafia e na vocalização. No hebraico do Sefaria, o primeiro segmento é a Mishná, e os seis seguintes são a guemará; cada seção numerada corresponde a um desses segmentos, de modo que a seção 01 é o segundo segmento e a seção 06 é o sétimo. Os segmentos das seções 02, 03, 05 e 06 aparecem em mais de um par de hebraico e português dentro da mesma seção; nenhum segmento foi dividido entre seções. O Sefaria abre a Mishná com o rótulo “mishná” e a guemará com o rótulo “halachá”, que tiramos; depois deles não há marcador numérico, e não inventamos nenhum. Tiramos também os marcadores embutidos do início das folhas 82a (na Mishná) e 82b (na seção 05) da edição de Vilna e o da coluna 16a (na seção 01) da edição de Veneza, e a chamada de nota de Guggenheimer na seção 06, que não fazem parte do texto. No hebraico ficaram dois sinais editoriais: na seção 03, a frase (אִי קוֹדֶם לְהַתָּרַת כֵּלִים שָׁנוּ) entre parênteses, que Guggenheimer considera uma correção errada do corretor do manuscrito, a ser apagada; nós a traduzimos, porque a pergunta seguinte a supõe; e, na seção 06, a palavra (אָמַר) entre parênteses, seguida de בִּימֵי entre colchetes, correção do editor; traduzimos a correção, “nos dias de Rabi Yossi”, e não “disse Rabi Yossi”. Na seção 03, a palavra כִּשְׁלֹֹשָׁה traz dois sinais de vocalização iguais sobre a mesma letra, e conservamos o hebraico como está.
Referências conferidas. O versículo citado na seção 02 é Nechemia 13:15, que diz por inteiro: “naqueles dias vi em Yehudá pisando lagares no Shabat, e trazendo os montes de cereal, e carregando sobre os jumentos, e também vinho, uvas, figos e toda carga, e trazendo a Yerushalaim no dia do Shabat”; o Yerushalmi salta as palavras “e trazendo os montes de cereal” e resume o resto com “etc.”. Nos versículos seguintes, até 13:19, Nechemia repreende os nobres de Yehudá por profanarem o Shabat e manda fechar as portas de Yerushalaim desde a véspera, para que nenhuma carga entre no dia do Shabat. No Bavli, Shabbat 123b, uma baraita ensina que no princípio diziam que só três utensílios se movem no Shabat, o cortador de bolo de figos, a concha da panela e a faca pequena da mesa, e que permitiram, e voltaram a permitir, e voltaram a permitir, até dizerem que todos os utensílios se movem, exceto a serra grande e a relha do arado; ali Abaye e Rava explicam as etapas dessa permissão; Rabi Chanina diz que “nos dias de Nechemia ben Chachalia foi ensinada esta Mishná”, com o mesmo versículo de Nechemia 13:15; e Rabi Elazar diz que as mishnayot das hastes, das varas, da glustra e do almofariz foram todas ensinadas antes da permissão dos utensílios. Em Shabbat 124a, a guemará mostra as fontes dessas mishnayot, cita a da tranca com Rabi Yehoshua e Rabi Tarfon, e Rabba propõe que talvez tenham sido ensinadas depois da permissão. Na Mishná avulsa, a frase de Rabi Yossi sobre a serra grande e a relha do arado é o início da Mishná Shabbat 17:4. A Tosefta Shabbat 14:1 (ed. Lieberman) traz a mesma história dos três utensílios e da permissão gradual, e acrescenta que Rabban Shimon ben Gamliel diz “também a âncora do navio”, e Rabi Yossi, “também o buril grande”; a Tosefta Shabbat 13:17 (ed. Lieberman) traz o almofariz, “se há nele alho, move-se, e, se não, não se move”, e a palavra de Rabban Shimon ben Gamliel sobre o almofariz pequeno, que é como uma tigela. A Mishná citada na seção 03 com “lá ensinamos” é a Mishná Kelim 11:4, que traz a tranca, com as palavras de Rabi Yehoshua e de Rabi Tarfon; a Mishná Eruvin 10:10 trata de outra peça, o ferrolho que tem na ponta uma glustra, com Rabi Eliezer, que o proíbe, e Rabi Yossi, que o permite. Na seção 04, a trombeta é a que se tocava na véspera do Shabat para anunciá-lo: no Bavli, Shabbat 35b, uma baraita ensina que se dão seis toques na véspera do Shabat, e a terceira vez é a de acender a vela, segundo Rabi Natan; e, na discussão com Rabi Yossi bar Chanina, diz-se que o chazan da sinagoga tem um lugar reservado no alto do seu telhado, onde deixa o shofar, porque não se movem nem o shofar nem as trombetas; a Tosefta Shabbat 13:16 (ed. Lieberman), ao contrário, ensina que se move o shofar para dar de beber com ele à criança. A Mishná Sucá 5:5 conta os seis toques que se acrescentavam no Templo na véspera do Shabat, três para fazer o povo parar o trabalho e três para separar o sagrado do profano. Na seção 05, as hastes são as da Mishná Menachot 11:6, que separavam os pães da proposição sobre a mesa e cujo arranjo e retirada não se sobrepõem ao Shabat; e as varas são as da Mishná Pesachim 5:9, nas quais se pendurava e esfolava o cordeiro do Pessach, e Rabi Eliezer diz que, quando o dia catorze caía no Shabat, cada um punha a mão no ombro do companheiro em vez delas. Na seção 06, a regra do que se carrega por dois tem paralelo na Tosefta Shabbat 14:3 (ed. Lieberman), que diz que não se carrega numa vara no Shabat, mas se carrega por dois, e que por três e por quatro é proibido; e no Bavli, Eruvin 102a, conta-se que na casa de Rabi Pedat havia uma trave que dez homens levantavam para pô-la contra a porta, e ele não lhes disse nada, porque ela tinha status de utensílio. A palavra sobre os utensílios do tear tem paralelo no Bavli, Shabbat 113a: Rav Yehudá diz em nome de Shmuel que os utensílios do tecelão se movem no Shabat; Rav Nachman, em nome de Shmuel, inclui o cilindro superior e o inferior, mas não os montantes; e Rabi Yochanan pergunta a Rabi Yehudá bar Livai sobre o cilindro superior e o inferior, e ele responde: “não se movem”, e, perguntado pela razão, “porque não se movem”.
Observações de leitura. Na seção 01, a palavra דְּרוּבָה, que traduzimos “há um acréscimo”, quer dizer que a Mishná ensina algo a mais em cada caso: nas portas da casa, que são proibidas mesmo quando se desmontaram antes do Shabat; nas dos utensílios, que são permitidas mesmo quando se desmontaram no Shabat; a leitura da palavra é incerta, e Guggenheimer a traduz “há mais explicitado”. Na seção 02, as portas da casa servem só presas à construção, e por isso não estão preparadas para outro uso; a permissão dos utensílios veio quando o povo voltou a guardar o Shabat, e a guemará conclui daí que a baraita do almofariz, que o proíbe quando está vazio, é anterior a essa permissão. A identificação dos tzipperin com os buris, e dos hoguin com as âncoras, segue a Tosefta, que diz “o buril grande” e “a âncora do navio”, e é incerta. Na seção 03, segundo os da casa de Rabi Yanai, a Mishná da tranca trata de um pátio sem eruv; a guemará pergunta como então se diria que ela se move no pátio, se estava dentro da casa; e a resposta final, “como os três utensílios”, entendemos que quer dizer que a tranca, mesmo antes da permissão, tinha a lei daqueles três utensílios que se moviam desde o início; o texto não o diz explicitamente, e Guggenheimer entende que a pergunta fica sem resposta. Na seção 04, o texto não diz quem toca a trombeta; pelo Bavli, é o chazan da sinagoga, e por isso completamos em itálico “aquele que anuncia o Shabat”; e “a terceira vez” é o terceiro toque da véspera do Shabat. Na seção 05, as tábuas do navio não têm forma de utensílio, e por isso não se movem, a não ser quando servem de tampa; Rabi La exige que, mesmo então, tenham a forma de um utensílio. Na seção 06, a frase de abertura repete “por dois” e não fala de três; a Tosefta proíbe já três. Rabi Zeira deduz que, se por dois é permitido, também por mais; e o caso contado por Rabi Mana, dos jovens que carregavam o banco e dos velhos que os ajudavam, mostra que muitos carregavam juntos. O caso da carroça da casa de Rabi ensina que um utensílio grande, que se usa no seu lugar, ainda assim se move. A expressão מַכְבֵּשׁ מִיטּוֹת, “a prensa das camas”, é obscura, e Guggenheimer diz não saber o que significa; e a palavra שֶׁבָּן, que traduzimos “que só repousam”, também é incerta: entendemos, com Guggenheimer, que os montantes fixados no tear não se movem, mas os soltos, sim. A palavra קורייס, que transcrevemos kuryis, designa aqui o tear ou o trabalho do tecelão, como mostra o paralelo do Bavli, que diz “utensílios do tecelão”; a identificação exata é discutida. A resposta “porque não se movem” é a de quem transmite uma tradição recebida, sem dar razão. As palavras em itálico são a nossa leitura para completar a frase.
Comparação com a tradução inglesa. Seguiu-se o hebraico frase a frase. Na seção 03, Guggenheimer põe entre parênteses a frase “se antes da permissão dos utensílios ensinaram”, como no hebraico, e diz que ela deve ser apagada; nós a traduzimos, como explicado acima. Ele traduz חֲצוֹצֶרֶת por “the bugle”; traduzimos “a trombeta”. Na seção 06, ele traduz a correção “nos dias de Rabi Yossi”, como nós. Onde o hebraico diz רִבִּי בָּא בְשֵׁם רַב, ele escreve “Rebbi Abba in the name of Rav”; seguimos o hebraico, “Rabi Ba”, como também na fala seguinte, אָמַר רִבִּי בָּא, que ele traduz “Rebbi Abba said”. Ele escreve “Rebbi Jehudah ben Pazi” tanto para רִבִּי יוּדָה בַּר פָּזִי como para רִבִּי יוּדָה בֶּן פָּזִי; seguimos o hebraico, “Rabi Yudá bar Pazi” e “Rabi Yudá ben Pazi”. Para רִבִּי לָעְזָר ele escreve “Rebbi Eleazar”, e nós, “Rabi Lazar”, conforme o hebraico. Ele acrescenta entre colchetes “beams” aos montantes do tear; traduzimos sem colchetes. Ele escreve “Rebbi Eleazar”, “Rebbi Abbahu”, “Rebbi Joshua”, “Rebbi Tarphon”, “Rebbi Jeremiah”, “Rebbi Ḥananiah”, “Rebbi Zeˋira”, “Rebbi Jacob bar Aḥa”, “Rebbi Joḥanan”, “Rav Jehudah” e “Samuel”; mantivemos “Rabi Elazar”, “Rabi Abahu”, “Rabi Yehoshua”, “Rabi Tarfon”, “Rabi Yirmeyá”, “Rabi Chananya”, “Rabi Zeira”, “Rabi Yaakov bar Achá”, “Rabi Yochanan”, “Rav Yehudá” e “Shmuel”, como nas halachot anteriores deste tratado. Das suas remissões, foram conferidas e estão corretas as da Mishná Kelim 11:4, da Tosefta Shabbat 13:16, 13:17, 14:1 e 14:3 (ed. Lieberman), do Bavli, Shabbat 35b, 113a, 122b e 123b, e Eruvin 102a, de Nechemia 13:15 e das Mishnayot Menachot 11:6 e Pesachim 5:9.
Com esta halachá, abre-se o Perek Yud-Zayin de Massechet Shabbat, Kol HaKelim (כׇּל הַכֵּלִים).