Primeira halachá do Perek Yud-Dalet de Massechet Shabbat, que abre o décimo quarto capítulo, Shemoneh Sheratzim (os oito répteis). A Mishná ensina que quem faz tzad (caçar) ou chovel (ferir) um dos oito répteis impuros da Torá é culpado; nos demais seres rastejantes, ferir não torna culpado, e caçar só torna culpado quando há necessidade; e, no animal e na ave que já estão no domínio da pessoa, caçar não torna culpado, e ferir torna. A guemará pergunta se a Mishná é de todos ou só de Rabi Yochanan ben Nuri, que diz que os oito répteis têm pele; Rabi Zeira resolve a dúvida pelas palavras de Rabi Yochanan e de Rabi Shimon ben Lakish sobre as peles que são como a carne, e traz as baraitot dos insetos, dos gafanhotos e do cervo que dorme com um olho aberto. Rabi Yanai permite matar a vespa no Shabat, e vêm os cinco que se matam no Shabat, a serpente que caiu no Shabat e a misericórdia de quem vê a serpente e o escorpião. Uma agadá sobre Tehilim 49:2 compara todos os que vêm ao mundo à chuldá (a toupeira), que junta e não sabe para quem; e a halachá termina com o boi que fugiu e a pele de ave para a mezuzá. O Bavli discute esta mesma Mishná em Shabbat 107a.
Mishná: Os oito sheratzim (os répteis impuros) mencionados na Torá: quem os caça e quem os fere no Shabat é culpado. E os demais shekatzim (seres abomináveis) e remassim (seres rastejantes): quem os fere é isento; quem os caça por alguma necessidade é culpado, e quem os caça sem necessidade é isento. O animal selvagem e a ave que estão no seu domínio: quem os caça é isento, e quem os fere é culpado.
“Os oito sheratzim” etc. Rabi Zerikan disse em nome de Rabi Imi: discordaram Rabi Yochanan e Rabi Shimon ben Lakish. Um disse: a Mishná é palavra de todos; e o outro disse: a Mishná está em disputa. E não sabemos quem deles disse isto e quem disse aquilo. Disse Rabi Zeira: expliquemos as palavras dos rabinos nesta disputa a partir das suas próprias palavras, pois ensinamos lá: “Estes são aqueles cujas peles são como a sua carne: a pele do homem e a pele do porco do povoado (doméstico). Rabi Yossi diz: também a pele do porco do campo (selvagem).” Rabi Yochanan disse: não o ensinaram senão para a proibição de comer e para a impureza; mas, para receber açoites, é pele, e não se açoita por ela quem a come por causa de nevelá (carne de animal não abatido ritualmente). Rabi Shimon ben Lakish disse: Rabi (Rabi Yehudá HaNasi) ensinou uma Mishná completa: a pele é como a carne tanto para a proibição quanto para os açoites, quanto para a impureza.
Uma matnita (baraita) apoia este sábio, e uma matnita apoia aquele outro. Uma matnita apoia Rabi Yochanan: “Os oito sheratzim têm peles. Disse Rabi Yochanan ben Nuri: por isso digo eu: os oito sheratzim têm peles.” Uma matnita apoia Rabi Shimon ben Lakish: “Quem fere os sheratzim: por aqueles que têm peles é culpado, e por aqueles que não têm peles é isento. Rabi Yochanan ben Nuri diz: por isso digo eu: todos os sheratzim têm peles.” Rabi Yossi beRabi Bun em nome de Rav: a pele deles é pele, e não se açoita por elas quem as come por causa de nevelá. E isso vem conforme aquilo que disse Rabi Yochanan acima.
“Quem caça zizin (um tipo de inseto), moscas, chagazin (outro inseto, de nome incerto) ou mosquitos é culpado, e Rabi Yehudá o isenta. Pois assim dizia Rabi Yehudá: não se é culpado senão por uma coisa que costuma ser caçada. Quem caça gafanhotos no tempo do orvalho é isento; no tempo do calor seco, é culpado. Elazar ben Achbai diz: mesmo no calor seco, na hora em que eles vêm em enxames, é isento. Quem caça um cervo coxo, cego, doente ou pequeno é isento; se caça um cervo adormecido, é culpado.” Pois ele fecha um olho e abre o outro.
Disse Rabi Yanai: é permitido matar a vespa no Shabat. E assim se ensinou numa baraita: “Cinco seres se matam no Shabat: a mosca egípcia, a vespa que está em Nínive, o escorpião que está em Hadayit (Adiabene), a serpente que está na Terra de Israel e o cão louco que está em qualquer lugar. Aconteceu que caiu uma serpente no Shabat, e levantou-se um napati (designação de origem, de sentido incerto) e a matou. Disse Rabi a respeito dele: deparou com ela alguém que é como ela.” Mas não são as serpentes das coisas que se matam no Shabat? Explica-o, a baraita dos cinco, no caso em que vêm para causar dano. Ensinou-se: Rabi Yaakov diz: quem vê uma serpente ou um escorpião dentro de quatro côvados de si era digno de morrer por eles, mas não morre, porque a misericórdia do Makom (o Onipresente) é abundante. Disse Rabban Shimon: em que caso foram ditas estas palavras? Quando a pessoa não os matou; mas, se os matou, não lhe apareceram senão para que os matasse. E os sábios dizem: tanto num caso como no outro, não lhe apareceram senão por um mérito.
Está escrito: “Ouvi isto, todos os povos; dai ouvidos, todos os habitantes do cheled (o mundo)” (Tehilim 49:2). Rabi Achá disse: Rabi Abahu e os rabinos divergem. Um deles disse: por que o versículo compara todos os que vêm ao mundo à chuldá (a toupeira)? Senão porque tudo o que há na terra seca há também no mar; muitas espécies há no mar que não há na terra seca, mas não há chuldá no mar. E o outro sábio disse: por que o versículo compara todos os que vêm ao mundo à chuldá? Senão porque, assim como esta chuldá arrasta coisas e guarda, e não sabe para quem guarda, assim são todos os que vêm ao mundo: arrastam bens e guardam, arrastam e guardam, e não sabem para quem guardam. Como está escrito: “Amontoa, e não sabe quem os recolherá” (Tehilim 39:7).
“O animal selvagem e a ave que estão no seu domínio: quem os caça é isento, e quem os fere é culpado.” Não o disseram senão daqueles que estão no domínio de uma pessoa, isto é, sob o seu poder; daí que, se não estão no domínio de uma pessoa, quem os caça é culpado. Disse Rabi Yossi: isto nos diz que quem caça no Shabat um boi que se rebelou contra o dono é culpado. Os rabinos de Cesareia disseram em nome de Rav Avidan: a pele de uma ave, é permitido escrever sobre ela uma mezuzá (o pergaminho do batente da porta).
Esta é a primeira halachá do Perek Yud-Dalet de Massechet Shabbat, Shemoneh Sheratzim, e a sua Mishná corresponde inteira à Mishná Shabbat 14:1 da Mishná avulsa, na numeração do Sefaria, que vai de “os oito répteis mencionados na Torá” até “e quem os fere é culpado”, como antecipou a nota final da halachá 13:7. A Mishná seguinte, Shabbat 14:2, que começa com “não se faz salmoura no Shabat” (אֵין עוֹשִׂין הִילְמִי בְשַׁבָּת), é a da halachá 14:2. No Bavli, a nossa Mishná está em Shabbat 107a, logo depois do fim do capítulo HaOreg, e a sua guemará vai de 107a até 108a. As diferenças em relação à Mishná avulsa são de grafia e de uma letra: o Yerushalmi escreve שְׁמוֹנָה, הָאֲמוּרִין, חַיָיב e לְצוֹרֶךְ, onde a avulsa escreve שְׁמֹנָה, הָאֲמוּרִים, חַיָּב e לְצֹרֶךְ; escreve וְשֶׁלֹּא לְצוֹרֶךְ, com vav, onde a avulsa escreve שֶׁלֹּא לְצֹרֶךְ; e escreve וָעוֹף, como o Bavli, onde a avulsa escreve וְעוֹף; o sentido é o mesmo. O texto do Sefaria escreve רְמָשִֹים com um sinal de cholam sobre a letra shin, sem o ponto de sin, e conservamos o hebraico como está. No hebraico do Sefaria, o primeiro segmento é a Mishná, e os quatro seguintes são a guemará; cada seção numerada corresponde a um desses segmentos, de modo que a seção 01 é o segundo segmento e a seção 04 é o quinto. O segundo segmento, que é longo, aparece em três pares de hebraico e português dentro da mesma seção 01; nenhum segmento foi dividido entre seções. O Sefaria abre a guemará com o rótulo “halachá”, que tiramos, e marca, no terceiro par da seção 01, o início da folha 74b da edição de Vilna, e, na seção 02, o início da coluna 14c da edição de Veneza; tiramos também esses marcadores, que não fazem parte do texto. Não há neste trecho sinais editoriais entre colchetes ou parênteses.
Os oito répteis são os de Vayikra 11:29–30: choled, achbar, tzav, anaká, koach, letaá, chomet e tinshemet. A identificação zoológica de quase todos é incerta, e as traduções divergem: a tradução inglesa que o Sefaria traz para Vayikra diz toupeira, rato, lagarto grande, geco, crocodilo da terra, lagarto, lagarto da areia e camaleão, e avisa que vários não se identificam com certeza; a de Steinsaltz, na Mishná, diz doninha, rato, lagarto dab, geco, crocodilo da terra, lagarto, escinco e camaleão. Por isso traduzimos sheratzim por “répteis impuros”, como na halachá 9:1, sem pretender exatidão zoológica, e não damos nomes às espécies no texto.
Referências conferidas. A Mishná que Rabi Zeira cita na seção 01, “ensinamos lá”, é a Mishná Chulin 9:2: “estes são aqueles cujas peles são como a sua carne: a pele do homem e a pele do porco do povoado; Rabi Yossi diz: também a pele do porco do campo”; a mesma Mishná inclui a pele de quatro dos oito répteis, a anaká, o koach, a letaá e o chomet, traz “Rabi Yehudá diz: a letaá é como a chuldá”, e termina com “Rabi Yochanan ben Nuri diz: os oito répteis têm peles”; a Mishná avulsa escreve חֲזִיר הַבָּר, onde o Yerushalmi escreve חֲזִיר שֶׁל בָּר. A palavra de Rabi Yochanan ben Nuri está também na Tosefta Chulin 8:6, na numeração do Sefaria (Guggenheimer a cita como 8:17): “os oito répteis têm peles; quem os caça, quem os mata, quem os fere e quem lhes faz uma ferida é culpado; e os sábios dizem: não há pele senão naquilo que os sábios enumeraram”. No Bavli, Shabbat 107a, Shmuel atribui a nossa Mishná a Rabi Yochanan ben Nuri, e Rabba bar Rav Huna, em nome de Rav, diz que ela pode ser até dos sábios, que só discordam dele quanto à impureza e, quanto ao Shabat, concordam; em 107b, o Bavli traz a baraita “quem fere um dos oito répteis é culpado, nos répteis que têm peles”, com a palavra de Rabi Yochanan ben Nuri, e Rav Ashi atribui o primeiro tanaíta a Rabi Yehudá, que segue a textura da pele. As baraitot do fim da seção 01 estão na Tosefta Shabbat, na numeração Lieberman: em 12:4, “quem caça um cervo coxo, doente ou pequeno é isento; quem caça o adormecido é culpado”, e “quem caça moscas e mosquitos é culpado, e Rabi Yehudá isenta”; em 12:5, “quem caça gafanhotos na hora do orvalho é isento, na hora do calor seco é culpado”, onde o sábio que diz “mesmo na hora do calor seco, se vinham em enxames, é isento” se chama לעז' בן מהבאי. No Bavli, Shabbat 106b, uma baraita diz que quem caça um cervo cego ou adormecido é culpado, e quem caça um coxo, velho ou doente é isento; outra lista “gafanhotos, gazin, vespas e mosquitos”; e uma terceira traz os gafanhotos no orvalho e no calor seco, com a palavra de “Elazar ben Mahavai”. A seção 02 tem paralelo no Bavli, Shabbat 121b: Rav Yosef traz a baraita dos cinco que se matam no Shabat, com o escorpião “que está em Chadyav”; Rabi Aba bar Kahana conta que uma serpente caiu na casa de estudo e que um נִיוְתִּי se levantou e a matou, e que Rabi disse “deparou com ela alguém como ela”; a guemará pergunta se ele o disse em louvor ou em censura; e Rabi Yanai, perguntado sobre matar serpentes e escorpiões no Shabat, responde: “a vespa eu mato; a serpente e o escorpião, não com mais razão?”. Os versículos da seção 03 são Tehilim 49:2 e Tehilim 39:7, na numeração hebraica; Guggenheimer cita o primeiro como Salmos 49:1, na numeração das traduções, e corrigimos. Para a seção 04, a Tosefta Shabbat 12:5, na numeração Lieberman, ensina que quem caça um animal, uma fera ou uma ave de um viveiro que não está no domínio de uma pessoa é culpado, se ainda falta caçá-los, e de um viveiro que está no domínio de uma pessoa é isento, mesmo se ainda falta caçá-los. No Bavli, Shabbat 108a, Rav Huna diz que se escrevem tefilin sobre a pele de uma ave pura, e Rav Yosef pergunta o que isso ensina, se já se aprendeu da nossa Mishná, “quem os fere é culpado”, que a ave tem pele.
Observações de leitura. Na seção 01, a pergunta é se a nossa Mishná, que torna culpado quem fere os oito répteis, e portanto supõe que eles têm pele, é de todos ou só de Rabi Yochanan ben Nuri. Rabi Zeira resolve a dúvida pelas palavras de cada um sobre a Mishná de Chulin: para Rabi Yochanan, a lista das peles que são como a carne só vale para a proibição de comer e para a impureza, e, para os açoites, a pele é pele; segundo o Penei Moshe e o Korban HaEdá, daí se segue que, para ele, também no Shabat todos concordam que os répteis têm pele, e foi ele quem disse que a Mishná é de todos. Para Rabi Shimon ben Lakish, Rabi ensinou a lista sem distinção, e a pele é como a carne para tudo; daí se segue que a nossa Mishná é só de Rabi Yochanan ben Nuri, e foi ele quem disse que está em disputa. A primeira baraita apoia Rabi Yochanan, porque, segundo os comentaristas, ensina sem disputa que os oito répteis têm pele quanto ao Shabat, e Rabi Yochanan ben Nuri só estende isso à impureza; a segunda apoia Rabi Shimon ben Lakish, porque os sábios distinguem também no Shabat entre os répteis que têm pele e os que não têm. A palavra de Rabi Yossi beRabi Bun em nome de Rav segue Rabi Yochanan, e a frase “e isso vem conforme aquilo que disse Rabi Yochanan” refere-se, segundo o Penei Moshe e o Korban HaEdá, à palavra de Rabi Yochanan sobre os açoites, dita acima; a baraita seguinte, dos insetos, dos gafanhotos e do cervo, vem sem introdução, e o Penei Moshe a identifica como Tosefta. O Penei Moshe e o Korban HaEdá leem הגזין ou הגיזין onde o Sefaria tem חַגָּזִין, e o explicam como um tipo de gafanhoto ou um tipo de abelha e de vespa; Guggenheimer diz que a palavra só aparece aqui e talvez seja um erro por חגבים, gafanhotos; o Bavli 106b tem gazin. Os zizin são, para o Penei Moshe, uma espécie de mosquito; para o Korban HaEdá, uma espécie de verme; para Guggenheimer, grilos. Por isso transliteramos as duas palavras. No orvalho, segundo os comentaristas, os gafanhotos ficam com a vista turva e são apanhados sem esforço; e, quando vêm em enxames, estão à mão. A Tosefta não traz o cervo cego, e o Bavli torna culpado quem caça o cervo cego; o Penei Moshe observa que o cego sente e foge. O cervo adormecido não está apanhado, porque dorme com um olho fechado e outro aberto. Na seção 02, o Penei Moshe e o Korban HaEdá dizem que o napati foi chamado pelo nome do seu lugar, e o Korban HaEdá diz que era judeu; Guggenheimer traduz “Nabatean”, nabateu, e o Bavli escreve נִיוְתִּי; por isso não traduzimos a palavra. Ambos entendem a palavra de Rabi como censura a quem matou a serpente no Shabat, e a resposta “explica-o no caso em que vêm para causar dano” limita a baraita dos cinco às criaturas que perseguem a pessoa. O Korban HaEdá lê שבחדייב, como o Bavli, onde o Sefaria tem שֶׁבְּהַדַּיָית. Guggenheimer observa que a “Nínive” da baraita pode ser a Assíria ou Nave, em Bashan. Na seção 03, segundo o Penei Moshe, a agadá vem aqui porque o primeiro dos oito répteis é o choled, e o versículo chama o mundo de cheled, palavra das mesmas letras; a guemará lê nele a chuldá. A chuldá é traduzida ora por doninha, ora por toupeira; preferimos “toupeira”, que junta debaixo da terra, mas a identificação é incerta. Para o Korban HaEdá, o primeiro sábio quer dizer que todas as espécies da terra há também no mar, menos a chuldá, que só há na terra; por isso o mundo habitado é chamado pelo nome dela. Na seção 04, o boi que se rebelou é, segundo o Korban HaEdá, o que não aceita mais domínio, e por isso quem o caça é culpado; e a pele de ave serve para a mezuzá, segundo o Penei Moshe e o Korban HaEdá, porque a Mishná a trata como pele, e os seus pequenos furos não impedem, já que a tinta passa sobre eles. As palavras em itálico são a nossa leitura para completar a frase.
Comparação com a tradução inglesa. Seguiu-se o hebraico frase a frase. Na seção 03, Guggenheimer traduz o versículo por “all who dwell like moles”, lendo a chuldá já no versículo; o hebraico diz יוֹשְׁבֵי חָלֶד, “os habitantes do mundo”, e assim traduzimos. Na seção 01, ele traduz “even in heat one is not liable if it forms clusters”; o hebraico diz בְּשָׁעָה שֶׁמְקַלְּחִין, “na hora em que vêm em enxames”, e assim traduzimos. Ele liga a frase “this follows what Rebbi Joḥanan said” à baraita dos insetos, como se ela fosse de Rabi Yochanan; seguimos o Penei Moshe e o Korban HaEdá, que a ligam à palavra de Rabi Yochanan acima, e por isso a baraita começa um novo par de hebraico e português. Ele escreve “Rebbi Zeriqan”, “Rebbi Immi”, “Rebbi Joḥanan”, “Rebbi Simeon ben Laqish”, “Rebbi Zeˋira”, “Rebbi Yose”, “Rebbi Joḥanan ben Nuri”, “Rebbi Yose ben Rebbi Abun”, “Rebbi Jehudah”, “Eleazar ben Aḥbai”, “Rebbi Yannai”, “Rebbi Jacob”, “Rabban Simeon”, “Rebbi Aha” e “Rebbi Abbahu”; mantivemos “Rabi Zerikan”, “Rabi Imi”, “Rabi Yochanan”, “Rabi Shimon ben Lakish”, “Rabi Zeira”, “Rabi Yossi”, “Rabi Yochanan ben Nuri”, “Rabi Yossi beRabi Bun”, “Rabi Yehudá”, “Elazar ben Achbai”, “Rabi Yanai”, “Rabi Yaakov”, “Rabban Shimon”, “Rabi Achá” e “Rabi Abahu”, como nas halachot anteriores deste tratado. O hebraico escreve אֶלְעָזָר בֶּן אַחְבַּאי, sem o título “Rabi”, e assim traduzimos.
Com esta halachá, abre-se o Perek Yud-Dalet de Massechet Shabbat, Shemoneh Sheratzim (שְׁמוֹנָה שְׁרָצִים).