Sétima halachá do Perek Vav, HaDar (quem mora), de Massechet Eruvin. A Mishná ensina que os irmãos sócios que comiam à mesa do pai e dormiam nas suas casas precisam de eruv para cada um; por isso, se um deles esqueceu e não fez eruv, anulou o seu direito; e isto quando levam o seu eruv a um só lugar, mas, se o eruv vinha até eles, ou se não há com eles outros moradores no pátio, não precisam fazer eruv. A guemará pergunta onde é o lugar principal da moradia, e traz a divergência de Rav e Shmuel, no lugar do pão ou no lugar do sono; explica a Mishná com os que recebem a sua porção do pai, e a palavra de Shmuel sobre o pão de um só para ele, os seus filhos e a gente da sua casa, com o meio pão de Rabi Achavá beRabi Zeira. Traz a casa em que se deposita o eruv, com o ensinamento de Rabi Abahu quando a mãe de Rabi Yaakov bar Achá faleceu, a divergência de Rabi Hamnuna e Rabi Chasdai e a do goy no mavoi; o eruv posto em dois lugares; Rabi Yossi e o pão do eruv, e a bênção de Rabi Yossi beRabi Bun sobre ele nas noites de Shabat; e termina com a Mishná de Guitin, de que se faz eruv na casa antiga, por causa dos caminhos da paz.
Mishná: Os achin shutafin (irmãos sócios) que comiam à mesa do pai e dormiam nas suas próprias casas precisam de eruv (a junção que permite transportar no Shabat) para cada um e um. Por isso, se um deles esqueceu e não fez eruv, anulou o seu reshut (o direito sobre o lugar). Quando se diz isto? No tempo em que levam o seu eruv a um só lugar; mas, se o eruv vinha até eles, ou se não há com eles diyurin (outros moradores) no chatzer (pátio), não precisam fazer eruv.
“Os irmãos sócios que comiam à mesa do pai” etc. Onde é o ikar dirá (o lugar principal da moradia)? Rabi Yoná disse: Divergiram Rav e Shmuel. Um deles disse: No lugar do pão deles; e o outro disse: No lugar do sono. E não sabemos quem disse isto e quem disse aquilo. A partir do que Shmuel ensinou, que transportar acima de dez palmos é shevut (proibição rabínica do Shabat), conclui-se que é ele quem diz: No lugar do pão deles.
A Mishná diverge de Shmuel: “Os irmãos que comiam” etc. Rav Chiya bar Ashi disse, em nome de Rav: A Mishná trata dos mekablei peras (os que recebem a sua porção) do pai. Mas de todo modo, não são sócios naquilo que comem? Disse Rabi Ba: Rabi Shmuel me explicou que o pai deles não lhes dá posse senão daquilo que comem, somente. A partir de agora, seria assim mesmo se o eruv não vem até eles? Fizeram a casa do pai como a casa em que se deposita o eruv.
Shmuel disse: Ele, os seus filhos e a gente da sua casa fazem eruv com um só kikar (pão). Como? Ele diverge de si mesmo? Lá ele diz: No lugar do pão deles; e aqui diz assim? Explica-o como quando eram dois sócios nele. E vem de acordo com o que disse Rabi Achavá beRabi Zeira: Faz-se eruv com meio pão. E ensinamos: “Mesmo um pão assado de uma seá (medida de farinha), se está partido, não se faz eruv com ele”, e tu dizes assim? Explica-o como quando eram dois sócios nele.
A casa em que se deposita o eruv. Quando a mãe de Rabi Yaakov bar Achá faleceu, disse Rabi Yassa a Rabi Abahu: Ensina-a tu; e ele a ensinou: Beit Shammai (a escola de Shammai) proíbem, e Beit Hillel (a escola de Hillel) permitem.
Rabi Hamnuna disse: A casa em que se deposita o eruv não precisa dar nada. Rabi Chasdai disse: O dono dela torna-se como um shutaf (sócio). Disse-lhe Rabi Hamnuna: As palavras dos rabinos não te deixam dizer isso, pois divergiram: um mavoi (beco) do qual um lado é de um goy (gentio) e o outro lado é de um israelita. Rav Huna disse, em nome de Rav: Se fizeram eruv pelo caminho das portas, o goy proíbe para eles. Abba bar Huna disse, em nome de Rabi Yochanan: Mesmo se fizeram eruv pelo caminho das janelas, o goy não proíbe para eles. Se dizes que o dono da casa é como sócio, o goy proibiria.
Rabi Yaakov bar Achá e Rabi Yassa disseram, em nome de Rabi Yochanan: A gente do mavoi que pôs o seu eruv em dois lugares: se foi por falta de lugar, eis que é permitido; se foi para dividir o seu eruv, é proibido.
Rabi Yossi desdenhava de quem o disse: O eruv é um igul (pão redondo) grande. Rabi Yossi beRabi Bun fazia a bênção sobre ele, o pão do eruv, nas noites de Shabat, para dizer que com ele se fez uma mitzvá (mandamento).
Lá ensinamos: “Faz-se eruv na casa antiga, por causa dos darchei shalom (caminhos da paz).” Disse Rabi Avun: A Mishná trata de um diyur (morador) antigo.
Esta é a sétima halachá do Perek Vav de Massechet Eruvin, HaDar, e a sua Mishná corresponde à Mishná avulsa Eruvin 6:7, inteira. Há duas diferenças de conteúdo entre as duas. O Yerushalmi tem בִּיטֵּל רְשׁוּתוֹ, “anulou o seu direito”, no passado, e a avulsa, מְבַטֵּל אֶת רְשׁוּתוֹ, “anula o seu direito”, isto é, deve anulá-lo, como explicam o Penei Moshe e o Korban HaEdah; e o Yerushalmi tem שֶׁמּוֹלִיכִין אֶת עֵירוּבָן לְמָקוֹם אֶחָד, “levam o seu eruv a um só lugar”, onde a avulsa tem שֶׁמּוֹלִיכִין עֵרוּבָן בְּמָקוֹם אַחֵר, “levam o seu eruv a outro lugar”, como também no Bavli. As demais são de grafia e de vocalização: o Yerushalmi tem הַשּׁוּתָפִין, שׁוּלְחַן, אֲבִיהֶן, וִישֵׁינִין, בְּבָתֵּיהֶן, מֵהֶן, עֵירוּב e עֵירֵב, e a avulsa, הַשֻּׁתָּפִין, שֻׁלְחַן, אֲבִיהֶם, וִישֵׁנִים, בְּבָתֵּיהֶם, מֵהֶם, עֵרוּב e עֵרֵב, além das vírgulas da avulsa. No Bavli, a Mishná está em Eruvin 72b, e começa com הָאַחִין שֶׁהָיוּ אוֹכְלִין, sem הַשּׁוּתָפִין. O Bavli deste site ainda vai só até Eruvin 61b; por isso esta página não traz o link para a discussão do Bavli sobre esta Mishná, em Eruvin 72b e 73a, nem para o Bavli Guitin, que ainda não está publicado neste site. A halachá ocupa cinco segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, e os outros quatro são as quatro seções desta página.
Sobre a Mishná. O Penei Moshe e o Korban HaEdah explicam que se trata de irmãos que comem à mesa do pai e de sócios que comem a uma só mesa, e que, segundo a guemará, recebem dele a sua porção e cada um a come na sua casa; por isso, se querem fazer eruv com os outros moradores do pátio, cada um precisa dar o seu pão. Explicam que “levam o seu eruv” é a uma das casas dos outros moradores do pátio, e que, se o eruv vinha até eles, isto é, à casa do pai, não precisam, pois a casa em que se deposita o eruv não precisa dar pão; e que, se não há outros moradores no pátio, são como um só. No Bavli, Eruvin 73a, ensina-se que, onde há moradores com eles, como estes proíbem, também aqueles proíbem.
Sobre a primeira seção. O Penei Moshe explica que עִיקַּר דִּירָה é o lugar em que a pessoa mora, e que, para Shmuel, assim como acima de dez palmos é outro domínio, em que o transporte é só shevut, em todo lugar em que come há um domínio próprio, e por isso a moradia não se define pelo lugar do sono, mas pelo lugar em que a pessoa se fixa para comer. Guggenheimer registra que Lieberman escreveu que não sabia explicar essa dedução. A objeção da Mishná, explicam ambos, é que os irmãos comem à mesa do pai e ainda assim são contados como separados, porque dormem nas suas casas; e a resposta é que são mekablei peras, que recebem a sua porção e a comem cada um na sua casa. O Korban HaEdah explica que o pai só lhes dá o que comem ali, e não podem levar o que sobra para a sua casa; e que, se o eruv vem até eles, foram feitos como a casa em que se deposita o eruv, que não precisa fazer eruv. O Penei Moshe lê מֵעַתָּה אֲפִילוּ עֵירוּב בָּא אֶצְלָן, sem אֵין, e o Korban HaEdah explica a pergunta da mesma forma: então, mesmo quando o eruv vem até eles, deveriam fazer eruv cada um; a tradução segue o hebraico do Sefaria, com אֵין. Sobre a palavra de Shmuel, ambos explicam que ele, os seus filhos e a gente da sua casa eram sócios num só pão, e que assim se entende Rabi Achavá beRabi Zeira, de que o meio pão de cada um é parte de um pão inteiro. A Mishná avulsa Eruvin 7:10 traz a palavra de Rabi Yehoshua, כִּכָּר הוּא עֵרוּב. אֲפִלּוּ מַאֲפֵה סְאָה וְהִיא פְרוּסָה, אֵין מְעָרְבִין בָּהּ, “o pão é eruv; mesmo um assado de uma seá, se está partido, não se faz eruv com ele”. No Bavli, Eruvin 72b e 73a, Rav Yehudá diz, em nome de Rav, בִּמְקַבְּלֵי פְרָס שָׁנוּ, “ensinaram-no dos que recebem a sua porção”; e lá Rav diz מְקוֹם פִּיתָּא, “o lugar do pão”, e Shmuel, מְקוֹם לִינָה, “o lugar do pernoite”, ao contrário do que o Yerushalmi deduz.
Sobre a segunda seção. O Penei Moshe explica que Rabi Yaakov bar Achá não pôde fazer eruv naquele Shabat porque a sua mãe faleceu, e que a sua era a casa em que se deposita o eruv; o Korban HaEdah, que ele não pôde ensinar, porque ao enlutado é proibido estudar Torá, e por isso Rabi Yassa pediu a Rabi Abahu que ensinasse a baraita. Beit Shammai proíbem se o dono da casa não deu o seu pão, e Beit Hillel permitem, e o Korban HaEdah acrescenta que é depois do fato. Rabi Hamnuna, explicam ambos, segue Beit Hillel: o eruv é por causa da moradia, e todos são como se morassem naquela casa, e com mais razão o dono dela; Rabi Chasdai diz que o dono é só como um sócio, e precisa dar o seu pão. A divergência sobre o goy no mavoi está também no Yerushalmi Eruvin 2:1, nesta tradução, onde se lê אַבְָּא בַּר בַּר חָנָה; e o Penei Moshe explica que, para Rabi Yochanan, o eruv faz de todos os israelitas como um só, e um gentio com um só israelita não proíbe; daí a prova de Rabi Hamnuna, pois, se o dono da casa fosse apenas um sócio, o eruv não faria deles um só, e o goy proibiria. Sobre o eruv posto em dois lugares, o Penei Moshe explica que, se o recipiente não comportava tudo, é permitido, e, se o dividiram para guardá-lo, não é eruv, pois o eruv quer dizer que todos estão misturados nele. A Tosefta Eruvin 5:11, na edição de Lieberman, traz בית שמניחין בו עירוב אין צריך להפריש ככר, “a casa em que se deposita o eruv não precisa separar um pão”; na Tosefta do Sefaria comum, a passagem está em 5:10.
Sobre a terceira seção. Os comentaristas leem מֵיקַל de modos diferentes. O Penei Moshe explica que Rabi Yossi era leniente em tirar uma parte do pão do eruv, porque dizia que o igul é grande e ainda tem a medida do eruv; o Korban HaEdah lê מקלל, e conta que Rabi Yossi viu uma mulher que tinha dividido o seu eruv e disse que o pão era grande e não achou recipiente para ele, e a amaldiçoou, porque sabia que desde o começo ela queria dividi-lo; Guggenheimer entende que ele desdenhou de quem falou do eruv com desprezo. A tradução diz “desdenhava de quem o disse”, sem decidir entre as leituras. Sobre Rabi Yossi beRabi Bun, ambos explicam que ele dizia a bênção sobre o pão do eruv nas noites de Shabat, porque, como já se fez com ele uma mitzvá, faça-se com ele outra. No Bavli, Shabat 117b, conta-se de Rabi Ami e Rabi Asi, הוֹאִיל וְאִיתְעֲבִיד בַּהּ חֲדָא מִצְוָה — לִיתְעֲבִיד בַּהּ מִצְוָה אַחֲרִינָא, “já que se fez com ele uma mitzvá, faça-se com ele outra mitzvá”.
Sobre a quarta seção. “Lá ensinamos” é a Mishná avulsa Guitin 5:8, מְעָרְבִין בְּבַיִת יָשָׁן, מִפְּנֵי דַרְכֵי שָׁלוֹם, entre as coisas que os sábios disseram por causa dos caminhos da paz; no Yerushalmi, é a Mishná Guitin 5:9. O Penei Moshe explica que, onde se costuma pôr o eruv numa casa, não se muda para outra, porque a casa em que se deposita o eruv não precisa dar pão, e quem mora nela perderia esse direito; e entende בְּדִיּוּר יָשָׁן como a moradia antiga: dela não se muda o eruv para outra, mas de um quarto para outro na mesma moradia é permitido. O Korban HaEdah entende o morador antigo: não se muda o eruv, para que não suspeitem dele que roubou do eruv; e, se aquele que morava ali saiu, é permitido mudá-lo. No Bavli, Guitin 60b, pergunta-se o motivo, e responde-se מִשּׁוּם חֲשָׁדָא, “por causa da suspeita”; a Mishná está no Bavli Guitin 59a. A Tosefta Eruvin 5:11, na edição de Lieberman, traz também מערבין בבית ישן, מפני דרכי שלום, e acrescenta que, se havia ali o seu mestre ou um grande homem, ou se casava o filho, e quer honrá-lo, a escolha está na sua mão.
Leituras incertas. בִּיטֵּל רְשׁוּתוֹ ficou “anulou o seu direito”, no passado, como no hebraico. עִיקַּר דִּירָה ficou “o lugar principal da moradia”. בִּמְקוֹם פִּיתָּן ficou “no lugar do pão deles”, e בִּמְקוֹם שֵׁינָה, “no lugar do sono”. לְמַעֲלָה מֵעֲשָׂרָה שְׁבוּת ficou “que transportar acima de dez palmos é shevut”, e “transportar” e “palmos” completam a frase, como no Penei Moshe. בִּמְקַבְּלֵי פְרָס ficou “dos que recebem a sua porção”. זִכֶּה לָהֶן ficou “lhes dá posse”. עָשׂוּ אוֹתוֹ ficou “fizeram a casa do pai”, e “a casa do pai” completa o pronome. מַה וּפְלִיג ficou “Como? Ele diverge de si mesmo?”, como nos comentaristas. דָמְכַת אִימֵּיהּ ficou “a mãe faleceu”. תְּנִי לָהּ ficou “ensina-a tu”, isto é, a baraita. אֵינוֹ צָרִיךְ כְּלוּם ficou “não precisa dar nada”. נַעֲשֶֶׂה כְשׁוּתָף ficou “o dono dela torna-se como um sócio”. יֵיסָר ficou “o goy proibiria”. בְּנֵי הַמָּבוֹי ficou “a gente do mavoi”. מֵיקַל לְהַהוּא דְאָמְרָהּ ficou “desdenhava de quem o disse”, e עִיגּוּל הוּא דְּרַב, “o eruv é um igul grande”. מְבָרֵךְ עֲלוֹי ficou “fazia a bênção sobre ele”. בְּדִיּוּר יָשָׁן ficou “de um morador antigo”, que o Penei Moshe entende como a moradia antiga.
Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Guggenheimer traduz פיס׳ como “Paragraph”, e aqui a marca não foi traduzida. Escreve Shmuel e Rabi Shmuel na forma inglesa, e “Rebbi Jonah”, “Rav Ḥiyya bar Ashi”, “Rebbi Abba”, “Rebbi Aḥawa bar Rebbi Ze`ira”, “Rebbi Jacob bar Aḥa”, “Rebbi Yasa”, “Rebbi Abbahu”, “Rebbi Hamnuna”, “Rebbi Ḥasdai”, “Rav Ḥuna”, “Abba bar Ḥuna”, “Rebbi Joḥanan”, “Rebbi Yose”, “Rebbi Yose ben Rebbi Abun” e “Rebbi Abun”, e aqui ficaram Rabi Yoná, Rav Chiya bar Ashi, Rabi Ba, Rabi Achavá beRabi Zeira, Rabi Yaakov bar Achá, Rabi Yassa, Rabi Abahu, Rabi Hamnuna, Rabi Chasdai, Rav Huna, Abba bar Huna, Rabi Yochanan, Rabi Yossi, Rabi Yossi beRabi Bun e Rabi Avun, como no hebraico; na nota 131, ele manda ler Abba bar bar Chana, como no capítulo 2, e aqui ficou Abba bar Huna, como no hebraico. Ele traduz a palavra de Rav Huna com “even if they made an eruv through doors”, e aqui não há “mesmo”, que não está no hebraico; traduz עִיגּוּל הוּא דְּרַב como “this is a large ring”, e aqui ficou “um igul grande”, o pão redondo; e traduz מִפְּנֵי דַרְכֵי שָׁלוֹם como “for communal peace”, e aqui ficou “por causa dos caminhos da paz”.
Referências conferidas no Sefaria. Mishná avulsa Eruvin 6:7 e 7:10; Mishná avulsa Guitin 5:8; Yerushalmi Eruvin 2:1; Bavli Eruvin 72b, a Mishná e a palavra de Rav Yehudá em nome de Rav, e 72b e 73a, a divergência de Rav e Shmuel sobre o lugar da moradia; 73a, os moradores que proíbem com eles; Bavli Guitin 59a, a Mishná, e 60b, a suspeita; Bavli Shabat 117b, Rabi Ami e Rabi Asi; Tosefta Eruvin 5:11, na edição de Lieberman, e 5:10, na do Sefaria comum; Penei Moshe e Korban HaEdah nesta halachá. Referências corrigidas ou não citadas: a nota 135 de Guggenheimer remete à Mishná Guitin 5:9, na numeração do Yerushalmi, e aqui se citou a Mishná avulsa Guitin 5:8, com o Bavli Guitin 60b; a nota 128 remete ao Bavli 49b, onde não se encontrou a casa em que se deposita o eruv, e por isso o Bavli 49b não foi citado; o Tanchuma citado na nota 127 não foi conferido, e não foi citado. A Mishná está no Bavli em Eruvin 72b, que ainda não está publicada neste site, que vai até 61b; por isso não há link para o Bavli.
Nomes nesta página: Rabi Yoná, רִבִּי יוֹנָה; Rav, רַב; Shmuel, שְׁמוּאֵל; Rav Chiya bar Ashi, רַב חִיָיה בַּר אַשִּׁי; Rabi Ba, רִבִּי בָּא; Rabi Shmuel, רִבִּי שְׁמוּאֵל; Rabi Achavá beRabi Zeira, רִבִּי אַחֲוָא בֵּרִבִּי זְעִירָא; Rabi Yaakov bar Achá, רִבִּי יַעֲקֹב בַּר אָחָא; Rabi Yassa, רִבִּי יָסָא; Rabi Abahu, רִבִּי אַבָּהוּ; Beit Shammai, בֵּית שַׁמַּי; Beit Hillel, בֵּית הִלֵּל; Rabi Hamnuna, רִבִּי הַמְנוּנָא; Rabi Chasdai, רִבִּי חַסְדַּאי (título e vocalização como no hebraico desta halachá); Rav Huna, רַב חוּנָה; Abba bar Huna, אַבְָּא בַּר חוּנָה; Rabi Yochanan, רִבִּי יוֹחָנָן; Rabi Yossi, רִבִּי יוֹסֵה; Rabi Yossi beRabi Bun, רִבִּי יוֹסֵי בֵּירִבִּי בּוּן; Rabi Avun, רִבִּי אַבּוּן. Rabi Hamnuna e Rabi Chasdai ficaram com o título de Rabi, como no hebraico do Sefaria; o Penei Moshe chama os dois de Rav. Na nota: Rabi Yehoshua, da Mishná; Rav Yehudá, Rabi Ami e Rabi Asi, do Bavli.
Do hebraico foram retirados os rótulos de Mishná e de halachá e os marcadores de folha da edição de Veneza 23b, antes de אֶחָד וְאֶחָד, na Mishná, e da edição de Vilna 42a, antes de מַתְנִיתָא פְלִיגָא, e 42b, antes de אֵין הַגּוֹי; não há marcador numérico, e nada foi acrescentado. Não há parênteses nem colchetes no hebraico do Sefaria desta halachá. Foram mantidas as marcas פיס׳, כול׳ e כוּל׳ e as grafias do Sefaria, como הּוּא, נַעֲשֶֶׂה, שֶׁצִִּידּוֹ e אַבְָּא, com os sinais repetidos, e בֵּית שַׁמַּי, sem álef.