O hissopo curto — alonga-o com fio e com fuso; mergulha e levanta; e segura no próprio hissopo e asperge. Rabi Yehudá e Rabi Shimon dizem: assim como a aspersão é feita com o próprio hissopo, também a imersão é feita com o próprio hissopo.
A primeira mishná do Perek Yud-Bet, capítulo de fecho do tratado, abre com um problema prático: quando o feixe de hissopo é curto demais para que sua ponta alcance a água de chatat no fundo do utensílio, amarra-se-lhe um fio preso a um fuso (uma haste fina), o que permite baixá-lo até a água e retirá-lo em seguida sem tocar diretamente o próprio hissopo na água com a mão. Mas, para a própria aspersão, a Torá exige expressamente que se segure o hissopo em si — e não o fio ou o fuso — e que se asperja com ele. Rabi Yehudá e Rabi Shimon exigem o mesmo padrão também para a imersão: a seu ver, não basta que a água alcance o hissopo por meio do fio e do fuso; é necessário que o próprio hissopo entre em contato direto com a água no momento da imersão. A halachá não segue Rabi Yehudá e Rabi Shimon.
Sobre “alonga-o”: ata-o com um fio na ponta do fuso, até que alcance as águas de chatat que estão no utensílio, e depois o retira. E a halachá não é como Rabi Yehudá e Rabi Shimon.
Sobre “o hissopo curto — alonga-o”: prolonga-o o suficiente para que baste, isto é, para que alcance a água.