שְׁמוֹת
O temor do Eterno, que traz assentamento da mente, nas casas que o Eterno fez para as parteiras; as duas perguntas de Moshé, "quem sou eu" e "que eu tire"; a vara que se torna serpente e volta a ser vara, e os três prodígios que aludem aos três tropeços futuros de Israel; o encontro de Moshé e Aharon segundo o Midrash sobre misericórdia, verdade, justiça e paz na criação do mundo; e a pergunta de Moshé "por que fizeste mal" e o temor das pragas que purifica o coração de Israel — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.
וָאֵרָא
A repreensão do Eterno a Moshé, suave e passageira como a de um pai que se ira mas ama; os quarenta e cinco esclarecimentos que ainda faltavam a Israel antes da redenção, aludidos no vav cortado do pacto de paz de Pinchás; o dito do Midrash sobre a acácia e os espinhos, revelando a vantagem oculta em Faraó; e as sete pragas do Egito, cada uma correspondendo a um dos atributos que o Eterno odeia, segundo Mishlé — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.
בֹּא
Como Moshé entendeu, sem que lhe fosse dito, que devia advertir Faraó sobre a praga do gafanhoto; os patriarcas cujo pensamento nunca era vão, cujas dúvidas geram almas através das gerações; as três últimas pragas correspondendo à soberba, ao orgulho e ao caminho mau de Mishlé; o caminho do preguiçoso e a vereda dos retos; a vaca vermelha e o estatuto do Pêssach correspondendo a "Eu sou" e "não terás", e as almas de Moshé e de Rabi Akivá; e o homem e o animal como pensamento e ação — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.