שְׁמוֹת
O temor do Eterno, que traz assentamento da mente, nas casas que o Eterno fez para as parteiras; as duas perguntas de Moshé, "quem sou eu" e "que eu tire"; a vara que se torna serpente e volta a ser vara, e os três prodígios que aludem aos três tropeços futuros de Israel; o encontro de Moshé e Aharon segundo o Midrash sobre misericórdia, verdade, justiça e paz na criação do mundo; e a pergunta de Moshé "por que fizeste mal" e o temor das pragas que purifica o coração de Israel.
וָאֵרָא
A repreensão do Eterno a Moshé, suave e passageira como a de um pai que se ira mas ama; os quarenta e cinco esclarecimentos que ainda faltavam a Israel antes da redenção, aludidos no vav cortado do pacto de paz de Pinchás; o dito do Midrash sobre a acácia e os espinhos, revelando a vantagem oculta em Faraó; e as sete pragas do Egito, cada uma correspondendo a um dos atributos que o Eterno odeia, segundo Mishlé.
בֹּא
Como Moshé entendeu, sem que lhe fosse dito, que devia advertir Faraó sobre a praga do gafanhoto; os patriarcas cujo pensamento nunca era vão, cujas dúvidas geram almas através das gerações; as três últimas pragas correspondendo à soberba, ao orgulho e ao caminho mau de Mishlé; o caminho do preguiçoso e a vereda dos retos; a vaca vermelha e o estatuto do Pêssach correspondendo a "Eu sou" e "não terás", e as almas de Moshé e de Rabi Akivá; e o homem e o animal como pensamento e ação.
בְּשַׁלַּח
Os ossos de Yossef e o temor do justo diante da dúvida; Sucot e Etam, temor e confiança, a coluna de nuvem e a coluna de fogo; o acampamento diante das quatro forças do Egito, e como Israel se depura entre as nações; o silêncio nas guerras contra o Egito e a oração na guerra de Amalek; "quem é como Tu entre os poderosos"; o cântico que passa de Moshé a todo Israel; as águas de Mara, o Shabat e a vaca vermelha; e a guerra de Amalek em Refidim, nascida do pecado da exaltação.
תְּרוּמָה
A oferta que Israel toma para o Eterno e a hora reservada de cada dia; a mercadoria da Torá, onde se unem os opostos, ouro e prata, campos e vinhas; as três arcas e o rei, o sumo sacerdote e o justo, fundamento do mundo; as medidas em meios da arca; os cálices, botões e flores do candelabro, Avraham, Yitzchak e Yaacov; as tábuas em pé, "senta e não faças"; e o altar de ouro e o atributo de Binyamin.
תְּצַוֶּה
As quatro coisas com que o Santo, bendito seja, anelou pela obra de Suas mãos e as quatro mortes do tribunal; as pedras sobre os ombros do efod e o bom coração de Aharon; o choshen e o efod, julgamento e apoio; o peitoral dobrado e o clamor "salva, meu senhor, o rei"; o yahalom e Zevulun; o sino e a romã, temor e firmeza; e a lâmina e os calções.
כִּי תִשָּׂא
A lavagem dos sacerdotes no kiyor, as tábuas dos dois lados, o nó dos tefilin, a longanimidade, o mês de Aviv e o cordeiro pelo jumento; a meia-moeda e as seis perguntas do julgamento; o pecado do bezerro e a ordem perdida da santidade; as tábuas lidas por dentro e por fora, e a raiz de Israel sem desejo e sem ira; o amor do Eterno que não cessa; a alegação de Moshe, "e vê que esta nação é Teu povo"; as doze advertências e os deuses de fundição; as segundas tábuas; e "escreve para ti".