שְׁמוֹת
A Shechiná que desce ao Egito com os filhos de Israel, o Nome de quarenta e duas letras aludido em "ve'ele" como abrigo diante das forças externas, os nomes das tribos que carregam a redenção futura, a alegria como essência do serviço a D'us, a descida do próprio Santo bendito seja para tirar Israel da impureza do Egito, a humildade de Moshé aprendida da sarça, o clamor do fundo do coração que escapa aos acusadores, e o Nome Ehyeh Asher Ehyeh revelado a cada um segundo o seu grau — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.
וָאֵרָא
Os atributos de Avraham, Yitzchak e Yaakov revelados progressivamente até a redenção, o jugo do Reino dos Céus como condição da libertação, a estreiteza do espírito que impediu Israel de ouvir Moshé, a razão de Amram ter tomado por esposa sua tia Yocheved, a ordem alternada de Moshé e Aharon segundo o chessed e a guevurá, o segredo de Havayá revelado por meio de um intérprete, o cajado que se torna serpente, o clamor por causa do canto dos sapos, e o linho e a cevada feridos pelo granizo enquanto o trigo e a espelta permanecem ilesos — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.
בֹּא
Os dois sinais do Shabat e Yom Tov aludidos nas letras yud-hê do Nome, o apego de Faraó nas letras finais do Nome Elokim, a razão pela qual Havayá endureceu o coração de Faraó para revelar a verdade, o temor de Moshé de que a praga vinda de Biná trouxesse arrependimento prematuro, o perigo de dizer "eu" aprendido do próprio Faraó, a noite da praga dos primogênitos que não se dividiu entre juízo e misericórdia, o mistério do mês novo mostrado com o dedo, o Nome Ahu-Ha e a humildade da lua, e o cordeiro do dia dez como portão do arrependimento — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.
בְּשַׁלַּח
O Erev Rav e o caminho evitado da terra dos filisteus, a coluna de nuvem e a coluna de fogo como mitzvot e teshuvá, o Nome de setenta e duas letras entrelaçado nos versículos de "vaisa", "vaiavo" e "vait" e sua ligação com Avraham, Yitzchak e Yaakov, o atributo Nada e o temor exterior, o Shemá Israel como entrega da alma, o segredo do Atika que fendeu o mar, os patriarcas presentes na fenda do mar de Juncos, o cântico de Miriam e apenas o primeiro versículo, a dança futura dos justos, o maná diário e a confiança em D'us, e a guerra de Amalek e as mãos de Moshe — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.
יִתְרוֹ
As boas de Moshé e as boas de Israel, o beijo de Moshé e o Nome Havayá acima do Nome Elokim, os nomes de Guershom e Eliezer revelados só agora por alusão, "por que te sentas sozinho" e o justo que julga por meio da teshuvá, o conselho de Yitro para que Moshé fosse o intermediário do povo diante de D'us, o mês terceiro e o mérito de Yaakov, a saída ao encontro de D'us como o noivo que sai ao encontro da noiva, o segredo da fumaça branca do Sinai, o perigo de especular sobre as letras do Nome, a quem foi dada a Torá segundo o Zohar Sagrado, vinte e dois mil que desceram com D'us ao Sinai, os setenta rostos da Torá, e cada um dos filhos de Israel que ouviu as vozes do Sinai segundo sua própria força — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.
מִשְׁפָּטִים
O estudo das leis com tremor e suor como no Sinai e o Sanhedrin junto ao altar, os Nomes Ban e Sag que abrandam os rigores de Adonai e de Elokim, a Torá como veste do Santo bendito seja e da Shechiná, as coxas, Shmuel, Mordechai e Purim, a oração com a comunidade, a bênção que eleva as centelhas, o homem que anda e o anjo que está parado, e os mandamentos racionais aceitos de novo por ordem do Criador — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.
תְּרוּמָה
A separação dos homens e do desejo de dinheiro para tomar "para o Meu Nome", a elevação que se toma do justo exigente consigo mesmo como um fio de cabelo, o homem como carruagem da Shechiná e a Malchut elevada nas dez vezes Adonai, a Torá estudada conforme a força de cada um e as vinte e duas letras unidas ao Nome Havayá, a teshuvá antes e depois do estudo nos dois querubins, e as tábuas, os soquetes e as travessas do Tabernáculo como atração dos Nomes Sagrados — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.
תְּצַוֶּה
A utilidade da companhia dos justos para o justo e para quem a ele se liga, o azeite de oliva puro, amargo e batido como quebra do coração, a qualidade de Mê nas pedras de shoham e nas quatro fileiras do peitoral que converte o rigor em misericórdia, e a túnica do efod como expiação do orgulho de Amalek, do discurso maldoso e do ódio gratuito, até o Nome Explícito de amor — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.
כִּי תִשָּׂא
O Shabat como prova de que a Shechiná repousa nos inferiores e por que só Betzalel faz o Mishkan, o Shabat como correção do pensamento no pecado do bezerro, as tábuas dadas a Moshé como presente, o temor externo que levou ao bezerro, a teshuvá por temor, os cinquenta portões de Biná, a efa de cada alma no primeiro Adam, os treze Ajustes da Barba e a fenda da rocha, a impureza dos pais sobre os filhos e o véu no rosto de Moshé — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.
וַיַּקְהֵל
O justo que reúne companheiros no Shabat pela sua palavra santa, o Kidush por fala como mandamento positivo, destinar com a boca cada ato à santidade do Shabat, o Mishkan à sombra de Shadai e a espiritualidade que não se torna material nem como um fio de cabelo, a teshuvá nos graus dos Patriarcas, a caridade como presente, a Arca antes do Mishkan e o temor antes da Torá, e as unificações de quem faz e de quem traz — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.
פְּקוּדֵי
O Mishkan do Testemunho e o excedente de santidade da oferta de Israel depositado na Torá, o estudo anual das parashiot do Mishkan com mais teshuvá, amor e temor, e a alusão do fim de Shemot ao começo de Vayikra: os quarenta e oito, o alef pequeno e o nome Yabak — o discurso completo, hebraico e português lado a lado.