Talmud Yerushalmi · Massechet Shabbat · Perek Yud · Halachá 5
שַׁבָּת

O pão levado por dois, o vivo e o morto na cama

Perek Yud, HaMatznia, Halachá 5, no Talmud Yerushalmi, Massechet Shabbat

Quinta halachá do Perek Yud de Massechet Shabbat, HaMatznia. A Mishná ensina que quem leva para fora um pão no domínio público é culpado; se dois o levaram, são isentos; e, se um só não podia levá-lo e dois o levaram, são culpados, e Rabi Shimon isenta. Quem leva para fora alimentos em quantidade menor que a medida, num recipiente, é isento também pelo recipiente; quem leva o vivo na cama é isento também pela cama; e quem leva o morto na cama, ou o tamanho de uma azeitona do morto, da carniça ou de uma lentilha do réptil, é culpado, e Rabi Shimon isenta. A guemará aprende de “ao fazê-la” que o indivíduo que faz é culpado e dois ou três são isentos; traz a disputa sobre as varas do tecelão entre Rabi e Rabi Elazar beRabi Shimon, com o “leão filho de leão”; Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak explica quando o recipiente é acessório; e Rabi Yudan explica a culpa pelo morto com o morto de um gentio, que não tem mau cheiro, levado para o cão. O Bavli discute esta mesma Mishná em Shabbat 92b.

A Mishná · מַתְנִיתִין

הַמּוֹצִיא כִכָּר בִּרְשׁוּת הָרַבִּים חַיָיב. הוֹצִיאוּהוּ שְׁנַיִם פְּטוּרִין. לֹא יָכוֹל אֶחָד לְהוֹצִיאוֹ וְהוֹצִיאוּ הוּ שְׁנַיִם חַיָיבִין. וְרִבִּי שִׁמְעוֹן פּוֹטֵר. הַמּוֹצִיא אוֹכְלִין פָּחוֹת מִכַּשִּׁיעוּר בַּכֶּלִי פָּטוּר אַף עַל הַכְּלִי שֶׁהַכְּלִי טְפֵילָה לוֹ. אֶת הַחַי בַּמִּיטָּה פָּטוּר אַף עַל הַמִּיטָּה שֶׁהַמִּיטָּה טְפֵילָה לוֹ. אֶת הַמֵּת בַּמִּיטָּה חַיָיב וְכֵן כַּזַּיִת מִן הַמֵּת וְכַזַּיִת מִן הַנְּבֵילָה וְכָעֲדָשָׁה מִן הַשֶּׁרֶץ חַיָיבִין. וְרִבִּי שִׁמְעוֹן פּוֹטֵר:

Mishná: Quem leva para fora um kikar (pão) no domínio público é culpado. Se dois o levaram para fora, são isentos. Se um só não podia levá-lo para fora, e dois o levaram para fora, são culpados; e Rabi Shimon isenta. Quem leva para fora alimentos em quantidade menor que a medida, no recipiente, é isento também pelo recipiente, pois o recipiente lhe é tefelá (acessório). Quem leva para fora o vivo na cama é isento também pela cama, pois a cama lhe é acessória. Quem leva para fora o morto na cama é culpado; e assim também, pelo tamanho de uma azeitona do morto, e pelo tamanho de uma azeitona da nevelá (carne de animal não abatido ritualmente), e pelo tamanho de uma lentilha do sheretz (réptil impuro), são culpados. E Rabi Shimon isenta.

A Halachá · הֲלָכָה ה

01“Ao fazê-la”: as varas do tecelão e o leão filho de leão
Yerushalmi · Shabbat 10:5
ה׳. בַּעֲשׂוֹתָהּ. הַיָּחִיד שֶׁעָשָׂה חַיָיב. שְׁנַיִם שְׁלֹשָׁה שֶׁעָשׂוּ פְטוּרִין. רִבִּי יוֹשׁוּעַ דְּרוֹמַיָּא אָמַר קוֹמֵי רִבִּי יָסָא בְשֵׁם רִבִּי אָחָא. קְנֵי גִירְדִּי. רִבִּי פוֹטֵר. רִבִּי אֶלְעָזָר בֵּירִבִּי שִׁמְעוֹן מְחַיֵיב. אָמַר לוֹ רִבִּי. כָּךְ שָׁמַעְתִּי מֵאָבִיךָ. אָמַר לוֹ. שִׁימַּשְׁתִּי אֶת אַבָּא עוֹמַדּוֹת מַה שֶׁלֹּא שִׁימַּשְׁתּוֹ יְשִׁיבוֹת.

“Ao fazê-la”: o indivíduo que a fez é culpado; dois ou três que a fizeram são isentos. Rabi Yehoshua Deromaya (do Sul) disse diante de Rabi Yassa em nome de Rabi Achá: sobre as kenei girdi (varas do tecelão), Rabi (Rabi Yehudá HaNasi) isenta; Rabi Elazar beRabi Shimon obriga. Disse-lhe Rabi: assim ouvi de teu pai. Disse-lhe: servi a meu pai de pé mais do que tu o serviste sentado.

וְרִבִּי תַלְמִידֵיהּ דְרִבִּי שִׁמְעוֹן בַּר יוֹחַי דַּהֲוֵי. לֹא תַלְמִידֵיהּ דְרִבִּי יַעֲקֹב בַּר קוֹדְשַׁי הֲוָה. אֶלָּא כָּךְ אָמַר לֵיהּ. שִׁמַּשְׁתִּי אֶת אַבָּא עוֹמְדוּת מַה שֶׁלֹּא שִׁמַּשְׁתָּ אֶת רַבָּךְ יְשִׁיבוּת.

Pergunta-se: e Rabi era discípulo de Rabi Shimon bar Yochai? Não era ele discípulo de Rabi Yaakov bar Kodshai? Mas assim lhe disse ele: servi a meu pai de pé mais do que tu serviste o teu mestre sentado.

כְּשֶׁהָיָה רִבִּי אֶלְעָזָר בֵּירִבִּי שִׁמְעוֹן נִכְנַס לְבֵית הַוַועַד הָיוּ פָנָיו שֶׁלְרִבִּי מַקְדִּירוֹת. אֲמַר לֵיהּ אָבוֹי. וְיֵאוּת. זֶה אֲרִי בֶן אֲרִי. אֲבָל אַתָּה אֲרִי בֶן שׁוּעַל. מִן דְּמָךְ רִבִּי אֶלְעָזָר שְׁלַח רִבִּי תְבַע בְּאִיתְּתֵיהּ. אָמְרָה לֵיהּ. כְּלִי שֶׁנִּשְׁתַּמֵּשׁ בּוֹ קוֹדֶשׁ יִשְׁתַּמֶּשׁ בּוֹ חוֹל.

Quando Rabi Elazar beRabi Shimon entrava no beit havaad (casa de reunião dos sábios), o rosto de Rabi ficava sombrio. Disse-lhe a Rabi o seu pai: e com razão; este é leão filho de leão, mas tu és leão filho de raposa. Quando morreu Rabi Elazar beRabi Shimon, Rabi mandou um enviado pedir a sua mulher em casamento. Ela lhe disse: será que um vaso com que se serviu o sagrado servirá ao profano?

02Os alimentos que precisam dos seus recipientes
Yerushalmi · Shabbat 10:5
ו׳. אָמַר רִבִּי שְׁמוּאֵל בַּר רַב יִצְחָק. הָדָא דְאַתְּ אָמַר בִּצְרִיכִין לְכֶילְיָין. כְּגוֹן אִילֵּין תּוּתַּיְָיא. אֲבָל אִם אֵינָן צְרִיכִין לְכֶילְיָין חַיָיב אַף עַל הַכְּלִי.

Disse Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak: isto que dizes, que é isento também pelo recipiente, é quando os alimentos precisam dos seus recipientes, como estas tutaya (amoras). Mas, se não precisam dos seus recipientes, é culpado também pelo recipiente.

03O vivo carrega a si mesmo; o morto de um gentio
Yerushalmi · Shabbat 10:5
אֶת הַחַי בַּמִּיטָָּה פָּטוּר אַף עַל הַמִּיטָָּה. דְּחַיָיא טָעִין גַּרְמֵיהּ. אֶת הַמֵּת בַּמִּיטָּה חַיָיב. דִּבְרֵי הְכֹּל. לֹא כֵן תַּנֵּי. אַף רֵיחַ רַע כָּל שֶׁהוּא. וְאָמַר רִבִּי אִילָא. אַף רִבִּי שִׁמְעוֹן מוֹדֶה בָהּ. וּמוֹדֶה רִבִּי שִׁמְעוֹן בְּאִיסּוּרֵי הֲנָיָיה. אָמַר רִבִּי יוּדָן. תִּיפְתָּר בְּמֵת גּוֹי וְשֶׁאֵין בּוֹ רֵיחַ רַע וְהוֹצִיאוֹ לְכַלְבּוֹ.

“O vivo na cama é isento também pela cama”: isto é, porque o vivo carrega a si mesmo. “O morto na cama é culpado”: são palavras de todos? Não se ensina assim numa baraita: “também reiach ra (o que tem mau cheiro), qualquer quantidade”? E disse Rabi Ila: também Rabi Shimon concorda com isso; e Rabi Shimon concorda no caso dos issurei hanaá (coisas de que é proibido tirar proveito). Disse Rabi Yudan: explica-se a Mishná com o morto de um gentio, que não tem mau cheiro, e que alguém o levou para fora para o seu cão.

תַּנֵּי. חֲצִי זַיִת מִן הַמֵּת וַחֲצִי זַיִת מִן הַנְּבֵילָה וּפַחוּת מִכַּעֲדָשָׁה מִן הַשֶׁרֶץ חַיָיב. וְרִבִּי שִׁמְעוֹן פּוֹטֵר. מַה טַעַמֵיהּ דְּרִבִּי שִׁמְעוֹן. כְּבָר נִתְמָעֲטָה הָטּוּמְאָה. מַה טַעֲמוֹן דְּרַבָּנִן. בָּהַהִיא דְרִבִּי יוּדָן. תִּיפְתָּר בְּמֵת גּוֹי וְשֶׁאֵין בּוֹ רֵיחַ רַע וְהוֹצִיאוֹ לְכַלְבּוֹ.

Ensina-se: por meia azeitona do morto, e meia azeitona da nevelá, e menos que uma lentilha do sheretz, é culpado; e Rabi Shimon isenta. Qual é a razão de Rabi Shimon para isentar? A impureza já foi diminuída. Qual é a razão dos rabanan (sábios)? É como aquela de Rabi Yudan: explica-se a baraita com o morto de um gentio, que não tem mau cheiro, e que alguém o levou para fora para o seu cão.

Nota

Esta é a quinta halachá do Perek Yud de Massechet Shabbat, HaMatznia, e a sua Mishná corresponde inteira à Mishná Shabbat 10:5 da Mishná avulsa, na numeração do Sefaria, que vai de “quem leva para fora um pão para o domínio público” até o “e Rabi Shimon isenta” depois da lentilha do réptil: o pão levado por dois e o recipiente, o vivo e o morto na cama estão todos nessa mesma Mishná. A Mishná avulsa seguinte, Shabbat 10:6, “quem tira as suas unhas uma com a outra”, é a da halachá 10:6 do Yerushalmi. O Bavli divide esta Mishná em duas: a do pão está em Shabbat 92b, e a do recipiente, do vivo e do morto, em Shabbat 93b. O hebraico do Sefaria marca a guemará com números que contam as mishnayot do perek segundo uma divisão em que a do pão é a quinta e a do recipiente, do vivo e do morto é a sexta; por isso a seção 01 começa com “heh”, a seção 02 com “vav”, a halachá 10:4 começava com “dalet”, e a halachá 10:6 começa com “zayin”. Conservamos os marcadores no hebraico. A seção 01 traz o “ao fazê-la” e a história de Rabi e Rabi Elazar beRabi Shimon; a seção 02, a palavra de Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak sobre o recipiente; a seção 03, o vivo e o morto na cama. Cada seção corresponde a um segmento do texto do Sefaria. Há pequenas diferenças de redação entre a Mishná do Yerushalmi e a avulsa: o Yerushalmi escreve “birshut harabim”, “no domínio público”, onde a avulsa escreve “lirshut harabim”, “para o domínio público”; escreve “bakeli”, “no recipiente”, onde a avulsa escreve “bichli”, “num recipiente”; e termina a lista do morto com “chayavin”, “são culpados”, onde a avulsa escreve “chayav”, “é culpado”. As demais diferenças são de grafia, como “mitá” e “tefelá” com yud; e o texto do Sefaria escreve “vehotziu hu”, “e o levaram”, em duas palavras. Conservamos o hebraico como está. A seção 03 é o paralelo citado na nota da halachá 9:6: ali a guemará diz, sobre a Mishná das coisas que se levam em qualquer quantidade, “também reiach ra, qualquer quantidade”, com a palavra de Rabi Ila; aqui a mesma baraita aparece como objeção à culpa pelo morto, e o texto escreve “umodé Rabi Shimon”, “e Rabi Shimon concorda”.

Referências conferidas. “Ao fazê-la” é Vayikra 4:27: “E, se uma pessoa pecar por erro, do povo da terra, ao fazer uma das mitzvot do Eterno que não se devem fazer, e se tornar culpada”; a palavra “ba’asotah”, literalmente “no seu fazer”, tem sufixo singular, e o versículo a escreve sem vav, e o Yerushalmi, com vav. O Bavli, em Shabbat 92b e 93a, traz a mesma derivação numa baraita: “ao fazê-la”, quem faz toda ela, e não quem faz parte dela; e ali Rabi Shimon diz, com palavras quase iguais às do nosso texto, que o indivíduo que a fez é culpado e dois que a fizeram são isentos. Em Shabbat 92b, Rav Yehudá em nome de Rav, ou, segundo outros, Abaye ou uma baraita, distingue três casos: se cada um dos dois podia levar, Rabi Meir obriga, e Rabi Yehudá e Rabi Shimon isentam; se nenhum dos dois podia, Rabi Yehudá e Rabi Meir obrigam, e Rabi Shimon isenta; se um podia e o outro não, todos obrigam. Na Tosefta Shabbat 9:9, na edição de Lieberman, ensina-se que dois que seguram uma cana e a levam para o domínio público são ambos isentos, e Rabi Shimon diz que, mesmo quando um só não pode levar, são isentos, “pois dois não são culpados por um só trabalho”. Sobre as varas do tecelão, o Bavli, em Shabbat 93b, traz o ensino citado por Rav Ashi: “dois que levaram para fora a vara do tecelão são culpados”; e um tana ensinou diante de Rav Nachman “são isentos, e Rabi Shimon obriga”, e responde-se que é ao contrário: “são culpados, e Rabi Shimon isenta”. No nosso texto é Rabi quem isenta, dizendo que assim ouviu de Rabi Shimon, e o filho de Rabi Shimon quem obriga. A história de Rabi e Rabi Elazar beRabi Shimon está também no Bavli, em Bava Metzia 84b: ali Rabi se aflige porque Rabi Elazar lhe responde as objeções, e o seu pai, Rabban Shimon ben Gamliel, lhe diz que aquele é “leão filho de leão”, e ele, “leão filho de raposa”; e, na mesma folha, Rabi manda pedir em casamento a mulher de Rabi Elazar, depois da morte deste, e ela responde: “um vaso com que se serviu o sagrado servirá ao profano?”. Sobre o recipiente, o Bavli, em Shabbat 93b, traz uma baraita: quem leva para fora alimentos na medida, num recipiente, é culpado pelos alimentos e isento pelo recipiente, e, se o recipiente lhe era necessário, é culpado também pelo recipiente; a distinção do Bavli olha para a necessidade de quem leva, e a de Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak, para a necessidade dos alimentos. Sobre o vivo na cama, o Bavli, em Shabbat 94a, traz a palavra de Rabi Natan, que isenta quem leva para fora animais vivos “porque o vivo carrega a si mesmo”, e Rava diz que, para o homem vivo, também os rabanan concordam. Na mesma folha, Rabi Yochanan e Reish Lakish dizem que Rabi Shimon isentava mesmo quem leva para fora o morto para enterrá-lo; e em Shabbat 94b o Bavli cita a baraita “meia azeitona, culpado”, que Rav Sheshet e Rav Nachman explicam de modos diferentes.

Observações de leitura. “Kikar” é o pão redondo. “Tefelá” é o que é secundário e acompanha outra coisa: quem leva menos que a medida de alimento num recipiente não é culpado pelo alimento, e também não pelo recipiente, que só serve ao alimento. “Kenei girdi” são as varas do tecelão; a guemará não explica por que Rabi isenta e Rabi Elazar beRabi Shimon obriga, e a ligação com a Mishná é o caso de dois que levam juntos uma coisa. A resposta de Rabi Elazar diz, literalmente, “servi a meu pai de pé o que tu não o serviste sentado”; entendemo-la como comparação, “mais do que”, isto é, ele aprendeu do pai, servindo-o, mais do que o outro aprendeu sentado diante dele. A guemará estranha a frase, porque Rabi não foi discípulo de Rabi Shimon, e corrige-a para “o teu mestre”. “O seu pai” é o pai de Rabi, como diz o Bavli. A mulher de Rabi Elazar compara-se a um vaso usado no sagrado. Na seção 02, “tutaya” são amoras, frutas que precisam do recipiente para ser levadas; o hebraico não diz qual é o exemplo do caso contrário. Na seção 03, a guemará pergunta se a culpa pelo morto é de todos, porque o “e Rabi Shimon isenta” poderia valer só para o fim da lista; e objeta com a baraita do reiach ra e com a palavra de Rabi Ila, segundo a qual Rabi Shimon concorda no caso do mau cheiro e no caso das coisas de que é proibido tirar proveito, e o morto é coisa de que é proibido tirar proveito. Rabi Yudan explica que a Mishná fala do morto de um gentio, que não tem mau cheiro e foi levado para o cão; a guemará não diz por que o morto de um gentio escapa da proibição de proveito, e essa é a explicação de Guggenheimer. “A impureza já foi diminuída” é a razão de Rabi Shimon para isentar quem leva meia azeitona; lemo-la como está, e a guemará não a desenvolve. A razão dos rabanan, que obrigam, é a mesma de Rabi Yudan, e a guemará repete a sua frase inteira.

Comparação com a tradução inglesa. Seguiu-se o hebraico frase a frase. Guggenheimer põe a Mishná em inglês começando pelo recipiente e terminando pelo pão; mantivemos a ordem do hebraico, que começa pelo pão. Ele chama de “Mishnah 6” a do pão e de “Mishnah 5” a do recipiente, ao contrário dos marcadores do hebraico; conservamos os marcadores como estão. No hebraico do Sefaria, o tradente diante de quem Rabi Yehoshua Deromaya falou é Rabi Yassa; Guggenheimer lê Rabi Yose, segundo outro manuscrito, porque Rabi Yehoshua Deromaya foi contemporâneo de Rabi Yose. O hebraico diz “Rabi Shimon bar Yochai”, e Guggenheimer lê “ben Yochai”; diz “Rabi Yaakov bar Kodshai”, e ele lê “Qorshai”, embora observe que a leitura do manuscrito é talvez preferível; e diz “quando morreu Rabi Elazar”, onde ele lê “quando ele morreu”. Em todos esses casos seguimos o hebraico do Sefaria. Ele traduz “shual” por “jackal”; traduzimos “raposa”. Ele escreve “Rebbi Ila”, “Rebbi Yudan” e “Rebbi Samuel ben Rav Isaac”; mantivemos “Rabi Ila”, “Rabi Yudan” e “Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak”, como nas halachot anteriores deste tratado.