Terceira halachá do Perek Heh, Keitzad Meabrin (como se faz o ibur), de Massechet Eruvin. A Mishná ensina como se medem as duas mil amot do techum: com uma corda de cinquenta amot, nem mais curta nem mais longa, segurada defronte do coração; o vale e a cerca se absorvem na corda, e, se não podem ser absorvidos, Rabi Dostai bar Rabi Yanai ouviu de Rabi Meir que se perfura nos montes. A guemará explica por que nem menos nem mais, traz os tanaim que medem com corda de linho, de corrente ou de quatro amot, e a queixa de Rabi Yehoshua sobre a corrente. Depois discute a torrente a setenta e cinco amot, a torrente estreita em cima e a tortuosa, e as posições dos dois que seguram a corda, até chegar à divergência de Rabi Meir e dos sábios, defronte do coração. Por fim, traz a regra de que não se mede pela encosta no lugar da eglá arufá, a pergunta sobre as cidades dos levitas e o techum de Shabat, e o versículo de que essas cidades foram dadas para os vivos, e não para sepulturas. O Bavli discute esta mesma Mishná em Eruvin 57b.
Mishná: Não se mede a distância senão com um chevel (corda) de cinquenta amot (côvados), nem menos nem mais. E não se medirá senão segurando a corda defronte do seu coração. Se estava medindo e chegou a um vale ou a uma gader (cerca de pedras), absorve-o na corda e volta à sua medida, contanto que não leve a medida para fora do techum (limite de Shabat). Se não pode absorvê-lo, sobre este caso disse Rabi Dostai bar Rabi Yanai em nome de Rabi Meir: ouvi que mekadrin (se perfura) nos montes.
“Não se mede senão com uma corda de cinquenta amot” etc. Quanto é a medida do techum? Quarenta chavalim (cordas). “Nem menos”, porque então a corda se estica e a medida ganha; “nem mais”, porque então ela se encolhe e a medida perde.
Há tanaim (mestres da Mishná) que ensinam: mede-se o techum com uma corda de linho. E há tanaim que ensinam: mede-se com uma corda de corrente. E há tanaim que ensinam: mede-se com uma corda de quatro amot. Disse Rabi Yehoshua: não há para ti medida verdadeira senão a de corrente; mas que farei eu, se está escrito nos Neviim (os Profetas) que se mede com cordas: “e um fio de linho na sua mão, e a cana de medir”?
Se havia do lugar dele até a torrente setenta e cinco amot? Há nisso dois amoraim (sábios do Talmud). Um deles disse: mede com a corda de cinquenta amot e volta para trás vinte e cinco amot. E o outro disse: mede a primeira parte com a corda de cinquenta amot, e o restante até a torrente mede com a corda de quatro amot.
Se a torrente era estreita em cima e larga embaixo: até cinquenta amot de largura em cima, tu a vês como se estivesse cheia de terra e pedregulhos; e, se não é assim, tu a vês como se a medida subisse em degraus e descesse em degraus. Se a torrente era tortuosa, como se mede? Rabi Chasdai disse: mede-se com miras, e calcula com ela a distância a olho na planície, e volta e faz o mesmo na parte do monte.
Rabi Achá, Rabi Chinena, Rabi Yirmeya em nome de Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak: e isto vale contanto que a medida saia no monte por quatro tefachim (palmos), o bastante para ser um lugar.
Rabi Yossi, Rabi Avuná em nome de Rav Yehudá; Rabi Yudan a transmite em nome de Rav: se o de cima dos dois que medem segura a corda defronte da sua cabeça e o de baixo a segura defronte dos seus pés, todos concordam que mekaddedin (se mede pela encosta). Se o de cima a segura defronte da sua cabeça e o de baixo a segura defronte da sua cintura, todos concordam que se mede pela encosta. Em que divergem? Quando a corda está defronte do seu coração: Rabi Meir diz: mede-se pela encosta; e os sábios dizem: não se mede pela encosta.
Rabi Ba disse em nome de Rav Yehudá, e Rabi Zeira disse em nome de Mar Ukvan: não se mede pela encosta senão com uma corda de cinquenta amot. Rabi Zeira disse em nome de Rav Chisdai: não se mede pela encosta senão nos montes, e não no lugar que se mede para a eglá arufá (a novilha cuja nuca é quebrada).
Está bem segundo quem diz: mil amot são migrash (a faixa aberta ao redor da cidade) e duas mil são techum de Shabat. Mas segundo quem diz: mil amot são migrash e duas mil são campos e vinhas, acaso não aprenderam a medida do techum de Shabat do techum das arei haleviim (cidades dos levitas)? Para o principal não se mede pela encosta, e para o acessório se mede pela encosta?
E de onde se aprende que não sepultavam mortos no techum das cidades dos levitas? Rabi Abahu disse em nome de Rabi Yossi ben Chanina: está escrito: “e os seus migrash serão para os seus animais e para toda a sua vida”. Para os vivos foram dados; não foram dados para sepulturas.
Esta é a terceira halachá do Perek Heh de Massechet Eruvin, Keitzad Meabrin, e a sua Mishná corresponde à Mishná avulsa Eruvin 5:4, com o mesmo conteúdo, do “não se mede senão com uma corda de cinquenta amot” até o “ouvi que se perfura nos montes”. A diferença de conteúdo é uma só: a avulsa tem, depois do vale e da cerca, הִגִּיעַ לְהָר מַבְלִיעוֹ וְחוֹזֵר לְמִדָּתוֹ, “chegou a um monte, absorve-o e volta à sua medida”, frase que falta no Yerushalmi. As outras diferenças são estas: יוֹצִיא, “leve para fora”, onde a avulsa tem יֵצֵא, “saia”; הִגִּיעַ sem a conjunção, onde a avulsa tem וְהִגִּיעַ; e רִבִּי דוֹסְתַי בֵּי רִבִּי יַנַּאי onde a avulsa tem רַבִּי דוֹסְתַּאי בַּר רַבִּי יַנַּאי. São só de grafia יֶתֶר por יוֹתֵר, יִמּוֹד por יִמְדּוֹד, לְגָדַר por לְגָדֵר e לְמִּדָּתוֹ por לְמִדָּתוֹ. A halachá ocupa cinco segmentos no Sefaria: o primeiro é a Mishná, e cada um dos outros quatro é uma seção desta página, 01 em dois pares, 02 em quatro, 03 em dois e 04 em um.
Sobre a Mishná. As duas mil amot do techum medem-se com uma corda de cinquenta amot; no Bavli, Eruvin 58a, Rav Yehudá, em nome de Rav, tira a medida do pátio do Mishkan, Shemot 27:18, חֲמִשִּׁים בַּחֲמִשִּׁים, “cinquenta por cinquenta”: אָמְרָה תּוֹרָה: בְּחֶבֶל שֶׁל חֲמִשִּׁים אַמָּה מְדוֹד, “a Torá disse: mede com uma corda de cinquenta amot”. Segurar a corda defronte do coração, explicam o Penei Moshe e o Korban HaEdah, impede que um a segure junto ao pescoço e o outro junto aos pés, porque a corda inclinada encurta a medida. Absorver o vale ou a cerca é estender a corda de uma borda à outra, sem contar a descida e a subida. A condição de não levar a medida para fora do techum é explicada no Bavli, Eruvin 58b, por Rav Kahana: גְּזֵירָה שֶׁמָּא יֹאמְרוּ מִדַּת תְּחוּמִין בָּאָה לְכָאן, “decreto, para que não digam que a medida dos limites chega até aqui”. O verbo מְקַדְּרִין, “perfurar”, é entendido pelo Penei Moshe e pelo Korban HaEdah como medir o monte como se fosse furado de lado a lado: dois homens seguram uma corda curta, nivelada, e vão subindo e descendo por ela, de modo que só se conta a distância horizontal. No Bavli, Eruvin 58b, a baraita diz כֵּיצַד מְקַדְּרִין, תַּחְתּוֹן כְּנֶגֶד לִבּוֹ, עֶלְיוֹן כְּנֶגֶד מַרְגְּלוֹתָיו, “como se perfura? O de baixo defronte do seu coração, o de cima defronte dos seus pés”, e Abaye diz que só se perfura com uma corda de quatro amot. A Tosefta Eruvin traz a mesma discussão, כיצד מקדרין בהרים, “como se perfura nos montes”, com a regra וחכמים או' אין מקדרין בהרים, “e os sábios dizem: não se perfura nos montes”: na numeração do Sefaria em 4:11, e na edição de Lieberman, no Sefaria, em 4:14. Ali a opinião permissiva vem com a sigla ר', e o Penei Moshe a cita como de Rabi Meir.
Sobre a seção 01. Quarenta cordas de cinquenta amot são as duas mil amot do techum. O Bavli, Eruvin 58a, dá a mesma razão com outras palavras: לֹא פָּחוֹת — מִפְּנֵי שֶׁמַּרְבֶּה, וְלֹא יוֹתֵר — מִפְּנֵי שֶׁמְּמַעֵט, “nem menos, porque aumenta, e nem mais, porque diminui”. O Korban HaEdah explica נִקְמַז: a corda longa dobra-se pelo próprio peso e encurta no meio. Os tanaim da corda de quatro amot divergem da Mishná, diz o Penei Moshe. A palavra de Rabi Yehoshua tem paralelo numa baraita do Bavli, Eruvin 58a, em nome de Rabi Yehoshua ben Chananyá: אֵין לְךָ שֶׁיָּפֶה לִמְדִידָה יוֹתֵר מִשַּׁלְשְׁלָאוֹת שֶׁל בַּרְזֶל, “não há nada melhor para medir do que correntes de ferro”; ali o versículo citado é Zecharyá 2:5, וּבְיָדוֹ חֶבֶל מִדָּה, “e na sua mão uma corda de medir”, e no Yerushalmi é Yechezkel 40:3, וּפְתִיל־פִּשְׁתִּים בְּיָדוֹ וּקְנֵה הַמִּדָּה. A palavra חֲבָלִים, “cordas”, que o Yerushalmi põe antes do versículo, não é do versículo; foi entendida como a lição que dele se tira. Também no Bavli, ali, Rav Yosef ensina que há três cordas, e que a de linho é לִמְדִידָה, “para medir”. A Tosefta Eruvin, na edição de Lieberman, em 4:16, diz אין מודדין לא בחוט, ולא בשלשלת, ולא בשבח של גמי, אלא במשיחה, “não se mede com fio, nem com corrente, nem com trança de junco, mas com corda”; na numeração do Sefaria, em 4:13, a mesma frase não tem a corrente.
Sobre a seção 02. O Penei Moshe e o Korban HaEdah entendem a torrente como um vale fundo: se ela está a setenta e cinco amot, duas cordas de cinquenta não cabem; um amora manda voltar vinte e cinco amot para que a segunda corda inteira termine na borda, e o outro manda completar com a corda de quatro amot. A torrente estreita em cima e larga embaixo se absorve, se em cima tem até cinquenta amot; senão, mede-se a descida e a subida em degraus, isto é, com a corda curta, como diz a Tosefta Eruvin sobre o vale tortuoso: מקדיר ועולה, מקדיר ויורד, “perfura subindo, perfura descendo”, na edição de Lieberman em 4:15 e na numeração do Sefaria em 4:12. As מְצוֹפוֹת de Rabi Chasdai são, segundo o Penei Moshe, um tubo pelo qual se olha para calcular a distância; a mesma Tosefta diz אחד מודד בחבל ואחד צופה בעיניו, “tanto faz medir com a corda como olhar com os olhos”, na edição de Lieberman em 4:16 e na numeração do Sefaria em 4:12. A condição dos quatro tefachim é entendida pelo Penei Moshe como referida ao monte da Mishná: só se absorve o monte que tem em cima um plano de quatro tefachim, que é um lugar de importância. Na discussão final, a guemará distingue três alturas em que se segura a corda: com o de baixo nos pés ou na cintura, todos concordam que se mede pela encosta, e só defronte do coração Rabi Meir e os sábios divergem; o Korban HaEdah lê assim o “se perfura” da Mishná. O Bavli, na baraita de Eruvin 58b citada acima, põe o de baixo no coração e o de cima nos pés.
Sobre as seções 03 e 04. As duas aparecem também no Yerushalmi Sotah 5:3 e Makkot 2:7, nos segmentos 3 e 4 de cada uma no Sefaria. O mestre de Rabi Zeira chama-se aqui מַר עוּקְבָּן, em Makkot מַר עוּקְבָּא, e em Sotah רִבִּי עוּקְבָא. Onde aqui se lê אֵין מְקַדְּדִין אֶלָּא בֶהָרִים וְלֹא בִמְקוֹם עֶגְלָה עֲרוּפָה, Sotah e Makkot leem que não se mede pela encosta לֹא בְעָרֵי הַלְּוִיִּם, “nem nas cidades dos levitas”, nem no lugar da eglá arufá; o Korban HaEdah corrige o texto de Eruvin segundo essa leitura, e o resto da seção 03 pressupõe que nas cidades dos levitas não se mede pela encosta. A tradução segue o hebraico de Eruvin. A discussão dos mil e dos dois mil é a da Mishná de Sotah 5:3, que está no Bavli, Sotah 27b: a partir de Bamidbar 35:4, מִקִּיר הָעִיר וָחוּצָה אֶלֶף אַמָּה סָבִיב, e Bamidbar 35:5, אַלְפַּיִם בָּאַמָּה, Rabi Akiva diz אֶלֶף אַמָּה מִגְרָשׁ, וְאַלְפַּיִם אַמָּה תְּחוּם הַשַּׁבָּת, e Rabi Eliezer, filho de Rabi Yossi HaGlili, diz אֶלֶף אַמָּה מִגְרָשׁ, וְאַלְפַּיִם אַמָּה שָׂדוֹת וּכְרָמִים. O migrash é a faixa de que fala Vayikra 25:34, וּשְׂדֵה מִגְרַשׁ עָרֵיהֶם לֹא יִמָּכֵר, “e o campo do migrash das suas cidades não será vendido”. Para quem diz que as duas mil amot das cidades dos levitas são campos e vinhas, o techum de Shabat não está no versículo e foi aprendido das cidades dos levitas; daí a pergunta: se nelas, que são o principal, não se mede pela encosta, como se mediria no techum, que deriva delas? O Penei Moshe observa que a pergunta fica sem resposta. Em Sotah a ordem das duas opiniões está invertida, e em Makkot é a mesma de Eruvin. Na eglá arufá mede-se até as cidades próximas do morto, como diz Devarim 21:2, וּמָדְדוּ אֶל הֶעָרִים אֲשֶׁר סְבִיבֹת הֶחָלָל. O Bavli, Eruvin 58b, diz o mesmo em nome de Rav Nachman, em nome de Rabá bar Avuh: אֵין מְקַדְּרִין לֹא בְּעֶגְלָה עֲרוּפָה וְלֹא בְּעָרֵי מִקְלָט — מִפְּנֵי שֶׁהֵן שֶׁל תּוֹרָה, “não se perfura nem na eglá arufá nem nas cidades de refúgio, porque são da Torá”. A corda de cinquenta amot de Mar Ukvan contrasta com a de quatro amot de Abaye, no Bavli, Eruvin 58b. Na seção 04, o versículo é Bamidbar 35:3, וּמִגְרְשֵׁיהֶם יִהְיוּ לִבְהֶמְתָּם וְלִרְכֻשָׁם וּלְכֹל חַיָּתָם; o Yerushalmi o cita sem וְלִרְכֻשָׁם, “e para os seus bens”, e lê חַיָּתָם, os seus seres vivos, como “a sua vida”. No Bavli, Makkot 12a, a mesma lição está em nome de Rabi Abahu, sem o nome do seu mestre, e sobre as cidades de refúgio: עָרֵי מִקְלָט לֹא נִתְּנוּ לִקְבוּרָה, “as cidades de refúgio não foram dadas para sepultura”. O Korban HaEdah diz que a frase veio para cá junto com o trecho de Makkot.
Leituras incertas. שֶׁמְּקַדְּימִין, à letra “que se antecipa”, foi traduzido “que se mede pela encosta”, como a frase seguinte; o Korban HaEdah corrige para שמקדרין, e Guggenheimer traduz do mesmo modo. A Mishná do Yerushalmi escreve מְקַדְּרִין, e a guemará escreve מְקַדְּדִין; a primeira forma foi traduzida “se perfura”, como no Bavli deste site, e a segunda, “se mede pela encosta”. נַּחַל foi traduzido “torrente”; Guggenheimer diz “river”, e os comentaristas entendem um vale fundo. מִיתְרַפֵּס וְעוֹלֶה מִתְרַפֵּס וְיוֹרֵד foi traduzido “subisse em degraus e descesse em degraus”. מְצוֹפוֹת foi traduzido “miras”, e בָּהּ, no singular, “com ela”. יוֹצְאָה בָהָר אַרְבָּעָה טְפָחִים כְּדֵי מָקוֹם foi traduzido à letra; Guggenheimer o entende como desnível de quatro palmos, e o Penei Moshe, como plano de quatro palmos no alto do monte. מַטֵּי בָהּ foi traduzido “a transmite”. מָתְנָיו foi traduzido “cintura”. Na Mishná, יוֹצִיא foi traduzido “leve para fora”, e completado com “a medida”. O título de רִבִּי חַסְדַּיי, na seção 02, está como Rabi no hebraico, e por isso ali se escreve Rabi Chasdai; na seção 03, onde o hebraico tem רַב חַסְדַּאי, escreve-se Rav Chisdai.
Divergências entre o hebraico e o pivô inglês, em que se seguiu o hebraico. Guggenheimer chama “Rebbi Jehudah” quem o hebraico chama רַב יְהוּדָה, na seção 03; “Rebbi Abba” quem o hebraico chama רִבִּי בָּא; e “Mar Uqba” quem o hebraico chama מַר עוּקְבָּן. Na Mishná, chama “Rebbi Dositheos ben Yannai” quem o hebraico chama רִבִּי דוֹסְתַי בֵּי רִבִּי יַנַּאי, aqui Rabi Dostai bar Rabi Yanai. Na seção 03, põe entre parênteses אֶלָּא בֶהָרִים, por causa dos paralelos; aqui a frase foi traduzida inteira, sem marca. Referências corrigidas: a nota 125 de Guggenheimer remete a “Soṭah 5:5”, mas o trecho paralelo está no Yerushalmi Sotah 5:3, como o próprio link do Sefaria indica; a nota 116 aparece duas vezes no inglês do Sefaria, com o mesmo texto, e a sua remissão ao Bavli 58a foi conferida e está certa. As notas 114 e 115, marcadas no hebraico, não têm texto no Sefaria, e não se citou nada delas. As remissões a Yechezkel 40:3 e a Bamidbar 35:3 foram conferidas e estão certas.
Nomes nesta página: Rabi Dostai bar Rabi Yanai e Rabi Meir, na Mishná; Rabi Yehoshua, Rabi Chasdai, Rav Chisdai, Rabi Achá, Rabi Chinena, Rabi Yirmeya, Rabi Shmuel bar Rav Yitzchak, Rabi Yossi, Rabi Avuná, Rav Yehudá, Rabi Yudan, Rav, Rabi Meir, Rabi Ba, Rabi Zeira, Mar Ukvan, Rabi Abahu e Rabi Yossi ben Chanina, na guemará. Na nota: Rav Yehudá, Rav, Rav Kahana, Abaye, Rabi Yehoshua ben Chananyá, Rav Yosef, Rav Nachman e Rabá bar Avuh, no Bavli; Rabi Akiva e Rabi Eliezer, filho de Rabi Yossi HaGlili, na Mishná de Sotah.
Do hebraico foram retirados os rótulos de Mishná e de halachá, o marcador de folha de Vilna 35a, que estava na seção 02, antes de כִּילּוּ מָלֵא עָפָר, e as duas marcas vazias das notas 114 e 115 de Guggenheimer; não há marcador de Veneza nem marcador numérico, e nada foi acrescentado. As marcas פיס׳ e כול׳ foram mantidas, assim como os colchetes do Sefaria, em שַׁלְשֶׁ[לֶ]ת, e as suas grafias.