94a abre completando, sem qualquer interrupção, a resposta de Rav Sheshet deixada suspensa no fim de 93b: "aqui, do que estamos tratando? De um caso em que" — e a folha prossegue: "ele errou quanto ao alimento, mas agiu deliberadamente quanto à proibição do recipiente". Rav Ashi objeta que a própria baraita, ao dizer "também pelo recipiente", dá a entender dois deveres iguais — o que não se sustentaria se um fosse por erro e o outro por transgressão deliberada, sujeita à pena de morte. Rav Ashi propõe então outra leitura: trata-se de alguém que errou quanto a ambos, alimento e recipiente, mas foi informado de sua transgressão quanto a um deles, e só depois veio a saber da transgressão quanto ao outro — de modo que uma consciência intermediária separou os dois atos, questão que depende da disputa entre Rabi Yochanan e Reish Lakish sobre se um aviso intermediário divide um único lapso em duas responsabilidades distintas. Encerrada essa questão, a Guemará retorna à Mishná de 93b sobre quem transporta um vivo ou um morto numa cama, e pergunta se a isenção do vivo (mesmo pela cama) segue apenas a opinião de Rabi Natan, e não a dos Sábios — pois uma baraita ensina que quem transporta um animal, uma fera ou uma ave, vivos ou abatidos, é responsável, e Rabi Natan isenta apenas os vivos, porque o vivo carrega a si mesmo. Rava responde que mesmo os Sábios concordariam quanto a uma pessoa viva, pois discordam de Rabi Natan apenas quanto ao animal, à fera e à ave, que se debatem e se atiram para baixo a fim de escapar das mãos de quem os carrega — mas um homem vivo, que carrega a si mesmo sem se debater, é isento até para os Sábios. Rav Adda bar Ahava então desafia essa distinção a partir do ensinamento de que Ben Beteira permite vender um cavalo a um gentio, porque cavalgá-lo não gera responsabilidade de oferenda pelo pecado — e Rabi Yochanan afirmara que Ben Beteira e Rabi Natan disseram a mesma coisa; se os Sábios já concordam quanto a qualquer ser vivo, por que equiparar Ben Beteira especificamente a Rabi Natan, cuja posição é discutida? A Guemará responde que Rabi Yochanan falava de um cavalo destinado a carregar aves — os falcões e afins dos caçadores de pássaros —, que, por não estarem amarradas, também não se debatem, tornando o caso comparável ao do vivo que carrega a si mesmo, e não ao do animal comum. Rabi Yochanan acrescenta que Rabi Natan concorda que um ser amarrado, seja ave ou pessoa, já não carrega a si mesmo e gera responsabilidade — o que leva Rav Adda bar Mattenah a perguntar a Abaye: mas os persas, que cavalgam como se estivessem amarrados, envoltos em vestes largas e mimados demais para tocar o chão, não deveriam então ser equiparados a um ser amarrado, contradizendo a afirmação já feita de que Ben Beteira e Rabi Natan concordam? Abaye responde que ali se trata apenas de arrogância — pois houve um certo correio real com quem o rei se irou, e ele correu três parasangas a pé, mostrando que, quando necessário, conseguia perfeitamente sustentar-se sozinho. Por fim, chega a segunda metade da Mishná de 93b: quem transporta um morto numa cama é responsável, e do mesmo modo uma azeitona de cadáver, e a Guemará traz o ensinamento transmitido por Rabah bar bar Chana em nome de Rabi Yochanan, e por Rav Yosef em nome de Reish Lakish, de que Rabi Shimon costumava isentar — mas a folha termina exatamente neste ponto, no meio da citação, sem qualquer "הדרן", e o Perek Yud prossegue diretamente em 94b, onde se revela que a isenção de Rabi Shimon se estende até mesmo a quem transporta o morto para sepultá-lo.
93b terminara no meio da resposta de Rav Sheshet à dificuldade de que, se quem transporta alimento e recipiente juntos pode ser responsável duas vezes, também quem come duas azeitonas de gordura proibida num único lapso de consciência deveria ser responsável duas vezes: "aqui, do que estamos tratando? De um caso em que —". Confirmado via Sefaria, 94a abre completando exatamente essa frase.
Um caso em que ele errou , sem saber que era proibido, quanto aos alimentos, mas agiu deliberadamente quanto ao recipiente , sabendo que era proibido transportá-lo.
Rav Sheshet completa aqui a frase deixada suspensa no fim de 93b. A baraita ensinara que quem transporta alimento na medida mínima exata dentro de um recipiente é responsável pelo alimento e, se o recipiente também lhe era necessário, responsável também pelo recipiente — dando a entender duas responsabilidades a partir de um único ato. A Guemará temera que daí se pudesse inferir que quem come duas azeitonas de gordura proibida num único lapso de consciência total seria, do mesmo modo, responsável duas vezes. Rav Sheshet responde que o caso da baraita não é comparável: ali, a pessoa errou apenas quanto ao alimento — não sabia que era proibido transportá-lo —, mas sabia perfeitamente que era proibido transportar o recipiente para aquele fim e o fez de qualquer forma, deliberadamente. Como as duas transgressões não nascem do mesmo tipo de lapso, uma sendo por erro e a outra por transgressão consciente, nada se aprende daqui sobre duas responsabilidades geradas por um único lapso de consciência total, como no caso das duas azeitonas de gordura proibida.
"'Um caso em que ele errou quanto aos alimentos e agiu deliberadamente quanto ao recipiente'" — e o que a baraita quer dizer com "responsável" , no caso do recipiente, é a pena de morte , própria de quem transgride Shabat deliberadamente, e não a oferenda pelo pecado, própria de quem transgride por erro.
Objetou a isso Rav Ashi: mas a baraita ensina "também pelo recipiente" , o que dá a entender dois deveres iguais, e não um erro e uma transgressão deliberada! Antes, disse Rav Ashi: trata-se de um caso em que ele errou quanto a ambos , alimento e recipiente, e foi informado de sua transgressão quanto a um deles, e depois voltou a ser informado quanto ao outro — e isso depende da disputa entre Rabi Yochanan e Rabi Shimon ben Lakish , sobre se um aviso intermediário divide um único lapso em duas responsabilidades separadas.
Rav Ashi rejeita a explicação de Rav Sheshet: a própria linguagem da baraita — "também pelo recipiente" — sugere dois deveres da mesma natureza, e não um por erro (oferenda pelo pecado) e outro por transgressão deliberada (pena de morte). Rav Ashi propõe então uma leitura alternativa: o caso é de alguém que errou quanto aos dois, alimento e recipiente, sem saber que nenhum dos dois era proibido — mas, entre o transporte de um e o transporte do outro, ele foi informado de que havia transgredido quanto ao primeiro, e só depois, já tendo essa informação, veio a transportar ou a saber do segundo. Se um aviso intermediário desse tipo divide um único lapso de consciência em duas responsabilidades distintas — questão que já fora debatida entre Rabi Yochanan e Reish Lakish no capítulo Klal Gadol, a propósito de conhecimentos que se intercalam (יְדִיעוֹת מַחְלְקוֹת) —, então o caso da baraita, com o aviso intermediário, de fato gera duas responsabilidades, sem que isso ensine nada sobre quem come duas azeitonas de gordura proibida num único lapso de consciência ininterrupto, sem qualquer aviso entre uma e outra.
"'Mas a baraita ensina "também"'" — isso dá a entender dois deveres iguais , e não um por erro e outro por transgressão deliberada. "'Depende da disputa de Rabi Yochanan e Rabi Shimon ben Lakish'" — que discordaram sobre se conhecimentos intermediários dividem um único lapso em responsabilidades separadas, no capítulo Klal Gadol, acima, em Shabat 71b; e, do mesmo modo, discordam também Rav Sheshet e Rav Ashi aqui: Rav Sheshet, que não explica a baraita assim , com um aviso intermediário, entende que conhecimentos intermediários não dividem; e Rav Ashi entende que conhecimentos intermediários dividem.
Ensinamos na Mishná, no fim de 93b: quem transporta um vivo sobre uma cama é isento até mesmo pela cama. Pergunta a Guemará: diremos que a Mishná segue Rabi Natan, e não os Sábios? Pois foi ensinado numa baraita: aquele que transporta um animal, uma fera ou uma ave para o domínio público, quer vivos, quer abatidos — é responsável. Rabi Natan diz: pelos abatidos é responsável, e pelos vivos é isento, pois o vivo carrega a si mesmo. Disse Rava: ainda que digas que a Mishná segue os Sábios , não há problema, pois os Sábios só discordam de Rabi Natan quanto ao animal, à fera e à ave, que se debatem e se atiram para baixo, tornando-se mais pesados para escapar das mãos de quem os carrega; mas um ser humano vivo, que carrega a si mesmo sem se debater assim — mesmo os Sábios concordam que é isento.
A Guemará retoma a Mishná de 93b, que isentara quem transporta um vivo sobre uma cama, até pela própria cama, "pois o vivo carrega a si mesmo" (segundo Rashi ali). Levanta-se a pergunta: essa isenção, generosa o bastante para incluir até a cama que o sustenta, seria peculiar apenas a Rabi Natan, que numa baraita paralela isenta especificamente quem transporta animais, feras ou aves vivos — mas não os Sábios daquela baraita, que responsabilizariam por qualquer transporte, vivo ou abatido? Rava responde que não há necessidade de restringir a Mishná a Rabi Natan: os Sábios daquela baraita discordam dele apenas quanto a animais, feras e aves, porque esses seres vivos se debatem e se deixam cair pesadamente para tentar escapar de quem os carrega, tornando o transporte deles genuinamente mais difícil — um esforço comparável ao de transportar um objeto pesado por direito próprio. Mas um ser humano vivo, que coopera com quem o carrega e não se debate para escapar, "carrega a si mesmo" de um modo que nem mesmo os Sábios contestariam ser irrelevante para fins de responsabilidade — de modo que a Mishná pode perfeitamente seguir a opinião de todos.
"'Que se debatem e se atiram para baixo'" — eles se deixam cair para baixo e se tornam pesados de propósito, para escapar da mão de quem os carrega.
Disse-lhe Rav Adda bar Ahava a Rava: mas não ensinamos numa Mishná: Ben Beteira permite vender a um gentio um cavalo. E foi ensinado numa baraita: Ben Beteira permite vender o cavalo, porque se faz com ele um trabalho pelo qual não se é responsável por uma oferenda pelo pecado , isto é, cavalgar; e disse Rabi Yochanan: Ben Beteira e Rabi Natan disseram a mesma coisa. E, se dizes que os Sábios só discordam de Rabi Natan quanto ao animal, à fera e à ave, por causa de que eles se debatem para escapar — por que precisaria Rabi Yochanan equiparar especificamente Ben Beteira e Rabi Natan? E não disseste tu mesmo que mesmo os Sábios concordam quanto a um ser vivo que não se debate! Responde a Guemará: quando disse isso Rabi Yochanan, referia-se a um cavalo destinado a carregar aves. E há cavalo destinado a aves? Sim, há os cavalos dos caçadores de aves.
Rav Adda bar Ahava desafia a distinção de Rava com um caso concreto: Ben Beteira permite vender um cavalo a um gentio porque cavalgá-lo não é um "trabalho" no sentido que geraria responsabilidade de oferenda pelo pecado, e Rabi Yochanan equiparara explicitamente essa posição à de Rabi Natan. Mas, se — como Rava acabara de dizer — mesmo os Sábios concordam que um ser vivo que carrega a si mesmo é irrelevante para fins de responsabilidade, então por que Rabi Yochanan precisaria comparar Ben Beteira especificamente a Rabi Natan, cuja posição é objeto de disputa? Um cavalo é, afinal, um animal — não uma pessoa — e o próprio Rava dissera que os Sábios discordam de Rabi Natan justamente quanto a animais. A Guemará resolve a dificuldade explicando que Rabi Yochanan não falava de um cavalo de montaria comum, mas de um cavalo especificamente destinado a carregar aves de caça (falcões e semelhantes, usados pelos caçadores de pássaros): essas aves, por não estarem amarradas ao cavalo, também não se debatem para escapar, tornando o caso análogo ao do ser humano vivo que carrega a si mesmo — e é exatamente por isso que a posição de Ben Beteira, quanto a esse cavalo específico, coincide com a de Rabi Natan, e não com a dos Sábios comuns.
"'Permite vender o cavalo'" — a um gentio, porque o trabalho que se faz com o cavalo, se um ser humano o fizesse, não seria responsável por ele uma oferenda pelo pecado, pois o cavalo se destina a ser montado, e o vivo carrega a si mesmo; e o motivo pelo qual se proibiu vender gado grosso a um gentio é por causa de emprestá-lo ou alugá-lo a ele — o que é proibido pelas leis do repouso do gado em Shabat; mas, quanto ao cavalo, ainda que alguém o empreste ou o alugue a um gentio, não há proibição bíblica envolvida, pois cavalgar não é considerado trabalho a respeito do cavalo, e, quanto à advertência do repouso do gado, está escrito "trabalho" (מְלָאכָה), o que exclui a mera cavalgada. "'Dos caçadores de aves'" — dos cavalos dos caçadores de aves, que colocam sobre o cavalo aves ainda vivas, como o falcão e semelhantes, destinadas a caçar outras aves, e essas aves não se debatem para escapar, pois não estão amarradas — e, assim, também aqui o vivo carrega a si mesmo, e por isso disse Rabi Yochanan que Ben Beteira e Rabi Natan disseram a mesma coisa.
Disse Rabi Yochanan: e Rabi Natan concorda que é responsável quanto a um ser vivo amarrado , seja ave ou pessoa, pois este já não carrega a si mesmo. Disse-lhe Rav Adda bar Mattenah a Abaye: mas estes persas , ao cavalgarem, envoltos em vestes largas e mimados demais para tocar o chão, são como se estivessem amarrados, e disse Rabi Yochanan: Ben Beteira e Rabi Natan disseram a mesma coisa , isentando também quem os transporta! Responde Abaye: ali, é apenas arrogância que os leva a se portarem assim , e não uma incapacidade real de se sustentarem sozinhos. Pois houve certo correio real com quem o rei se irou, e ele correu três parasangas com as próprias pernas , mostrando que era perfeitamente capaz.
Rabi Yochanan acrescenta um limite ao princípio: mesmo Rabi Natan concorda que um ser vivo amarrado — seja uma ave presa, seja uma pessoa restringida — já não "carrega a si mesmo" no sentido relevante, pois está impedido de se mover e de cooperar com quem o transporta, tornando-se responsabilidade plena de quem o carrega, como qualquer objeto pesado. Rav Adda bar Mattenah levanta então uma dificuldade a partir de uma observação da vida real: os nobres persas cavalgavam envoltos em vestes tão largas e eram tão mimados que praticamente não tocavam o chão nem se moviam por conta própria — parecendo, à primeira vista, tão restringidos quanto alguém amarrado. Se assim for, por que Rabi Yochanan os trataria como o cavalo dos caçadores de aves, isento como Ben Beteira e Rabi Natan, em vez de como um ser amarrado, responsável? Abaye responde que a imobilidade aparente dos persas não vem de uma restrição física real, mas de pura arrogância e afetação — e a prova é que, quando genuinamente necessário, um deles conseguia perfeitamente mover-se e sustentar-se sozinho: um certo correio real, contra quem o rei se irara, largou toda a sua pose e correu três parasangas inteiras com as próprias pernas, demonstrando que a "incapacidade" habitual não passava de teatro social.
"'Quanto a um ser vivo amarrado'" — seja ave, seja pessoa. "'Como se estivessem amarrados'" — pois cavalgam envoltos em vestes largas, e eles próprios são tão mimados que não se sustentam por si mesmos ao serem postos no chão. "'Ben Beteira e Rabi Natan disseram a mesma coisa'" — mas não disseste que Rabi Natan concorda quanto ao amarrado? E, se respondes que equiparamos Rabi Yochanan ao cavalo destinado às aves por causa dos Sábios, que discordam de Rabi Natan quanto ao animal comum, para dizer que, quanto a um ser humano, ambos , Sábios e Rabi Natan, concordam em isentar — e, se Rabi Natan concorda quanto ao amarrado, como se sustenta que Ben Beteira segue Rabi Natan, pelo motivo de que o vivo carrega a si mesmo, se Ben Beteira permite vender o cavalo mesmo aos persas, que são como se estivessem amarrados , e chama a todas as nações de "gentios"? É porque Ben Beteira entende que mesmo o amarrado , no caso destes persas, carrega a si mesmo , sendo apenas arrogância, e não amarra verdadeira. "'Arrogância'" — soberba; o fato de não andarem com as próprias pernas é puro orgulho. "'Correio real'" — um oficial mensageiro.
Ensina a Mishná, em 93b: quem transporta um morto sobre uma cama é responsável, e do mesmo modo quem transporta o tamanho de uma azeitona de um morto , etc. Disse Rabah bar bar Chana , transmitindo o que disse Rabi Yochanan, e disse Rav Yosef , transmitindo o que disse Rabi Shimon ben Lakish: Rabi Shimon costumava isentar …
A Guemará volta agora à segunda metade da Mishná de 93b, que responsabiliza — em contraste com o vivo — quem transporta um morto sobre uma cama, mesmo pela própria cama, e do mesmo modo quem transporta apenas uma pequena parte impura do morto, como uma azeitona de cadáver: ali, precisamente porque o morto não carrega a si mesmo, todo o peso do transporte, cama incluída, recai sobre quem o carrega. A Mishná registrara ainda que Rabi Shimon isenta nesse caso. Dois transmissores independentes — Rabah bar bar Chana, em nome de Rabi Yochanan, e Rav Yosef, em nome de Rabi Shimon ben Lakish — trazem agora um ensinamento que precisa o alcance exato dessa isenção de Rabi Shimon: "Rabi Shimon costumava isentar …" — mas a folha termina exatamente neste ponto, no meio da frase, sem qualquer "הדרן" (a fórmula que assinalaria o encerramento do Perek Yud) em nenhum lugar desta folha. Confirmado via Sefaria, 94b completa a frase: "mesmo em quem transporta o morto para sepultá-lo" — isto é, a isenção de Rabi Shimon (fundamentada, como em 93b, na doutrina de que um trabalho realizado apenas para se livrar de algo indesejado não constitui "trabalho pensado") estende-se mesmo ao caso, aparentemente mais significativo, de transportar o corpo com o propósito expresso de dar-lhe sepultura — e a Guemará prossegue imediatamente discutindo até onde vai essa mesma doutrina, com o exemplo de quem enterra um morto usando uma placa de ouro (טַס) ou lê nele um rolo da Torá. O Perek Yud prossegue, portanto, sem qualquer interrupção estrutural entre 94a e 94b.
A leitura correta do texto é: "e disse Rabi Yochanan" lemos aqui — nota textual de Rashi sobre a introdução desta citação dupla, que prossegue diretamente em 94b.