O daf continua diretamente de 151b, sem qualquer pausa e ainda dentro do Perek Vinte e Três, Sho'el (Shabbat 148a:5-153a:10, conforme a estrutura de capítulos do Sefaria), concluindo a lista das seis lágrimas ensinada por Rabi Yochanan em nome de Rabi Yosei ben Katzarta: as da fumaça, do choro e da latrina são más, e as do remédio, do riso e dos frutos são boas. A guemará prossegue lendo Kohelet 12:3-5 como alegoria do corpo que envelhece: os guardiões da casa são os flancos e as costelas, os homens de força as pernas, as que moem os dentes, as que olham pelas janelas os olhos. Rabi Yehoshua ben Chananya explica ao imperador, por enigmas, por que já não vai à casa de Avidan; Rabi Yosei bar Kisma lamenta a juventude que vai e não volta, Rav Dimi fala da coroa de rosas e da coroa de urtigas, e Shmuel aconselha Rav Yehuda a comer antes dos quarenta anos. Seguem-se a troca de zombarias entre Rabi Yehoshua ben Korcha e um eunuco saduceu, a resposta de Rabi Shimon ben Chalafta a Rabi sobre as pedras que se tornaram altas, e as palavras de Barzilai, o guiladita, a David, que Rav julga mentirosas e Rava atribui à devassidão; Rabi Yishmael, filho de Rabi Yosei, ensina que a sabedoria cresce com a idade nos estudiosos e a tolice nos ignorantes. Lê-se ainda a amendoeira, o gafanhoto e a alcaparra, com o suspiro de Rav diante de Rav Kahana; Rabi Yitzchak ensina que cada justo recebe uma morada conforme a sua honra, que os atos da juventude enegrecem o rosto na velhice e que o verme dói ao morto como a agulha ao vivo, e Rav Chisda, que a alma se enluta pelo falecido durante sete dias. O daf termina no meio do caso do morto sem consoladores na vizinhança de Rav Yehuda, que prossegue em Shabbat 152b.
…e as da latrina são más para os olhos. As que vêm de remédio, as de riso e as de frutos picantes são boas para os olhos.
“As da latrina” — que vêm por causa de sofrimentos.
“As de frutos” — picantes, como o cheiro da mostarda, que faz lacrimejar.
Conclui-se a lista iniciada no fim de 151b: são más as lágrimas da fumaça, do choro e do esforço na latrina; são boas as que vêm de um remédio, do riso e de frutos de sabor ou cheiro picante, como a mostarda.
“No dia em que tremerem os guardiões da casa, e se curvarem os homens de força etc.” (Kohelet 12:3). “No dia em que tremerem os guardiões da casa” — estes são os flancos e as costelas, que guardam o corpo. “E se curvarem os homens de força” — estas são as pernas, que sustentam a força da pessoa. “E cessarem as que moem” — estes são os dentes, que caem. “E se escurecerem as que olham pelas janelas” — estes são os olhos, cuja luz se enfraquece.
“Os flancos” — flancs em língua vernácula, isto é, os flancos do corpo.
“E as costelas” — que guardam as entranhas e a vida da pessoa, e as fecham em volta delas.
“Estas são as pernas” — pois a força da pessoa se apoia nelas.
Continua-se a leitura de Kohelet 12 como alegoria do corpo que envelhece: as partes que protegem o corpo tremem, as pernas que o sustentam se dobram, os dentes caem e a vista se turva.
Disse o imperador romano a Rabi Yehoshua ben Chananya: por que razão não vens à casa de Avidan para debater? Disse-lhe: o monte é neve, os seus arredores estão gelados, os seus cães não ladram, os seus moedores não moem. Na casa de Rav dizem que ele acrescentou: o que não perdi, isso eu procuro, pois ando curvado.
“À casa de Avidan” — lugar destinado a que nele debatam saduceus e boetusianos com Israel sobre os versículos.
“O monte é neve” — o monte tornou-se neve, isto é, a minha cabeça está branca.
“Os seus arredores gelados” — os arredores do monte encheram-se de gelo, isto é, o meu bigode e a minha barba embranqueceram.
“Os seus cães não ladram” — isto é, a minha voz não se ouve.
“Os seus moedores” — isto é, os dentes.
“O que não perdi, eu procuro” — atrás do que não se perdeu de mim eu remexo: pela muita velhice ando curvado e balanço, e pareço como quem procura um dinar que se lhe perdeu.
Rabi Yehoshua ben Chananya responde com enigmas: a cabeça e a barba encanecidas, a voz que já não se faz ouvir e os dentes que já não mastigam. O acréscimo da casa de Rav descreve o andar curvado do idoso, que parece procurar algo no chão.
Foi ensinado: Rabi Yosei bar Kisma diz: melhores são os dois pés da juventude do que os três da velhice, com o bordão. Ai daquela que vai e não volta mais! O que é ela? Disse Rav Chisda: a juventude. Quando veio Rav Dimi da Terra de Israel, disse: a juventude é uma coroa de rosas; a velhice é uma coroa de urtigas. Ensinou-se em nome de Rabi Meir: tritura com os dentes e acharás a força nos pés, como foi dito: “E fartamo-nos de pão, e estávamos bem, e mal não vimos” (Yirmeyahu 44:17). Disse Shmuel a Rav Yehuda: dentuço, solta o teu saco, a tua boca, e mete nele o teu pão. Até os quarenta anos a comida é benéfica ao corpo; daqui em diante, a bebida é benéfica.
“Melhores são dois do que três” — melhores são os dois pés dos dias da mocidade do que os três da velhice, quando se precisa de um bordão junto com os pés.
“Ai dela” — pena dela, isto é, há que lamentar-se e gritar “ai” por aquela que vai e não volta.
“Coroa de rosas” — diadema de rosa.
“Chilfei” — orties em língua vernácula, isto é, urtigas.
“Tritura com os dentes e acharás nos pés” — come muito e acharás a comida nos teus passos, pois fortalecerá a tua força; “tritura” é como “devorava e esmiuçava” (Daniel 7:19), expressão de mastigar.
“Solta o teu saco” — abre a tua boca.
O idoso anda com três apoios, os dois pés e o bordão, e a juventude é aquilo que parte e não volta. Rabi Meir ensina que comer bem dá firmeza ao andar, apoiado no versículo de Yirmeyahu; Shmuel aconselha Rav Yehuda a comer enquanto é jovem, pois depois dos quarenta é a bebida que faz bem.
Disse um certo eunuco saduceu a Rabi Yehoshua ben Korcha: daqui até Karchina, aludindo à sua calvície, quanto é o caminho? Disse-lhe: como daqui até Gozanya, aludindo à castração do outro. Disse-lhe: um bode calvo vende-se por quatro. Disse-lhe: um castrado extirpado vende-se por oito.
“Eunuco” — era um castrado, e era saduceu.
“Daqui até Karchina, quanto é?” — quanto caminho há daqui até o calvo; e pretendia provocá-lo por causa da sua calvície.
“Como daqui até Gozanya” — como daqui até o castrado, aludindo a ele.
“Disse-lhe o saduceu: um bode calvo por quatro” — que o calvo se compra por quatro. “Barcha karcha” é um bode, chamado calvo porque não está vestido de lã como a ovelha.
“Disse-lhe” — Rabi Yehoshua ben Korcha.
“Um castrado extirpado” — isto é, um cordeiro cujos testículos foram arrancados e cortados compra-se por oito.
O diálogo é uma troca de zombarias veladas: o eunuco faz alusão à calvície de Rabi Yehoshua ben Korcha com o nome de Karchina, e o sábio responde aludindo à castração do outro com o nome de Gozanya; depois, o preço do bode calvo é rebatido pelo do animal castrado, que vale o dobro.
O eunuco viu-o, que não calçava os seus sapatos. Disse-lhe: quem monta a cavalo é rei; quem monta a jumento é homem livre; e quem tem sapatos nos pés é ser humano; quem não tem nem isto nem aquilo, quem está enterrado e sepultado na terra é melhor do que ele. Disse-lhe: eunuco, eunuco, três coisas me disseste, três ouvirás de mim: a glória do rosto é a barba; a alegria do coração é a mulher; “herança do Eterno são os filhos” (Tehilim 127:3). Bendito o Onipresente, que te privou de todos eles, pois o eunuco não tem barba, nem mulher, nem filhos! Disse-lhe: um calvo vem brigar?! Disse-lhe: um castrado extirpado vem repreender?!
“Viu-o” — o saduceu viu Rabi Yehoshua, que não calçava os seus sapatos.
“Um calvo vem brigar” — tu, o calvo, vieste comigo em briga? Em tom de espanto.
“Disse-lhe Rabi Yehoshua: um castrado extirpado vem repreender” — tu, o castrado, vieste para me provocar e debater comigo.
O eunuco escarnece de Rabi Yehoshua ben Korcha por andar descalço; o sábio responde com três bens dos quais o eunuco está privado: a barba, a esposa e os filhos. A troca termina com cada um acusando o outro de ter vindo provocar.
Disse Rabi Yehuda HaNasi a Rabi Shimon ben Chalafta: por que não fomos saudar o teu rosto na festa de peregrinação, do modo como os meus pais saudavam os teus pais? Disse-lhe: envelheci, e as pedras do caminho tornaram-se altas, os lugares próximos tornaram-se distantes, de dois pés fizeram-se três com o bordão, e o que põe paz na casa, o desejo conjugal, cessou.
“Não fomos saudar o teu rosto” — isto é, não vieste saudar o meu rosto; e falou-lhe assim por modo de humildade.
“As pedras” — as pequenas tornaram-se para mim altas, porque envelheci.
“Os próximos” — parecem-me como distantes.
“Dois fizeram-se três para mim” — pois preciso de um bordão além dos dois pés.
“O que põe paz na casa” — é o membro da relação conjugal.
Outra versão: “os próximos tornaram-se distantes” — por causa da muita fraqueza da pessoa quando envelhece, ela precisa afastar os pés um do outro para se equilibrar.
Rabi, Rabi Yehuda HaNasi, pergunta com humildade por que Rabi Shimon ben Chalafta deixou de visitá-lo nas festas, e este descreve a velhice: os obstáculos do caminho parecem maiores, as distâncias mais longas, precisa de um bordão e cessou nele o desejo conjugal.
“E fecharem-se as portas na rua etc.” (Kohelet 12:4) — estes são os orifícios da pessoa, que deixam de funcionar como antes. “Quando baixar o som do moinho” — por causa do estômago, que não mói a comida. “E levantar-se à voz do pássaro” — pois não dorme profundamente, de modo que até um pássaro o desperta do seu sono. “E abaterem-se todas as filhas do canto” — que até a voz de cantores e cantoras lhe parece como conversa comum.
“Que não mói” — que as suas entranhas não moem a sua comida.
“O estômago” — é o omaso, a que chamam tsinpil.
“Todas as filhas do canto” — todas as vozes de canto se lhe tornam conversa.
O versículo seguinte de Kohelet descreve a velhice: o corpo já não funciona como antes, a digestão enfraquece, o sono é tão leve que o canto de um pássaro desperta o idoso, e a música já não lhe dá prazer.
E também Barzilai, o guiladita, disse a David: “Tenho hoje oitenta anos; acaso distinguirei entre o bem e o mal?” (Shmuel II 19:36) — daqui se aprende que a mente dos idosos se altera. “Acaso saboreará o teu servo o que eu comer e o que eu beber?” — daqui se aprende que os lábios dos idosos se gretam. “Acaso ouvirei ainda a voz de cantores e cantoras?” — daqui se aprende que os ouvidos dos idosos se tornam pesados.
“Que a mente dos idosos se altera” — pois está escrito: “acaso distinguirei entre o bem e o mal?”, e fala da velhice avançada.
“Se gretam” — rompem-se, como “o sapato gasto” (acima, Shabbat 141b).
“Se tornam pesados” — como “e os seus ouvidos torna pesados” (Yeshayahu 6:10).
As palavras de Barzilai a David, ao recusar acompanhá-lo a Jerusalém, servem de testemunho bíblico das perdas da velhice: o discernimento, o paladar, por causa dos lábios gretados, e a audição.
Disse Rav: Barzilai, o guiladita, era mentiroso, e só quis escusar-se de acompanhar David, pois aquela serva que havia na casa de Rabi tinha noventa e dois anos e ainda provava o que cozinhava na panela. Rava disse: Barzilai falou a verdade, mas Barzilai, o guiladita, era imerso na devassidão, e todo aquele que está imerso na devassidão, a velhice salta sobre ele antes do tempo. Foi ensinado: Rabi Yishmael, filho de Rabi Yosei, diz: os discípulos dos sábios, todo o tempo em que envelhecem, a sabedoria aumenta neles, como foi dito: “Nos anciãos está a sabedoria, e no comprimento de dias, o entendimento” (Iyov 12:12). E os ignorantes, todo o tempo em que envelhecem, a tolice aumenta neles, como foi dito: “Tira a fala aos fiéis, e o juízo dos anciãos leva” (Iyov 12:20).
“Imerso” — como “cavalo que se arroja na batalha” (Yirmeyahu 8:6): ávido pela coisa e correndo atrás dela.
“E o juízo dos anciãos leva” — e, necessariamente, já que os versículos se contradizem um ao outro, um se aplica aos sábios e o outro aos anciãos do mercado, os ignorantes.
Rav julga que Barzilai exagerou a sua fraqueza para não ir com David, pois uma serva de noventa e dois anos ainda provava os cozidos; Rava aceita as suas palavras, mas atribui a velhice precoce à sua devassidão. Rabi Yishmael, filho de Rabi Yosei, concilia os dois versículos de Iyov: a velhice traz sabedoria aos estudiosos da Torá e tolice aos ignorantes.
“Também do que é alto terão medo” (Kohelet 12:5) — que até um pequeno outeiro lhe parece, ao idoso, como os mais altos dos montes. “E terrores no caminho” — quando anda pelo caminho, tornam-se-lhe pavores, com medo de cair. “E florescer a amendoeira” — esta é a anca, que sobressai. “E arrastar-se o gafanhoto” — estas são as nádegas, que pesam como uma carga. “E falhar a alcaparra” — este é o desejo, que cessa.
“Do que é alto terão medo” — os idosos temem os outeiros que há nos caminhos e dizem que são altos.
“Pavores” — medos, de cair no caminho.
“E florescer a amendoeira” — a árvore de amêndoas brotará e as suas flores ficarão salientes.
“Esta é a anca” — o osso da hanche, em que se encaixa a coxa, fica saliente e sobressai pela muita fraqueza das suas forças.
“E arrastar-se o gafanhoto” — o corpo parece-lhe como quem carrega uma carga pesada.
“E falhar a alcaparra” — cessará o desejo, a cobiça da relação conjugal.
Continuando Kohelet 12:5: o idoso teme qualquer elevação do caminho e anda com medo; o osso da anca sobressai, o corpo pesa-lhe como um fardo e cessa nele o desejo conjugal.
Rav Kahana estava recitando os versículos bíblicos diante de Rav. Quando chegou a este versículo, “e falhar a alcaparra”, Rav gemeu e suspirou. Disse Rav Kahana: conclui-se disto que cessou o desejo de Rav. Disse Rav Kahana: o que é que está escrito: “Pois Ele disse, e foi” (Tehilim 33:9)? Esta é a mulher que o homem desposa. “Ele ordenou, e permaneceu” — estes são os filhos que ele cria. Ensinou-se: a mulher é um odre cheio de excremento, e a sua boca cheia de sangue, e mesmo assim todos correm atrás dela.
“Recitando os versículos” — ordenava as seções de versículos.
“Gemeu e suspirou” — quem gemeu foi Rav.
“O seu desejo” — o seu apetite conjugal.
“Esta é a mulher” — se não fosse pelo decreto do Rei, ela não seria digna de que se a desejasse, pois é como um odre cheio de imundície, e todos correm atrás dela.
O suspiro de Rav ao ler “e falhar a alcaparra” revela que nele cessara o desejo. Rav Kahana lê no versículo de Tehilim que o vínculo com a esposa e a criação dos filhos existem por decreto divino, pois, segundo a baraita, a mulher em si, vista apenas pelo corpo, não atrairia ninguém, e no entanto todos a desejam.
“Pois vai o homem para a sua casa eterna” (Kohelet 12:5). Disse Rabi Yitzchak: ensina que a cada justo se dá uma morada no Mundo Vindouro conforme a sua honra. É comparável a um rei que entrou com os seus servos numa cidade: quando entram, todos entram por um só portão; porém, quando pernoitam, a cada um se dá uma morada conforme a sua honra. Assim também, embora todos morram, nem todos recebem a mesma recompensa.
“Uma morada conforme a sua honra” — já que não está escrito “para a casa eterna”, mas “para a sua casa eterna”, conclui-se que cada um vai para a casa preparada para ele.
“Por um só portão” — também aqui todos morrem de um mesmo modo, mas cada um recebe a sua morada.
Do possessivo “a sua casa eterna” Rabi Yitzchak deduz que cada justo recebe no Mundo Vindouro um lugar próprio, segundo o seu mérito: todos passam pela mesma porta da morte, mas não recebem a mesma morada.
E disse Rabi Yitzchak: o que é que está escrito: “Pois a infância e a juventude são vaidade” (Kohelet 11:10)? As coisas pecaminosas que a pessoa faz na sua infância enegrecem o seu rosto de vergonha no tempo da sua velhice.
“Que a pessoa faz na sua infância” — isto é, o excesso de relações conjugais.
“Enegrecem o seu rosto” — enfraquecem a sua força.
Rabi Yitzchak lê “shacharut”, juventude, como derivado de “shachor”, negro: os excessos da mocidade obscurecem o rosto na velhice, e Rashi explica que esgotam as forças.
E disse Rabi Yitzchak: o verme que come a carne é doloroso para o morto como uma agulha na carne do vivo, como foi dito a respeito do morto: “Mas a sua carne sobre ele sofre dor” (Iyov 14:22). Disse Rav Chisda: a alma da pessoa enluta-se por ela todos os sete dias após a sua morte, como foi dito: “E a sua alma sobre ele se enluta” (Iyov 14:22), e está escrito: “E fez para o seu pai um luto de sete dias” (Bereshit 50:10).
Rabi Yitzchak lê o versículo de Iyov como referência ao morto, que ainda sente a carne roída pelos vermes; Rav Chisda une a segunda metade do versículo ao luto de sete dias que Yosef fez por Yaakov, ensinando que a alma do falecido se enluta por ele durante os sete dias.
Disse Rav Yehuda: um morto que não tem consoladores, vão dez pessoas e sentam-se no seu lugar para receber o consolo. Um certo homem que morreu na vizinhança de Rav Yehuda não tinha consoladores, isto é, enlutados,
“Que não tem consoladores” — não tem enlutados que precisem ser consolados.
“No seu lugar” — no lugar onde morreu, e ali recebem o consolo.
Quando um falecido não deixa enlutados, dez pessoas sentam-se no lugar onde ele morreu para receber as condolências em seu nome. O caso do vizinho de Rav Yehuda começa aqui e prossegue em 152b.