Shabbat 138a abre respondendo diretamente ao desafio que Abaye deixara em aberto ao final de 137b: se suspender a coadeira torna alguém responsável por "construir uma tenda", também quem pendura um simples jarro num prego deveria sê-lo — o que é absurdo. Abaye mesmo resolve: a proibição de suspender a coadeira é apenas de origem rabínica, um decreto para que não se pratique, no Shabat ou em dia festivo, um ato próprio de dia de semana; não há, portanto, responsabilidade bíblica por oferenda, nem no caso da coadeira, nem no do jarro. Abaye então reúne, de diversas baraitot, uma lista de estringências: o odre, a coadeira, o dossel e a cadeira dobrável não devem ser armados como tenda, mas, se armados, isentam de oferenda, embora permaneçam proibidos; tendas fixas jamais podem ser armadas, sob pena de oferenda pelo pecado; já a cama, a cadeira "trascal" e a cadeira de necessidades podem ser armadas desde o início, por não constituírem, de fato, erguer uma tenda nova. A guemará retoma então a cláusula final da Mishná — que não se despeja vinho na coadeira suspensa, no Shabat — e pergunta pela halachá de quem, por engano, filtrou a borra nela: Rav Kahana o responsabiliza por oferenda pelo pecado. Rav Sheshet objeta que não há precedente de os sábios exigirem oferenda enquanto Rabi Eliezer permite o mesmo ato desde o início; Rav Yosef responde citando a baraita da "cidade de ouro" (um ornamento feminino), em que Rabi Meir responsabiliza por oferenda, os sábios isentam mas proíbem, e Rabi Eliezer permite usá-la desde o início — mas Abaye esclarece que a leniência de Rabi Eliezer ali se opõe à posição dos sábios, e não à de Rabi Meir, o que reabre a dificuldade de Rav Sheshet. A guemará então debate o fundamento da própria proibição de filtrar: Rabá a compara a separar (borer), pois se toma o alimento e deixa-se o refugo; Rabi Zeira a compara a peneirar (merakêd), pois o refugo fica em cima e o alimento embaixo. Seguem-se baraitot adicionais sobre tendas temporárias: a de Rami bar Yechezkel sobre o manto dobrado, permitido se já amarrado com um fio na véspera; a dúvida de Rav Kahana a Rav sobre o dossel e a cama, cujas respostas aparentemente contraditórias a guemará resolve identificando três costumes distintos de armar camas e dosséis; o relato de Rav Yosef sobre os dosséis da casa de Rav Huna, estendidos à noite e derrubados pela manhã; e o ensinamento de Rav em nome de Rabi Chiya, permitindo estender e desmontar uma cortina, pois ela, ao contrário de um teto, não forma uma tenda. O daf termina no meio de um novo ensinamento — de Shmuel, também em nome de Rabi Chiya —, cujo conteúdo prossegue em Shabat 138b. Confirma-se, via a estrutura de capítulos do Sefaria (Shabbat 137b:11-141b:18 para o Perek Vinte), que todo este daf permanece dentro do mesmo perek, Tolin, sem qualquer transição de capítulo.
Antes, disse Abaye (respondendo ao próprio desafio que levantara ao final de 137b, sobre quem pendura um jarro num prego): a responsabilidade de quem suspende a coadeira no Shabat é apenas de origem rabínica — um decreto para que não se faça a tenda temporária do mesmo modo como se faz durante a semana.
"Antes, disse Abaye: é por decreto rabínico" — os sábios da Mishná a proíbem, para que não se permita a alguém suspendê-la, praticando um ato próprio de dia de semana.
O daf abre resolvendo, de imediato, o desafio que Abaye deixara sem resposta ao final de 137b. Ele mesmo esclarece: suspender a coadeira não constitui, de fato, o trabalho bíblico de "construir" (erguer uma tenda) — trata-se apenas de uma proibição rabínica, motivada pelo receio de que, permitindo-a, as pessoas tratem o Shabat e o dia festivo como um dia comum, realizando neles os mesmos preparativos que fariam durante a semana. Por não ser uma proibição bíblica, não há responsabilidade por oferenda pelo pecado — nem no caso da coadeira, nem, com maior razão, no caso trivial de pendurar um jarro num prego, que sequer se assemelha a um preparativo típico de dia de semana.
Abaye reúne as estringências encontradas em diversas baraitot e ensina: quanto ao odre (couro de viajante, esticado como abrigo), à coadeira, ao dossel e à cadeira dobrável — não se deve armá-los (como tenda, no Shabat); mas, se os armou, está isento de oferenda, ainda que seja proibido. Quanto às tendas fixas — não se deve armá-las, e, se as armou, é responsável por oferenda pelo pecado. Mas a cama, a cadeira "trascal" e a cadeira de necessidades — é permitido armá-las desde o início.
"Reúne" — recolhe.
"As estringências das baraitot" — generalizações encontradas em baraitot separadas.
"O odre" — é um couro de animal costurado, de boca muito larga, com alças; viajantes o enchem de vinho ou leite no lugar onde armam suas tendas para pernoitar, e o estendem, com a boca esticada sobre estacas, e o vento passa por baixo dele e o resfria, para que o vinho não se estrague — assemelhando-se a uma tenda, depois de esticado.
"O dossel" — cujo teto tem a largura de um palmo (tornando-o uma tenda válida).
"E a cadeira dobrável" — como a "cama dobrável" (mencionada em Shabat 47b) — um nome de lugar de origem, de onde desmontam suas camas e cadeiras e as carregam consigo, tornando a montá-las depois.
"Não se deve armá-los" — pois são tendas temporárias; e, quanto à cadeira dobrável, há também um decreto, para que não a fixe com força demais , tornando-a permanente.
"Mas a cama" — a nossa, já montada e de pé: se estava ereta ou deitada de lado, é permitido armá-la, assentando-a sobre suas pernas; e, embora isso constitua, agora, fazer uma tenda, é permitido, pois não se faz nada além de assentá-la, simplesmente.
"A cadeira 'trascal'" — assim se chama (glosa de Rashi em francês antigo): sua parte superior é de couro; dobram-na, e, ao guardá-la, encostam-na à parede; e, ao querer sentar-se nela, estende-se, e senta-se sobre quatro pernas.
"E a cadeira de necessidades" — feita como a cadeira "trascal", mas o couro esticado sobre ela é perfurado, para servir de assento sanitário; é permitido armá-la desde o início, pois já está pronta e de pé.
Abaye organiza, numa única regra de três níveis, as estringências espalhadas em diversas baraitot sobre tendas temporárias: (1) o odre, a coadeira, o dossel e a cadeira dobrável — cada um, isoladamente, proibido de armar, mas, se armado, isento de oferenda; (2) as tendas fixas — sempre proibidas, com oferenda pelo pecado em caso de transgressão; (3) a cama, a cadeira "trascal" e a cadeira de necessidades — permitidas desde o início, pois, embora pareçam formar uma tenda ao serem armadas, na verdade apenas se completa um utensílio já pronto, sem o ato de construção que caracteriza uma tenda nova.
"E não se despeja vinho na coadeira suspensa, no Shabat" (retomando a cláusula final da Mishná dos sábios, em 137b). Foi indagado: se alguém filtrou (despejou a borra na coadeira já suspensa e a coou), qual é a halachá? Disse Rav Kahana: se filtrou, é responsável por oferenda pelo pecado.
"Filtrou" — despejou a borra na coadeira suspensa, e coou.
A guemará retoma a cláusula final da Mishná (137b), pela qual os sábios proíbem despejar vinho na coadeira já suspensa no Shabat, e pergunta pela consequência prática de quem, ainda assim, o fez. Rav Kahana responsabiliza-o por oferenda pelo pecado — tratando o próprio ato de filtrar, e não apenas o de suspender a coadeira, como uma transgressão de origem bíblica.
Rav Sheshet objetou à posição de Rav Kahana: acaso existe algo em que os sábios responsabilizam por oferenda pelo pecado, e Rabi Eliezer permite a mesma ação desde o início (pois Rabi Eliezer permite despejar na coadeira suspensa, sem qualquer restrição)?!
Rav Sheshet contesta Rav Kahana com um argumento estrutural: a Mishná registra que Rabi Eliezer permite, sem reservas, despejar vinho na coadeira já suspensa no Shabat; ora, se os sábios, que discordam dele, chegassem ao ponto de exigir uma oferenda pelo pecado por esse mesmo ato, seria uma disparidade sem precedente — um caso em que a posição mais restrita exige responsabilidade bíblica plena, e a mais permissiva permite o ato de saída, sem qualquer proibição.
Rav Yosef objetou à objeção de Rav Sheshet: por que não poderia haver tal caso? Eis a "cidade de ouro" (um ornamento feminino em forma de cidade), em que Rabi Meir responsabiliza por oferenda pelo pecado, e Rabi Eliezer permite usá-la desde o início.
Rav Yosef contesta a objeção de Rav Sheshet, trazendo um precedente aparente: no caso da "cidade de ouro" — um ornamento feminino, tratado a seguir — existe exatamente a disparidade que Rav Sheshet considerava impossível: uma opinião que exige oferenda pelo pecado, e Rabi Eliezer, do outro lado, permitindo o mesmo ato sem qualquer restrição.
O que é isso? Como foi ensinado numa baraita: uma mulher não deve sair ao domínio público, no Shabat, usando uma "cidade de ouro"; e, se saiu, é responsável por oferenda pelo pecado — palavras de Rabi Meir. E os sábios dizem: não deve sair, mas, se saiu, está isenta. Rabi Eliezer diz: a mulher pode sair com a "cidade de ouro" desde o início.
"É responsável por oferenda pelo pecado" — pois a cidade de ouro não é um ornamento, mas sim uma carga (segundo Rabi Meir).
"Está isenta" — pois é um ornamento, mas proibido desde o início, para que a mulher não a tire, mostrando-a a outros.
"A mulher pode sair" — pois quem costuma sair com a cidade de ouro é mulher importante, e mulher importante não a tira para mostrá-la.
A baraita apresenta três posições sobre a "cidade de ouro", um ornamento feminino em forma de cidade: Rabi Meir a considera uma carga, não um ornamento, e por isso exige oferenda pelo pecado de quem sai com ela no Shabat; os sábios a consideram um ornamento, mas proíbem usá-la por receio de que a mulher a tire para mostrá-la a outras, o que constituiria carregar no domínio público — daí a isenção sem permissão; e Rabi Eliezer, considerando que apenas mulheres importantes usam tal ornamento, e que estas não a tirariam para se exibir, permite-a desde o início.
Disse-lhe Abaye (a Rav Yosef): pensas que Rabi Eliezer se opõe a Rabi Meir, que diz "é responsável por oferenda pelo pecado"? Não; ele se opõe aos sábios, que dizem "isenta, mas proibido" — e ele lhes diz que é permitido desde o início.
Abaye corrige o precedente trazido por Rav Yosef: a leniência de Rabi Eliezer, na baraita da cidade de ouro, dirige-se contra a posição intermediária dos sábios (isento, mas proibido), e não contra a posição mais severa de Rabi Meir (responsável por oferenda). Não se trata, portanto, do caso que Rav Sheshet buscava — uma opinião que exige oferenda enquanto Rabi Eliezer permite o mesmo ato desde o início —, o que reabre, ao menos formalmente, a dificuldade original de Rav Sheshet quanto ao caso de quem filtra a coadeira suspensa.
Por que motivo advertimos quem filtra a borra na coadeira suspensa, no Shabat? Rabá disse: por causa do trabalho proibido de separar (borer). Rabi Zeira disse: por causa do trabalho proibido de peneirar (merakêd).
"Por que motivo advertimos quem faz isso" — a quem filtra na coadeira.
"Por causa de separar" — pois isto também é separar.
A guemará deixa de lado a dificuldade sobre a coadeira suspensa em si, e passa a debater o fundamento jurídico de por que filtrar a borra do vinho seria uma transgressão bíblica: Rabá e Rabi Zeira identificam dois trabalhos proibidos distintos aos quais o ato de filtrar poderia se assemelhar — separar (borer) e peneirar (merakêd) —, cada um definido, na Mishná de HaBoneh (Shabbat 73a), como uma das trinta e nove categorias principais de trabalho proibido no Shabat.
Disse Rabá: minha opinião é mais razoável: assim como o costume de quem separa é tomar o alimento e deixar o refugo, também aqui: toma-se o alimento (o vinho já límpido, que passa pela coadeira) e deixa-se o refugo (a borra, retida).
"Minha opinião é mais razoável" — pois, se advertiram o transgressor por causa de separar, é uma advertência válida.
"Toma o alimento e deixa o refugo" — e, segundo Rabá, o mesmo vale também se o advertiram por causa de peneirar, pois seria igualmente uma advertência válida; mas, segundo Rabi Zeira, se o advertiram por causa de separar, não é uma advertência válida, pois filtrar não se assemelha a separar — em que o alimento fica embaixo e o refugo em cima — diferentemente de separar leguminosas, em que o refugo fica embaixo.
Rabá justifica sua identificação: no ato de separar (borer), tal como em escolher grãos bons entre o refugo, toma-se ativamente o alimento desejado e deixa-se de lado o que se descarta — exatamente o que ocorre ao filtrar o vinho, em que o líquido desejado é retirado através da coadeira, deixando a borra para trás.
Disse Rabi Zeira: minha opinião é mais razoável: assim como o costume de quem peneira é deixar o refugo em cima e o alimento embaixo, também aqui: o refugo fica em cima e o alimento embaixo.
Rabi Zeira prefere a comparação com peneirar (merakêd): na coadeira, tal como numa peneira, a matéria retida (a borra) permanece na parte de cima, sobre o pano, enquanto o líquido desejado (o vinho) passa para baixo — a mesma disposição espacial de quem peneira farinha, e não a de quem separa leguminosas, em que, segundo a nota de Rashi ao ensinamento anterior, o refugo fica embaixo, e não em cima.
Ensinou Rami bar Yechezkel: um manto dobrado (estendido sobre quatro estacas para formar um abrigo) não se deve armar; e, se o armou, está isento de oferenda, ainda que seja proibido. Se, desde a véspera, já estava amarrado com um fio ou cordão, é permitido estendê-lo desde o início no Shabat.
"Um manto dobrado não se deve armar" — isto é, estender o manto sobre quatro estacas, para dormir debaixo dele, com suas pontas dobradas para um lado e para outro, em direção ao chão, servindo-lhe de paredes, para proteger do sol — o que constitui uma tenda.
"Já estava amarrado" — desde antes de escurecer (na véspera do Shabat).
"Com um fio ou cordão" — e o colocou, já dobrado, sobre a corda de sustentação da cama, e amarrou nele um fio, para puxá-lo, estendendo-o para um lado e para outro; é permitido puxá-lo no Shabat, pois isso constitui apenas acrescentar a uma tenda temporária já existente, e não como fazê-la desde o início.
Rami bar Yechezkel acrescenta mais um caso à lista de tendas temporárias: um manto dobrado, estendido sobre estacas como abrigo, não pode ser armado do zero no Shabat — mas, se já estava preparado desde a véspera, com um fio amarrado que permite simplesmente puxá-lo e estendê-lo, isso é permitido, pois se trata apenas de completar, e não de construir do início, uma tenda já preparada.
Perguntou Rav Kahana a Rav: quanto ao dossel, qual é a halachá? Disse-lhe: até mesmo a cama é proibida. Quanto à cama, qual é a halachá? Disse-lhe: até mesmo o dossel é permitido. Quanto ao dossel e à cama juntos, qual é a halachá? Disse-lhe: o dossel é proibido, e a cama é permitida.
Rav Kahana formula a mesma pergunta de três formas diferentes, e recebe de Rav três respostas que, à primeira vista, parecem contradizer-se entre si: ora a cama é proibida, ora o dossel é permitido, ora um é proibido e o outro permitido. A guemará resolve essa aparente contradição no ensinamento seguinte, identificando que cada resposta se refere a um tipo diferente de dossel ou de cama.
E não há dificuldade (as três respostas não se contradizem): aquilo que disse "até mesmo a cama é proibida" refere-se à cama desmontável e remontável, como a dos habitantes de Karmanya. Aquilo que lhe disse "até mesmo o dossel é permitido" refere-se ao dossel como o de Rami bar Yechezkel (já amarrado com fio desde a véspera). "O dossel é proibido, e a cama é permitida" refere-se à cama como a nossa (já montada, apenas erguida sobre suas pernas).
"Como a dos habitantes de Karmanya" — isto é, a cama desmontável, que se desarma e se remonta; Karmanya é o nome de um lugar; outra explicação: "karmanaei" são vendedores de roupas de linho, que a vendem dobrada assim.
"Como o dossel de Rami" — o mesmo dossel em que se amarrou um fio.
"Como a nossa" — uma cama que estava ereta, e ele a assenta sobre suas pernas.
A guemará resolve a aparente contradição identificando três realidades distintas por trás de cada resposta de Rav: uma cama totalmente desmontável, como a dos habitantes de Karmanya, é proibida, pois montá-la equivale a construir uma tenda nova; um dossel já preparado com um fio, como o de Rami bar Yechezkel, é permitido, pois apenas se completa uma tenda já pronta; e a cama comum, que apenas se ergue sobre pernas já fixas, é permitida, enquanto um dossel novo, sem preparo prévio, permanece proibido.
Disse Rav Yosef: eu vi os dosséis da casa de Rav Huna, que, à noite (na entrada do Shabat), estavam estendidos, e, pela manhã, estavam derrubados, jogados no chão.
"À noite estendidos, e pela manhã derrubados" — nas noites de Shabat eu os via estendidos, e pela manhã os via jogados no chão; logo, é permitido desmontá-lo no Shabat, e, do mesmo modo, é permitido também estendê-lo.
Rav Yosef traz um testemunho prático em apoio à permissão: na casa de Rav Huna, os dosséis eram estendidos na noite de Shabat e desmontados, jogados no chão, na manhã seguinte — evidência de que ambos os atos, estender e desmontar, eram considerados permitidos no próprio Shabat, ao menos quando o dossel já estava preparado de antemão.
Disse Rav, em nome de Rabi Chiya: uma cortina (que fica diante da entrada, pendendo verticalmente) — é permitido estendê-la, e é permitido desmontá-la.
"Cortina" — o véu que fica diante da entrada.
"É permitido estendê-la" — pois só se considera tenda aquilo que é feito como um teto (e a cortina, pendendo verticalmente diante da porta, não forma um teto).
Rav, em nome de Rabi Chiya, esclarece um princípio geral por trás de todas essas leis: uma tenda só se constitui quando algo é estendido horizontalmente, formando um teto sobre um espaço. Uma cortina que pende verticalmente diante de uma entrada, por mais que seja estendida ou recolhida, nunca forma um teto — e por isso está inteiramente fora da proibição de construir uma tenda, podendo ser estendida e desmontada livremente no Shabat.
E disse Shmuel, em nome de Rabi Chiya: [o ensinamento é interrompido aqui, ao final do daf, e prossegue em Shabat 138b].
O daf 138a termina exatamente neste ponto, no meio de um novo ensinamento — de Shmuel, também em nome de Rabi Chiya, retomando o mesmo padrão do ensinamento anterior de Rav. O conteúdo desse ensinamento prossegue diretamente em Shabat 138b.