Shabbat 132b abre completando a frase cortada ao final de 132a: assim como a tzaraat, que afasta o serviço do Templo, e o serviço, que por sua vez afasta o Shabat — a milá afasta a própria tzaraat; não seria então lógico, por kal vachomer, que o Shabat, que é afastado pelo serviço, fosse afastado também pela milá? Rava explica a seguir por que o Tanna dessa beraita, ao expor esse raciocínio, pareceu primeiro aceitá-lo e depois questioná-lo: ele hesitou se de fato a tzaraat é mais rigorosa que o Shabat, ou se é o Shabat, com suas muitas penas e advertências, o mais rigoroso; e hesitou também se a razão de a tzaraat afastar o serviço é seu próprio rigor, ou apenas que o homem leproso está inapto ao serviço — concluindo, por fim, que a inclusão do Shabat na milá vem simplesmente do versículo "no dia". Encerrada essa cadeia, ensina-se uma beraita à parte, com um novo assunto: a milá afasta a própria tzaraat — isto é, corta-se a orla do bebê mesmo que nela haja uma mancha leprosa —, tanto quando cumprida em seu tempo próprio quanto fora dele; já a festividade só é afastada pela milá em seu tempo próprio. Busca-se a fonte dessa nova regra no versículo "circuncidará a carne de sua orla", e no termo adicional "a carne"; e Rava expõe, em duas versões sucessivas — e ainda numa "outra versão", fundada na regra de que um preceito positivo vem e afasta um negativo —, a lógica interna e hesitante desse segundo Tanna, em tudo paralela à do primeiro. Discute-se então a quem essa regra se estende: ela vale bem para o adulto, a cujo respeito se escreve "a carne", e para o menino circuncidado em seu tempo próprio, a cujo respeito também se escreve "a carne" — mas questiona-se o menino de idade intermediária, já fora do oitavo dia mas ainda não adulto, resolvido por Abaye através de um argumento combinado dos dois casos anteriores. Rava propõe, por fim, uma via mais direta: que a milá em seu tempo próprio dispensa qualquer versículo, derivando-se simplesmente por kal vachomer do Shabat, sem passar pela tzaraat. Rav Safra objeta que talvez seja a tzaraat a mais rigorosa, pois ela afasta o serviço do Templo, e o serviço afasta o Shabat; Rava responde que isso não se deve ao rigor da tzaraat, mas à inaptidão do próprio homem leproso, carente ainda de imersão; Rav Safra insiste quanto às pragas puras, sem impureza associada; e Rav Ashi resolve, por fim, distinguindo com precisão quando se diz que um preceito positivo vem e afasta um negativo. O daf termina interrompido bem no início de uma nova observação sobre a disputa entre Rava e Rav Safra, sem revelar seu conteúdo, continuando em Shabbat 133a.
...e o serviço do Templo afasta o Shabat — a milá a afasta, a própria tzaraat. Se assim é, o Shabat, que é afastado por causa do serviço, não é lógico que a milá o afaste também?
"E o serviço" — é rigoroso, pois afasta o Shabat, nos sacrifícios contínuos, adicionais e nas oferendas públicas, cujo tempo é fixo.
"A milá a afasta" — a tzaraat, como se ensina adiante: "circuncidará a carne de sua orla" — mesmo no lugar de uma mancha, que corte.
Este daf abre exatamente onde 132a foi cortado, completando o kal vachomer: assim como a tzaraat, cuja advertência a Torá tratou com tal rigor que ela chega a afastar o próprio serviço do Templo, e o serviço, por sua vez, afasta o Shabat (pois os sacrifícios diários e adicionais se oferecem mesmo em Shabat) — sabe-se, por outra fonte, que a milá afasta essa mesma tzaraat, cortando a mancha leprosa da orla do bebê. Se a milá já é forte o bastante para afastar a tzaraat, que por sua vez está acima até do serviço do Templo, não seria lógico, por kal vachomer, que ela afastasse também o Shabat — que ocupa um degrau ainda mais baixo nessa escala de rigor, sendo ele próprio afastado pelo serviço?
E o que é o "ou não é assim" que o Tanna disse — voltou ele e disse: e de onde se sabe que a tzaraat é mais rigorosa que o Shabat? Talvez o Shabat seja mais rigoroso, pois nele há muitas penas e advertências. Ou então: e de onde se sabe que é por a tzaraat ser rigorosa que ela afasta o serviço? Talvez seja por causa do homem leproso, que não está apto para o serviço. E como sustento então "no oitavo se circuncidará" — quanto aos dias comuns, exceto o Shabat? Ensina o texto: "no dia" — mesmo em Shabat.
"E o que é o 'ou não é assim' que disse" — que indica: ou não é assim como dissemos, senão que até a milá está incluída em "seus profanadores certamente morrerão" (a pena para quem profana o Shabat) — o que lhe pareceu difícil, que o fez retroceder?
"Voltou ele e disse" — o próprio Tanna, indagando: de onde se saberia que a tzaraat é mais rigorosa que o Shabat, para que daí dissesses que se deriva um kal vachomer?
"Talvez o Shabat seja mais rigoroso etc." — pois quanto a esta regra, que a tzaraat afasta o serviço, de onde se sabe que é por rigor da tzaraat? Talvez o motivo de não dizermos "que corte a mancha" seja que o homem leproso é que não está apto para o serviço, como se explica adiante: pois, ainda que cortasse, continuaria carente de imersão, e do entardecer do sol, e nesse mesmo dia não poderia servir; e aquele que já imergiu mas ainda aguarda o entardecer tem o estatuto de leproso — por isso "seus profanadores certamente morrerão" valeria até para a milá, e por força "no oitavo se circuncidará" seria repelido a valer apenas quanto aos demais dias.
Rava explica por que o Tanna dessa beraita parece, à primeira vista, contradizer-se: primeiro aceita o kal vachomer que acaba de se completar, e depois o questiona com um "ou não é assim". A explicação é que o próprio Tanna hesitou em dois pontos, cada um capaz de derrubar o kal vachomer: talvez não seja a tzaraat a mais rigorosa, mas o próprio Shabat — que traz consigo penas graves como karet e apedrejamento, além de inúmeras advertências espalhadas pela Torá; e, além disso, talvez a tzaraat nem sequer afaste o serviço por seu próprio rigor, mas simplesmente porque o homem leproso está inapto para servir naquele momento — mesmo que cortasse sua mancha, continuaria impedido por lhe faltar a imersão ritual e o entardecer do dia. Diante dessas duas dúvidas, o kal vachomer perde força, e o Tanna busca então outra base: o próprio versículo "no dia", que já basta para incluir o Shabat na obrigação da milá.
Ensinaram os sábios: a milá afasta a tzaraat, tanto em seu tempo próprio quanto fora de seu tempo próprio. Mas a festividade não a afasta a milá, senão apenas quando cumprida em seu tempo próprio.
"Tanto fora de seu tempo próprio" — como, por exemplo, um menino doente, a quem se esperou até que sarasse.
A guemará encerra a cadeia sobre a milá e o Shabat e introduz, numa beraita à parte, um novo assunto: a milá afasta a própria tzaraat — isto é, corta-se a mancha leprosa da orla do bebê, ainda que isso viole a proibição de cortar sinais de tzaraat — e isso vale tanto quando a milá é cumprida em seu tempo próprio, no oitavo dia, quanto quando é feita depois, por exemplo num menino que estava doente e cuja milá foi adiada até que sarasse. Já quanto à festividade (Yom Tov), a milá só a afasta quando cumprida em seu tempo próprio; se adiada, não se realiza em dia de festividade.
De onde vêm estas palavras (essa regra)? Pois ensinaram os sábios: "circuncidará a carne de sua orla" (Vayikra 12:3) — e ainda que haja ali uma mancha, que corte. E como sustento então "guarda-te da praga da tzaraat" (Devarim 24:8)? Quanto aos demais lugares, exceto a milá. Ou não é senão que essa advertência vale até para a milá, e como sustento então "circuncidará a carne de sua orla"? Somente quando não há ali mancha. Ensina o texto: "a carne" — e ainda que haja ali mancha.
"A carne" — é um termo de inclusão, escrito para essa interpretação.
A guemará busca a fonte escriturística da nova regra. O versículo que ordena circuncidar "a carne de sua orla" é entendido como incluindo até o caso em que há ali uma mancha leprosa — corta-se mesmo assim. Objeta-se: mas o versículo "guarda-te da praga da tzaraat" adverte justamente contra cortar sinais de tzaraat — como sustentar os dois? Responde-se que essa advertência vale para os demais lugares do corpo, mas não para o lugar da milá. Poder-se-ia então inverter e dizer que a advertência vale até para a milá, e que o primeiro versículo só permitiria circuncidar quando não há mancha alguma — mas o texto emprega a palavra adicional "a carne", que não seria necessária, precisamente para ensinar que se corta mesmo havendo mancha.
Disse Rava: este Tanna, no início, o que lhe pareceu bem, e no final, o que lhe pareceu difícil? Isto é o que ele quer dizer: "circuncidará a carne de sua orla" — e ainda que haja ali mancha; e como sustento "guarda-te da praga da tzaraat"? Quanto aos demais lugares, exceto a milá. Mas a milá afasta a tzaraat — qual a razão? Vem por kal vachomer: assim como o Shabat, que é rigoroso, a milá o afasta, a tzaraat, não seria com muito mais razão? E o que é o "ou não é assim" que disse — voltou e disse: de onde se sabe que o Shabat é mais rigoroso? Talvez a tzaraat seja mais rigorosa, pois ela afasta o serviço, e o serviço afasta o Shabat! Ensina o texto: "a carne" — e ainda que haja ali mancha. Outra versão: a milá afasta a tzaraat — qual a razão? Porque vem um preceito positivo e afasta um preceito negativo. E o que é o "ou não é assim" que disse — voltou e disse: dir-se-ia que dizemos que vem um preceito positivo e afasta um negativo — quando se trata de um negativo isolado; mas este caso é um positivo e um negativo juntos. E como sustento então "circuncidará a carne de sua orla"? Somente quando não há ali mancha. Ensina o texto: "a carne" — e ainda que haja ali mancha.
Assim lemos: "outra versão: qual a razão de vir um preceito positivo e afastar um negativo" — qual a razão pela qual a milá afasta a tzaraat: porque vem o preceito positivo de "circuncidará" e afasta o preceito negativo de "guarda-te", pois assim estabelecemos no primeiro capítulo de Yevamot (3b): que vem um preceito positivo e afasta um negativo.
"Este é um preceito positivo e negativo juntos" — "guarda-te" é o preceito negativo, e "e para fazer conforme tudo o que vos ensinarem" (Devarim 24:8) é o preceito positivo que também se aplica ali.
Assim como fez com a beraita de 132a, Rava explica a hesitação interna deste segundo Tanna, quase em espelho. Na primeira versão, o Tanna teria raciocinado por kal vachomer: se a milá já afasta o Shabat (rigoroso), com muito mais razão afastaria a tzaraat (menos rigorosa); mas reconsiderou, pois talvez seja a tzaraat a mais rigorosa, já que ela afasta o próprio serviço do Templo, que por sua vez afasta o Shabat — concluindo então que a fonte real é a palavra adicional "a carne". Numa "outra versão", o raciocínio parte de um princípio diferente: um preceito positivo (circuncidar) vem e afasta um preceito negativo (a proibição de cortar sinais de tzaraat); mas reconsidera-se que esse princípio vale apenas contra um negativo isolado, e aqui há também um positivo concorrente ("e para fazer conforme tudo o que vos ensinarem") — concluindo-se, de novo, pela palavra "a carne".
Isso resolve bem quanto ao adulto, a cujo respeito está escrito "a carne". Também quanto ao menino (circuncidado em seu tempo próprio), está escrito a seu respeito "a carne". Mas quanto ao de idade intermediária, de onde o sabemos?
"Isso resolve bem quanto ao adulto" — sujeito a punições, a cujo respeito está escrito "a carne": "e o incircunciso, o macho que não circuncidar a carne de sua orla... anulou meu pacto" (Bereshit 17:14), e este versículo fala de quem está sujeito a punições, visto que o obriga a karet; e também quanto ao menino, em seu tempo próprio, no oitavo dia, está escrito a seu respeito "a carne": "e no oitavo dia se circuncidará a carne de sua orla".
"De idade intermediária" — como o menino fora de seu tempo próprio, ainda não sujeito a punições, e cujo pai é o obrigado a circuncidá-lo; isso se deriva de "circuncidai para vós todo macho" (Bereshit 17:10; Kidushin 29a).
A guemará examina a quem, exatamente, a nova regra se aplica. Ela resolve bem para dois extremos: o adulto que nunca foi circuncidado — sujeito à pena de karet e obrigado ele mesmo a se circuncidar — pois a seu respeito a Torá escreve "a carne"; e o menino circuncidado em seu tempo próprio, no oitavo dia, a cujo respeito a Torá também escreve "a carne". Mas fica em aberto o caso intermediário: um menino já fora do oitavo dia, mas ainda não adulto e portanto ainda não sujeito a karet, cuja milá é obrigação do pai — para ele não há um versículo explícito com a palavra "a carne".
Disse Abaye: a regra vem por argumento combinado dos dois casos: do adulto sozinho não viria, pois ele está sujeito a karet; do menino sozinho não viria, pois sua milá é em seu tempo próprio. Mas o elemento comum entre eles é que ambos se circuncidam e sua milá afasta a tzaraat; assim também todo aquele que se circuncida afasta, por sua milá, a tzaraat.
"Vem por argumento combinado" — o elemento comum entre eles é que se circuncidam e sua milá afasta a tzaraat; também eu trarei o de idade intermediária, que se circuncida, para que sua milá afaste a tzaraat.
Abaye resolve o caso intermediário por um binyan av (argumento combinado, ou tzad hashaveh) construído a partir dos dois extremos: não se pode derivar diretamente do adulto, pois este tem a peculiaridade de estar sujeito a karet, o que o menino intermediário não tem; nem diretamente do menino em seu tempo próprio, pois este tem a peculiaridade de sua milá ser exatamente no oitavo dia. Mas ambos compartilham um traço comum: são circuncidados, e sua milá afasta a tzaraat — e esse traço comum, precisamente por não depender de nenhuma das peculiaridades exclusivas de cada um, permite estender a regra a todo aquele que se circuncida, incluindo o menino de idade intermediária.
Rava disse: que a milá em seu tempo próprio afasta a tzaraat não precisa de versículo, vem por kal vachomer: assim como o Shabat, que é rigoroso, ela a milá afasta, a tzaraat, não seria com muito mais razão? Disse-lhe Rav Safra a Rava: de onde se sabe que o Shabat é mais rigoroso? Talvez a tzaraat seja mais rigorosa, pois ela afasta o serviço, e o serviço afasta o Shabat! Respondeu Rava: ali (quando a tzaraat afasta o serviço) não é porque a tzaraat seja rigorosa, mas porque o homem leproso é que não está apto para o serviço. Perguntou Rav Safra: por que não está apto? Que corte sua mancha e sirva! Respondeu Rava: ele está carente de imersão.
"Não precisa de versículo etc." — e o versículo só vem ensinar a regra quanto à milá fora de seu tempo próprio, e quanto ao de idade intermediária.
"Porque o homem não está apto" — cogita-se que não está apto porque é impuro; e é por isso que se objeta: que corte, se purifique, e sirva!
"Carente de imersão" — e não está apto para o serviço nesse mesmo dia; e por causa de poder servir amanhã, quando não temos o serviço presente diante de nós hoje, o serviço de hoje não é afastado por causa dele.
Rava propõe uma via mais direta e econômica: em vez de derivar a milá em seu tempo próprio da palavra "a carne", basta um kal vachomer simples a partir do Shabat — se a milá já afasta o rigoroso Shabat, com muito mais razão afastaria a tzaraat, mais branda. O versículo "a carne" ficaria reservado apenas para os casos que realmente precisam dele: a milá fora de seu tempo próprio, e a do menino de idade intermediária. Rav Safra objeta exatamente como antes: talvez seja a tzaraat a mais rigorosa, já que ela afasta o serviço do Templo, que por sua vez afasta o Shabat. Rava responde que a tzaraat não afasta o serviço por seu próprio rigor, mas porque o homem leproso está simplesmente inapto: mesmo que cortasse a mancha, continuaria impuro naquele dia, pois lhe faltaria ainda a imersão ritual e o entardecer subsequente para se purificar — e um impedimento que só se resolveria no dia seguinte não basta para afastar o serviço de hoje.
Isso resolve bem quanto às pragas impuras. Quanto às pragas puras, o que há para dizer? Antes, disse Rav Ashi: onde dizemos que vem um preceito positivo e afasta um negativo? Como no caso da milá quanto à tzaraat, ou também tzitzit e kilayim, em que, no momento em que se anula o negativo, já se cumpre o positivo. Aqui, no momento em que se anula o negativo, ainda não se cumpre o positivo.
"Pragas puras" — como o bahak (mancha clara e inofensiva) e a tzaraat que floresceu por todo o corpo; e em todas elas se incluiu, no Sifrei, a proibição de cortar: "não tenho essa proibição senão para quando a pessoa já se tornou sujeita à impureza; de onde se sabe que vale também antes de se tornar sujeita à impureza? Ensina o texto: 'conforme tudo o que vos ensinarem'."
"Antes, disse Rav Ashi" — isto que dissemos, que o Shabat é mais rigoroso que a tzaraat, ainda que a tzaraat afaste o serviço, não é por rigor dela; mas esta é a razão: quando dizemos que vem um preceito positivo e afasta um negativo, é como no caso da milá quanto à tzaraat, em que, no momento do corte, ao mesmo tempo em que se anula o negativo, já se cumpre o positivo; e assim o tzitzit quanto ao kilayim, no momento de vestir, anula-se o negativo e cumpre-se o positivo. Mas a tzaraat que se corta por causa do serviço — no momento em que se anula o negativo do corte, ainda não se cumpre o positivo do serviço; por isso o serviço é afastado por si mesmo, e não por rigor da tzaraat.
Rav Safra insiste: a resposta de Rava resolve bem as pragas impuras, cujo portador precisa de fato de imersão para se purificar; mas há também "pragas puras" — marcas que invalidam o sacerdote para o serviço sem lhe conferir impureza ritual alguma, de modo que, uma vez cortada a mancha, ele estaria imediatamente apto a servir, sem esperar imersão nem entardecer. Nesse caso, por que a tzaraat continuaria afastando o serviço? Rav Ashi resolve de vez, com uma distinção mais precisa: a regra de que um preceito positivo vem e afasta um negativo só se aplica quando, no exato instante em que se anula a proibição, o preceito positivo já se cumpre simultaneamente — como na milá, em que o corte da mancha já é, ele mesmo, o cumprimento do preceito de circuncidar; ou no tzitzit de lã sobre uma veste de linho, em que vestir a peça já cumpre o preceito ao mesmo tempo em que anula a proibição de misturar. Mas, no caso da praga pura, o corte da mancha em si não cumpre nenhum preceito positivo — apenas habilita o sacerdote a servir depois; por isso o serviço, nesse caso, não é de fato afastado pela tzaraat, mas simplesmente adiado por si mesmo, sem que isso reflita qualquer rigor superior da tzaraat sobre o Shabat.
E esta disputa, de Rava e Rav Safra...
A guemará inicia uma nova observação sobre a disputa que acaba de se encerrar entre Rava e Rav Safra — provavelmente comparando-a, como é costume nesse estilo de fechamento, a uma discussão paralela em outro contexto — mas o daf termina exatamente aqui, sem revelar do que se trata.