Shabbat 122a abre respondendo diretamente à pergunta com que terminou 121b: Rabi Zeira perguntara se os castiçais da casa de Rabi, permitidos de manusear em Shabat, podem ser carregados com uma mão ou apenas com as duas; a resposta é "como aqueles da casa de teu pai" — isto é, referindo-se aos pequenos, pois os grandes já têm lugar fixo, explica Rashi. Rabi Abba bar Kahana, ainda em nome de Rabi Chanina, ensina que as liteiras da casa de Rabi também são permitidas de manusear em Shabat; Rabi Zeira pergunta de novo se isso vale quando carregadas por um só homem ou por dois, recebendo a mesma resposta. Rabi Abba bar Kahana relata, ainda, que Rabi Chanina permitiu à casa de Rabi beber vinho transportado nas carroças de um gentio com um único selo — sem saber dizer se por seguir a opinião de Rabi Eliezer, ou por temor da casa do Nassi (o Patriarca); Rashi observa que essas três tradições, embora de temas distintos, são reunidas aqui por serem todas citadas por Rabi Abba bar Kahana, que já vinha falando acima a respeito da cobra. Segue-se a última Mishná do Perek Tet-Zayin: um gentio que acende uma lâmpada, enche água para seu animal, ou faz uma rampa para descer de um navio à terra — o israelita pode se beneficiar depois dele, mas é proibido se foi feito por causa do israelita; conta-se o caso de Rabban Gamliel e os anciãos, que desceram por uma rampa feita por um gentio. A Guemará explica por que os três casos precisam ser ensinados separadamente, e traz uma baraita paralela sobre o gentio que colhe ervas para seu animal, permitida apenas quando o gentio não conhece o israelita. Levanta-se uma contradição com o ensino de Rav Huna, em nome de Rabi Chanina, sobre pôr o animal diretamente sobre ervas ainda ligadas ao solo, mas não sobre ervas já colhidas (muktzeh); resolve-se distinguindo deter o animal diante das ervas, permitido, de alimentá-lo com as próprias mãos. Discute-se então se Rabban Gamliel conhecia o gentio que fez a rampa, com respostas divergentes: Abaie diz que a rampa foi feita sem que ele estivesse presente; Rava diz que, mesmo presente, uma rampa para um é como uma rampa para cem. Uma objeção da própria história de Rabban Gamliel é resolvida por emenda textual. Por fim, duas tentativas de trazer prova contra essas posições — a da casa de banho aquecida por gentios numa cidade de população mista, e a da lâmpada acesa numa reunião mista — são ambas respondidas com o princípio de que, quando a maioria dos presentes é israelita, aquece-se ou acende-se com essa maioria em mente. O daf termina em pleno fluxo dessa segunda resposta — "הָתָם נָמֵי, כִּי מַדְלְקִי" ("ali também, quando a acendem") —, sem qualquer hadran, a continuar diretamente em Shabbat 122b (ainda não publicado), que abre completando a frase: "אַדַּעְתָּא דְרוּבָּא מַדְלְקִי" ("com a maioria em mente é que a acendem").
Disse-lhe: como aqueles da casa de teu pai.
A Guemará responde diretamente à pergunta que encerrou 121b: Rabi Zeira perguntara se a permissão de manusear os castiçais da casa de Rabi vale apenas quando carregados com uma mão, ou também com as duas. A resposta é breve e remete a um costume conhecido de Rabi Zeira: "como aqueles da casa de teu pai" — isto é, os castiçais de sua própria família, que Rashi identifica como pequenos, e por isso carregáveis com uma só mão; os grandes, ao contrário, por terem um lugar fixo estabelecido para eles, não entram propriamente nesta discussão, pois não costumam ser deslocados.
"Da casa de teu pai" — pois eram pequenos; mas os grandes, a pessoa lhes fixa um lugar (e por isso não entram nesta comparação).
E disse Rabi Abba bar Kahana, que disse Rabi Chanina: as liteiras da casa de Rabi são permitidas de manusear em Shabat. Disse-lhe Rabi Zeira: isso vale quando são carregadas por um homem, ou por dois homens? Disse-lhe: como aquelas da casa de teu pai.
Rabi Abba bar Kahana traz, ainda em nome de Rabi Chanina, um segundo ensino sobre objetos da casa de Rabi Yehuda HaNasi: as liteiras (assentos carregáveis, feitos para transportar pessoas, segundo Rashi) usadas ali são permitidas de manusear em Shabat. Rabi Zeira repete, com essas liteiras, o mesmo tipo de dúvida que levantara sobre os castiçais: a permissão vale apenas para as levadas por um único homem, ou também para as maiores, que exigem dois homens para serem carregadas? A resposta é a mesma de antes: como aquelas da casa de teu pai — remetendo, de novo, ao costume familiar de Rabi Zeira como critério de comparação.
"Liteiras" — feitas para pessoas (isto é, para serem carregadas por elas, e não veículos de rodas).
E disse Rabi Abba bar Kahana: Rabi Chanina permitiu à casa de Rabi beber vinho transportado nas carroças de um gentio, com um único selo; e eu não sei dizer se isso é porque ele entende como Rabi Eliezer, ou por causa do temor da casa do Nassi.
Um terceiro ensino, também trazido por Rabi Abba bar Kahana em nome de Rabi Chanina, mas de tema totalmente distinto: a permissão para a casa de Rabi beber vinho transportado em carroças pertencentes a um gentio, seladas com um único selo — quando a preocupação normal com vinho de gentios (por temor de idolatria ou manuseio) levaria a exigir dois selos, ou a proibir de todo. Rabi Abba bar Kahana admite não saber ao certo o fundamento dessa permissão: talvez Rabi Chanina siga a posição de Rabi Eliezer, que considera um único selo suficiente; ou talvez a permissão não repouse em nenhum princípio legal geral, mas apenas no temor reverencial que o gentio transportador sentia da casa do Nassi (o Patriarca, autoridade política reconhecida pelo governo), o que por si só garantiria que o vinho não fora adulterado. Rashi observa que estes três ensinos — castiçais, liteiras e vinho selado —, embora sem relação temática entre si, aparecem juntos aqui simplesmente porque todos foram citados por Rabi Abba bar Kahana, que já vinha sendo mencionado acima a respeito do caso da cobra na casa de estudo.
"Ou porque ele entende como Rabi Eliezer" — que disse, em Massechet Avodá Zará (31a), que o vinho é permitido com um único selo. "Ou por causa do temor da casa do Nassi" — pois o gentio que o trazia temia o Nassi, que era governante por autoridade do reino; e, visto que Rabi Abba bar Kahana falava acima a respeito da cobra, ele cita, em seu nome, todas estas outras coisas (sem relação temática entre si).
Um gentio que acendeu a lâmpada — o israelita se serve de sua luz; mas se foi por causa do israelita — é proibido. Encheu água para dar de beber a seu animal — o israelita dá de beber depois dele; mas se foi por causa do israelita — é proibido. Fez um gentio uma rampa para descer por ela — o israelita desce depois dele; mas se foi por causa do israelita — é proibido. Aconteceu um caso com Rabban Gamliel e os anciãos, que vinham num navio, e um gentio fez uma rampa para descer por ela, e desceram por ela Rabban Gamliel e os anciãos.
Nova Mishná — a última do Perek Tet-Zayin (Kol Kitvei HaKodesh) — que trata do princípio geral segundo o qual um israelita pode se beneficiar, em Shabat, de uma ação realizada por um gentio para seu próprio proveito, mesmo que essa ação envolva um trabalho proibido a um judeu: se o gentio acende uma lâmpada, enche água para seu próprio animal, ou constrói uma rampa para sua própria conveniência, o israelita pode aproveitar-se depois — usar a luz, dar de beber ao próprio animal com a água já trazida, ou descer pela rampa já construída. Mas se o gentio agiu especificamente por causa do israelita (a seu pedido, ou percebendo sua necessidade), o benefício é proibido, pois equivaleria a fazer do gentio um agente do israelita para um trabalho vedado em Shabat. Ilustra-se com o caso histórico de Rabban Gamliel e os sábios que o acompanhavam, viajando de navio: um gentio construiu uma rampa para descer à terra por sua própria conveniência, e Rabban Gamliel e os anciãos desceram por ela sem hesitar.
"Mishná: mas se foi por causa do israelita, é proibido" — por decreto rabínico. "Encheu água" — de um poço em domínio público. "Rampa" — fazem-na numa embarcação grande, para descer por ela do navio à terra firme.
E é necessário ensinar os três casos: pois se a Mishná nos tivesse ensinado apenas a lâmpada, diria-se que é permitido porque uma lâmpada para um é uma lâmpada para cem; mas quanto à água, poder-se-ia decretar proibição, pois talvez o gentio venha a aumentar a quantidade por causa do israelita. E a rampa, para que a preciso (por que ensiná-la também)? Para nos ensinar o caso de Rabban Gamliel e os anciãos.
A Guemará explica por que a Mishná precisou ensinar os três exemplos separadamente, e não apenas um deles como regra geral. Se apenas o caso da lâmpada tivesse sido ensinado, poder-se-ia pensar que a permissão se deve a uma característica específica do fogo — acender uma lâmpada exige o mesmo esforço para iluminar uma pessoa ou cem, de modo que não há como dizer que o gentio "aumentou" o trabalho por causa do israelita — mas que, quanto à água, que se traz em quantidade proporcional ao número de pessoas, os sábios poderiam ter decretado proibição, temendo que o gentio trouxesse mais água por causa do israelita presente. Por isso o caso da água precisa ser ensinado à parte, mostrando que mesmo ali vale o mesmo princípio (contanto que não tenha sido feito por causa do israelita). Já o caso da rampa, semelhante ao da lâmpada, não acrescentaria uma nova categoria legal — mas é ensinado para transmitir o próprio precedente histórico do caso de Rabban Gamliel e os anciãos.
"Uma lâmpada para um é uma lâmpada para cem" — visto que o gentio a acendeu para sua própria necessidade, não há como dizer que, por causa do israelita, ele a fez maior ou mais forte. "E a rampa, para que a preciso" — pois esta é semelhante à lâmpada: uma rampa para um é como uma rampa para cem.
Ensinaram os sábios: um gentio que colheu ervas (para seu animal) — o israelita dá de comer a seu próprio animal depois dele; mas se foi por causa do israelita — é proibido. Encheu água para dar de beber a seu animal — o israelita dá de beber depois dele; mas se foi por causa do israelita — é proibido. Quando se dizem estas palavras? Quando o gentio não o conhece; mas se o conhece — é proibido.
Uma baraita traz uma formulação paralela à Mishná, acrescentando o caso das ervas colhidas por um gentio para alimentar seu próprio animal: o israelita pode, depois, alimentar seu próprio animal com essas mesmas ervas, contanto que o gentio não as tenha colhido por causa dele. A baraita acrescenta ainda uma condição importante, ausente da Mishná: essa permissão vale apenas quando o gentio não conhece o israelita que se beneficiará — pois, quando o conhece, presume-se que ele possa ter aumentado a quantidade colhida ou trazida em consideração a esse conhecido, tornando o benefício proibido mesmo sem pedido explícito.
É assim mesmo?! Mas não disse Rav Huna, que disse Rabi Chanina: a pessoa põe seu animal sobre ervas ainda ligadas ao solo em Shabat, mas não sobre ervas já colhidas, que são muktzeh em Shabat! Resolve-se: trata-se de quando o dono apenas o detém diante delas, e ele mesmo vai e come.
A Guemará questiona a baraita recém-citada, que permitia dar de comer ao animal com ervas já colhidas pelo gentio, a partir de outro ensino de Rav Huna em nome de Rabi Chanina: uma pessoa pode conduzir seu animal para pastar diretamente sobre ervas ainda ligadas ao solo em Shabat, mas não sobre ervas já colhidas (isto é, cortadas, e por isso muktzeh — objeto reservado, sem função definida antes de Shabat para manuseio direto). Isso pareceria contradizer a permissão da baraita de alimentar o animal com as ervas colhidas pelo gentio. A resolução distingue dois modos de "alimentar": é proibido tomar as ervas colhidas com a própria mão e dá-las ao animal (isso sim seria manusear o muktzeh diretamente); mas é permitido apenas deter o animal parado diante do monte de ervas já colhidas, de modo que ele mesmo, por sua própria iniciativa, coma diretamente delas, sem que a pessoa as toque.
"A pessoa põe seu animal sobre ervas" — ainda ligadas ao solo. "Em Shabat" — para pastar, e não há motivo para decretar proibição, temendo que o dono as arranque e as dê de comer com a mão. "E não a põe sobre ervas já colhidas, que são muktzeh" — temendo que o dono as tome com a mão e as dê de comer; e estas também são muktzeh quanto ao manuseio, pois ontem estavam ligadas ao solo. "Que apenas o detém diante delas" — para que o animal não se afaste a outro lugar. "E ele mesmo vai e come" — mas o dono não fica de pé junto às ervas, perto delas, caso em que haveria receio de que as tomasse com a mão e as desse de comer.
Disse o Mestre: quando se dizem estas palavras? Quando o gentio não o conhece; mas se o conhece — é proibido. Mas Rabban Gamliel certamente era conhecido do gentio que fez a rampa! Disse Abaie: a rampa foi feita sem que Rabban Gamliel estivesse presente. Rava disse: mesmo que digas que ele estava presente, vale o princípio de que uma lâmpada para um é como uma lâmpada para cem.
A Guemará retoma a cláusula final da baraita — que restringe o benefício ao caso em que o gentio não conhece o israelita — e a aplica ao caso de Rabban Gamliel no navio: certamente o gentio que construiu a rampa conhecia Rabban Gamliel, com quem viajava na mesma embarcação; como então lhe foi permitido descer por ela? Duas respostas são propostas. Abaie resolve distinguindo: embora o gentio conhecesse Rabban Gamliel em geral, no momento específico em que construiu a rampa, Rabban Gamliel não estava presente ali, de modo que o gentio não teve, naquele instante, a intenção de fazê-la também por sua causa. Rava propõe uma resposta diferente e mais ampla: mesmo que se admita que Rabban Gamliel estivesse presente no momento, o caso da rampa segue o mesmo princípio da lâmpada — uma rampa para um é como uma rampa para cem, de modo que a presença ou o conhecimento pessoal não fariam diferença, ao contrário do que ocorre com as ervas ou a água, onde a quantidade pode variar conforme o número de beneficiários.
"Certamente era conhecido" — pois o gentio vinha com Rabban Gamliel no mesmo navio. "Foi sem que ele estivesse presente" — quando o gentio a fez, Rabban Gamliel não estava ali, para que o gentio tivesse a intenção de agir por causa dele. "Uma lâmpada para um é uma lâmpada para cem" — o mesmo vale para uma rampa para um, uma rampa para cem; mas quanto às ervas, quando o gentio o conhece, ele aumenta a quantidade por causa dele.
Objetou-se: disse-lhes Rabban Gamliel: visto que o gentio a fez sem estarmos presentes, desçamos por ela. Emende-se o texto e diga-se apenas: visto que o gentio a fez, desçamos por ela.
Objeta-se contra Rava a partir de uma versão mais detalhada do próprio relato: nela, Rabban Gamliel teria dito explicitamente aos anciãos "visto que foi feita sem estarmos presentes, desçamos por ela" — o que sugere que a ausência era, sim, o motivo determinante da permissão (posição de Abaie), e que, se estivesse presente, seria proibido mesmo sem qualquer aumento na obra — contrariando a resposta de Rava, para quem presença ou ausência não fariam diferença no caso da rampa. A Guemará resolve a dificuldade emendando o texto da tradição: em vez de "visto que foi feita sem estarmos presentes", deve-se ler apenas "visto que foi feita, desçamos por ela" — de modo que a menção à ausência não expressa a razão da permissão, mas apenas descreve como o episódio de fato ocorreu, sem que isso implique que a presença tornaria a descida proibida.
Venha e ouça uma objeção: uma cidade onde israelitas e gentios habitam juntos, e havia nela um banho que era aquecido em Shabat por gentios — se a maioria dos moradores é de gentios, é permitido banhar-se nele imediatamente (na saída de Shabat); se a maioria é de israelitas, deve-se esperar o tempo necessário para que a mesma água quente se aqueça de novo! Ali também, resolve-se: quando os gentios aquecem a água, é com a maioria dos moradores em mente que a aquecem.
Tenta-se objetar tanto contra Abaie quanto contra Rava a partir de outra fonte: numa cidade de população mista, onde um banho é aquecido por gentios em Shabat, se a maioria dos moradores é de gentios, os israelitas podem banhar-se ali imediatamente ao fim de Shabat; mas se a maioria é de israelitas, devem esperar o tempo equivalente ao necessário para reaquecer aquela água — como se o banho tivesse sido proibido de aproveitar imediatamente. Isso é surpreendente, pois aquecer água para um é, em princípio, como aquecer para cem (o mesmo raciocínio da lâmpada e da rampa) — e mesmo assim, quando a maioria é israelita, a baraita trata o caso como proibido, semelhante ao caso do gentio que "conhece" o israelita. A resposta é que, ali, os gentios de fato aquecem a água tendo em mente o proveito da maioria da população — de modo que, quando essa maioria é israelita, a própria profanação do Shabat é, em certo sentido, feita por causa dela; isso distingue-se do caso de um único gentio agindo para si mesmo diante de um único israelita conhecido, onde, segundo Abaie, seria permitido por não estar presente, e segundo Rava, permitido mesmo estando presente.
"É permitido banhar-se nele imediatamente" — na saída de Shabat. "O tempo necessário para que se aqueça água quente" — para que o israelita não se beneficie do que os gentios adiantaram a aquecer em Shabat; e, assim, em toda ação feita em Shabat, os sábios deram uma medida de tempo de espera até a noite, equivalente ao tempo necessário para fazê-la de novo. E eis que aqui, aquecer água para um é como aquecer para cem, pois de uma só vez se aquece toda a água; e ainda assim a baraita ensina que, se a maioria é de israelitas, é proibido — o que é semelhante ao caso de o gentio conhecê-lo, quando ele tem em mente fazer a ação também por sua causa (e por isso proibido), ainda que tenha sido feito sem sua presença; e isto é difícil tanto para Abaie quanto para Rava. "Com a maioria em mente é que aquecem" — e a profanação principal de Shabat é por causa deles; mas no caso de apenas um gentio e um israelita, em que o gentio age com sua própria necessidade em mente, é permitido — para Abaie, quando é feito sem sua presença, e para Rava, mesmo em sua presença.
Venha e ouça outra objeção: uma lâmpada acesa numa reunião de pessoas — se a maioria é de gentios, é permitido servir-se de sua luz; se a maioria é de israelitas, é proibido; metade e metade — é proibido. Ali também, quando a acendem —
Uma segunda tentativa de objeção segue o mesmo padrão da anterior: uma lâmpada acesa por gentios numa reunião de população mista pode ser aproveitada pelos israelitas presentes se a maioria dos reunidos é de gentios; se a maioria é de israelitas, ou mesmo em caso de empate exato, é proibido. A Guemará começa a responder com a mesma lógica usada para a casa de banho — "ali também, quando a acendem..." — mas o daf termina exatamente neste ponto, em pleno fluxo da frase.