Quinta e última halachá do Perek Heh de Massechet Maaser Sheni — e também a última halachá de todo o tratado, que tem cinco perakim e vinte e quatro halachot ao todo. A Mishná traz o texto completo da declaração (vidui) que se fazia na tarde do Yom Tov, verso por verso de Devarim 26:13–15: "removi o sagrado da casa" — o segundo dízimo e a plantação do quarto ano; "dei-o ao levita" — o dízimo do levita; "e também dei" — inclui a teruma e a teruma do dízimo; "ao converso, ao órfão e à viúva" — o dízimo do pobre; e assim por diante, até a bênção final, "olha desde a Tua morada santa". Traz então que Israel e os mamzerim podem fazer a declaração, mas não os convertidos nem os escravos alforriados, que não têm porção na terra — com Rabi Meir excluindo também kohanim e levitas, e Rabi Yossei respondendo que eles têm suas cidades com arredores. E fecha com Yochanan, o Sumo Sacerdote, que suprimiu a declaração dos dízimos, e também aboliu os despertadores e os batedores; até os seus dias, o martelo batia em Jerusalém, e em seus dias ninguém mais precisava perguntar sobre o demai.
A guemará abre perguntando por que não se fazia a declaração já no primeiro dia de Pessach, respondendo que era para que houvesse o que comer na festa, e por que não pela manhã, respondendo que ainda estava sob o preceito de comer. Discute se o Rabi Shimon incluiu os primeiros frutos na lista removida, e conclui, a partir de "dei-o ao levita", que não se dá dízimo ao sacerdócio. Traz Rabi Yoná sobre o tevel queimado que impede a declaração, a disputa entre os tanaítas sobre se todos os preceitos da Torá a impedem ou apenas os do parágrafo, e a pergunta de Rabi Acha bar Papa a Rabi Zeirá sobre os tefilin trocados. Segue com Rabi Yossei beRabi Bun sobre a chalá e a teruma "para todos", a homilia de Rabi Huna bar Acha em nome de Rabi Alexandre sobre a única "olhada" de bênção na Torá, e a homilia de Rabi Yehuda bar Pazi sobre os dois filhos do azeite, com a disputa entre Rabi Yochanan e Reish Lakish sobre se vêm por audácia ou pelo mérito dos preceitos. Traz a história do linho manchado de Rav e o mérito de Rabi Chiya o Grande, e nova disputa entre Rabi Yochanan e Reish Lakish sobre se o mundo vem pela caridade ou pela força, com o exemplo de Mar Zutra. Discute a disputa entre Rabi Yehuda e Rabi Yossei sobre as cidades levíticas — se foram dadas para divisão ou para moradia — e a relação com o aluguel do episódio do navio na halachá anterior. Traz Rabi Yirmeya e Rabi Chiya em nome de Reish Lakish explicando que a Mishná reflete a suspeita de que se dava dízimo ao sacerdócio, e a objeção a partir da filha do kohen casada com um levita. E fecha com a longa e detalhada avaliação de Rabi Yehoshua ben Levi sobre os atos de Yochanan Sumo Sacerdote — a divisão original do dízimo em três partes, a tomada pela força por Elazar ben Pachora e Yehuda ben Petora que motivou a supressão da declaração, para censura; e os despertadores e os batedores, para louvor — com a pergunta final sobre o significado da palavra demai.
Mishná: Na tarde do Yom Tov (o último dia de Pessach), faziam a declaração. Como era a declaração? "Removi o sagrado da casa" (Devarim 26:13) — é o segundo dízimo e a plantação do quarto ano. "E dei-o ao levita" — é o dízimo do levita. "E também dei" — inclui a teruma e a teruma do dízimo. "Ao converso, ao órfão e à viúva" — é o dízimo do pobre. A espiga esquecida, o esquecimento e o canto do campo não fazem parte da declaração, embora estejam junto, ainda que não impeçam a chalá. "Conforme todo o Teu mandamento que me ordenaste" — donde, se antecipou o segundo dízimo ao primeiro, não pode fazer a declaração. "Não transgredi os Teus mandamentos" — não separei de uma espécie sobre outra, nem do colhido sobre o preso ao solo, nem do preso ao solo sobre o colhido, nem do novo sobre o velho, nem do velho sobre o novo. "E não esqueci" — de bendizer-Te e de mencionar o Teu Nome sobre ele.
"Não comi dele em meu luto" — donde, se o comeu em luto profundo, não pode fazer a declaração. "E não removi dele em impureza" — donde, se o separou em impureza, não pode fazer a declaração. "E não dei dele para o morto" — não comprei dele um caixão e mortalhas para um morto, nem os dei a outros enlutados. "Escutei a voz do Eterno meu Deus" — trouxe-o à Casa Escolhida. "Fiz conforme tudo o que me ordenaste" — alegrei-me e fiz alegrar outros com ele. "Olha desde a Tua morada santa, desde os céus" — fizemos o que decretaste sobre nós; faze Tu também o que nos prometeste: "olha desde a Tua morada santa, desde os céus, e abençoa o Teu povo Israel" com filhos e filhas, "e a terra que nos deste" com orvalho, ventos, chuva e crias de gado, "que juraste a nossos pais, terra que mana leite e mel" — para que se dê sabor aos frutos.
Daí disseram que Israel e os mamzerim (filhos de uniões proibidas) fazem a declaração, mas não os convertidos nem os escravos alforriados, pois não têm porção na terra. Rabi Meir diz: também não os kohanim e os levitas, que não receberam porção na terra. Rabi Yossei diz: eles têm suas cidades com arredores (e por isso também podem fazer a declaração).
Yochanan, o Sumo Sacerdote, suprimiu a declaração dos dízimos. Ele também aboliu os despertadores e os batedores. Até os seus dias, o martelo batia em Jerusalém (nos dias intermediários da festa); e em seus dias, ninguém mais precisava perguntar sobre o demai (produto suspeito de não ter sido dizimado).
Halachá: Pergunta-se: e que faça a declaração no primeiro dia de Pessach? Não, pois assim ele teria o que comer na festa (já que, uma vez feita a declaração, não pode mais haver dízimo ou tevel restante em sua posse, e ele precisa ainda comer suas refeições festivas). E que faça a declaração pela manhã? Não, pois até então ele ainda está sob o preceito de comer (as refeições da festa continuam até a tarde, e só então se declara que nada mais resta).
Ensinou-se numa versão: "e os primeiros frutos" (incluídos entre o que é removido). Quem ensinou "os primeiros frutos"? Os rabinos. Quem não ensinou "os primeiros frutos"? Rabi Shimon, pois ensinamos alhures: e ficam obrigados à remoção — mas Rabi Shimon isenta.
"Dei-o ao levita" — daí se aprende que não se dá dízimo ao sacerdócio (pois a Torá especifica que o dízimo é dado ao levita, e não ao kohen).
Disse Rabi Yoná: isso ensina que, se o seu tevel foi queimado, ele não pode fazer a declaração (pois a declaração exige "dei-o ao levita", e ele não poderá cumprir essa condição para esse produto). Há tanaítas que ensinam: todos os preceitos da Torá a impedem (se transgrediu qualquer preceito, não pode fazer a declaração). Há tanaítas que ensinam: apenas os preceitos do parágrafo (o próprio texto da declaração) a impedem. Rabi Acha bar Papa perguntou diante de Rabi Zeirá: mesmo se antecipou o tefilin da cabeça ao tefilin da mão (uma transgressão de ordem, mas não do parágrafo da declaração — isso a impediria?). Disse-lhe: também eu penso assim (que sim, isso a impede, segundo a primeira opinião).
Disse Rabi Yossei beRabi Bun: quem separa a chalá ou a teruma sobre produto disperso precisa dizer "chalá para tudo", "teruma para tudo" (designando todo o lote, e não apenas o que tem diante de si). "Ao Eterno" — este é o Nome próprio (usado apenas para a teruma da chalá, e não "a Deus", nome genérico). De onde que não fez nada, a menos que deixe uma parte de côngua não sagrada? Ensina o versículo: "do princípio" (Bamidbar 15:21), e não todo o princípio.
De onde que quem dá dízimo ao morto transgride um preceito positivo? Rabi Lazar em nome de Rabi Simai: "não dei dele para o morto." Do que estamos tratando? Se é para trazer-lhe caixão e mortalhas — coisa proibida ao vivo é proibida ao vivo; e ao morto, não seria ainda mais óbvio? Mas qual é a coisa permitida ao vivo e proibida ao morto? Diz-se: é a unção (óleo de segundo dízimo pode ungir um vivo, mas não um morto).
Rabi Huna bar Acha em nome de Rabi Alexandre: vem e vê quão grande é o poder dos que cumprem os preceitos, pois toda "olhada" na Torá é uma expressão de maldição, e esta é em linguagem de bênção. Disse Rabi Yossei ben Chanina: e não somente isso, mas está escrito nela "este dia" (Devarim 26:16) — condição de cada dia (ensinando que os mandamentos devem ser sempre novos aos olhos de cada um, como se dados naquele mesmo dia).
Rabi Yehuda bar Pazi abriu sua homilia com este versículo: "Virei nas grandezas do Eterno Deus" (Tehilim 71:16 — ensinando que é possível vir com força diante do Eterno). Está escrito (Zecharia 4:14): "Estes são os dois filhos do azeite (ou: do óleo novo), que estão junto ao Senhor de toda a terra." Disse Rabi Abahu: Rabi Yochanan e Rabi Shimon ben Lakish discordaram. Um disse: estes são os que vêm por audácia diante do Santo, bendito seja Ele. E o outro disse: estes são os que vêm pela força dos preceitos e das boas obras diante do Santo, bendito seja Ele.
Rav tinha linho, e foi manchado (por uma praga). Perguntou a Rabi Chiya o Grande: pode-se abater um pássaro e misturar seu sangue com semente de linho (como remédio para a praga)? Disse-lhe: seria como usar sangue de um cadáver não abatido, pois o sangue de uma ave abatida corretamente teria que ser coberto de terra. E por que não lhe disse que fosse considerado sangue de ave imprópria (que não exige cobertura)? Por causa de Rabi Meir, pois Rabi Meir diz que a ave imprópria também exige cobertura de seu sangue.
Mas não disse Rabi Imi em nome de Rabi Shimon ben Lakish: desde que subiram do exílio, o linho nunca foi manchado, nem o vinho azedou, e os inimigos puseram os olhos neles pelo mérito de Rabi Chiya o Grande e seus filhos? Como então o linho de Rav foi manchado? Mas Rav é como está escrito: "escutai-me, obstinados de coração, distantes da caridade" (Yeshaiáhu 46:12 — pois Rav confiava apenas em seu próprio mérito, e não foi protegido pelo mérito alheio).
Disse Rabi Abahu: Rabi Yochanan e Rabi Shimon ben Lakish discordaram. Um disse: todos os que vêm ao mundo vêm pela caridade, mas estes (como Rav) vêm pela própria força. E o outro disse: todas as coisas boas e consolações que vêm ao mundo vêm pelo mérito dos justos, mas eles mesmos não se beneficiam delas em nada — como Mar Zutra, que orava por outros e era respondido, mas por si mesmo não era respondido.
Ensinou-se: as cidades levíticas foram dadas para partição e divisão (cada levita recebendo sua parte como propriedade individual) — palavras de Rabi Yehuda. Rabi Yossei diz: foram dadas apenas como moradia (propriedade tribal coletiva, sem partição individual). Segue-se que Rabi Yehuda aqui concorda com Rabi Yossei, e Rabi Meir segue sua própria opinião, pois ensinamos alhures: havia aluguel devido aos levitas (pelos homicidas exilados nas cidades de refúgio) — palavras de Rabi Yehuda. Rabi Yossei diz: não havia aluguel devido a eles.
Rabi Yirmeya, Rabi Chiya em nome de Rabi Shimon ben Lakish: a nossa Mishná (que registra a supressão da declaração por Yochanan Sumo Sacerdote) é de quando foram suspeitos de dar dízimo ao sacerdócio. Isso apoia Rabi Yochanan num ponto e discorda dele noutro. Discorda dele, pois ensinamos: e do mesmo modo, a filha de um kohen casada com um levita, não deve comer nem teruma nem dízimo. É compreensível que não coma teruma (já que legalmente ela é casada e perdeu o status de solteira do kohen); mas quanto ao dízimo, seja como for — se é filha de kohen, que coma; se é esposa de levita, que coma! Disse Rabi Ilá em nome de Rabi Yochanan: segue-se, disso, a opinião de quem diz que não se dá dízimo ao sacerdócio. Mas ele mesmo Rabi Yochanan dizia que se dá dízimo ao sacerdócio (o que apoia a outra metade da Mishná).
Isso apoia a opinião de quem diz que os atos de Yochanan Sumo Sacerdote foram todos para louvor. Pois disse Rabi Yochanan: Yochanan, o Sumo Sacerdote, enviou emissários e investigou em todas as cidades de Israel, e as encontrou separando apenas a teruma grande; mas o primeiro dízimo e o segundo dízimo, algumas cidades separavam, e algumas não separavam. Ele disse: já que o primeiro dízimo não separado envolve a morte (dos levitas por comer tevel), e o segundo dízimo envolve o pecado do tevel — que a pessoa dê um nome à teruma e à teruma do dízimo, e a dê ao kohen; e o segundo dízimo, resgate-o com dinheiro; e o restante, o dízimo do pobre, é sobre quem retira algo de seu companheiro que recai o ônus da prova.
Pergunta-se: e que ainda assim faça a declaração quem não separou corretamente? Disse Rabi Hila: é ira diante do Onipresente, quem diz "fiz" sem ter feito. Segue-se, agora, que quem separa corretamente faz a declaração; quem não separa não deve fazer a declaração — como se ensina: até "olha desde", diziam em voz baixa; daí em diante, diziam em voz alta (pois a partir dali passam a pedir a Deus, não mais a declarar seus próprios atos).
"Os despertadores" — aqueles que diziam (Tehilim 44:24): "desperta, por que dormes, Eterno? Acorda, não abandones para sempre." Mas existe sono diante do Onipresente? Não foi já dito (Tehilim 121:4): "eis que não tosqueneja nem dorme o Guardião de Israel"? Então o que ensina o versículo (Tehilim 78:65): "e despertou o Eterno como um que dorme"? Mas fala-se, por assim dizer, como se houvesse diante dEle sono, no tempo em que Israel está em aflição e as nações do mundo estão em prosperidade. E assim também diz: "e em suas rebeliões passou a noite meu olho" (Iyov 17:2).
"Os batedores" — aqueles que batiam sobre o bezerro entre seus chifres (para atordoá-lo antes do abate). Disse-lhes Yochanan, o Sumo Sacerdote: até quando alimentareis o altar com animais impróprios (pois o golpe podia rachar o crânio e tornar o animal treifá)? E levantou-se e fez-lhes argolas (para imobilizar o pescoço do animal sem golpeá-lo). Rabi Ba em nome de Rav Yehuda: fez-lhes argolas — argolas largas embaixo e estreitas em cima.
"Até os seus dias, o martelo batia em Jerusalém" — até o início dos seus dias (depois disso, ele proibiu o trabalho ruidoso durante os dias intermediários da festa, quando Jerusalém estava cheia de peregrinos). "E em seus dias, ninguém precisava perguntar sobre o demai" — porque estabeleceu equipes fiscalizadoras (que percorriam as regiões agrícolas garantindo que todo agricultor dizimasse corretamente).
A palavra de Rabi Yehoshua ben Levi ensina que dos atos de Yochanan Sumo Sacerdote, alguns são para censura e alguns para louvor. Pois disse Rabi Yossei em nome de Rabi Tanchum bar Chiya — Rabi Chizkiyá, Rabi Elazar beRabi Yossei, Rabi Tanchum bar Chiya em nome de Rabi Yehoshua ben Levi: no início, o dízimo era feito em três partes — um terço aos conhecidos entre o sacerdócio e o levitismo, um terço ao tesouro do Templo, e um terço aos pobres e aos companheiros que estavam em Jerusalém. Disse Rabi Yossei beRabi Bun: quem subia a litigar em Jerusalém, até três cartas de convocação pagava do seu próprio bolso; daí em diante, do fundo do tesouro.
Quando vieram Elazar ben Pachora e Yehuda ben Petora, tomavam o dízimo pela força, e ele Yochanan Sumo Sacerdote teve capacidade de protestar e não protestou, e por isso suprimiu a declaração do dízimo — e isso é para censura. Mas os despertadores, para louvor; e os batedores, para louvor.
"Até os seus dias, o martelo batia em Jerusalém" — até o início dos seus dias. Rabi Chasida perguntou a Rabi Chizkiyá: não seria mais razoável dizer "até o fim dos seus dias" (pois assim o crédito da proibição seria dele, e não algo já em vigor antes)? Disse-lhe: também eu penso assim.
O que significa "demai"? Rabi Yossei em nome de Rabi Abahu, Rabi Chizkiyá em nome de Rabi Yehuda ben Pazi: "demai" — talvez (dema) pôs em ordem (separou os dízimos), talvez (dema) não pôs em ordem (a palavra é a contração de "talvez sim, talvez não").
A Mishná traz o texto completo da declaração dos dízimos, feita na tarde do Yom Tov de Pessach, verso por verso de Devarim 26:13–15, identificando cada frase com uma categoria de dízimo ou de dádiva agrícola; que Israel e os mamzerim podem fazer a declaração, mas não os convertidos nem os escravos alforriados, com a disputa entre Rabi Meir e Rabi Yossei sobre kohanim e levitas; e o relato de Yochanan, o Sumo Sacerdote, que suprimiu a declaração dos dízimos e aboliu os despertadores e os batedores.
A guemará discute quando e por que se recita a declaração, e não antes; a inclusão ou exclusão dos primeiros frutos; que não se dá dízimo ao sacerdócio; se o tevel queimado, ou qualquer transgressão da Torá, ou apenas do parágrafo da declaração, a impedem; as regras de designação da chalá e da teruma; a homilia sobre a única "olhada" de bênção na Torá; a homilia de Rabi Yehuda bar Pazi sobre os dois filhos do azeite e a disputa entre Rabi Yochanan e Reish Lakish sobre audácia ou mérito dos preceitos; a história do linho de Rav e o mérito de Rabi Chiya; nova disputa sobre caridade e força, com o exemplo de Mar Zutra; a disputa sobre as cidades levíticas; e fecha com a longa e detalhada avaliação de Rabi Yehoshua ben Levi sobre os atos de Yochanan Sumo Sacerdote — a divisão original do dízimo em três partes, a tomada pela força que motivou a supressão da declaração, para censura, e os despertadores e os batedores, para louvor — encerrando com a explicação da própria palavra "demai".
Com esta halachá, encerra-se por completo não apenas o Perek Heh, mas TODA A MASSECHET MAASER SHENI do Talmud Yerushalmi — cinco perakim, vinte e quatro halachot, do início ao fim.