Talmud Bavli · Massechet Shabbat · Perek Alef
לֹא לִיטַּמּוּ מִגַּבָּן

Barro e nêter, o conserto que equipara ao metal, e a impureza antiga que não retorna ao vidro

Shabbat 16a — a objeção a partir da Mishná de barro e nêter, resolvida pela possibilidade de conserto que os equipara aos metais; a nova dificuldade sobre se os utensílios de vidro, uma vez quebrados e refeitos, deveriam voltar à impureza antiga como o metal; a resposta que distingue a impureza rabínica do vidro da impureza antiga (também rabínica) da impureza bíblica dos metais; e o fechamento sobre por que os sábios fizeram um sinal distintivo nos utensílios simples de vidro, para que não se queime por causa deles teruma e itens consagrados.

O daf continua diretamente de 15b a discussão sobre por que os sábios decretaram impureza sobre os utensílios de vidro, equiparando-os aos de barro por terem origem comum na areia. A Guemará levanta uma nova objeção a partir de uma Mishná que iguala explicitamente a impureza dos utensílios de barro e dos utensílios de nêter (um tipo de terra branca), sugerindo que essa equiparação vale apenas entre barro e nêter, e não se estenderia a qualquer outro material, como o vidro; a resposta é que os sábios equipararam o vidro ao metal, e não ao barro, precisamente quanto à possibilidade de conserto após a quebra. Isso gera de imediato uma nova dificuldade: se o vidro consertado se assemelha ao metal, então, tal como o metal reconstruído a partir de peças quebradas volta à sua impureza antiga, também o vidro deveria voltar; mas uma Mishná ensina que o vidro reconstruído só recebe impureza dali em diante, nunca retroativamente. A Guemará resolve essa tensão distinguindo duas camadas de decreto rabínico: a impureza do vidro é, em si, apenas rabínica, e sobre uma impureza já rabínica os sábios não impuseram a instituição adicional da "impureza antiga" — reservada para quando a impureza original é da própria Torá, como no caso dos metais. O daf fecha explicando por que, apesar disso, os utensílios simples (peshutim, sem cavidade) de vidro permanecem puros, ainda que os utensílios simples de metal sejam impuros por lei da Torá: os sábios fizeram neles um sinal distintivo, para que ninguém, por engano, viesse a queimar teruma ou itens consagrados por causa de uma impureza que é, na verdade, apenas de sua própria instituição.

A objeção de barro e nêter, resolvida pelo conserto · כְּלֵי חֶרֶס וּכְלֵי נֶתֶר טוּמְאָתָן שָׁוָה

01Não deveriam purificar-se pela quebra — a Mishná de barro e nêter, e a resposta do conserto
Guemará; Mishná
לָא לִיטַּמּוּ מִגַּבָּן. אַלְּמָה תְּנַן: כְּלֵי חֶרֶס וּכְלֵי נֶתֶר טוּמְאָתָן שָׁוָה: מִיטַּמְּאִין וּמְטַמְּאִין מֵאֲוִירֵיהֶן, וּמִיטַּמְּאִין מֵאֲחוֹרֵיהֶן וְאֵין מִיטַּמְּאִין מִגַּבֵּיהֶן, וּשְׁבִירָתָן מְטַהַרְתָּן. כְּלֵי נֶתֶר וּכְלֵי חֶרֶס הוּא דְּטוּמְאָתָן שָׁוָה אֲבָל מִידֵּי אַחֲרִינָא — לָא! אָמְרִי, כֵּיוָן דְּכִי נִשְׁתַּבְּרוּ יֵשׁ לָהֶם תַּקָּנָה, שַׁוִּינְהוּ כִּכְלֵי מַתָּכוֹת.

(A Guemará prossegue a partir de 15b:) não deveriam (os utensílios de vidro) tornar-se impuros por (contato em) seu verso (externo, tal como o barro não se torna). Por que, então, se ensinou (numa Mishná): utensílios de barro e utensílios de nêter (um tipo de terra branca) — sua impureza é igual: tornam-se impuros e transmitem impureza a partir de seu espaço interno (aviro), e tornam-se impuros por (contato em) seu verso (interno voltado para fora), mas não se tornam impuros por (contato em) seu dorso (externo), e sua quebra os purifica? (Isso mostraria que) apenas utensílios de nêter e utensílios de barro têm sua impureza igualada, mas qualquer outra coisa (como o vidro) — não (se lhes equipara nesse ponto)! Disseram (em resposta): visto que, quando se quebram, eles (os utensílios de vidro) têm conserto (possível, ao contrário do barro), equipararam-nos os sábios aos utensílios de metal.

Nota

A Guemará retoma o fio de 15b: se Reish Lakish equiparou o vidro ao barro por ambos terem origem na areia, então, assim como o utensílio de barro não se torna impuro pelo contato em seu dorso externo (apenas em seu espaço interno ou em seu verso voltado para dentro), o mesmo deveria valer para o vidro. Mas surge uma objeção a partir de uma Mishná que enumera com precisão os pontos em que a impureza do barro e a do nêter (uma espécie de terra ou argila branca, usada por exemplo como sabão) são idênticas — inclusive o detalhe de que a quebra os purifica definitivamente, sem retorno possível. Ao dizer explicitamente "utensílios de nêter e utensílios de barro", a Mishná parece excluir qualquer outro material dessa equiparação específica — inclusive o vidro. A resposta da Guemará introduz uma distinção importante: a equiparação do vidro ao barro (quanto a se tornar impuro pelo espaço interno) é apenas parcial; quanto à possibilidade de conserto após a quebra, os sábios trataram o vidro não como o barro (que não tem conserto algum — sua quebra é definitiva), mas como os utensílios de metal, que podem ser fundidos e reconstituídos.

Rashi · רַשִׁ״י
Sobre "nêter", "impuros e transmitem a partir do espaço interno" e "por trás deles"
נתר - מין אדמה לבנה:

"Nêter" — um tipo de terra branca.

מיטמאין ומטמאין מאוירן - נתלית טומאה באוירן. נטמא מן האויר חזר ותלה אוכלין באוירן מטמאין את האוכלים ואע"פ שלא נגעו טמא דכתיב כל אשר בתוכו יטמא ואפי' מלא חרדל שאין נוגע בדפנותיו אלא הסמוך לדפנות:

"Tornam-se impuros e transmitem impureza a partir de seu espaço interno" — a impureza se prende ao seu espaço interno; tornado impuro a partir do ar (interno), volta a fazer (o utensílio) prender os alimentos em seu espaço interno, tornando-os impuros — mesmo que (o alimento) não tenha tocado (as paredes), é impuro, pois está escrito: (Vaicrá 11:33) "tudo o que estiver dentro dele se tornará impuro" — e isso mesmo que (o utensílio) esteja cheio de (sementes de) mostarda, de modo que nada toca as paredes, exceto o que está próximo delas.

ומיטמאין מאחוריהן - אם נכנס טומאה לתוך אחוריהן מבחוץ במקום חקק בית מושבם כדרך שעושין לכלי עץ:

"E tornam-se impuros por (contato em) seu verso" — se a impureza entra em seu verso, por fora, no lugar entalhado onde assentam, do modo como se faz nos utensílios de madeira.

ואין מיטמאין מגבן - דכתיב אל תוכו:

"E não se tornam impuros por (contato em) seu dorso" — pois está escrito (Vaicrá 11:33): "para dentro dele" (implicando que a impureza vem apenas por dentro, não por fora).

יש להן תקנה - להתיכן ולחזור ולעשותן כלים:

"Têm conserto" — fundi-los e voltar a fazer deles utensílios.

Deveriam voltar à impureza antiga como o metal? · יַחְזְרוּ לְטוּמְאָתָן יְשָׁנָה

02A dificuldade: o metal reconstruído volta à impureza antiga, mas o vidro, segundo a Mishná, não
Guemará; Mishná
אֶלָּא מֵעַתָּה, יַחְזְרוּ לְטוּמְאָתָן יְשָׁנָה כִּכְלֵי מַתָּכוֹת? דִּתְנַן: כְּלֵי מַתָּכוֹת, פְּשׁוּטֵיהֶן וּמְקַבְּלֵיהֶן טְמֵאִין. נִשְׁבְּרוּ — טָהָרוּ. חָזַר וְעָשָׂה מֵהֶן כֵּלִים — חָזְרוּ לְטוּמְאָתָן יְשָׁנָה. וְאִילּוּ גַּבֵּי כְּלֵי זְכוּכִית תְּנַן: כְּלֵי עֵץ וּכְלֵי עוֹר וּכְלֵי עֶצֶם וּכְלֵי זְכוּכִית, פְּשׁוּטֵיהֶן טְהוֹרִין וּמְקַבְּלֵיהֶן טְמֵאִין. נִשְׁבְּרוּ — טָהָרוּ. חָזַר וְעָשָׂה מֵהֶן כֵּלִים — מְקַבְּלִין טוּמְאָה מִכָּאן וּלְהַבָּא. מִכָּאן וּלְהַבָּא אִין, לְמַפְרֵעַ — לָא!

Mas então, a partir de agora, (os utensílios de vidro consertados) deveriam voltar à sua impureza antiga, como os utensílios de metal? Pois se ensinou (numa Mishná): utensílios de metal — os simples (sem cavidade, chamados peshutim) deles e os que recebem (objetos em cavidade, chamados mekablim) são impuros (por lei da Torá); se se quebraram, purificaram-se; se voltou e fez deles (novos) utensílios, voltaram à sua impureza antiga. Ao passo que, quanto a utensílios de vidro, se ensinou: utensílios de madeira, utensílios de couro, utensílios de osso e utensílios de vidro — os simples deles são puros, e os que recebem (objetos) são impuros; se se quebraram, purificaram-se; se voltou e fez deles utensílios, recebem impureza daqui em diante. Daqui em diante, sim; retroativamente (à impureza antiga) — não!

Nota

A Guemará explora as implicações da resposta anterior: se o vidro, quanto à possibilidade de conserto, foi equiparado ao metal, então deveria seguir o metal também nesta outra regra — a de que um utensílio de metal que se quebrou (purificando-se por completo) e depois foi refundido e reconstruído em um novo utensílio volta a assumir a mesma condição de impureza que tinha antes de quebrar (a chamada "impureza antiga"), sem precisar de novo contato com uma fonte de impureza. Mas há uma Mishná explícita que contradiz essa expectativa quanto ao vidro: ela declara que um utensílio de vidro quebrado e reconstruído volta a ser suscetível de impureza apenas "daqui em diante" — isto é, precisa de um novo contato com impureza para se tornar impuro —, e não retroativamente, como ocorre com os metais. Essa mesma Mishná também estabelece uma segunda diferença notável entre os dois grupos de materiais, citada aqui de passagem: para madeira, couro, osso e vidro, apenas os utensílios com cavidade (mekablim) são suscetíveis à impureza, enquanto os utensílios simples e planos (peshutim) permanecem sempre puros — ao contrário dos metais, cujos utensílios simples também são impuros por lei da Torá.

Rashi · רַשִׁ״י
Sobre "à sua impureza antiga", "purificaram-se" e "utensílios simples são puros"
לטומאתן ישנה - אם נטמאו ונקבו וטהרו וחזר ועשה מהן כלים יחזרו לטומאתן להטעינן טבילה הואיל וככלי מתכות נינהו:

"À sua impureza antiga" — se se tornaram impuros, e se furaram e se purificaram, e (depois) voltou e fez deles utensílios, voltam à sua impureza, exigindo-lhes imersão (no mikvê), visto que são como utensílios de metal.

טהרו - דאינה כלי:

"Purificaram-se" — pois (quebrado, o utensílio) já não é um utensílio.

חזרו לטומאתן ישנה - לקמיה מפרש טעמא:

"Voltaram à sua impureza antiga" — mais adiante (a Guemará) explica a razão.

פשוטיהן טהורים - דאיתקש עץ ועור לשק דיש לו בית קבול וכלי עצם איתקש לעץ ועור בפרשת מדין (במדבר ל״א:כ׳) כל בגד וכל כלי עור וגו' ואמרי' בהכל שוחטין (חולין דף כה:) להביא דבר הבא מן העזים מן הקרנים ומן העצמות ומן הטלפים וכלי זכוכית לקמן מפרש טעמא אמאי פשוטיהן טהורים מאחר דדמו למתכות:

"Os simples deles são puros" — pois madeira e couro são comparados (pela Torá) ao saco (sak), que tem cavidade; e utensílio de osso é comparado à madeira e ao couro na porção de Midian (Bemidbar 31:20): "toda roupa e todo utensílio de couro, etc."; e dissemos (em Chulin 25b) que (esse verso vem) incluir o que provém das cabras, dos chifres, dos ossos e dos cascos. E quanto ao utensílio de vidro, mais adiante (a Guemará) explica a razão pela qual os simples dele são puros, ainda que se pareça com os metais.

03A resposta: impureza rabínica não gera impureza antiga; só a impureza da Torá gera
Guemará
טוּמְאַת כְּלֵי זְכוּכִית דְּרַבָּנַן, וְטוּמְאָה יְשָׁנָה דְּרַבָּנַן. בְּטוּמְאָה דְאוֹרָיְיתָא — אַחִיתוּ בַּהּ רַבָּנַן טוּמְאָה, בְּטוּמְאָה דְּרַבָּנַן — לָא אַחִיתוּ לַהּ רַבָּנַן טוּמְאָה.

(Resposta:) a impureza dos utensílios de vidro é (de origem) rabínica, e (a instituição da) impureza antiga (também) é rabínica (uma instituição adicional dos sábios). Sobre uma impureza (cuja origem é) da Torá, os sábios impuseram sobre ela (a instituição adicional de) impureza (antiga); mas sobre uma impureza (cuja origem já é apenas) rabínica, os sábios não impuseram sobre ela (essa mesma instituição de) impureza (antiga).

Nota

A Guemará resolve a dificuldade explicando que a instituição de "impureza antiga" — o retorno automático de um utensílio reconstruído à sua condição de impureza anterior, sem necessidade de novo contato — é, ela mesma, uma criação adicional dos sábios, sobreposta à impureza básica do metal (que é de origem bíblica). Os sábios estenderam essa instituição apenas aos casos em que a impureza original do material é da própria Torá, como o metal; mas não a aplicaram aos casos em que a impureza original já era, ela mesma, apenas uma instituição rabínica, como no caso do vidro (que Reish Lakish explicou ser impuro apenas por decreto dos sábios, e não por lei da Torá). Não faria sentido, explica a Guemará, empilhar uma segunda camada de decreto rabínico (a impureza antiga) sobre uma primeira camada que já é, em si, apenas rabínica (a impureza do vidro) — por isso o vidro reconstruído recebe impureza apenas dali em diante, e nunca retroativamente.

Rashi · רַשִׁ״י
Sobre "impureza antiga" e "impureza de utensílios de metal é da Torá"
וטומאה ישנה - שיחזרו לה מאחר שטהרו ממנה דרבנן היא כדלקמן בהילכתא:

"E impureza antiga" — que (os utensílios) a ela retornem depois de dela se terem purificado — é (instituição) rabínica, conforme adiante na halachá.

בטומאת כלי מתכות דאורייתא - גזור טומאה ישנה אבל בכלי זכוכית דעיקר תחילת טומאתו ליתא אלא מדרבנן לא גזרו טומאה ישנה:

"Sobre a impureza dos utensílios de metal, que é da Torá" — (os sábios) decretaram a impureza antiga; mas sobre o utensílio de vidro, cuja própria impureza inicial não existe senão por instituição rabínica, não decretaram a impureza antiga.

Por que os utensílios simples de vidro permanecem puros · פְּשׁוּטֵיהֶן מִיהָא לִיטַּמּוּ

04Um sinal distintivo, para que não se queime teruma e itens consagrados por engano
Guemará
פְּשׁוּטֵיהֶן מִיהָא לִיטַּמּוּ, דְּהָא פְּשׁוּטֵי כְּלֵי מַתָּכוֹת דְּאוֹרָיְיתָא נִינְהוּ? עָבְדִי בְּהוּ רַבָּנַן הֶכֵּירָא כִּי הֵיכִי דְּלָא לִשְׂרוֹף עֲלַיְיהוּ תְּרוּמָה וְקׇדָשִׁים.

Os utensílios simples deles (do vidro), ao menos, deveriam tornar-se impuros, pois os utensílios simples de metal são (impuros por lei) da Torá (e o vidro foi equiparado ao metal quanto ao conserto)! (Resposta:) os sábios fizeram neles um sinal distintivo, para que não se queime por causa deles teruma e itens consagrados.

Nota

A Guemará levanta uma última dificuldade: se o vidro foi equiparado ao metal (quanto ao conserto após a quebra), por que então os utensílios simples de vidro — sem cavidade, como uma lâmina ou uma placa — permanecem puros, enquanto os utensílios simples de metal são impuros por determinação da própria Torá? A resposta final explica que essa diferença foi deixada deliberadamente pelos sábios como um sinal distintivo (heker): precisamente porque toda a impureza do vidro é apenas de instituição rabínica, e não bíblica, os sábios quiseram evitar que alguém, ao ver um utensílio de vidro simples tratado como impuro (à semelhança do metal), viesse a tratá-lo com o rigor de uma impureza da Torá — a ponto de queimar teruma ou itens consagrados por causa do contato com ele. Ao deixar os utensílios simples de vidro puros, os sábios sinalizam claramente que toda a impureza do vidro é de grau mais leve, evitando esse engano com consequências práticas graves, já que teruma e itens consagrados só se podem queimar com base em impureza certa ou nos seis casos de dúvida já enumerados, e não por excesso de zelo diante de uma impureza que é, na verdade, apenas rabínica.

Rashi · רַשִׁ״י
Sobre "deveriam tornar-se impuros" e "fizeram neles um sinal distintivo"
פשוטיהן מיהא ליטמא - ככלי מתכות דהא פשוטי כלי מתכות דאוריי' וכיון דדכוותייהו שוינהו ליטמא דליכא לשנויי בהא כדשני' בטומא' ישנה:

"Os utensílios simples deles, ao menos, deveriam tornar-se impuros" — como os utensílios de metal, pois os utensílios simples de metal são (impuros) por lei da Torá, e já que os equipararam a eles (quanto ao conserto), deveriam torná-los impuros (também aqui), pois não há como responder aqui como se respondeu quanto à impureza antiga.

עבדי רבנן הכירא - בטומאת כלי זכוכית וחילקו בה מטומאה דאורייתא להודיע שהיא מדבריהם ולא ישרפו עליה תרומה וקדשים דלא שרפי תרומה משום טומאה דרבנן בר מן ו' ספיקות (לעיל שבת דף טו:):

"Os sábios fizeram neles um sinal distintivo" — na impureza do utensílio de vidro, e a distinguiram da impureza da Torá, para dar a conhecer que ela é (instituição) de suas próprias palavras, e não se queime por causa dela teruma e itens consagrados; pois não se queima a teruma por causa de impureza rabínica, exceto nos seis casos de dúvida (acima, Shabat 15b).