Talmud Bavli · Massechet Negaim · Perek Guimel
פֶּרֶק שְׁלִישִׁי

Mishná de Negaim, terceiro perek — adaptada à trilha Bavli

8 mishnayot · sem Guemará no Talmud Bavli
Nota

Massechet Negaim não possui Guemará no Talmud Bavli — apenas a Mishná é impressa/estudada nesta trilha. Esta página apresenta a Mishná adaptada ao formato da trilha Bavli; para o estudo devocional completo, com fontes da Torá, halachot dos códigos e o perush dos mefarshim, veja a versão completa na Mishná.

A Mishná · הַמִּשְׁנָה

Mishná 1Uma praga de cada vez
Abrindo o Perek Guimel, a mishná distingue quem pode contrair impureza de tzaraat, quem está apto a examinar as pragas, e reserva ao sacerdote a autoridade exclusiva de pronunciar o veredicto — fechando com a regra de nunca examinar duas pragas simultaneamente

Toda pessoa é passível de impureza pelas pragas, exceto os gentios e o converso residente. Toda pessoa é apta para examinar as pragas, mas a declaração de impuro e de puro está nas mãos do sacerdote. Dizem-lhe: diga “impuro”, e ele diz “impuro”; diga “puro”, e ele diz “puro”. Não se examinam duas pragas como uma só, seja em um único homem, seja em dois homens; mas examina uma, e a enclausura, ou a certifica impura, ou a declara pura, e volta à segunda. Não se enclausura o já enclausurado, nem se certifica impuro o já certificado impuro. Não se enclausura o já certificado impuro, nem se certifica impuro o já enclausurado. Mas no início, ou ao fim de uma semana, quem enclausura enclausura, e quem certifica certifica; enclausura e declara puro, certifica e declara puro.

Encerrado o Perek Bet com a mecânica do exame — luz, postura, tom de pele —, o Perek Guimel abre delimitando o próprio campo de aplicação da lei: quem, entre os seres humanos, é passível de contrair impureza por tzaraat. Gentios estão fora do sistema porque a Torá dirige a lei a “um homem” entendido no contexto da aliança, e o converso residente — que aceitou as sete leis noaícas mas não se converteu plenamente — permanece igualmente fora. Em seguida, a mishná separa dois papéis que facilmente se confundem: qualquer pessoa com conhecimento técnico pode examinar visualmente uma praga e determinar, segundo os sinais, o que ela é; mas somente o sacerdote tem autoridade para pronunciar a palavra que produz o efeito jurídico — a declaração formal de impuro ou puro, que só ele pode proferir, ainda que apenas repita o que um sábio leigo lhe dita. A mishná fecha com uma regra processual: o sacerdote nunca examina duas pragas ao mesmo tempo, pois o exame simultâneo comprometeria a precisão do julgamento; e uma vez que uma praga já foi enclausurada ou certificada impura, ela não pode ser reclassificada dentro do mesmo período de observação — exceto nos pontos de virada fixados pela lei: o início do exame e o fim de cada semana de clausura.

הַכֹּל מִטַּמְּאִין בַּנְּגָעִים, חוּץ מִן הַנָּכְרִים וְגֵר תּוֹשָׁב. הַכֹּל כְּשֵׁרִים לִרְאוֹת אֶת הַנְּגָעִים, אֶלָּא שֶׁהַטֻּמְאָה וְהַטָּהֳרָה בִידֵי כֹהֵן. אוֹמְרִים לוֹ אֱמֹר טָמֵא, וְהוּא אוֹמֵר טָמֵא. אֱמֹר טָהוֹר, וְהוּא אוֹמֵר טָהוֹר. אֵין רוֹאִים שְׁנֵי נְגָעִים כְּאֶחָד, בֵּין בְּאִישׁ אֶחָד וּבֵין בִּשְׁנֵי אֲנָשִׁים, אֶלָּא רוֹאֶה אֶת הָאֶחָד וּמַסְגִּירוֹ וּמַחְלִיטוֹ וּפוֹטְרוֹ, וְחוֹזֵר לַשֵּׁנִי. אֵין מַסְגִּירִין אֶת הַמֻּסְגָּר וְלֹא מַחְלִיטִין אֶת הַמֻּחְלָט. אֵין מַסְגִּירִין אֶת הַמֻּחְלָט, וְלֹא מַחְלִיטִין אֶת הַמֻּסְגָּר. אֲבָל בַּתְּחִלָּה, בְּסוֹף שָׁבוּעַ, הַמַּסְגִּיר מַסְגִּיר, וְהַמַּחְלִיט מַחְלִיט, מַסְגִּיר וּפוֹטֵר, מַחְלִיט וּפוֹטֵר:
Mishná 2Os sete dias do noivo
Uma breve mishná de exceção: a praga que surge durante o banquete nupcial ou durante uma festividade ganha um período de graça, adiando o exame sacerdotal até que a alegria termine

Ao noivo em quem se manifestou uma praga, concedem-se os sete dias do banquete nupcial — a ele, à sua casa e à sua vestimenta. E do mesmo modo na festividade (regel), concedem-se-lhe todos os dias da festividade.

Depois de fixar, na mishná anterior, quem é passível de impureza e quem detém autoridade para julgá-la, a mishná volta-se a uma exceção temporal: certos momentos de alegria coletiva ou pessoal suspendem, por decreto da própria Torá, a obrigação de submeter-se ao exame da praga. O noivo recebe os sete dias inteiros do banquete nupcial — período que, segundo a leitura tanaítica do versículo, distingue entre “o dia em que é vista” e o simples ato de ser vista, ensinando que há dias em que a praga é examinada e dias em que não o é. A graça se estende não apenas à sua própria pele, mas também à sua casa — caso nela apareça a tzaraat das paredes — e à sua vestimenta. O mesmo vale, de modo paralelo, para qualquer pessoa durante os dias de uma festividade de peregrinação (regel): a alegria do momento tem precedência sobre o rigor imediato do exame, que fica adiado até o fim do período.

חָתָן שֶׁנִּרְאָה בוֹ נֶגַע, נוֹתְנִין לוֹ שִׁבְעַת יְמֵי הַמִּשְׁתֶּה, לוֹ וּלְבֵיתוֹ וְלִכְסוּתוֹ. וְכֵן בָּרֶגֶל, נוֹתְנִין לוֹ כָל יְמוֹת הָרָגֶל:
Mishná 3Duas semanas, três sinais
A mishná abre uma série de seis, uma para cada categoria de tzaraat, fixando o número de semanas de observação e os sinais que certificam a impureza em cada momento do processo

A pele da carne torna-se impura em duas semanas e por três sinais: pelo em branco, pela carne viva e pelo alastramento. Pelo em branco e carne viva — no início, e ao fim da primeira semana, e ao fim da segunda semana, depois da isenção. E pelo alastramento — ao fim da primeira semana, e ao fim da segunda semana, depois da isenção. E torna-se impura em duas semanas, que são treze dias.

Depois de duas mishnayot dedicadas a quem é sujeito à lei e a quando ela é suspensa, o Perek Guimel passa a uma sequência estruturalmente idêntica de seis mishnayot, cada qual dedicada a uma das categorias de tzaraat definidas pela Torá — pele da carne, furúnculo e queimadura, tinha, calvície, vestimentas e casas — especificando para cada uma o número de semanas de clausura, os sinais que certificam a impureza, e os momentos exatos em que cada sinal produz efeito. A pele da carne, a categoria mais ampla e a primeira tratada no Perek Alef, tem até duas semanas de observação e três sinais possíveis: o pelo branco e a carne viva, que certificam impuro já no primeiro exame, e o alastramento, que só certifica impuro ao fim de uma semana de observação — nunca no exame inicial, pois alastrar pressupõe comparação com um estado anterior. Os treze dias resultam de o sétimo dia da primeira semana contar simultaneamente como fim da primeira e início da segunda.

עוֹר הַבָּשָׂר מִטַּמֵּא בִשְׁנֵי שָׁבוּעוֹת וּבִשְׁלשָׁה סִימָנִין, בְּשֵׂעָר לָבָן וּבְמִחְיָה וּבְפִסְיוֹן. בְּשֵׂעָר לָבָן וּבְמִחְיָה, בַּתְּחִלָּה, וּבְסוֹף שָׁבוּעַ רִאשׁוֹן, וּבְסוֹף שָׁבוּעַ שֵׁנִי, לְאַחַר הַפְּטוּר. וּבְפִסְיוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ רִאשׁוֹן, וּבְסוֹף שָׁבוּעַ שֵׁנִי, לְאַחַר הַפְּטוּר. וּמִטַּמֵּא בִשְׁנֵי שָׁבוּעוֹת, שֶׁהֵן שְׁלשָׁה עָשָׂר יוֹם:
Mishná 4Uma só semana
A segunda da série de seis: furúnculo e queimadura têm um regime mais breve que a pele da carne comum — apenas uma semana de observação e apenas dois sinais possíveis

O furúnculo e a queimadura tornam-se impuros em uma semana e por dois sinais: pelo em branco e pelo alastramento. Pelo em branco — no início, ao fim da semana, depois da isenção. E pelo alastramento — ao fim da semana, depois da isenção. E tornam-se impuros em uma semana, que é sete dias.

O furúnculo (shechin) e a queimadura (michvá) — lesões que já existiam na pele antes de nelas surgir a tzaraat — recebem um regime mais breve que o da pele da carne saudável: apenas uma semana de clausura, em vez de duas, e apenas dois sinais possíveis, sem a carne viva. A ausência da carne viva como sinal decorre do próprio texto bíblico, que não a menciona a respeito dessas duas categorias; e a ausência da segunda semana decorre de a Torá prescrever, para o furúnculo e a queimadura, um único enclausuramento de sete dias, ao fim do qual o sacerdote certifica impuro, ou declara puro definitivamente — sem o segundo período de observação que caracteriza a pele da carne comum.

הַשְּׁחִין וְהַמִּכְוָה מִטַּמְּאִין בְּשָׁבוּעַ אֶחָד וּבִשְׁנֵי סִימָנִין, בְּשֵׂעָר לָבָן וּבְפִסְיוֹן. בְּשֵׂעָר לָבָן, בַּתְּחִלָּה, בְּסוֹף שָׁבוּעַ, לְאַחַר הַפְּטוּר. וּבְפִסְיוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ, לְאַחַר הַפְּטוּר. וּמִטַּמְּאִין בְּשָׁבוּעַ אֶחָד, שֶׁהוּא שִׁבְעַת יָמִים:
Mishná 5O pelo amarelo das tinhas
A terceira da série: as tinhas da cabeça e da barba voltam ao regime de duas semanas, mas trocam o pelo branco pelo pelo amarelo fino como sinal certificador

As tinhas tornam-se impuras em duas semanas, por dois sinais: pelo amarelo fino e pelo alastramento. Pelo amarelo fino — no início, ao fim da primeira semana, ao fim da segunda semana, depois da isenção. E pelo alastramento — ao fim da primeira semana, ao fim da segunda semana, depois da isenção. E tornam-se impuras em duas semanas, que são treze dias.

As tinhas (netakim) — pragas que afetam especificamente a cabeça e a barba, áreas naturalmente cobertas de pelo — retomam o regime de duas semanas de clausura visto na pele da carne, mas substituem o sinal do pelo branco por um sinal próprio dessas regiões: o pelo amarelo fino, semelhante ao ouro, que cresce no lugar do pelo natural quando a tinha se instala. Assim como na pele da carne, o pelo amarelo pode certificar impuro já no exame inicial, enquanto o alastramento exige ao menos uma semana de comparação antes de produzir efeito. A carne viva, sinal típico da pele da carne, está ausente aqui, pois a categoria da tinha segue sua própria lógica de sinais, distinta em espécie ainda que idêntica em estrutura temporal.

הַנְּתָקִין מִטַּמְּאִין בִּשְׁנֵי שָׁבוּעוֹת, בִּשְׁנֵי סִימָנִין, בְּשֵׂעָר צָהֹב דַּק וּבְפִסְיוֹן. בְּשֵׂעָר צָהֹב דַּק, בַּתְּחִלָּה, בְּסוֹף שָׁבוּעַ רִאשׁוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ שֵׁנִי, לְאַחַר הַפְּטוּר. וּבְפִסְיוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ רִאשׁוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ שֵׁנִי, לְאַחַר הַפְּטוּר. וּמִטַּמְּאִין בִּשְׁנֵי שָׁבוּעוֹת, שֶׁהֵן שְׁלשָׁה עָשָׂר יוֹם:
Mishná 6As duas calvícies
A quarta da série: calvície posterior e calvície frontal também levam duas semanas, mas trocam o pelo branco pela carne viva — pois nesses lugares não há pelo que possa embranquecer

A calvície posterior e a calvície frontal tornam-se impuras em duas semanas, por dois sinais: pela carne viva e pelo alastramento. Pela carne viva — no início, ao fim da primeira semana, ao fim da segunda semana, depois da isenção. E pelo alastramento — ao fim da primeira semana, ao fim da segunda semana, e depois da isenção. E tornam-se impuras em duas semanas, que são treze dias.

A calvície posterior (kar’achat) e a calvície frontal (gabachat) — áreas da cabeça já naturalmente carecas, e por isso tratadas separadamente da tinha — mantêm o regime de duas semanas, mas seus sinais certificadores diferem dos vistos até aqui: em vez do pelo branco, que não pode crescer onde não há pelo algum, a Torá estabelece a carne viva como sinal equivalente, comparando explicitamente essa categoria à tzaraat da pele da carne. O alastramento permanece o sinal comum a todas as categorias, sempre exigindo ao menos uma semana de observação antes de produzir efeito jurídico.

הַקָּרַחַת וְהַגַּבַּחַת מִטַּמְּאוֹת בִּשְׁנֵי שָׁבוּעוֹת, וּבִשְׁנֵי סִימָנִין, בְּמִחְיָה וּבְפִשְׂיוֹן. בְּמִחְיָה, בַּתְּחִלָּה, בְּסוֹף שָׁבוּעַ רִאשׁוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ שֵׁנִי, לְאַחַר הַפְּטוּר. וּבְפִסְיוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ רִאשׁוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ שֵׁנִי, וּלְאַחַר הַפְּטוּר. וּמִטַּמְּאוֹת בִּשְׁנֵי שָׁבוּעוֹת, שֶׁהֵן שְׁלשָׁה עָשָׂר יוֹם:
Mishná 7Esverdeado e avermelhado
A quinta da série desloca-se do corpo humano para o tecido: as vestimentas tornam-se impuras em duas semanas, por sinais de cor — esverdeado e avermelhado — e por alastramento

As vestimentas tornam-se impuras em duas semanas e por três sinais: pelo esverdeado, pelo avermelhado e pelo alastramento. Pelo esverdeado e pelo avermelhado — no início, ao fim da primeira semana, e ao fim da segunda semana, depois da isenção. E pelo alastramento — ao fim da primeira semana, ao fim da segunda semana, depois da isenção. E tornam-se impuras em duas semanas, que são treze dias.

Com esta mishná, a série desloca-se pela primeira vez do corpo humano para um objeto: a tzaraat das vestimentas de lã ou linho, cujos sinais de impureza não são mais tons de branco, mas cores — esverdeado e avermelhado — que substituem funcionalmente o pelo branco e a carne viva vistos nas categorias anteriores. A estrutura temporal permanece idêntica à da pele da carne: duas semanas, treze dias, com o esverdeado e o avermelhado certificando impuro já no início, e o alastramento exigindo ao menos uma semana de comparação. Mas a razão pela qual esses tons recebem o nome de “sinal de impureza” nas vestimentas — diferentemente das quatro aparências da pele, que nunca certificam sozinhas sem pelo branco, carne viva ou alastramento — está em que, permanecendo o esverdeado ou o avermelhado por duas semanas inteiras sem qualquer alteração, a própria vestimenta já é queimada por decreto bíblico, como se explica nas Halachot abaixo.

הַבְּגָדִים מִטַּמְּאִים בִּשְׁנֵי שָׁבוּעוֹת וּבִשְׁלשָׁה סִימָנִין, בִּירַקְרַק וּבַאֲדַמְדַּם וּבְפִשְׂיוֹן. בִּירַקְרַק וּבַאֲדַמְדַּם, בַּתְּחִלָּה, בְּסוֹף שָׁבוּעַ רִאשׁוֹן, וּבְסוֹף שָׁבוּעַ שֵׁנִי, לְאַחַר הַפְּטוּר. וּבְפִשְׂיוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ רִאשׁוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ שֵׁנִי, לְאַחַר הַפְּטוּר. וּמִטַּמְּאִין בִּשְׁנֵי שָׁבוּעוֹת, שֶׁהֵן שְׁלֹשָׁה עָשָׂר יוֹם:
Mishná 8Três semanas, o teto da lei
Encerrando o Perek Guimel e a série de seis categorias, a mishná trata das casas — o regime mais longo de todos — e fecha com o princípio geral que emoldura toda a série: nenhuma praga dura menos de uma semana, nem mais de três

As casas tornam-se impuras em três semanas e por três sinais: pelo esverdeado, pelo avermelhado e pelo alastramento. Pelo esverdeado e pelo avermelhado — no início, ao fim da primeira semana, ao fim da segunda semana, ao fim da terceira semana, depois da isenção. E pelo alastramento — ao fim da primeira semana, ao fim da segunda semana, ao fim da terceira semana, depois da isenção. E tornam-se impuras em três semanas, que são dezenove dias. Não há, entre as pragas, menos de uma semana, nem mais de três semanas.

A última e mais extensa categoria da série encerra o Perek Guimel: a tzaraat das casas, cujos sinais — esverdeado e avermelhado, como nas vestimentas — são os mesmos, mas cujo regime temporal se estende a três semanas inteiras, dezenove dias, o período mais longo entre todas as categorias tratadas neste capítulo. A mishná fecha com uma frase que funciona como moldura de toda a sequência iniciada na terceira mishná: entre as seis categorias de tzaraat — pele da carne, furúnculo e queimadura, tinha, calvície, vestimentas e casas — o período mínimo de observação é uma única semana (furúnculo e queimadura) e o máximo é três semanas (casas); nenhuma praga bíblica, em nenhuma categoria, foge a esse intervalo. Com este fechamento estrutural, o Perek Guimel completa o mapeamento temporal de toda a lei da tzaraat, preparando o terreno para os perakim seguintes, que voltarão a cada categoria em maior detalhe.

הַבָּתִּים מִטַּמְּאִין בִּשְׁלשָׁה שָׁבוּעוֹת וּבִשְׁלשָׁה סִימָנִים, בִּירַקְרַק וּבַאֲדַמְדַּם וּבְפִשְׂיוֹן. בִּירַקְרַק וּבַאֲדַמְדַּם, בַּתְּחִלָּה, בְּסוֹף שָׁבוּעַ רִאשׁוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ שֵׁנִי, בְּסוֹף שָׁבוּעַ שְׁלִישִׁי, לְאַחַר הַפְּטוּר. וּבְפִשְׂיוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ רִאשׁוֹן, בְּסוֹף שָׁבוּעַ שֵׁנִי, בְּסוֹף שָׁבוּעַ שְׁלִישִׁי, לְאַחַר הַפְּטוּר. וּמִטַּמְּאִין בִּשְׁלשָׁה שָׁבוּעוֹת, שֶׁהֵן תִּשְׁעָה עָשָׂר יוֹם. אֵין בַּנְּגָעִים פָּחוֹת מִשָּׁבוּעַ אֶחָד, וְלֹא יוֹתֵר עַל שְׁלשָׁה שָׁבוּעוֹת: