Seder Moed · Massechet Eruvin · Perek Tet · Mishná 2 de 4

O telhado grande e o pequeno; o pátio rompido para o domínio público

גַּג גָּדוֹל סָמוּךְ לְקָטָן
Mishná (ed. Torat Emet, domínio público) · tradução original PT-BR

A Mishná · הַמִּשְׁנָה

A mishná trata de duas situações de ruptura entre domínios desiguais: quando um telhado grande fica vizinho a um pequeno e a parede entre eles desmorona, ou quando um pátio grande se rompe para um pequeno, em ambos os casos o domínio grande permanece permitido para seus moradores, enquanto o pequeno fica proibido, porque a abertura criada funciona, para o grande, como se fosse apenas sua porta de entrada — mas, para o pequeno, é como se toda a sua parede tivesse desaparecido; a segunda metade da mishná passa a um caso diferente, o pátio cuja parede voltada para o domínio público desmoronou por completo: Rabi Eliezer considera quem carrega dali para um domínio privado, ou de um domínio privado para dentro do pátio, culpado por transgressão bíblica plena, como se estivesse carregando dentro do próprio domínio público; os sábios discordam e isentam esse ato de punição bíblica, pois consideram o pátio rompido apenas um carmelit — um domínio intermediário criado pelos sábios —, ainda que continuem proibindo o ato por decreto rabínico.

Telhado grande vizinho a um pequeno: o grande está permitido e o pequeno está proibido.quando a parede que separava um telhado grande de um pequeno desmorona, criando uma abertura entre eles, os moradores do telhado grande continuam livres para usar todo o seu espaço e até para trazer para lá utensílios de dentro de casa, pois, do ponto de vista de quem está no telhado grande, essa abertura funciona como uma simples porta — afinal, restam dos dois lados da ruptura pedaços da parede original, formando algo semelhante a um vão de entrada; mas os moradores do telhado pequeno ficam proibidos de trazer utensílios de dentro de casa para o seu telhado, porque, do ponto de vista de quem está no pequeno, a ruptura tomou toda a extensão da parede que os separava do grande, e isso equivale a perder por completo a fronteira que definia seu domínio próprio.

Pátio grande rompido para um pequeno: o grande está permitido, e o pequeno está proibido, porque ele é como a porta do grande.a mesma lógica se aplica quando é um pátio grande, e não um telhado, que se rompe em direção a um pátio pequeno vizinho: os moradores do pátio grande continuam permitidos, pois a ruptura equivale, para eles, a uma porta que dá para o pátio pequeno; mas os moradores do pátio pequeno ficam proibidos, já que a ruptura consumiu toda a largura de sua própria parede.

Pátio rompido para o domínio público: quem carrega dele para o domínio privado, ou do domínio privado para dentro dele, é culpado — palavras de Rabi Eliezer.Rabi Eliezer trata agora de um pátio cuja parede voltada para a rua pública desmoronou por completo, sem deixar vão de porta algum; para ele, esse pátio perde totalmente seu estatuto de domínio privado e se torna, na prática, uma extensão do próprio domínio público — de modo que quem transporta um objeto dali para dentro de uma casa, ou de dentro de uma casa para esse pátio, é tão culpado quanto se tivesse carregado diretamente entre o domínio público e o domínio privado, uma transgressão bíblica plena.

E os sábios dizem: de dentro dele para o domínio público, ou do domínio público para dentro dele, está isento, porque ele é como um carmelit.os sábios discordam e sustentam que, mesmo com a parede completamente derrubada, esse pátio não se equipara ao domínio público propriamente dito, pois nem todo espaço aberto e sem paredes é considerado domínio público na definição bíblica — apenas ruas largas e movimentadas o são; por isso classificam esse pátio como carmelit, um domínio intermediário instituído pelos sábios, isentando de punição bíblica quem transporta dali para o domínio público, ou do domínio público para dentro dele, ainda que o ato continue proibido por decreto rabínico.

גַּג גָּדוֹל סָמוּךְ לְקָטָן, הַגָּדוֹל מֻתָּר וְהַקָּטָן אָסוּר. חָצֵר גְּדוֹלָה שֶׁנִּפְרְצָה לִקְטַנָּה, גְּדוֹלָה מֻתֶּרֶת, וּקְטַנָּה אֲסוּרָה, מִפְּנֵי שֶׁהִיא כְפִתְחָהּ שֶׁל גְּדוֹלָה. חָצֵר שֶׁנִּפְרְצָה לִרְשׁוּת הָרַבִּים, הַמַּכְנִיס מִתּוֹכָהּ לִרְשׁוּת הַיָּחִיד, אוֹ מֵרְשׁוּת הַיָּחִיד לְתוֹכָהּ, חַיָּב, דִּבְרֵי רַבִּי אֱלִיעֶזֶר. וַחֲכָמִים אוֹמְרִים, מִתּוֹכָהּ לִרְשׁוּת הָרַבִּים, אוֹ מֵרְשׁוּת הָרַבִּים לְתוֹכָהּ, פָּטוּר, מִפְּנֵי שֶׁהִיא כְּכַרְמְלִית:

Fonte na Torá · מָקוֹר בַּתּוֹרָה

Shemot 16:29
רְאוּ כִּי־יְהוָה נָתַן לָכֶם הַשַּׁבָּת עַל־כֵּן הוּא נֹתֵן לָכֶם בַּיּוֹם הַשִּׁשִּׁי לֶחֶם יוֹמָיִם שְׁבוּ אִישׁ תַּחְתָּיו אַל־יֵצֵא אִישׁ מִמְּקֹמוֹ בַּיּוֹם הַשְּׁבִיעִי׃
Vede que o Eterno vos deu o Shabat, por isso Ele vos dá no sexto dia pão de dois dias; ficai cada um em seu lugar, ninguém saia de seu lugar no sétimo dia.

"Ninguém saia de seu lugar" pressupõe que o lugar de cada um tenha um limite reconhecível — e é exatamente esse limite que a ruptura de uma parede apaga ou preserva, dependendo de para qual lado se olha. Para o domínio grande, a brecha aberta na parede que o separava do pequeno não muda nada: ele continua tendo uma fronteira definida, e a abertura funciona apenas como sua porta de entrada. Mas para o domínio pequeno, a mesma brecha consumiu inteiramente aquilo que fazia dele "seu lugar" — não resta parede alguma que o separe do vizinho maior, e por isso seus moradores perdem o direito de trazer para lá o que passou o Shabat dentro de suas casas. A disputa final da mishná, sobre o pátio rompido para a rua, leva a mesma pergunta a um extremo: quando a fronteira desaparece por completo, o espaço deixa de ser "lugar" nos termos bíblicos de Shemot, mas os sábios ainda assim mantêm sobre ele, por decreto, a disciplina de um domínio que exige cuidado.

Halachot · הֲלָכוֹת

O Rambam codifica o princípio do domínio grande e do pequeno aplicando-o ao caso do pátio — a mesma lógica que rege também o telhado.

Rambam · Mishné Torá, Hilchot Eruvin 3:24
חָצֵר קְטַנָּה שֶׁנִּפְרְצָה בִּמְלוֹאָהּ לְחָצֵר גְּדוֹלָה מִבְּעוֹד יוֹם. אַנְשֵׁי גְּדוֹלָה מְעָרְבִין לְעַצְמָן וּמֻתָּרִים שֶׁהֲרֵי נִשְׁאַר לָהֶן פְּצִימִין מִכָּאן וּמִכָּאן. וְאַנְשֵׁי קְטַנָּה אֲסוּרִין לְהוֹצִיא מִבָּתֵּיהֶן לֶחָצֵר שֶׁלָּהֶן עַד שֶׁיְּעָרְבוּ עִם בְּנֵי הַגְּדוֹלָה עֵרוּב אֶחָד. שֶׁדִּיּוּרִין שֶׁל גְּדוֹלָה חֲשׁוּבִין כִּקְטַנָּה וְאֵין דִּיּוּרֵי קְטַנָּה חֲשׁוּבִין כִּגְדוֹלָה:

Pátio pequeno que se rompeu em toda a sua largura para um pátio grande, ainda de dia — os moradores do grande fazem eiruv para si mesmos e ficam permitidos, pois lhes restaram batentes de um lado e do outro; e os moradores do pequeno ficam proibidos de tirar de suas casas para o pátio deles até que façam um único eiruv com os moradores do grande. Pois os moradores do pátio grande são considerados como se estivessem no pequeno, mas os moradores do pequeno não são considerados como se estivessem no grande.

Perush — os Mefarshim · הַמְּפָרְשִׁים

Rambam explica a geometria da ruptura e a disputa sobre chayav/patur; Bartenura detalha a diferença entre parede rompida antes e durante o Shabat; Rashi, na Guemará, situa cada metade da mishná em seu lugar.

Rambam · פֵּרוּשׁ הַמִּשְׁנָה
Comentário à Mishná, Eruvin 9:2
גַּג גָּדוֹל סָמוּךְ לְקָטָן הַגָּדוֹל מֻתָּר כו': חָצֵר שֶׁנִּפְרְצָה לִרְשׁוּת הָרַבִּים כו': חָצֵר גְּדוֹלָה שֶׁנִּפְרְצָה לִקְטַנָּה, וְתִהְיֶה הַקְּטַנָּה אֵין לָהּ אֶלָּא שְׁלֹשָׁה כְּתָלִים, וְהַגְּדוֹלָה יִהְיֶה לָהּ מְקוֹם הַפִּרְצָה כְּדֶמוּת שַׁעַר. וְזֶה הַדִּין הוּא כְּשֶׁנִּפְרַץ מֵעֶרֶב שַׁבָּת, אֲבָל אִם נִפְרַץ בְּשַׁבָּת אֲפִלּוּ הַקְּטַנָּה מֻתֶּרֶת לְהִשְׁתַּמֵּשׁ בְּדִיּוּרִין שֶׁלָּהּ כַּאֲשֶׁר הָיְתָה, מֵאַחַר שֶׁהָיָה לָהּ הֶתֵּר קֹדֶם שֶׁנִּפְרַץ הַכֹּתֶל, וְהָעִקָּר אֶצְלֵנוּ הֻתְּרָה לְמִקְצָת שַׁבָּת הֻתְּרָה לְכָל הַשַּׁבָּת כֻּלָּהּ. וְעַל זֶה הַדֶּרֶךְ בְּעַצְמוֹ הוּא גַּג גָּדוֹל וְגַג קָטָן כְּשֶׁיֵּשׁ כֹּתֶל מַקִּיף בַּגַּגּוֹת. וְאָמְרָם עוֹד חָצֵר שֶׁנִּפְרְצָה לִרְשׁוּת הָרַבִּים, הוּא שֶׁיִּפֹּל הַכֹּתֶל כֻּלּוֹ מִצַּד רְשׁוּת הָרַבִּים וְיִשָּׁאֲרוּ שְׁלֹשָׁה כְּתָלִים, רַבִּי אֱלִיעֶזֶר סוֹבֵר שֶׁהֵם רְשׁוּת הָרַבִּים, וַחֲכָמִים חוֹשְׁבִים אוֹתָן כַּרְמְלִית. וְאַתָּה יוֹדֵעַ כִּי עִנְיַן אָמְרָם פָּטוּר הוּא שֶׁאֵינוֹ חַיָּב מִיתָה אֲבָל הוּא אָסוּר. וְאֵין הֲלָכָה כְּרַבִּי אֱלִיעֶזֶר:

"Telhado grande vizinho a um pequeno: o grande está permitido etc.": "Pátio rompido para o domínio público etc." — Pátio grande que se rompeu para um pequeno, o pequeno fica com apenas três paredes, e o grande fica com o lugar da ruptura em forma de portão. E este dinim vale quando a ruptura ocorreu antes de entrar o Shabat; mas se ocorreu durante o Shabat, mesmo o pequeno fica permitido a usar seus aposentos como antes, já que tinha permissão antes de a parede se romper — e o princípio entre nós é que o que foi permitido em parte do Shabat foi permitido para todo o Shabat. E da mesma maneira é o caso do telhado grande e do telhado pequeno, quando há uma parede que os cerca.

E o que disseram ainda, "pátio rompido para o domínio público", é quando toda a parede cai do lado do domínio público e restam três paredes: Rabi Eliezer considera que eles são domínio público, e os sábios os consideram como carmelit. E saibas que a expressão "isento" significa que não é culpado de morte, mas é proibido. E não é a halachá como Rabi Eliezer.

Bartenura · בַּרְטְנוּרָא
Comentário à Mishná, Eruvin 9:2
הַגָּדוֹל מֻתָּר. לְהוֹצִיא לוֹ כְּלֵי בַּיִת שֶׁלְּמַטָּה, וְאֵין בְּנֵי הַקָּטָן אוֹסְרִין עָלָיו. דִּלְגַבֵּי גָּדוֹל הַךְ פִּרְצָה פִּתְחָא הִיא וְשָׁרֵי בְּאוֹתָן גִּפּוּפִים הָעוֹדְפִים מְעַט מִכָּאן וּמְעַט מִכָּאן כְּמַעֲקֶה שֶׁסְּבִיב הַגַּגּוֹת, וַחֲשִׁיבָא סְתִימָה, וּכְגוֹן שֶׁאֵין הַפִּרְצָה יוֹתֵר מֵעֶשֶׂר. אֲבָל קָטָן אָסוּר לְהוֹצִיא לוֹ כְּלֵי הַבַּיִת, דִּבְנֵי גָּדוֹל אָסְרֵי עֲלֵיהּ, שֶׁהֲרֵי נִפְרָץ לוֹ בִּמְלֹאוֹ: הַגְּדוֹלָה מֻתֶּרֶת. בִּשְׁבִיל הַגִּפּוּפִין שֶׁנִּשְׁאֲרוּ לָהּ מִכָּאן וּמִכָּאן הָוֵי הַךְ פִּרְצָה כְּפֶתַח: וְהַקְּטַנָּה אֲסוּרָה. שֶׁהֲרֵי נִפְרְצָה בִּמְלֹאָהּ. וְדַוְקָא כְּשֶׁנִּפְרְצָה קֹדֶם הַשַּׁבָּת, אֲבָל אִם נִפְרְצָה בְּשַׁבָּת אֲפִלּוּ הַקְּטַנָּה מֻתֶּרֶת, שֶׁכֵּיוָן שֶׁהֻתְּרָה לְמִקְצָת שַׁבָּת קֹדֶם שֶׁנִּפְרְצָה הֻתְּרָה לְכֻלָּהּ שַׁבָּת: חָצֵר שֶׁנִּפְרְצָה לִרְשׁוּת הָרַבִּים. שֶׁנָּפַל הַכֹּתֶל הַפּוֹנֶה לִרְשׁוּת הָרַבִּים בִּמְלֹאוֹ אוֹ בְּיוֹתֵר מֵעֶשֶׂר: חַיָּב. דְּכִרְשׁוּת הָרַבִּים הִיא: פָּטוּר. אֲבָל אָסוּר, דְּלָאו רְשׁוּת הָרַבִּים הִיא אֶלָּא כַּרְמְלִית. וַהֲלָכָה כַּחֲכָמִים:

"O grande está permitido" — a tirar para ele utensílios da casa de baixo, e os moradores do pequeno não proíbem sobre ele, pois, para o grande, essa ruptura é como uma porta, permitida graças àqueles rebordos que sobram um pouco de cada lado, como a mureta ao redor dos telhados, que é considerada um fechamento — e isso desde que a ruptura não seja maior que dez tefachim. Mas o pequeno fica proibido de tirar para ele os utensílios da casa, pois os moradores do grande proíbem sobre ele, já que a ruptura tomou toda a sua largura.

"A grande está permitida" — por causa dos rebordos que lhe restaram de um lado e do outro, essa ruptura equivale a uma porta.

"E a pequena está proibida" — pois foi rompida em toda a sua largura. E isso vale especificamente quando a ruptura ocorreu antes do Shabat; mas se ocorreu durante o Shabat, mesmo a pequena fica permitida, pois, já que foi permitida em parte do Shabat antes de se romper, foi permitida para todo o Shabat.

"Pátio rompido para o domínio público" — quando a parede voltada para o domínio público caiu por inteiro, ou em mais de dez [amot].

"É culpado" — pois é como domínio público.

"Está isento" — mas proibido, pois não é domínio público propriamente dito, e sim carmelit. E a halachá é como os sábios.

Rashi · רַשִׁ״י
Comentário à Guemará, Eruvin 92a e 94a
מַתְנִיתִין: הַגָּדוֹל מֻתָּר — לְהַכְנִיס לוֹ כְּלִי הַבַּיִת שֶׁלְּמַטָּה וְאֵין בְּנֵי הַקָּטָן אוֹסְרִין עָלָיו, דִּלְגַבֵּי גָּדוֹל הַךְ פִּרְצָה פֶּתַח הוּא שֶׁשָּׁרֵי בְּגִיפּוּפֵי, וּכְגוֹן דְּאֵין הַפִּרְצָה יוֹתֵר מֵעֶשֶׂר, אֲבָל קָטָן אָסוּר לְהוֹצִיא כְּלִי הַבַּיִת דִּבְנֵי גָּדוֹל אָסְרִי עֲלֵיהּ, דְּנִפְרַץ לוֹ בִּמְלוֹאוֹ, וְדִבְרֵי הַכֹּל הִיא: מַתְנִיתִין (עב.): חָצֵר שֶׁנִּפְרְצָה לִרְשׁוּת הָרַבִּים — בִּמְלוֹאוֹ אוֹ יוֹתֵר מֵעֶשֶׂר: חַיָּב — דִּרְשׁוּת הָרַבִּים הוּא וּבַגְּמָרָא קָא בָּעֵי לָהּ: פָּטוּר — אֲבָל מֻתָּר לְכַתְּחִלָּה לֹא, אֲפִלּוּ תּוֹךְ אַרְבַּע אַמּוֹת, דְּלָאו רְשׁוּת הָרַבִּים הִיא אֶלָּא כַּרְמְלִית הִיא, וְהוּא הַדִּין נַמִי מִתּוֹכָהּ לִרְשׁוּת הַיָּחִיד:

Sobre a mishná — "o grande está permitido": a trazer para ele utensílios da casa de baixo, e os moradores do pequeno não proíbem sobre ele; pois, para o grande, essa ruptura é uma porta, permitida por meio de seus rebordos, desde que a ruptura não passe de dez [amot]. Mas o pequeno fica proibido de tirar os utensílios da casa, pois os moradores do grande proíbem sobre ele, já que a ruptura o tomou por inteiro — e isso é opinião unânime.

Sobre a mishná (92a) — "pátio rompido para o domínio público": em toda a sua largura, ou mais de dez [amot].

"É culpado" — pois é como domínio público, e a Guemará ainda examina esse ponto.

"Está isento" — mas não permitido de início, nem mesmo dentro de quatro amot, pois não é domínio público propriamente dito, e sim carmelit; e o mesmo vale também para de dentro dele ao domínio privado.