A folha abre completando, em sua primeira linha, a frase que 74b havia deixado cortada ao final: a Guemará perguntara onde "o que rasga para costurar" ocorreu no Tabernáculo, e começara a responder com os nomes de Rabá e Rabi Zeira, "que ambos disseram..." — sem completar o dito. Aqui, o dito chega: "já que, numa cortina em que caía um verme, rasgava-se nela e costurava-se de novo" — quando um verme perfurava um pequeno buraco redondo numa das cortinas do Tabernáculo, era preciso rasgar acima e abaixo do buraco antes de costurá-lo de novo, para que a costura não ficasse enrugada; e assim "o que rasga para costurar" — rasgar com a finalidade de, em seguida, costurar — de fato ocorreu ali. Sem qualquer fórmula de transição, a Guemará passa então a um ensinamento de três partes: Rav Zutra bar Tovia, em nome de Rav, ensina que quem estica um fio de costura no Shabat (unindo duas partes de uma peça já cortada, cujo fio se afrouxara) é responsável por oferenda de pecado, pois isto equivale ao próprio ato de costurar; que quem aprende uma única coisa do "mago" (amgusha) é responsável por pena de morte; e que quem sabe calcular as estações do ano e as posições das constelações, e não o faz, é proibido de ter suas tradições relatadas em seu nome. A Guemará primeiro elucida o termo "mago": Rav e Shmuel discordam sobre seu sentido — um diz que se trata de um feiticeiro comum (chorashei), e o outro, de um blasfemo idólatra que incita as pessoas à idolatria (gardufei). A Guemará conclui que Rav sustentava a segunda opinião, pois, se "mago" significasse mero feiticeiro, o versículo que proíbe "aprender a fazer" (Deuteronômio 18) permitiria, ainda assim, aprender para compreender e para ensinar — o que tornaria incompreensível a pena de morte por aprender "uma única coisa" dele; a pena extrema só se justifica se se tratar de um idólatra blasfemo, de quem nada, nem mesmo para compreensão, deve ser aprendido. Em seguida, a Guemará elucida a terceira parte do ensinamento — a obrigação de calcular as estações e constelações — com dois ensinamentos: Rabi Shimon ben Pazi, em nome de Rabi Yehoshua ben Levi, em nome de Bar Kappara, ensina que sobre quem sabe calcular e não calcula, o versículo de Isaías declara que "a obra do Senhor não contemplam, e a obra de suas mãos não veem"; e Rabi Shmuel bar Nachmani, em nome de Rabi Yochanan, deriva do versículo de Deuteronômio ("pois esta é vossa sabedoria e vosso entendimento aos olhos dos povos") que o cálculo das estações e constelações é, especificamente, a sabedoria "visível aos olhos dos povos" — pois suas previsões sobre chuva e seca se confirmam publicamente. A Guemará então avança à próxima categoria da Mishná, retomando o texto mishnaico "o que caça o cervo, etc.": uma baraita ensina que quem caça o chilazon (o molusco da tintura azul) e o esmaga para extrair seu sangue é responsável por apenas uma oferenda de pecado, pela caça; Rabi Yehuda discorda, exigindo duas, pois considera o esmagar parte da categoria "o que debulha" — posição rejeitada pelos sábios. Rava explica a razão dos sábios: eles entendem que "debulhar" só se aplica ao que cresce da terra, não a uma criatura viva. A Guemará então pergunta por que não haveria responsabilidade, ao menos, por "o que tira a alma" (matar), e Rabi Yochanan responde que o caso da baraita trata de esmagar um chilazon já morto. Rava acrescenta que, mesmo esmagando-o vivo, não haveria responsabilidade por matar, pois o caçador está "ocupado com outra coisa" (mitasek) em relação à morte do animal — sua intenção plena é extrair o sangue mantendo-o vivo o quanto possível, pois o sangue do animal vivo produz uma tinta mais pura; a Guemará questiona isto à luz do princípio de que Rabi Shimon concorda em casos de "pescoço cortado" (onde a morte é uma consequência inevitável do ato, ainda que não desejada), mas responde que aqui é diferente, pois, ao contrário de degolar, quanto mais o animal permanece vivo durante o processo, melhor é para o próprio caçador — de modo que a morte não é sequer um resultado inevitável, mas ativamente indesejado. A folha se fecha com a próxima cláusula da Mishná, "e o que o abate": a Guemará pergunta por qual categoria é responsável quem abate o chilazon, e traz a disputa final entre Rav, que responde "por 'o que tinge'" (pois a finalidade do abate é preservar a cor do sangue), e Shmuel, que responde "por 'o que tira a alma'" (a categoria direta e literal do ato de abater).
Esta primeira linha de 75a não é um raciocínio novo: é a conclusão direta e gramatical da frase que a Guemará havia começado ao final de 74b, ao perguntar onde "o que rasga para costurar" ocorreu no Tabernáculo e responder com os nomes de "רַבָּה וְרַבִּי זֵירָא דְּאָמְרִי תַּרְוַויְיהוּ" ("Rabá e Rabi Zeira, que ambos disseram..."), interrompida pela virada da página sem que se chegasse a dizer o que, de fato, disseram. Aqui, o dito enfim chega: "שֶׁכֵּן יְרִיעָה שֶׁנָּפַל בָּהּ דַּרְנָא, קוֹרְעִין בָּהּ וְתוֹפְרִין אוֹתָהּ" ("já que, numa cortina em que caiu um verme, rasgava-se nela e costurava-se de novo"). A ideia completa: assim como as demais categorias de trabalho examinadas nesta longa sugia, "o que rasga para costurar" precisa ter ocorrido literalmente no Tabernáculo para ser contado como categoria plena — e Rabá e Rabi Zeira encontram esta ocorrência no caso de um verme (dorso) que perfurava um pequeno buraco redondo numa das cortinas: era preciso rasgar o tecido acima e abaixo do buraco, para então costurá-lo de novo sem que a costura ficasse enrugada. Este rasgar — feito com a finalidade explícita de, em seguida, costurar — é exatamente "o que rasga para costurar" da Mishná, e assim se completa a sugia iniciada ainda em 74b.
...já que, numa cortina em que caía um verme, rasgava-se nela e costurava-se de novo.
"'Verme' (darna)" — um verme, que perfura nela um pequeno buraco redondo, e é preciso rasgar abaixo e acima do buraco, para que a costura não fique feita em dobras e mais dobras.
Disse Rav Zutra bar Tovia, disse Rav: quem estica um fio de costura no Shabat é responsável por oferenda de pecado; e quem aprende uma única coisa do mago é responsável por pena de morte; e quem sabe calcular as estações e as constelações, e não calcula, é proibido relatar tradições em seu nome.
Um único ensinamento de três partes, transmitido por Rav Zutra bar Tovia em nome de Rav, todas ouvidas e memorizadas juntas, sem relação temática direta entre si além da autoria comum. A primeira parte pertence ao contexto imediato (costura): quem tem uma peça já costurada, mas cujo fio se afrouxou entre dois pedaços do tecido, e a estica para reaproximá-los e uni-los novamente, é responsável como se tivesse costurado — pois o resultado final (a união firme das duas partes) é idêntico. A segunda e a terceira partes, sobre o "mago" e sobre o cálculo das estações, serão elucidadas separadamente pela Guemará nos passos seguintes.
"'Quem estica um fio de costura'" — uma peça já costurada, deixando o fio comprido, e as duas partes do tecido se separaram uma da outra em parte, e os fios da costura se esticam, e estica as pontas do fio para apertá-las e uni-las — esta é a sua costura, e é responsável. "'E quem aprende uma única coisa do mago'" — um herege que o atrai à idolatria; mesmo uma palavra de Torá, é proibido aprender dele. "'E quem sabe...'" — estes três ensinamentos, Rav Zutra ouviu-os de Rav juntos uns com os outros, e os transmitiu assim.
"Mago" (amgushta): Rav e Shmuel discordam — um diz: feiticeiro; e um diz: blasfemo. Conclui-se que é Rav quem disse "blasfemo", pois disse Rav Zutra bar Tovia, disse Rav: quem aprende uma única coisa do mago é responsável por pena de morte. Pois, se te ocorresse que fosse feiticeiro: não está escrito "não aprenderás a fazer" (Deuteronômio 18:9) — mas tu podes aprender para compreender e para instruir os outros? Conclui-se.
A Guemará elucida o termo aramaico "amgusha" (mago), sobre o qual Rav e Shmuel discordam, como em tantos outros pontos: um sustenta que se refere a um feiticeiro comum (charashei); o outro, a um herege blasfemo, dedicado à idolatria e que incita outros a ela (gardufei). A Guemará conclui, a partir do próprio ensinamento anterior de Rav (que proíbe aprender "uma única coisa" do mago, sob pena de morte), que Rav sustentava a segunda opinião: se "mago" significasse mero feiticeiro, o versículo de Deuteronômio que proíbe "aprender a fazer" as práticas dos feiticeiros permitiria, ainda assim, aprender sobre eles para compreendê-los (e assim reconhecer um falso profeta) e para instruir outros — de modo que a proibição de aprender "uma única coisa", sob pena de morte, seria incompreensível demais. Só faz sentido se "mago" se referir a um blasfemo idólatra, de quem nada — nem mesmo para mera compreensão — pode ser aprendido, pois todas as suas palavras são palavras de idolatria.
"'Mago'" — sobre o qual dizemos, em todo lugar, que Rav e Shmuel discordam a seu respeito. "'Um diz: feiticeiro'" — um que faz magia. "'E um diz: blasfemo'" — um herege dedicado à idolatria, que blasfema constantemente o Nome e incita as pessoas à idolatria. "'Pois, se te ocorresse que fosse feiticeiro'" — proibido aprender, e a razão é que está escrito "não se ache entre vós..." (Deuteronômio 18:10), e ali se enumera o feiticeiro. "'Não está escrito'" — antes disso — "'não aprenderás a fazer'", isto é, para praticares. "'Para compreender'" — para que possas resistir a eles, e se um falso profeta agir diante de ti, para que compreendas que é um feiticeiro. "'Conclui-se que é blasfemo'" — e por isso todas as suas palavras são palavras de idolatria, e afasta-te dele, para que não te seduza.
Disse Rabi Shimon ben Pazi, disse Rabi Yehoshua ben Levi em nome de Bar Kappara: todo aquele que sabe calcular as estações e as constelações, e não calcula, sobre ele o versículo diz: "e a obra do Senhor não contemplam, e a obra de suas mãos não veem" (Isaías 5:12). Disse Rabi Shmuel bar Nachmani, disse Rabi Yochanan: de onde se aprende que é mandamento sobre o homem calcular as estações e as constelações? Pois foi dito: "e guardareis e fareis, pois esta é vossa sabedoria e vosso entendimento aos olhos dos povos" (Deuteronômio 4:6) — qual é a sabedoria e o entendimento que está aos olhos dos povos? Deves dizer: este é o cálculo das estações e das constelações.
A Guemará elucida a terceira parte do ensinamento de Rav Zutra bar Tovia — que quem sabe calcular as estações e constelações e não o faz é desqualificado como transmissor de tradições — com dois ensinamentos que fundamentam a própria obrigação de calcular. Bar Kappara ensina que a negligência em usar este conhecimento é censurada pelo versículo de Isaías sobre os que "não contemplam a obra do Senhor": calcular as estações e os movimentos celestes é reconhecer e contemplar a ordem divina inscrita na criação, e quem tem a capacidade de fazê-lo e se abstém é como quem se recusa a ver a obra de Deus. Rabi Yochanan deriva a fonte bíblica direta da obrigação: o versículo de Deuteronômio elogia a "sabedoria e entendimento" de Israel como algo "visível aos olhos dos povos" — isto é, uma sabedoria cujos frutos são publicamente verificáveis, pois quem calcula corretamente as estações prevê com exatidão anos de chuva e de seca, e essas previsões se confirmam diante de todos; e assim se identifica esta sabedoria pública com o cálculo dos ciclos solares e das constelações.
"'Aos olhos dos povos'" — pois é uma sabedoria reconhecível, que lhes mostra um sinal de suas palavras no movimento do sol e das constelações, que testemunham suas palavras: quando diz "este ano será chuvoso", e assim é; "este ano será seco", e assim é — pois todas as estações seguem o movimento do sol em suas constelações e em seus nascimentos mensais; tudo depende da constelação, conforme a hora em que o sol começa a atuar ao entrar na constelação.
"O que caça o cervo, etc." Ensinaram os rabinos: quem caça o chilazon e o esmaga não é responsável senão por uma oferenda. Rabi Yehuda diz: é responsável por duas. Pois Rabi Yehuda dizia: esmagar está incluído em "o que debulha". Disseram-lhe: esmagar não está incluído em "o que debulha". Disse Rava: qual é a razão dos sábios? Entendem que debulhar só se aplica ao que cresce da terra. Mas que seja responsável também por "o que tira a alma"! Disse Rabi Yochanan: trata-se de um caso em que o esmagou já morto.
A Guemará retoma o texto da Mishná (73a), que passa agora à categoria "o que caça" — exemplificada ali pelo cervo, e aqui pelo chilazon, o molusco cujo sangue produzia a tintura azul (tejelet) usada no Tabernáculo. Uma baraita ensina que quem caça o chilazon e o esmaga em seguida (para extrair seu sangue, pressionando-o com as mãos) é responsável por apenas uma oferenda de pecado, pela caça — o esmagar em si não constitui categoria adicional. Rabi Yehuda discorda, exigindo duas oferendas, pois entende que esmagar o chilazon para extrair seu sangue equivale a "o que debulha" (dash) — assim como se separa o grão da palha ao debulhar, separa-se o sangue do corpo do animal ao esmagá-lo. Os sábios rejeitam esta equivalência. Rava explica sua razão: para eles, "debulhar" é uma categoria que, por definição, só se aplica a produtos que crescem da terra (grãos, sementes), não a uma substância extraída de uma criatura viva. A Guemará então levanta uma dificuldade diferente: mesmo que esmagar não seja "debulhar", por que não haveria responsabilidade, ao menos, por "o que tira a alma" (matar um ser vivo)? Rabi Yochanan responde que o caso descrito na baraita — apenas uma oferenda — trata de esmagar um chilazon que já estava morto, e por isso não há questão de tirar a alma.
"'E o esmaga'" — pressiona-o com as mãos, para que saia seu sangue. "'Não é responsável senão por uma'" — por "o que caça", mas por esmagar não há responsabilidade. "'Incluído em debulhar'" — pois separa dele seu sangue, como quem separa o grão de suas palhas.
Rava disse: mesmo que digas que o esmagou vivo, ele está "ocupado com outra coisa" (mitasek) em relação a "o que tira a alma". Mas não disseram Abaye e Rava, ambos: Rabi Shimon concorda no caso de "pescoço cortado" e não haver como não morrer! Diferente é aqui, pois quanto mais o chilazon tem alma nele, mais lhe é bom, para que se preserve sua cor.
Rava propõe uma segunda explicação, que dispensa até mesmo a solução de Rabi Yochanan (o chilazon já estava morto): mesmo esmagando-o vivo, o caçador não seria responsável por "tirar a alma", pois sua ação se enquadra na categoria de mitasek — realizar uma ação com a intenção voltada inteiramente para outro fim, sem qualquer intenção quanto ao resultado que a lei proíbe. Aqui, toda a intenção do caçador é extrair o sangue mantendo o animal vivo pelo maior tempo possível, pois o sangue de um chilazon vivo produz uma tintura mais pura; a morte do animal não é buscada nem é sequer bem-vinda. A Guemará contesta com o princípio geral de "pescoço cortado" (pesik reisha): Rabi Shimon, que costuma isentar ações não intencionais, concorda que, quando um resultado proibido é a consequência física inevitável de uma ação (como decapitar um animal para obter sua cabeça, garantindo sua morte), há responsabilidade mesmo sem intenção direta de matar, pois a "falta de intenção" não pode ser levada a sério quando o resultado é certo. Por que, então, esmagar o chilazon vivo não seria um caso análogo, já que a morte também tende a resultar do esmagamento? A resposta: os dois casos são estruturalmente diferentes. No "pescoço cortado", quanto mais rápida a morte, melhor para quem realiza a ação (a cabeça é obtida mais depressa); aqui, ao contrário, quanto mais tempo o animal permanecer vivo durante o esmagamento, melhor para o caçador, pois o sangue extraído de um animal ainda vivo preserva a cor de modo mais puro — de modo que a morte não é apenas indesejada, mas ativamente contrária ao interesse de quem age, tornando o caso um mitasek genuíno, sem o elemento de inevitabilidade que define "pescoço cortado".
"'Ele está ocupado com outra coisa em relação a tirar a alma'" — isto é, quanto a tirar a alma, está ocupado com outra coisa, e não é uma obra intencional, pois não tem em mente que o animal morra. "'Quanto mais lhe é bom'" — pois o sangue do vivo é melhor que o do morto, e já que toda a sua intenção e esforço é preservá-lo para que não morra por sua mão, mesmo que morra não há aqui senão caso de mitasek; e Rabi Shimon só concorda em algo que não lhe importa se acontecer ou não — mas ainda assim não tem essa intenção. "'Para que se preserve sua cor', lemos" — para que a aparência de sua cor seja límpida.
"E o que o abate": quem o abate, por que categoria é responsável? Rav disse: por "o que tinge". E Shmuel disse: por "o que tira a alma".
A Guemará retoma a cláusula seguinte da Mishná, "e o que o abate", referindo-se ao abate do chilazon para a extração de seu sangue tintorial, e pergunta sob qual das trinta e nove categorias principais este ato se enquadra. Rav responde que a responsabilidade é por "o que tinge" (tzove'a): já que a finalidade de todo o processo — caçar, esmagar ou abater o chilazon — é obter seu sangue para a tintura, o próprio ato de abater, sendo o meio empregado para esse fim, é classificado pela sua finalidade última, e não pelo ato físico em si. Shmuel discorda, respondendo que a responsabilidade é, simplesmente, por "o que tira a alma" (netilat neshamá): o abate é, em sua essência física direta, o ato de matar o animal, e é por esta categoria — literal e imediata — que se deve responder, independentemente do uso posterior que se fará do sangue extraído.
"'Quem abate, por que é responsável'" — a pergunta é: onde esteve o abate no trabalho do Tabernáculo, e para que servia? Se fosse para as peles de carneiro tingidas de vermelho, para que precisaria ali de abate — bastaria também o estrangulamento.
Ao contrário das duas folhas anteriores, 75a se fecha em frase gramaticalmente completa: a disputa entre Rav e Shmuel sobre a categoria do abate do chilazon ("por 'o que tinge'" ou "por 'o que tira a alma'") é uma unidade fechada, sem continuação pendente. Não há, dentro deste daf, nenhuma transição de perek: toda a folha permanece dentro do Perek Zayin (Klal Gadol), na mesma sugia da Guemará sobre a Mishná das trinta e nove categorias de trabalho, examinada categoria por categoria desde 73b — aqui, a categoria "o que caça" (com os subcasos do chilazon), que dá início à sequência de categorias ligadas ao trabalho com couro e peles, a continuar em 75b.