Seder Kodashim · Massechet Temurá · Perek Dalet · Mishná 3 de 4

Misturando o dinheiro ou a chatat achados antes da expiação

הַמַּפְרִישׁ מָעוֹת לְחַטָּאתוֹ וְאָבְדוּ, וְהִפְרִישׁ מָעוֹת אֲחֵרִים תַּחְתֵּיהֶן
Mishná (ed. Torat Emet, domínio público) · tradução original PT-BR

A Mishná · הַמִּשְׁנָה

Ao contrário da mishná anterior, aqui o item perdido é achado antes de o dono comprar ou oferecer a substituta — quatro casos combinando dinheiro e animal, onde a chatat se traz de ambos e o resto cai para oferenda voluntária

Aquele que separa dinheiro para sua chatat e ele se perde, e separou outro dinheiro em seu lugar, e não chegou a comprar com ele uma chatat até que fosse achado o dinheiro primeiro — trará dele e dele uma chatat, e o restante cairá para oferenda voluntária. Aquele que separa dinheiro para sua chatat e ele se perde, e separou uma chatat em seu lugar, e não chegou a oferecê-la até que fosse achado o dinheiro, e eis que a chatat tem defeito — será vendida, e trará dele e dele uma chatat, e o restante cairá para oferenda voluntária. Aquele que separa sua chatat e ela se perde, e separou dinheiro em seu lugar, e não chegou a comprar com ele uma chatat até que fosse achada sua chatat, e eis que ela tem defeito — será vendida, e trará dele e dele uma chatat, e o restante cairá para oferenda voluntária. Aquele que separa sua chatat e ela se perde, e separou outra em seu lugar, e não chegou a oferecê-la até que fosse achada a primeira, e eis que ambas têm defeito — serão vendidas, e trará dele e dele uma chatat, e o restante cairá para oferenda voluntária.

— Diferente da mishná anterior, aqui o item perdido reaparece antes de a substituição se consumar — ou seja, antes que a chatat de reposição chegasse de fato a ser comprada (no caso do dinheiro) ou oferecida (no caso do animal). Como os donos, nesse momento, ainda não obtiveram expiação alguma, nem o item original nem o de reposição podem ser tratados como “sobra depois da expiação” — e por isso a mishná ordena, nos quatro casos (dinheiro-dinheiro, dinheiro-animal, animal-dinheiro, animal-animal, quando ambos os animais envolvidos, ou o único que sobrou como bem, têm defeito), que se traga a chatat a partir de uma mistura de ambas as somas ou dos dois produtos de venda: assim, nenhum dos dois é tratado isoladamente como o “excedente” de uma expiação já realizada por outro meio, e o que sobra dessa mistura, sem mais função, cai para as oferendas voluntárias comunitárias (nedavá).

הַמַּפְרִישׁ מָעוֹת לְחַטָּאתוֹ וְאָבְדוּ, וְהִפְרִישׁ מָעוֹת אֲחֵרִים תַּחְתֵּיהֶן, לֹא הִסְפִּיק לִקַּח בָּהֶן חַטָּאת עַד שֶׁנִּמְצֵאת הַמָּעוֹת הָרִאשׁוֹנוֹת, יָבִיא מֵאֵלּוּ וּמֵאֵלּוּ חַטָּאת, וְהַשְּׁאָר יִפְּלוּ לִנְדָבָה. הַמַּפְרִישׁ מָעוֹת לְחַטָּאתוֹ וְאָבְדוּ, וְהִפְרִישׁ חַטָּאת תַּחְתֵּיהֶן, לֹא הִסְפִּיק לְהַקְרִיבָהּ עַד שֶׁנִּמְצְאוּ הַמָּעוֹת, וַהֲרֵי חַטָּאת בַּעֲלַת מוּם, תִּמָּכֵר, וְיָבִיא מֵאֵלּוּ וּמֵאֵלּוּ חַטָּאת, וְהַשְּׁאָר יִפְּלוּ לִנְדָבָה. הַמַּפְרִישׁ חַטָּאתוֹ וְאָבְדָה, וְהִפְרִישׁ מָעוֹת תַּחְתֶּיהָ, לֹא הִסְפִּיק לִקַּח בָּהֶן חַטָּאת עַד שֶׁנִּמְצֵאת חַטָּאתוֹ, וַהֲרֵי הִיא בַעֲלַת מוּם, תִּמָּכֵר וְיָבִיא מֵאֵלּוּ וּמֵאֵלּוּ חַטָּאת, וְהַשְּׁאָר יִפְּלוּ לִנְדָבָה. הַמַּפְרִישׁ חַטָּאתוֹ וְאָבְדָה, וְהִפְרִישׁ אַחֶרֶת תַּחְתֶּיהָ, לֹא הִסְפִּיק לְהַקְרִיבָהּ עַד שֶׁנִּמְצֵאת הָרִאשׁוֹנָה, וַהֲרֵי שְׁתֵּיהֶן בַּעֲלוֹת מוּם, יִמָּכְרוּ, וְיָבִיא מֵאֵלּוּ וּמֵאֵלּוּ חַטָּאת, וְהַשְּׁאָר יִפְּלוּ לִנְדָבָה:
Quinto caso: se ambas as chatat estiverem perfeitas, uma é oferecida e a outra morre — opinião de Rabi; os Sábios discordam e sustentam que uma chatat só morre, e o dinheiro só vai ao Mar Morto, se achados depois da expiação dos donos

Aquele que separa sua chatat e ela se perde, e separou outra em seu lugar, e não chegou a oferecê-la até que fosse achada a primeira, e eis que ambas são perfeitas — uma delas será oferecida como chatat, e a segunda morrerá; palavras de Rabi. E os Sábios dizem: não morre chatat alguma a não ser que seja achada depois que os donos se expiaram; e o dinheiro não vai ao Mar Morto a não ser que seja achado depois que os donos se expiaram.

— No último caso, ambos os animais envolvidos — o originalmente perdido e o designado em seu lugar — estão perfeitos, sem qualquer defeito, e por isso não podem simplesmente ser vendidos como nos casos anteriores: um dos dois precisa efetivamente subir ao altar como chatat. Surge então a disputa: Rabi sustenta que, mesmo aqui, o item que fora designado “em lugar do perdido” já é tratado, desde o início, como se ele próprio estivesse perdido — de modo que, quando um dos dois é finalmente oferecido e o outro é achado depois, aplica-se a regra normal de “chatat cujo dono já se expiou”, condenando o segundo a morrer. Os Sábios discordam dessa equivalência: para eles, apenas o item efetivamente perdido pode gerar essa consequência; o item designado em seu lugar nunca foi, ele mesmo, perdido, e por isso nenhum dos dois morre nem é levado ao Mar Morto, a menos que seja encontrado depois que a expiação já tenha de fato ocorrido com o outro. A halachá segue os Sábios.

הַמַּפְרִישׁ חַטָּאתוֹ וְאָבְדָה, וְהִפְרִישׁ אַחֶרֶת תַּחְתֶּיהָ, לֹא הִסְפִּיק לְהַקְרִיבָהּ עַד שֶׁנִּמְצֵאת הָרִאשׁוֹנָה, וַהֲרֵי שְׁתֵּיהֶן תְּמִימוֹת, אַחַת מֵהֶן תִּקְרַב חַטָּאת וְהַשְּׁנִיָּה תָּמוּת, דִּבְרֵי רַבִּי. וַחֲכָמִים אוֹמְרִים, אֵין חַטָּאת מֵתָה אֶלָּא שֶׁנִּמְצֵאת מֵאַחַר שֶׁכִּפְּרוּ הַבְּעָלִים, וְאֵין הַמָּעוֹת הוֹלְכוֹת לְיַם הַמֶּלַח אֶלָּא שֶׁנִּמְצְאוּ מֵאַחַר שֶׁכִּפְּרוּ הַבְּעָלִים:

Halachot · הֲלָכוֹת

Rambam · Perush HaMishná, Temurá 4:3
הַמַּפְרִישׁ מָעוֹת לְחַטָּאתוֹ וְאָבְדוּ וְהִפְרִישׁ מָעוֹת כו': כָּל הַדִּינִים הָאֵלֶּה, לְפִי שֶׁלֹּא נִתְכַּפְּרוּ הַבְּעָלִים, אֶפְשָׁר בַּנּוֹתָרִים שֶׁיִּפְּלוּ לִנְדָבָה, רוֹצֶה לוֹמַר שֶׁמַּקְרִיבִין בָּהֶם עוֹלַת נְדָבָה. וּמִפְּנֵי מָה הָיָה רָאוּי תְּנַאי בְּכֻלָּם שֶׁיָּבִיא חַטָּאתוֹ מֵאֵלּוּ וּמֵאֵלּוּ, לְפִי שֶׁאִם הֵבִיא חַטָּאת מִדְּמֵי אֶחָד מֵהֶן, הָיָה חַיָּב לְהוֹלִיךְ הַמָּעוֹת הַשְּׁנִיּוֹת לְיָם הַמֶּלַח, לְפִי שֶׁהַבְּעָלִים כְּבָר נִתְכַּפְּרוּ וְנִשְׁאֲרוּ אֵלּוּ אַחֲרֵי הַכַּפָּרָה, וְיֵשׁ בָּזֶה חִלּוּק וְיִתְבָּאֵר בַּהֲלָכָה שֶׁאַחֲרֵי זוֹ. וּלְפִיכָךְ יָבִיא מֵאֵלּוּ וּמֵאֵלּוּ, וְאָז יִפֹּל הַשְּׁאָר לִנְדָבָה. אֵין מַחְלֹקֶת בֵּין חֲכָמִים וְרַבִּי שֶׁאִם הִקְרִיב שְׁנִיָּה שֶׁלֹּא אָבְדָה, שֶׁאֲבוּדָה מֵתָה, אֲבָל חוֹלְקִין חֲכָמִים אִם הִקְרִיב הָאֲבוּדָה: רַבִּי אוֹמֵר שֶׁהַשְּׁנִיָּה תָּמוּת, לְפִי שֶׁהַמַּפְרִישׁ עַל הָאֲבוּדָה כְּאָבוּד דָּמֵי, כְּאִלּוּ אָבְדָה וְנִמְצֵאת אַחַר שֶׁנִּתְכַּפְּרוּ הַבְּעָלִים, וַחֲכָמִים אֵינָם אוֹמְרִים כֵּן, לְפִי שֶׁהַמַּפְרִישׁ עַל הָאָבוּד לָאו כְּאָבוּד דָּמֵי, וְהֲלָכָה כַּחֲכָמִים:

Rambam explica que todos esses casos partem da mesma premissa: como os donos ainda não obtiveram expiação alguma, é possível que sobre algo depois de trazida a chatat, e essa sobra é destinada a comprar uma oferenda voluntária de elevação (olat nedavá). Justifica a exigência, comum a todos os casos, de trazer a chatat de uma combinação de ambos os itens: se o dono trouxesse a chatat inteiramente do dinheiro ou animal de um só deles, ficaria obrigado a levar o segundo item ao Mar Morto — pois isso significaria que os donos já se expiaram com o primeiro, e o segundo ficaria como sobra pós-expiação, sujeito a uma distinção que se esclarece na halachá seguinte. Por isso, deve-se sempre trazer de ambos, e só então o restante cai para oferenda voluntária. Sobre o quinto caso, Rambam esclarece exatamente onde está o desacordo: não há disputa entre os Sábios e Rabi quanto ao caso em que se oferece a segunda chatat — a que nunca esteve perdida — pois todos concordam que a que esteve perdida, uma vez achada depois, morre. A disputa surge apenas quando se oferece justamente a que estivera perdida: Rabi sustenta que aquele que designa uma chatat “em lugar de uma perdida” já a trata, desde então, como se ela mesma estivesse perdida — de modo que a segunda, quando enfim achada, é como se tivesse sido achada depois da expiação, e por isso morre; os Sábios não aceitam esse raciocínio, pois designar algo em lugar de um item perdido não equivale a esse próprio item estar perdido. A halachá segue os Sábios.

Bartenura · Temurá 4:3
יָבִיא מֵאֵלּוּ וּמֵאֵלּוּ. יְעָרְבֵם יַחַד. דְּכֵיוָן דְּמִתַּרְוַיְהוּ מַיְתֵי, לֹא הָוֵי חַטָּאת שֶׁנִּתְכַּפְּרוּ בְּעָלֶיהָ בְּאַחֶרֶת. אֲבָל אִי הֲוָה מַיְתֵי מֵחַד מִנַּיְהוּ, מְדַחוּ אַחֲרִינֵי, דַּהֲווּ לְהוּ דְּמֵי חַטָּאת שֶׁכִּפְּרוּ בְּעָלֶיהָ בְּאַחֶרֶת: וְהַשְּׁאָר יִפְּלוּ לִנְדָבָה. דַּהֲווּ כִּשְׁאָר מוֹתָרוֹת שֶׁל חַטָּאת דְּאָזְלִי לִנְדָבָה: וַהֲרֵי חַטָּאת בַּעֲלַת מוּם. אֲבָל אִם חַטָּאת תְּמִימָה, תִּקְרַב הִיא וְהַמָּעוֹת יֵלְכוּ לְיַם הַמֶּלַח, הוֹאִיל וְכִפְּרוּ הַבְּעָלִים בְּאַחֶרֶת: וְהַשְּׁנִיָּה תָּמוּת דִּבְרֵי רַבִּי וַחֲכָמִים אוֹמְרִים כוּ'. הַכֹּל מוֹדִים בְּמִתְכַּפֵּר בְּשֶׁאֵינָהּ אֲבוּדָה, שֶׁאֲבוּדָה מֵתָה. לֹא נֶחְלְקוּ אֶלָּא בְּמִתְכַּפֵּר בַּאֲבוּדָה, דְּרַבִּי סָבַר הַמַּפְרִישׁ לְאָבוּד כְּאָבוּד דָּמֵי, כְּלוֹמַר הַמַּפְרִישׁ תַּחַת קָרְבָּן אָבוּד דִּינוֹ כְּאָבוּד. וְכִי הֵיכִי דְּאִם נִתְכַּפֵּר בְּשֶׁאֵינוֹ אָבוּד, הָאָבוּד הַנִּשְׁאָר כְּשֶׁיִּמָּצֵא דִּינוֹ שֶׁיָּמוּת, הָכִי נַמִּי כִּי נִתְכַּפֵּר בְּאֶחָד מֵהֶן וַאֲפִלּוּ בָּאֲבוּדִים, יֵלְכוּ שֶׁאֵינָן אֲבוּדִים לְיָם הַמֶּלַח. וְרַבָּנָן סָבְרֵי, לֹא אָמְרִינַן הַמַּפְרִישׁ לְאָבוּד כְּאָבוּד דָּמֵי, וְדַוְקָא הַמִּתְכַּפֵּר בְּשֶׁאֵינָהּ אֲבוּדָה וְהָאֲבוּדָה נִשְׁאֲרָה, הָאֲבוּדָה מֵתָה וְאַף עַל פִּי שֶׁנִּמְצֵאת קֹדֶם כַּפָּרָה. אֲבָל אִם נִתְכַּפֵּר בַּאֲבוּדָה וְנִשְׁאֲרָה שֶׁאֵינָהּ אֲבוּדָה, אֵינָהּ מֵתָה, אֶלָּא תִּרְעֶה עַד שֶׁתִּסְתָּאֵב. וַהֲלָכָה כַּחֲכָמִים:

Bartenura explica “trará dele e dele” como uma ordem de misturar ambos os itens juntos: já que se traz de ambos, o resultado não é tratado como uma chatat cujo dono já se expiou com outro; mas se trouxesse apenas de um deles, o outro seria rejeitado, pois equivaleria ao dinheiro de uma chatat cujo dono já se expiou. Explica que o restante cai para oferenda voluntária porque se torna equivalente às demais sobras de chatat, que sempre vão para esse fim. Sobre “e eis que a chatat tem defeito”, nota o contraste implícito: se a chatat estivesse perfeita, seria ela mesma oferecida, e o dinheiro correspondente iria ao Mar Morto, já que os donos já teriam se expiado com outra. Por fim, detalha longamente a disputa do quinto caso: todos concordam que, quando a expiação ocorre com o animal que nunca esteve perdido, o que esteve perdido morre ao ser achado. A disputa é apenas sobre o caso oposto — quando a expiação ocorre justamente com o animal que estivera perdido: Rabi sustenta que designar um substituto “em lugar de um perdido” equivale a tratar esse substituto como se ele mesmo estivesse perdido, de modo que, ao ser achado depois da expiação, também ele morre; os Sábios discordam dessa equivalência — para eles, apenas quando a expiação ocorre com o item não perdido é que o perdido, ao reaparecer, morre; mas se a expiação ocorre com o próprio item perdido, o que sobrou (o substituto, que nunca esteve perdido) não morre, e sim pasta até adquirir defeito. A halachá segue os Sábios.

Perush — os Mefarshim · פֵּרוּשׁ הַמְּפָרְשִׁים

Rashi רַשִׁ"י
Temurá 22b, sobre a Guemará desta mishná — primeiro, segundo e último casos
מאלו ומאלו — יְעָרְבוּ יַחַד, דְּכֵיוָן דְּמִתַּרְוַיְהוּ מַיְתֵי לָא הָווּ חַטָּאת שֶׁכִּפְּרוּ בְעָלֶיהָ בְּאַחֶרֶת, אֲבָל אִי הֲוָה מַיְתֵי מֵחַד מִנַּיְיהוּ מִדְּחוּ אַחֲרִינֵי, דַּהֲווּ לְהוּ דְּמֵי חַטָּאת שֶׁכִּפְּרוּ בְעָלִים בְּאַחֶרֶת: תימכר ויביא מאלו ומאלו כו' — אֲבָל אִם הָיְתָה תְּמִימָה, תִּיקְרַב הִיא וְהַמָּעוֹת יֵלְכוּ לְיָם הַמֶּלַח, הוֹאִיל וְכִפְּרוּ הַבְּעָלִים בְּאַחֶרֶת. וְכָל הָנֵי אַלִּיבָּא דְּרַבִּי: ואין המעות הולכות לים המלח — וַאֲפִלּוּ נִתְכַּפֵּר בְּאַחַת מִן הַצְּבוּרִין לְאַחַר שֶׁנִּמְצָא הָאָבוּד, הוֹאִיל וְקֹדֶם כַּפָּרָה נִמְצָא:

Rashi confirma que “dele e dele” significa misturar ambos os itens, pois só assim se evita o resultado de tratar um deles como sobra de uma chatat já expiada por outro. Sobre a chatat vendida por ter defeito, Rashi ressalta o contraste: se ela estivesse perfeita, seria ela mesma oferecida, e todo o dinheiro correspondente iria ao Mar Morto — mas frisa que essa formulação segue especificamente a opinião de Rabi. Por fim, sobre a conclusão dos Sábios no último caso, Rashi esclarece que o dinheiro não vai ao Mar Morto mesmo que a expiação já tenha ocorrido com um dos dois montes de dinheiro depois de o outro, o perdido, ter sido achado — contanto que esse achado tenha ocorrido antes da expiação em si.