בס’ד

Antes de mais nada, gostaria de inserir a definição abreviada de Samaritanos, extraída da Wikipedia, juntamente com alguns textos ressaltados para evidenciar quem são de fato estas pessoas que alegam para sí o status de Israel do Reino Norte, do período pós Shlomo Hamelech:

Os samaritanos são um pequeno grupo étnico-religioso aparentado aos judeus que habitam no distrito de Holon em Tel Aviv Yafo e Nablus na Cisjordânia situadas em Israel.

A religião dos samaritanos baseia-se no Pentateuco, tal como o judaísmo. Contudo, ao contrário deste, o samaritanismo rejeita a importância religiosa de Jerusalém ideologia que precede os tempos em que os reinos do Norte e Sul separaram-se, sendo os samaritanos descendentes de Assírios simpatizantes da causa palestina e não se consideram judeus. Os samaritanos não possuem rabinos e não aceitam o Talmud dos judeus.

Os samaritanos não se consideram judeus, mas descendentes dos antigos habitantes do antigo reino de Israel (ou reino da Samaria) que miscigenados com assirios resultaram nesse povo remanescentes. Os judeus ortodoxos, por sua vez, consideram os samaritanos como descendentes de populações estrangeiras, que adotaram uma versão adulterada da religião hebraica; como tal, recusam-se a reconhecê-los como judeus ou até mesmo como descendentes dos antigos israelitas o que de fato não são; O Estado de Israel reconhece-os como judeus [israelenses] porque tem dessa forma garantida na Constituição que dá liberdades religiosas e respeita democraticamente os movimentos religiosos em sua área politico administrativa.(Edmot, Savior. History Samaritanism Century XIX)

Perspectiva Histórica:

Depois da morte de Salomão, em cerca de 930 a.C., dez tribos do norte separaram-se e formaram o reino de Israel, também conhecido como reino da Samaria, devido ao nome da cidade que se tornou a sua capital no século IX a.C. Este reino tornou-se vizinho e por vezes rival do reino do Sul, o reino de Judá.

De acordo com o II Livro de Reis, que se pensa ter sido redigido em meados do século VI AEC (pelo menos cento e cinquenta anos após os acontecimentos), a população do reino de Israel foi deportada para outras regiões do Império Assírio como castigo pelos seus pecados. De seguida, esta população teria misteriosamente desaparecido (as “Dez Tribos perdidas de Israel”).

A Bíblia refere que povos estrangeiros foram transladados para habitar o território das populações deportadas. Estes estrangeiros teriam criado uma religião nova, que misturava elementos hebraicos e pagãos, e encontram-se na origem dos samaritanos. A adulteração dos Dez mandamentos com a inclusão de um décimo primeiro mandamento com ordenança de adoração no Monte Guerizim aumentou a separação e as disputas.

Ótica religiosa apresentado por eles:

Os samaritanos aceitam apenas a autoridade do Pentateuco. Rejeitam os outros livros da Bíblia judaica, assim como a tradição oral (Talmud). O Pentateuco dos samaritanos é escrito em hebraico samaritano com recurso ao alfabeto samaritano, uma variante do antigo alfabeto paleo-hebraico abandonado pelos judeus.

A primeira coisa a se saber é:

OS SAMARITANOS NÃO SÃO JUDEUS 
Os judeus são os descendentes de Avraham, Ytschak e Yaakov, que foram retirados do Egito e receberam a Torá no Har Sinai por meio de Moshé Rabeinu

Hoje algumas pessoas que alegam sobre si o “status” de samaritanos, vivendo em Israel, por liberdade religiosa, são aceitos como judeus, assim como cristãos assim são aceitos em israel, árabes, drusos, bahais e tantas outras religiões ou pontos de vista.

Os antigos Samaritanos, descendentes do Reino Norte, foram exilados pelo Rei Assírio, que trouxe uma nova população de pessoas para habitar no território Norte, esta é uma prática conhecida e irrevogável executada pelos reis no passado. Estes novos habitantes, miscigenaram suas crenças com as regionais, criando para sí um novo córum de regras e leis. Assimilando parte dos conceitos dos Judeus com os costumes pagãos o regor, esta conversão parcial ao Judaísmo é que não foi aceita desde esta época. Não sendo deste este período como Judeus.

Existe uma discução talmudica em que Rabi Meir os aceita como convertidos por completo, mas é refutado pelos Sábios de sua geração alegando que converteram-se e apegaram-se aos judeus somente pelo medo da guerra e por serem delibitados bélicamente. O que invalida a conversão, pois o converso tem que se tornar judeu somente por amor e temos aos Céus. Conversos por interesse não são aceitos. Portanto para todos os efeitos os que se dizem samaritanos devem ser tratados e entendidos como gentios com base na Torá.

Todas as suas palavras são de engano assim como falsas crenças, que devemos abandonar. Baseiam-se na ignorância de seus seguidores e no desconhecimento de fatos históricos.

Todas as perguntas sobre este tema podem ser feitas abaixo nas perguntas e serão respondidas de imediato sobre o tema, contrapondo qualquer alegação. 

•Textos extensos não serão liberados

•Faça a pergunta, apresente a referência na Tanach ou Base Histórica de um site confiável.

Rav Y. Lopes